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Nação

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religião,  etnia)
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Ciência geográfica e conceitos da geografia

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  2. 2. Espaço geográfico é o resultado da relação . - , m1,: : n: -mwe W“3Í-' . Araçá l _ g a' lí' “A us" Estuda das relações entre o '; '›. .c'. '.í3;“. 'i, 3 o “(5.339, entre a PfW. .~'Í'**'3_Ó. iv° _CWFQ_ "D ñ L'L'Í'¡"- l'“'. .“¡', - 5?* _ NaN/ faut 'web &n; @a N' C 1 a. :': ¡,-= x'›'¡ : à. ; n «a .53- "W" -: V». gr; . ¡4, « 3_ x' t a › . I í /4 i°-1; fo<. ; i( . . *z . › “x o' › «É» x r- (oi-Ê A r: . ” t) **. "/'" , « .
  3. 3. Desenvolvimento da geografia Gregos - aprofundaram estudos referentes aos fenômenos naturais e às rotas marítimas (meditenfàneo), cartografia (V a. C) - : terra ' ' : estudo Rorrianos - descrição do seu imenso império Expansão dos dominios _árabes - avanço da cartografia, surgimento de relatos climáticos Grandes navegações - conhecimentos geográficos serviram para ampliar territórios europeus (XVI), expedições com naturalistas, botânicos, geógrafos
  4. 4. 4a n. l . n¡ , . rw I l v = .. _ __ , par s x 1.» , ng pr. - f, , a -. v t. ; _. › , e p. . s. r Lo. , . . _a_ a . Em. . '_= : . 1 j. .. ¡fÍw v, l) . M, . ._. (n. _A_ k ~ - _ 7:. . , ,- . u @- i «. _. ,«. _ - . . v¡ : › , ¡_-. ¡ : É t, .› . - - x_ : na 'v' u: *si . ~ e¡ “of '›. .a i _. .J ; UI : vmar : :a J» '› J x s. su' - . ' os: : : nr: a u. ? ll I A r- -_› AR: = 7 __-. , r 4_ pa» 12;_ "v. w u. . 'o Í “ d «J ! au a J Estudo matemático sobre a forma/ dimensão da terra, com cartografia e astronomia. ; çrfsxíescrição de lugares exóticos, povos, cultura e i @eysmodos de vida em seu espaço de vivencia. 'Ji › . l N( "r -ri li' . ;z n' Í _, uma
  5. 5. l I . neipies Principio da extensão (Ratzel) O fenômeno ocorre em uma área delimitada um. ” u u ~ 1 v- 0 mapa da pacrfrcaçao v l rnuncnu PL( n [shut 67 Pro . ,. Mamonas um¡ o macas fo amount¡ ' -" 'É' ' “A 9°'°¡°Ú0 »Juruti “M” U-flt. ~ V¡ , um os» __ m. : . manu-n , *v* « M_ Mooca-Wim . _ ums . _ v» “ - -* , . Arian/ u UMA") O '““'. ^"° _ _r r *rqxv v; v n. v minimo r v ÇQSMEUFJRO v fa; v¡ , _, w , @mamar 4x j' ” . ' O nona V> f -5 @Mamma . ( emma . * 7 Bauman 0 . l , ,m j , g F A_ armor; - ? mcu ru «v _, › v* 5 'v . um ' ' y YAENÀRAS o . UR ( : :Mimos ' QIHADIHANA l FAVÀOPAVAOZINNOC , l v v ÉCÀNIÀGÂLO ' r / À i _, fr KI i' 'ÍLZZJI uu. l
  6. 6. Principio da analogia ou comparação (Ritter e La Blache) Delimitada a área deve-se comparar com outras áreas, buscando e Rio São Francisco - Brasil ~ 131' x Í l : H ° f 7: r i”- x Í' “' prof. Silvio Araujo de Sousa . e. ' í ' L , p ) í « - es? , Q U u¡ Í, ¡
  7. 7. N m! " -. '-. ..' _. S . . ( _. - -71 . I . 'l . a "l ". . vnp'. - J. . = › - "m1,, ,'; ¡'1C: ^_-w« 5.3.; _= . u J'›np“J'p^r› u. .. 7;›-. .›. -~-- . a.x. ..v. :4 »d . a, As causas ou fatos observados devem ser explicados
  8. 8. Todos os elementos d ' “ a S l I humanos) uperhcle terrestre se relacionam (fis' lCOS e Wendy Middleton 336-41 3-5627 i H 7 D' , Í n. 336-983 - _ Pieádmontmouphoper -8774 ~ (in-uam '
  9. 9. CHUVA ÁCIDA Chwukduahnmdaboücooluoutndthnwuoodnuufnouüm IIOOONUOO Ooovnmntnunogwmnncnunçuaadoudnomnh uoucnhnçhblnmnuhqukucooon-bmmulanu : :manual-mu EIS: : uuecuwcomvomouu “'05” munnwuounruq «human-nunca Imnunhtum O @MSÃNJODHÍINIKIWDDOM A CRISE FINANCEIRA MUNDIAL. Como a crise afeta o mundo e o Brasil?
