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TFG Unicamp 2014 - "O bairro do Pinheirinho: retorno à origem" - Pranchas

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Trabalho Final de Graduação no curso de Arquitetura e Urbanismo na Unicamp de 2014, cuja temática é urbanismo.
O TFG foi desenvolvido durante 1 ano, sendo dividido em duas fases: levantamento teórico e proposta projetual. Dessa forma, o trabalho final consiste em monografia e projeto. Sendo que este arquivo consiste na parte projetual.
Este TFG analisa a situação da habitação social no Brasil, atendo-se especificamente ao caso da ocupação Pinheirinho em São José dos Campos (SP) propondo uma resolução ideal, no âmbito legal e urbanístico, aos moradores originais do local.

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TFG Unicamp 2014 - "O bairro do Pinheirinho: retorno à origem" - Pranchas

  1. 1. 2 4 6 12 11 3 10 7 8 5 9 1 2 3 4 5 6 7 posto de saúde creche + educação infantil biblioteca educação infantil + fundamental centro cultural centro de convívio administração cooperativa ensino médio ensino profissionalizante segurança 8 10 11 12 9 INSTITUIÇÕES PROPOSTAS CENTRALIDADE SAÚDE DIRETRIZES PROJETUAIS CENTRALIDADE SERVIÇOS 1 hospital INSTITUIÇÃO PROPOSTA ANÁLISE LOCAL + ENTORNO PERFIL POPULACIONAL PINHEIRINHO PROGRAMA DE NECESSIDADES B - PERSPECTIVA PERCURSO PEDESTRE A - PERSPECTIVA FAIXA ELEVADA CORTE TRANSVERSAL EQUIPAMENTOS PÚBLICOS URBANOS escala 1:2000 saúdesaúde naturezanatureza convívioconvívio estarestar passeiopasseio empregoemprego institucional educação saúde segurança administração cooperativa SERVIÇOS bairro e externo públicoequipamentosdemanda percurso pedestre 57% CRIANÇAS NA ESCOLA 55% CHEFES DE FAMÍLIA EMPREGADOS 57,7% 39,4% 2,9% 0-18 19-59 60 + FAIXA ETÁRIA Área Institucional Equipamentos Qtde Área (m²) Escola 4 2988 Delegacia 1 300 Hospital 1 1000 UBS 1 300 Administração 1 500 Centro Cultural 1 1000 Centro de Convívio 1 500 Biblioteca 1 550 Cooperativa 1 559 Total edificado 12 7697 Área Verde Setor Área (m²) % Lazer 23000 55% Percurso 1202 3% Atração 8902 21% Apoio 8527 20% Total 41631 A implantação de uma centralidade de serviços foi definida a partir dos eixos de continuidade viária. Ao concentrar os equipamentos de serviços, é otimi- zado o tempo do usuário, e é facilitado o acesso via pedestre. Os equipamentos públicos urbanos foram definidos a partir do perfil populacional da comunidade Pinheirinho e de suas demandas, especialmente devido à faixa etária (equipamentos de educação e lazer) e à gerar de empregos (instituições e comércio). eixos viários Equipamento Qtde Hotel 1 Depósito 1 Creche 2 Escola Ens. Infantil 1 Escola Ens. Fundamental 4 Escola Ens. Médio 2 Faculdade 1 Biblioteca 1 Profissionalização 1 Equip. de Saúde 2 Centro Esportivo 1 Academia ao ar livre 3 Praças 12 Parques 1 População Entorno 76.000 EQUIPAMENTOS PÚBLICOS URBANOS EXISTENTES Foi realizado o mapeamento dos equipamentos do entorno abrangendo uma população de aproximadamente 76.000 pessoas, conforme a tabela abaixo. Constatou-se que houve a preocupação de implantar equipamentos, no entanto, não é quantidade suficiente para toda a população existente, nem para a população do Pinheirinho a ser acrescentada no novo bairro. Em vista das condicionantes acima, foram propostos os seguintes equipamentos: Foi proposta uma centralidade de saúde devido à ausência de hospital próximo. A localização do hospital foi definida devido às especificações deste equipamento; um pouco mais afastada de