A Filosofia de René DescartesCogito, ergo sumDubito, ergo cogito, ergo sum
Deve-se, principalmente, a três fatores históricos o surgimento da filosofia moderna: o humanismo renascentista do século ...
Humanismo Renascentista 
(do século XIII a meados do século XVII) 
Ganha força nas artes plásticas, retoma-se o ideal clás...
A Reforma Protestante 
(1517 a publicação das 95 teses por Martinho Lutero) 
A Reforma Protestantetambém ocupa a centralid...
Revolução Científica 
Por sua vez, rejeita muitas verdades teológicas como, por exemplo, o universo geocêntrico, pondo no ...
Redescoberta do Ceticismo 
“A oposição entre o antigo e o moderno, suscita a problemática cética do conflito das teorias e...
Do desejo de definir a verdade... 
“O bom senso ou a razão é naturalmente igual em todos os „homens‟; e, destarte, que a d...
Nasceu em 31 de Março de 1596 na França e faleceu dia 11 de fevereiro de 1650 Suíça
Dados Biográficos 
1.Aos dez anos entrou para o importante Colégio de La Flèche, jesuíta, onde desenvolveu profundo intere...
“Homem de sua época, Descartes foi, ao mesmo tempo, viajante contumaz e homem retirado, soldado engajado em exércitos em g...
Eclético, foi “autor de um manual de esgrima e de uma das mais profundas obras de metafísica, racionalista, homem de ciênc...
“É a diversidade dessas experiências que forma a matéria a partir da qual Descartes desenvolve seu pensamento, e é por ins...
Ao transitar em múltiplas visões de mundo... 
1. Destaca a fragilidade da busca pelo conhecimento concreto naquele context...
Ao transitar em múltiplas visões de mundo... 
4. Pretendeu desconstruir a multiplicidade da doxa para viabilizar o novo. 
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Metáfora do pressuposto da teoria do conhecimento cartesiano, segundo Pe. Bourdin: 
“Se vós tivésseis um cesto de maças de...
“Todas as noções que temos da realidade exterior, como o Sol e a Lua, por exemplo, poderiam não passar de imagens oníricas...
O Corpo e a Mente 
“Descartes considerava o corpo humano o resultado de uma mecânica arrojada. Tecnologia de ponta, como d...
“Sempre ocorre uma interação entre alma e corpo. Para ele, enquanto a alma habita o corpo ela está ligada a ele por um órg...
Desta forma, o pensamento pode se elevar para além das necessidades do corpo e se comportar “racionalmente”. Deste ponto d...
O MÉTODOCARTESIANO–PORONDEANDAARAZÃO? 
“A finalidade do método é precisamente pôr a razão no bom caminho, evitando o erro....
O MÉTODOCARTESIANO–PORONDEANDAARAZÃO? 
Ao propor um método único e específico, para orientar a produção do conhecimento ci...
Duvidar metodologicamente de tudo. 
A Base da Teoria do Conhecimento Cartesiano 
“Fazendo uma sondagem de suas próprias id...
“Mesmo quando sonhamos, acreditamos viver algo de real. E existe alguma coisa que marque a diferença entre as sensações qu...
Conta-se que um determinado camponês “acreditava ter sonhado que dormira na cama de um barão. E quando estava na cama do b...
“Descartes, porém, estabeleceu este ponto como o marco zero para a sua reflexão. Ele chegou à conclusão de que a única coi...
Objetivo da Dúvida: 
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Resolvendo a Eterna Dúvida 
“Descartes invoca a “garantia de Deus” para o fato de que tudo aquilo que reconhecemos por mei...
COGITO, ERGOSUM 
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Somente esta afirmação não pode ser posta em dúvida.
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Pergunta Cartesiana:Mas como conhecer o mundo e a verdade sobre ele se minhas paixões e s...
Base Metodológica 
1.Preceito da Análise 
2.Preceito da Síntese 
3.Preceito da Enumeração
Base Metodológica 
1. Regra da evidência 
“Jamais escolher alguma coisa como verdadeira que eu não conheça evidentemente c...
Base Metodológica 
2. Preceito da Análise 
Dividir cada uma das dificuldades que se apresentam em tantas parcelas quantas ...
Base Metodológica 
3. Preceito da Síntese 
Conduzir com ordem o pensamento, começando dos objetos mais simples e mais fáce...
Base Metodológica 
4. Preceito da Enumeração 
Realizar enumerações para constatar que nada foi omitido.
Para René Descartes a auto- responsabilidade, o autodomínio e a autodeterminação são aspectos fundamentais do método, pois...
Descartes pretende conhecer o mundo de fora o que é possível, para ele, somente através de faculdades que estão dentro daq...