  10. 10. Principio da atividade (Jean Brunhes) A paisagem possui caráter dinâmico Área de distribuição original do Cerrado . , m : . n YU -u ! In - v A no s_ 'Í _ u: us ^ Principais remanescentes de vegetação nativa de Cerrado um 2002
  11. 11. Escolas da Geografia Determinisino geográfico (alemão) Homem como ÍFUÍO C10 meio em que vive (mais ou menos capaz, desenvolvido, inteligente, etc), influenciados por fatores como o clima dentre outros Ex. Habitantes de planícies seriam agricultores, de regiões litorâneas pescadores
  12. 12. Os habitantes dos trópicos (clima menos agressivo) estavam "condenados" pela natureza a serem povos inferiores, enquanto os habitantes das zonas temperadas estavam destinados ao progresso (meio hostil exigia melhor organização social) Espaço é poder Friedrich Ratzel, Karl Ritter, Alexander von Humboldt . .
  13. 13. ÊQEnNFÀVÃWÊÍÍ-Hühlmapgwãliünú . ALEMANHA
  14. 14. L «femea e i o problema do Nordeste do Brasil é a seca _ (frase deterrninista) ; a . e ir as' à* w. --
  15. 15. Possibilismo geográfico (írairug, Combater a escola Alemã. Possibilidade de haver influências re CÍpTO cas entre o homem e o meio natural Partiu da ideia de que o homem se adapta ao meio, além de modifica-lo.
  16. 16. A natureza exerce influencia sobre o Homem, mas este escolhe e modifica os diferentes espaços que poderiam ou não ser aproveitado de acordo com suas necessidades Grande expoente foi Vidal De La Blache O subdesenvolvimento seria superável após o contato com o gênero de vida das civilizações europeias (desenvolvidas)
  17. 17. r . I I Os adeptos da perspectiva possibilista não atribuem às 1.24 condições ambientais a responsabilidade absoluta pela pobreza da população regional «r . '11 '<
  18. 18. Richard Hartshome os espaços eram divididos em classes de área, nas quais os elementos mais homogêneos determmariam cada classe, e assimas descontinuidade destes trariam as divisões das áreas. Este pensamento geográfico ficou conhecido como método regional. - O método era comparar regiões, segundo critério de similaridade e de diferenciação.
  19. 19. ~~--' y BRASIL: corri/ was k , - MORFOCLIIJATICOS cn 9 _é ã 8 JCQVJIS ". .'. ,' " ' | I y~4y CAAHmÀ m 112.: : t. ? ' . › I . l ARInUÇASlA G '_ _: _ __› " FRADLRAE - ' _ _g_ n. magos _ -«. __ . '»”'" TSIANG-ÇÀI) ' c
  20. 20. Pós 2g guerra mundial O cenário de destruição fez com que os geógrafos buscassem novas formulações para superar a cnse econômica capitalista Esta corrente efetua uma critica a geografia tradicional pela sua insuficiência da análise tradicional t' ' * _ s-, x ' ; w Os modelos matemáticos servem para analisar o espaço, agir sobre a natureza e fortalecer os investimentos do Estado em regiões homogêneas e funcionais, através de meios estatísticos.
  21. 21. A natureza era tida como objeto do capital camuflada sob as orientações do avanço econômico e da necessidade de explora-la, pois o processo industrial necessitava constantemente de matéria- prima
  22. 22. PROSPERE CUMJI AMAZONIA 50% Illl SEII IMPÕSTD IlE RENDA IIIIM BUM NEGÚBIIJ! a aANco DA AMAzóNiA s. A. Mau¡ pouca «ue um» upon. hop. ma¡ previne an aqui: : d¡ Amuonln. Com o n- a e mesmo da SUDAM com o ; puma c o incanhvu do amoo d¡ Amazon-n. O Buu um ; menú-Ao nn Anuzoma a oferecer-do kia-oc pur¡ quam QUIIGV' puiiclpu dean Ilhprocndlflnñlo. A Trnnunuudmca ul¡ m" n pau da mim do eixo. Comece 19cm. Fnçn ¡u- opclo pol) SDAM Ap-'vaul u 606 o do um Impacto de uma num a» 464 p «os ocorreu-mon ; l aprovado¡ pvl¡ &JOAM 0a mu» apra-scale ceu proprio propio (u): No naun-cl. uyopcculrlo. ou de wow-ceu). Voce uu (ato o npc-o do Governo Fedora a do: governos eo: Esindcq que compacta n Amazon Ha um (escuro a sua : :perl Aprmuz' . Few-o. Emqueçn ¡unio com o Brasi. cimo-u: nos : :criterios d¡ SUDAM e n¡ cotas do Banco d¡ Ari-Arona. IIIIISÍÍRIU llll IIÍERMIR sumsa-nrizurcnrun DOOEEEhV-C! . DA AUAIÓNIA SUD A a BANCO DA AMAXORIA S. A.