áreas de intensidade de tráfego e pessoas, mas próxima da saída do bairro, e do seu entorno. Todos os equipamentos propostos são suportados por áreas verdes que incentivam maior uso dos mesmos e criam um ambiente de estar e de passagem agradável aos usuários. As facilidades de acesso nas centralidades se dão por meio de percursos exclusivos para pedestres com faixas elevadas e áreas verdes agradáveis para o trajeto. atrativo centralidades A B Trabalho Final de Graduação - TFG - 2014 Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Aluna: Tifani Kiyomi Kuga RA: 084174 Orientadora: Profa. Dra. Gisela C. V. Leonelli Campinas, 2014 01- 07
  2. 2. DIRETRIZES PROJETUAIS SETOR ATRAÇÃO SETOR LAZER EXTREMO ATRATIVO SETOR APOIO ANÁLISE LOCAL + ENTORNO PROGRAMA DE NECESSIDADES REFERÊNCIA QUADRAS LAZER 04 - PERSPECTIVA TRANSIÇÃO DE QUADRAS LAZER (FAIXA ELEVADA)03 - PERSPECTIVA QUADRAS LAZER PERSPECTIVA LÚDICA DO PARQUE EQUIPAMENTO PROPOSTO: - PARQUE PINHEIRINHO 01 - PERSPECTIVA SETOR APOIO 02 - PERSPECTIVA SETOR ATRAÇÃO natureza atividade física convívio esporte coletivo estar passeio infantil áreaverde bairro e externo públicoequipamentos percursos praças lazer demanda CO NVÍVIO E INTERAÇÃO Fonte: Fernanda C. de Souza, 2012 Imagem: Jardim Ambiental, Curitiba - PR Imagem: Jardim Ambiental, Curitiba - PR ÁREAS Fonte: Gisele Chemberge, 2010 VERDES E LAZER escala 1:2000 O setor de lazer abrange o complexo linear de quadras e o extremo atrativo que contempla um parque. É um setor abrangente para todos, já que permeia uma grande superfície, ficando próximo ao bairro todo. E o parque é o local que deve atrair mais população externa. O projeto de quadras inteiramente para uso de lazer partiu de um projeto referencial existente em Curitiba, o Jardim Ambiental. São quadras para uso de lazer, com vias de circulação de carros res- trita à velocidade e intensidade baixa, onde há uso livre e frequente tanto durante o dia quanto à noite, cujo uso do entorno é exclusivamente residencial, não adensado. eixos viários continuidade área verde As áreas verdes constituem uma das premissas deste projeto: fornecer áreas de convívio e integração para a própria comunidade e para seu entorno. Primeiramente, a partir do complexo linear de quadras com uso exclusivo de lazer, buscou-se implantar um sistema de lazer atrativo e integrador, servindo a todas as faixas etárias, a todo o bairro longitudinalmente e ao entorno ao dar continuidade à área verde existente. Dessa forma, a implantação das áreas verdes foi setorizada em 3: apoio, atração e lazer, segundo a função que exercem no entorno mais próximo. O setor de apoio é um suporte para as áreas institucionais e de serviços e para áreas residenciais, incentivando a permanência e o convívio próximos aos mesmos e acessível a todo o bairro. O setor de atração contempla portas de entrada para a população externa adentrar o bairro, abrigando espaços para atividades, comércio e instrumentos que atraiam pessoas. 01 02 03 04 Trabalho Final de Graduação - TFG - 2014 Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Aluna: Tifani Kiyomi Kuga RA: 084174 Orientadora: Profa. Dra. Gisela C. V. Leonelli Campinas, 2014 02- 07