Não basta construir o conhecimento verdadeiro, antes deve ser refutado tudo aquilo que foi dito anteriormente a respeito.
Metodologicamente deve-se buscar a fragilidade dos argumentos sobre os objetos, por tempos cristalizados, e invalidá-los s...
Bibliografia 
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo: ...
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  1. 1. A Filosofia de René DescartesCogito, ergo sumDubito, ergo cogito, ergo sum
  2. 2. Deve-se, principalmente, a três fatores históricos o surgimento da filosofia moderna: o humanismo renascentista do século XV, a Reforma Protestante e a revolução científica no século XVIII.
  3. 3. Humanismo Renascentista (do século XIII a meados do século XVII) Ganha força nas artes plásticas, retoma-se o ideal clássico greco-romano em oposição as concepções medievais. Valorização do ser humano enquanto indivíduo, de sua livre iniciativa e de sua criatividade. Atualização da célebre afirmação de Pitágoras pelos renascentistas: “o „homem‟ é a medida de todas as coisas”.
  4. 4. A Reforma Protestante (1517 a publicação das 95 teses por Martinho Lutero) A Reforma Protestantetambém ocupa a centralidade na constituição do saber filosófico sobre a modernidade. Tira dos clérigos a centralidade da interpretação das escrituras bíblicas com sua reflexão sobre o sacerdócio universal, neste sentido, ele dá autonomia aos fiéis, pois cada um agora pode interpretar as Escrituras Sagradas. A tradução da Bíblia do latim para o alemão viabiliza com mais vigor a individualização da fé, e conseqüentemente a individualização dos sujeitos.
  5. 5. Revolução Científica Por sua vez, rejeita muitas verdades teológicas como, por exemplo, o universo geocêntrico, pondo no lugar do Planeta Terra o Sol, tornando o modelo de organização do universo geocêntrico, além da quantificar e qualificar do tempo e do espaço. Desencantamento das consciências O saber ativo voltado à prática e não a contemplação
  6. 6. Redescoberta do Ceticismo “A oposição entre o antigo e o moderno, suscita a problemática cética do conflito das teorias e da ausência de critério conclusivo para a decisão sobre a validade destas teorias” (Danilo Marcondes).
  7. 7. Do desejo de definir a verdade... “O bom senso ou a razão é naturalmente igual em todos os „homens‟; e, destarte, que a diversidade de nossas opiniões não provém do fato de serem uns mais racionais que outros, mas somente de conduzirmos nossos pensamentos por vias diversas e não considerarmos as mesmas coisas”, René Descartes, em Discurso Sobre o Método.
  8. 8. Nasceu em 31 de Março de 1596 na França e faleceu dia 11 de fevereiro de 1650 Suíça
  9. 9. Dados Biográficos 1.Aos dez anos entrou para o importante Colégio de La Flèche, jesuíta, onde desenvolveu profundo interesse pela matemáticae posteriormente pela física. 2.Graduou-se em Direito em 1618. 3.Alistou-se no exército, onde pretendia seguir carreira militar. 4.Freqüentou a alta sociedade francesa antes de mudar-se para a Holanda, procurando a tranqüilidade necessária para pensar e, é claro, desenvolver seu método. 5.Viveu no contexto dos conflitos entre católicos e protestantes na Europa. 6.Autocensurou sua obra, para evitar a repressão católica e a reação protestante. 7.Após sua morte a Igreja Católica Romana listou suas obras no “IndexLibrorumProhibitorum.”
  10. 10. “Homem de sua época, Descartes foi, ao mesmo tempo, viajante contumaz e homem retirado, soldado engajado em exércitos em guerra e homem em busca de tranqüilidade, aliado de católicos e de protestantes, homem da corte e habitante da província, pensador isolado e correspondente da intelectualidade européia”.
  11. 11. Eclético, foi “autor de um manual de esgrima e de uma das mais profundas obras de metafísica, racionalista, homem de ciência e interessado na magia e nos mistérios dos rosa-cruzes, a cuja ordem talvez tenha pertencido”.
  12. 12. “É a diversidade dessas experiências que forma a matéria a partir da qual Descartes desenvolve seu pensamento, e é por insistência do próprio Descartes que devemos compreender o pensamento filosófico como resultado da reflexão sobre a experiência de vida” (Marcondes, 2001:162).
  13. 13. Ao transitar em múltiplas visões de mundo... 1. Destaca a fragilidade da busca pelo conhecimento concreto naquele contexto. 2. Critica a tradição que não oferece firmeza em suas verdades. 3. Propõe começar a construir um conhecimento do princípio. Começar tudo de novo.