  23. 23. Geografia Crítica (1970) Aprofundamento das questões sociais Analisar as contradições sociais no espaço "AÍ"_A7_T_"'_"" E775 ÊWTWfTII . _~ P* , ruin _l «W1C k l . _q _ ; 'Í! '“f¡. ' e'. i I Í' a . . e. _ n.1,. . . . . _ : fp ^ NOSSO rureeotl , PELA SUA EBUCAÇÀQXV 'f' à 'I I 1 . ' i “l i.
  24. 24. Principais críticas as correntes anteriores são: J Os modelos em que ela se apoia são insuficientes para explicar a realidade J Os modelos encontram-se afastados da conduta real do homem J A Nova Geografia não se preocupa com a resolução dos problemas Sociais QUANTOS NENHUM, “E55” ELES DORMEM E NO CHÃO A REDE7 *- : :Í l . fg 'v _ 4 y
  25. 25. Propõe uma Geografia mais atuante, que possa ser melhor compreendida para que haja uma efetiva intervenção na realidade social A expressão foi criada na obra 'A Geografia", de Yves Lacoste "A Geograña - isso serve, em "printeiro liagat', para 'fazer a _p_ , J Yves Lacoste.
  26. 26. No Brasil, o grande nome da Geografia Critica foi Milton Santos, que publicou os primeiros trabalhos da nova escola nesse país. Existem apenas classes sociais, asdo que' 1 J . asdosque Í _ com medo da revolução dos que não comem
  27. 27. Escolas geográficas: Determinismo ambiental: Possibilismo: Metodo regional: Quantitativa ou Teorética Base metodológica: Positivismo Positivismo Positivismo Neo-positivismo. Materialismo histórico e a dialética marxista. Como encaravam o subdesenvolvimento Como resultado dos condicionantes naturais. superável após o contato com o gênero de vida das civilizações europeias (desenvolvidas). A divisão do espaço em regiões favorecem o planejamento, mas se qualquer finalidade de redução das desigualdades sociais. Superável. E um estágio necessário para se chegar ao desenvolvimento que passa pela industrialização. Desmascara as outras escolas geográficas ao demonstrar que o papel dessas escolas é o de legitimar os interesses econômicos das classes dominantes. Extraído do blog httpz/ /geografalando. blogspot. com. br
  28. 28. REVISÃO
  29. 29. 1.54:_ ¡ ç F EMMBH à í ilckmníílvn v N: : -e à ; MN y à' Hnqownsi¡ ranma, :eu mim. i : :IN uunuun¡ 5“; ›;G¡“¡_¡; ¡ , Lu -, _¡"¡¡¡¡¡. ¡¡(¡¡^ . . . mas : iímm 'Ílohl . r. . .c ? mts/ ma : rrlrçxv/ Aqiznntalnllu: tannr-'nu_›ñ“l~v qu; :r ma: «WÍÍH : r ? cruzi S
  30. 30. í énceites eqgráficos
  31. 31. Espaço geograftco Porção específica da superfície terrestre sendo identificado por elementos naturais, humanos e econômicos. lu ar território
  32. 32. ._+. m___. _ú§t __ Em. .. . 1.. ..1.1-Intl
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  34. 34. ,- v ' . ç _ r' t* a r Q C-_rJE e ¡: ›a, nsa; :_. j,~e. :'u. r "Tudo aquilo que nós vemos; o que a nossa wsão alcança, é a paisagem LJ. Não apenas fonnada de volumes, mas também de cores, odores, movimentos, sons etc. " Milton Santos
  35. 35. Os tipos de paisagem: Na paisagem estão inseridos todos os elementos do espaço geográfico: Paisagem Paisagem Natura¡ Humanizada/ cultur a1 transformada inalterada pela ação humana
  36. 36. Paisagens que não sofreram interferência antrópica: J Trechos de florestas de dificil acesso. x/ Áreas desérticas. x/ Regiões polares. x/ Altas montanhas. ~/ Fundo dos oceanos.