  3. 3. DIRETRIZES PROJETUAIS RECOMENDAÇÕES DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO REFERÊNCIAS PROJETUAIS FACHADA ATIVAFACHADA ATIVA CORTE LONGITUDINAL ACESSO LIVREUSO MISTOUSO MISTO RECUO DE FECHAMENTO CROQUI ESQUEMÁTICO DIRETRIZES DE OCUPAÇÃO DO SOLO PERSPECTIVA GERAL DO PROJETO IMPLANTADO ABERTURAS FECHAMENTO LIMITADO FACHADA VERDE ÁREAS PERMEÁVEIS Referência Projetual Conceito Croqui Diretriz Projetual Diretriz Tipológica Parque Europa (SP) Áreas para Equipamento Público Quebra de monotonia, Diversidade de usos, Valorização do pedestre Transição público- privado Conjunto S. Fco. (SP) Centralidades Concentração de serviços, Acesso facilitado Térreo permeável, Uso Misto IAP Realengo (RJ) Variação tipológica da unidade habitacional Combinações de tipologias habitacionais, Diversidade de Implantação, Diversidade construtiva Desde unifamiliar a multifamiliar Elemental (Chile) Convívio Social Interações, Espaços para atividades Adensamento conforme o uso do solo TIPOLOGIAS DE OCUPAÇÃO escala 1:2000 unifamiliar unifamiliar mista em fita expandida unifamiliar mista em fita local multifamiliar multifamiliar térreo permeável * Referências projetuais detalhadas no memorial do projeto *Tipologias detalhadas no memorial do projeto Unifamiliar Unifamiliar mista em fita local Unifamiliar mista em fita expandida Multifamiliar Multifamiliar térreo permeável Fachada no alinhamento dos passeios publicos ocupada por usos não residenciais com acesso livre e abertura para via pública. Trata-se da ausencia de dispositivos de fechamento entre o lote e o passeio público. É o afastamento dos dispositivos de fechamento para além do limite do lote com o passeio público. É o conjunto de todas as partes do terreno não impermeabilizadas fazendo parte das medidas de drenagem urbana não estruturais. É a limitação de altura do fechamento entre o lote e a via pública. Envolve no mesmo lote, o uso residencial e os usos não residenciais. Refere-se aos elementos quepermitemainteração entre a edificação e o passeio público, tais como portas, janelas, vitrines e sacadas. Apresenta vegetação em parte da fachada ou na fachada toda do edifício. ADENSAMENTO A PARTIR DOS EIXOS VIÁRIOS DIRETRIZES PROJETUAIS Tendo em vista, um desenho urbano que incentive o convívio, a integração e o uso do bairro em si, são propostas diretrizes de uso e ocupação do solo: As tipologias habitacionais propostas partiram de diretrizes das referências projetuais levantadas no memorial descritivo deste projeto e da predominância construtiva existente no entorno de baixo gabarito. Deste modo, foram propostos 5 tipos de unidade habitacional com adensamentos diferentes: As tipologias foram distribuídas segundo seu adensamento, relacionadas à intensidade de tráfego das vias, ou seja, quanto mais intenso o tráfego, mais adensada a via. Pois onde há mais população, há maior demanda por infraestrutura urbana, que está vinculada à intensidade de tráfego, como por exemplo a passagem de transporte público. Trabalho Final de Graduação - TFG - 2014 Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Aluna: Tifani Kiyomi Kuga RA: 084174 Orientadora: Profa. Dra. Gisela C. V. Leonelli Campinas, 2014 03- 07
  4. 4. DIRETRIZES PROJETUAIS PROPOSTA Equipamentos Áreas Verdes Tipologias Adensamento Comercial Residencial INFLUÊNCIAS DO ENTORNOCONTINUIDADE DE USO DISTRIBUIÇÃO DE USOS DADOS DO LOTEAMENTO PROGRAMA DE NECESSIDADES USO DO SOLO escala 1:2000 áreaverde institucional comercial residencial 10% 10% 5% 55% edifício residência multifamiliar residência unifamiliar disposição em fita educação saúde segurança administração cooperativa restaurante lanchonete papelaria gráfica padaria saláo de beleza farmácia SERVIÇOS 1500 famílias bairro e externobairrobairro e externo públicoequipamentos área ocupada percursos praças lazer demanda MORADIA RENDA E SUPRIM ENTO S