  14. 14. Ao transitar em múltiplas visões de mundo... 4. Pretendeu desconstruir a multiplicidade da doxa para viabilizar o novo. 5. A cultura impede a razão (o conhecimento sobre determinada coisa se contradiz em culturas diferentes). 6. Fundamentar uma nova ciência. 7. Fazendo nascer a dúvida.
  15. 15. Metáfora do pressuposto da teoria do conhecimento cartesiano, segundo Pe. Bourdin: “Se vós tivésseis um cesto de maças dentre as quais haveriam podres, contaminando assim as restantes, o que fazer senão esvaziá-lo todo e, tomando cada maça uma a uma, recolocar as boas no cesto e jogar fora as más”
  16. 16. “Todas as noções que temos da realidade exterior, como o Sol e a Lua, por exemplo, poderiam não passar de imagens oníricas. Mas a realidade exterior também possui características que podemos conhecer por meio de nossa razão. Por exemplo, as relações matemáticas, ou seja, o que pode ser medido: comprimento, largura e profundidade. Essas propriedades quantitativas são tão evidentes para a razão quanto o fato de que sou um ser pensante. Já as propriedades qualitativas, tais como cor, odor e sabor, estão relacionadas aos nossos sentidos e não descrevem, na verdade, uma realidade exterior”.
  17. 17. O Corpo e a Mente “Descartes considerava o corpo humano o resultado de uma mecânica arrojada. Tecnologia de ponta, como diríamos hoje. Mas o homem possui também uma alma capaz de operar independentemente de seu corpo. Os processos do corpo não possuem tal liberdade, pois obedecem às suas próprias leis. Mas aquilo que percebemos com nossa razão não acontece no corpo, e sim na alma, na mente, independentemente da realidade material.”
  18. 18. “Sempre ocorre uma interação entre alma e corpo. Para ele, enquanto a alma habita o corpo ela está ligada a ele por um órgão muito especial, uma glândula localizada no cérebro, dentro da qual ocorre esta constante interação entre espírito e matéria. Assim, para Descartes, a alma era constantemente perturbada por sentimentos e sensações que tinham a ver com as necessidades do corpo. Mas o objetivo deve ser entregar à alma o controle de tudo, pois, independentemente de serem fortes minhas dores de barriga, a soma dos ângulos de um triângulo será sempre de 180º. O Corpo e a Mente
  19. 19. Desta forma, o pensamento pode se elevar para além das necessidades do corpo e se comportar “racionalmente”. Deste ponto de vista, a alma é totalmente independente do corpo. Nossas pernas podem envelhecer e se tornar fracas, nossas costas podem se curvar e nossos dentes começar a cair, mas a soma de dois mais dois será sempre quatro, enquanto em nós restar um lampejo de razão. Pois a razão não envelhece nem se debilita. Nosso corpo, ao contrário, sim”. O Corpo e a Mente
  20. 20. O MÉTODOCARTESIANO–PORONDEANDAARAZÃO? “A finalidade do método é precisamente pôr a razão no bom caminho, evitando o erro. O método, portanto, é um caminho, um procedimentoque visa garantir o sucesso de uma tentativa de conhecimento, da elaboração de uma teoria científica. Um método se constitui basicamente de regras e princípios que são as diretrizes deste procedimento”. Danilo Marcondes (2001:162)
  21. 21. O MÉTODOCARTESIANO–PORONDEANDAARAZÃO? Ao propor um método único e específico, para orientar a produção do conhecimento científico, ele garante que em uma experimentação sempre se chegará ao mesmo resultado, desde que garantida a rigorosidade metodológica. Uma homogeneização metodológica. Uma unificação dos campos de conhecimento.
  22. 22. Duvidar metodologicamente de tudo. A Base da Teoria do Conhecimento Cartesiano “Fazendo uma sondagem de suas próprias idéias, verifica-se que as que preferem referir-se a objetos físicos são instáveis e obscuras, facilmente atingíveis pela incerteza; outras, ao contrário, apresentam-se ao espírito humano com grande nitidez e estabilidade –exatamente as utilizadas pelas matemáticas (como “figura”, “número”). Essas idéias claras e distintas são concebidas por todos da mesma maneira, o que parece mostrar que elas independem das experiências dos sentidos (individuais e mutáveis), constituindo o substrato inato da pensée” (Motta).
  23. 23. “Mesmo quando sonhamos, acreditamos viver algo de real. E existe alguma coisa que marque a diferença entre as sensações que experimentamos no sonho das que vivemos quando estamos acordados? „Quando penso com cuidado no assunto, não encontro uma única característica capaz de marcar a diferença entre o estado acordado e o sonho‟, escreve Descartes. E prossegue: „Tanto eles se parecem, que fico completamente perplexo e não sei se estou sonhando neste momento‟” Gaarder.