  37. 37. A transformação das paisagens As paisagens naturais podem ser modificadas para dar lugar, por exemplo, às plantações, às cidades, às rodovias ou para a obtenção de recursos naturais, como madeira, minérios, água e outros.
  38. 38. 'zxíft-'r' (É: =j~ “ _Awsg-
  39. 39. A B M S a o a. h A e d m o S o d e m e . u. a m a d u e S u M
  40. 40. ã ¡¡¡ u. . . ..jn- . 1'. c. : “4 É ' l tr ' ' 1 j. D. .n . r N¡ . “u x - . r ' _. _ › u» -X v_ n L - X Maceió Ànligo - Avenida da Paz. sob a V_
  41. 41. Catedral e Farol GÊIZGÊÉJVÚÉÕuÊÔIÍH _ . .___ . ; MáeiõÃrçIgo-_Í Cathewàl 'e'-Pnãr'oI-*~_. .:_- a;
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  43. 43. Maceió Antigo - Rua do Comércio
  44. 44. LavagemdeRoupanoPoço * Gazetavdebxcom i _a4_ . Y --h Ç , ._. ___. ... _ ___. ._. - _.4' '7 ' HMBCQIO Amigo - Lavagem de Poupa no Poço
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  47. 47. I 1917 - Automóveis da Epoca 'É 7 : Éçüeíââebüç i Maceió Antigo - 1917. Automóveis da época
  48. 48. Rua do Sol Gazetauaelaiucom ! mac-cnc Amigo - Rua oo Sol
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  51. 51. bacon; ZCK; J4JC Maceió Antigo - Praça Deodoro
  52. 52. O que é LUGAR? Espaços que nos são familiares, que fazem parte da nossa vida. É o meio no qual vivemos, trabalhamos, produzimos e modificamos. Enfim, é o espaço das nossas relações sociais, e no qual mantemos relações de afetividade com a nossa "terra".
  53. 53. V É é onde as pessoas moram e realizam atividades cotidianas. É a primeira referência que cada um tem no mundo. Os lugares não estão isolados uns dos outros. Eles se relacionam, uma vez que as pessoas e as empresas de lugares também estabelecem relações. São, portanto, as pessoas que dão sentido ao lugar. Por isso é importante conhecer as relações entre elas e os diversos lugares. Elian Alabi Lucci
  54. 54. l Percorrer as ruas do Centro, depois de anos em que não pÍSâ va por la, da va certo prazer a dona Irene. Prazer que ela não confessava a si mesma. Para va diante de vitrines. Si'rn senhor, como isso mudou. f. ..) Ali era uma livraria. Mais adiante, cadê a confeitaria que tinha aquele sorvete de pistache, super delicioso? Nada de confeitaria . Somente bancos, financeiras, agências de loteria esportiva. Dona Irene sentia leve saudade da decada de 60. Era outro Rio. Mas devemos conhecer o Rio de hoje, e ela ia aproveitando o percurso na direção do ônibus para ver, assuntaf: sentir, apesar do multidão, do bolo de gente, do barulho. .. LJ" Carlos Drummond de Andrade. "O medo e o relógio". In: Moça deitada na grama. Rio de Janeiro, Record, 1987.
  55. 55. J O que mais impressionou a personagem em sua visita ao centro da cidade do Rio de Janeiro? J Quais as lembranças que a personagem tem de como era o lugar antigamente? J De acordo com as descrições feitas no texto, o centro do Rio de Janeiro e' um lugar afetivo ou um não-lugar para dona Irene? Explique.
  56. 56. O que é TERRITÓRIO? É a base fisica sobre o qual o Estado exerce a sua soberania. O território é delimitado por fronteiras politicas (naturais ou artificiais). Área delimitada sob a posse de um animal, de uma pessoa (ou grupo de pessoas), de uma organização ou de uma instituição.
  57. 57. J O morro de uma favela dominado por um gmpo de traficantes J Savana dominada por um grande animal predador J Embaixada de um pais J ^ ' ' - A' Blocos economico de paises Wma? ? f_ . . R$4,15¡ g_ 3,1. __ ; sem _ íá» A ' q IV_ . ¡ h ? ãuç La 5 1
  58. 58. Estado É o ordenamento jurídico que regula a convivência dos habitantes de um país. Um Estado soberano é sintetizado pela máxima "Um govemo, um povo, um território".
  59. 59. Nação É coletivo humano com caracteristicas comuns (lingua, cultura. religião, etnia)

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