CO NVÍVIO E INTERAÇÃO PERSPECTIVA IMPLANTAÇÃO DO PROJETO área verde raio: 1 km - 20 min raio: 800m - 16 min raio: 500m - 10 min comercial misto residencial institucional Setor Área em m² % Área Terreno 436.536 100% Área Institucional 37.435 9% Área Verde+Lazer 61.268 14% Comercial 71.085 16% Misto 82.062 19% Residencial 85.264 20% Viário 94.347 22% Partindo do programa de necessidades da área, o processo de distribuição do uso do solo do projeto se deu da seguinte forma: Um grande norteador da distribuição de usos foi a relação com os usos do entorno, visando a uma continuidade do bairro existente. Desse modo, o projeto ficou distribuído da seguinte forma, segundo a área ocupada, suprindo a demanda e valorizando usos específicos ao local e à comunidade. O loteamento irá atender 8884 pessoas, provendo 2221 unidades habitacionais ao local, excedendo-se a quantidade mínima que prevista para a comunidade Pinheirinho. A densidade habitacional atingida é de 204 hab/ ha, considerando que predomina-se o gabarito baixo devido às circunstâncias estudadas anteriormente. E há provisão de 11m² de área de equipamento público urbano para cada habitante deste novo bairro. Dessa forma, é colocada em prática o conceito de incentivar o convívio. Tipologias Unidades habitacionais Pessoas Unifamiliar 95 Fita Expandida 177 Fita Local 317 Multifamiliar 240 Multifamiliar térreo permeável 1392 Total 2221 8884 Densidade 204 hab/há Equip. público/hab 11 m²/hab Trabalho Final de Graduação - TFG - 2014 Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Aluna: Tifani Kiyomi Kuga RA: 084174 Orientadora: Profa. Dra. Gisela C. V. Leonelli Campinas, 2014 04- 07
  5. 5. SISTEMA DE MOBILIDADE escala 1:2000 calçadaelevada ruaelevada ciclovia elevaçãodavia calçadacentral calçada viaparaautomóveis DIRETRIZES PROJETUAIS TIPOS DE VIASTIPOS DE VIAS VIAS ESTRUTURAIS VIA CENTRAL VIA CENTRAL 2 VIAS TRANSVERSAIS VIA COMERCIAL VIAS AMBIENTAIS VIA APRECIATIVA VIA TRANSIÇÃO VIA SAÚDE VIAS ENTRADA VIAS LOCAIS VIAS “WOONERF” INTENSIDADE DE TRÁFEGOINTENSIDADE DE TRÁFEGO SENTIDO DAS VIASSENTIDO DAS VIAS WOONERFS CENTRALIDADES VALORIZAÇÃO DO PEDESTRE 01 - PERSPECTIVA WOONERF 02 - PERSPECTIVA VIA ESTRUTURAL ATÉ O PARQUE O sistema de mobilidade urbana do projeto baseou-se em valorizar o pedestre, implantando calçadas largas e vias de tráfego de velocidade reduzida, como as “woonerf”, partindo dos eixos viários e das centralidades para a definição de usos e usuários. Imagem: Parklet em São Francisco, Ca, EUA Imagem: Woonerf no Japao Imagem: Woonerf na Alemanha eixos viários atrativo centralidades As “woonerfs” são vias de uso comunitario, onde pedestres, veiculos e ciclistas dividem a mesma superficie. Sendo que são vias de velociadade reduzida, priorizando o uso e seguranca do transeunte não motorizado, desse modo, não há uma tradicional divisao de faixas de circulacao de acordo com as modalidades viarias, todos os usuarios estao na mesma cota de nivel e muito proximos. Diante dessas diretrizes, a superfície de calçadas e de vias automotivas é praticamente igualada, valorizando o percurso à pé. Além de dispor de equipamento de ciclovia, de modo a não incentivar o uso do automóvel dentro do bairro. Ainda assim, o planejamento do percurso do automóvel foi o norteador do sistema, uma vez que um dos pontos iniciais do projeto foi dar continuidade viária ao que já existe. Partindo dos eixos estruturais, foram definidas as intensidades de tráfego de cada via, seus sentidos e suas especificações de acordo com a quadra que a via permeia. Foram definidos 12 tipos de vias segundo seus usos e usuários: 01 02 Trabalho Final de Graduação - TFG - 2014 Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Aluna: Tifani Kiyomi Kuga RA: 084174 Orientadora: Profa. Dra. Gisela C. V. Leonelli Campinas, 2014 05- 07