  24. 24. Conta-se que um determinado camponês “acreditava ter sonhado que dormira na cama de um barão. E quando estava na cama do barão achava que sua vida como pobre camponês não passava de um sonho.”
  25. 25. “Descartes, porém, estabeleceu este ponto como o marco zero para a sua reflexão. Ele chegou à conclusão de que a única coisa sobre a qual podia ter certeza era a de que duvidava de tudo. E foi então que compreendeu o seguinte: se havia um fato de que ele podia ter certeza, este fato era o de que ele duvidava de tudo. Se ele duvidava, isto significava que ele pensava. E se ele pensava, isto significava que ele era um ser pensante. Ou, como ele mesmo dizia: „Cogito, ergo sum’” Gaarder.
  26. 26. Objetivo da Dúvida: Livraroserhumanodopreconceitoedasnoçõesincertassemfundamentoseguro.
  27. 27. Resolvendo a Eterna Dúvida “Descartes invoca a “garantia de Deus” para o fato de que tudo aquilo que reconhecemos por meio de nossa razão corresponde a uma realidade”.
  28. 28. COGITO, ERGOSUM PENSO, LOGOEXISTO Somente esta afirmação não pode ser posta em dúvida.
  29. 29. PENSANDONOMÉTODODERENÉDESCARTES Pergunta Cartesiana:Mas como conhecer o mundo e a verdade sobre ele se minhas paixões e sensações me impedem de percebê-lo com clareza? Respostas 1. Esta situação exige abandonar a primeira (1ª) pessoa e assumir a posição de um observador externo (ao invés de: “eu percebi que...” “percebe-se que...” ) 2. Levantar sistematicamente dúvidas sobre o objeto do conhecimento. 3. Buscar a fragilidade dos argumentos cristalizados sobre o objeto e trilhar em direção ao concreto e objetivo. 4. Subtrair a ação e a influência do mundo e do corpo sobre a reflexão da mente. 5. Desprender-se de si próprio para conhecer o mundo lá fora.
  30. 30. Base Metodológica 1.Preceito da Análise 2.Preceito da Síntese 3.Preceito da Enumeração
  31. 31. Base Metodológica 1. Regra da evidência “Jamais escolher alguma coisa como verdadeira que eu não conheça evidentemente como tal”; isto é, evitar cuidadosamente a precipitação e o pré-conceito.
  32. 32. Base Metodológica 2. Preceito da Análise Dividir cada uma das dificuldades que se apresentam em tantas parcelas quantas sejam necessárias para serem resolvidas.
  33. 33. Base Metodológica 3. Preceito da Síntese Conduzir com ordem o pensamento, começando dos objetos mais simples e mais fáceis para serem conhecidos, para depois tentar gradativamente o conhecimento dos mais complexos.
  34. 34. Base Metodológica 4. Preceito da Enumeração Realizar enumerações para constatar que nada foi omitido.
  35. 35. Para René Descartes a auto- responsabilidade, o autodomínio e a autodeterminação são aspectos fundamentais do método, pois só com esta rigorosidade proposta é possível chegar ao conhecimento exato.
  36. 36. Descartes pretende conhecer o mundo de fora o que é possível, para ele, somente através de faculdades que estão dentro daquele que anseia conhecer. Isto é, conhecer o mundo das formas e dos objetos só é possível com as idéias que estão dentro dele próprio.
  37. 37. Não basta construir o conhecimento verdadeiro, antes deve ser refutado tudo aquilo que foi dito anteriormente a respeito.
  38. 38. Metodologicamente deve-se buscar a fragilidade dos argumentos sobre os objetos, por tempos cristalizados, e invalidá-los substituindo-os por um conhecimento EXATO, FIRME e CONCRETO, construído através de um método mecânico e funcional.
  39. 39. Bibliografia ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 1993. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: ed. Ártica, 1999. DESCARTES, René. Meditações. Em: Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1991. DESCARTES, René. O Discurso do Método. Em: Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1991. GAARDER, Jostein. “O Mundo de Sofia: Romance da História da Filosofia”. São Paulo: Cia. das Letras, 1998. MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia: dos Pré- Socráticos a Wittgenstein. Jorge ZaharEd. Rio de Janeiro 2001. REALE, Giovanni/ANTISERI, Dario. História da Filosofia: Antiguidade e Idade Média.Ed. Paulinas, São Paulo 1990. TAYLOR, Charles. As Fontes do Self. São Paulo: Loyola, 1997.

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