  6. 6. SISTEMA DE MOBILIDADE escala 1:200 VIAS ESTRUTURAL COM CICLOVIA VIA ESTRUTURAL COM CANTEIRO VIA CENTRAL VIA CENTRAL COM FAIXA ELEVADA VIA APRECIATIVA LOCAL VIA APRECIATIVA COM CICLOVIA pedestre ciclovia transporte individual transporte público ambulância As vias estruturais são as vias que contemplam a continuidade viária com o entorno. São as vias que abrigam a ciclovia com canteiro central, via de mão dupla, transporte coletivo e maior adensamento. A via central corresponde à via transversal principal do bairro, pois abriga a ciclovia e permeia a centralidade de serviços, cortando todo o bairro nos dois sentidos. A via apreciativa é a via que contorna o limite da declividade do terreno, cujo objetivo do transeunte é a apreciação da paisagem, dessa forma, foram implantadas calçadas largas e a ciclovia. Trabalho Final de Graduação - TFG - 2014 Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Aluna: Tifani Kiyomi Kuga RA: 084174 Orientadora: Profa. Dra. Gisela C. V. Leonelli Campinas, 2014 06- 07 ROTA TRANSPORTE COLE- TIVO P - pt. ônibus
  7. 7. SISTEMA DE MOBILIDADE escala 1:200 VIA CENTRAL 2 VIA COMERCIAL VIA TRANSVERSAL VIA AMBIENTAL VIA SAÚDE VIA ENTRADA VIA LOCAL VIA “WOONERF” VIA TRANSIÇÃO pedestre ciclovia transporte individual transporte público ambulância A via de transição corresponde à via onde deve passar mais público externo ao bairro, e pela intensidade de pessoas prevista, é uma via de tráfego lento, permeando essencialmente área comercial. De uma mão só, com acesso para veículos em uma faixa. Ressalta-se que a calçada existente no entorno (de 1,50m) do terreno do Pinheirinho deve ser restaurada, mantendo- se a vegetação original. A via da saúde é uma via larga para veículos devido ao aces- so de ambulância e de tráfego de emergências para o hospi- tal, cujo entorno é circundado por uso comercial. As vias de entrada são os principais acessos ao bairro, com pista em curva para desaceleração para adentrar ou sair do novo bairro. A via central 2 correponde à via transversal secundária, que permeia o lado oposto da centralidade de serviços, de mão dupla, mas sem ciclovia. As vias locais são as vias que conectam as vias principais às áreas residenciais. São vias de mão única que permeiam áreas residenciais e comerciais, com tráfego menos intenso. As vias transversais são as vias secundárias que cortam o bairro transversalmente. São vias de mão dupla que conectam o bairro passando por áreas comerciais e residenciais. A via comercial corresponde à via transversal de acesso ao bairro mais adensada, seguindo a configuração de ocupação das vias estruturais, mão dupla e calçadas largas, mas sem ciclovia. As vias ambientais permeiam as quadras do complexo de lazer. São do tipo woonerf, valorizando o pedestre e o ciclista, de modo a extender o lazer das quadras para a rua. As vias “woonerf” correspondem às vias exclusivamente residenciais, com acesso restrito à veículos, valorizando a segurança e convívio desses locais. Trabalho Final de Graduação - TFG - 2014 Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Aluna: Tifani Kiyomi Kuga RA: 084174 Orientadora: Profa. Dra. Gisela C. V. Leonelli Campinas, 2014 07- 07

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