Fundamentação teórica

1.753 visualizações

Publicada em

Artigo sobre a energia eólica

Publicada em: Engenharia
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.753
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
33
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Fundamentação teórica

  1. 1. 0 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A energia eólica é uma energia que provém dos ventos. A nomenclatura eólica é proveniente da palavra em Latim aeolicus, em referência a Éolos, ou seja, o Deus dos ventos na mitologia grega. Ela é aproveitada desde a antiguidade para mover barcos, através de suas velas, ou até mesmo mover moinhos, convertendo-se em energia mecânica para gerar movimento de suas pás, realizando a moenda de grãos e também o bombeamento de água. Há mais de 5.000 anos os Egípcios utilizavam os ventos para navegação no rio Nilo. Já os moinhos de vento mais antigos foram utilizados pelos Persas e depois aperfeiçoados séculos depois pelos Holandeses. (Wikipédia, 2010). Devido à crise do Petróleo em 1.970, houve um grande incentivo para as fontes de energia renováveis, impulsionando a pesquisa pela conversão de energia eólica para elétrica. Sendo assim, temos que: As energias renováveis no Brasil representaram mais de 85,4% da energia produzida internamente e utilizada no Brasil, segundo dados preliminares do Balanço Energético Nacional 2009, realizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE, 2008). Assim como na conversão de energia eólica em mecânica, ela pode ainda ser convertida em energia elétrica, movendo aerogeradores que são grandes turbinas localizadas em lugares com uma incidência muito grande de ventos. Assim sendo, essas turbinas têm um formato de um moinho, ou catavento. Com isso, através de um gerador, produz-se energia elétrica. É necessário o agrupamento de parques eólicos, concentranto uma grande quantidade de aerogeradores, a fim de que o projeto de geração de energia eólica seja viável. Diante disso, temos a seguinte explanação de seu funcionamento: O vento gira as pás de uma turbina de vento — como um brinquedo de pinhão de espigas grande. Este dispositivo é chamado uma turbina de vento e não um moinho de vento. Um moinho de vento é usado para bombear a água. As pás da turbina são atadas a um cubo da roda que é montado num cabo giratório. O cabo atravessa uma caixa de transmissão de engrenagem onde a velocidade é
  2. 2. 1 aumentada. A transmissão é atada a um cabo de alta velocidade que move um gerador que faz electricidade. Se o vento estiver demasiado alto, a turbina tem um travão que impedirá as pás de virar demasiado depressa e serem danificadas. Há ainda o problema do que fazer quando o vento não sopra. Nessas alturas, outros tipos de centrais devem ser usados para fazer electricidade. Para uma turbina de vento trabalhar eficientemente, as velocidades do vento devem estar geralmente acima das 12 a 14 milhas por hora. O vento tem de ter esta velocidade para virar as turbinas de forma suficientemente rápida para gerar electricidade. As turbinas produzem normalmente aproximadamente 50 a 300 quilowatts de electricidade cada uma. Um quilowatt é 1,000 watts (o quilo significa 1,000). Pode iluminar dez lâmpadas de 100 watt com 1,000 watts. Deste modo, uma turbina de vento de 300 quilowatts (300,000 watts) pode iluminar 3,000 lâmpadas que utilizem 100 watts! (Portal de energias alternativas, 2009). Pode-se levar em consideração de que a energia eólica é uma das mais promissoras, já que é uma energia limpa e renovável, podendo vir a gerar energia elétrica em pequenos lugares remotos, onde não há condições de abastecimento com a energia elétrica. A energia eólica vem crescendo muito no Mundo, sobretudo no Brasil, assim como registram as pesquisas, conforme segue que: Em 2009 a capacidade mundial de geração de energia elétrica através da energia eólica foi de aproximadamente 158 gigawatts (GW),[1] o suficiente para abastecer as necessidades básicas de dois países como o Brasil (o Brasil gastou em média 70 gigawatts em janeiro de 2010).[2] Para se ter uma idéia da magnitude da expansão desse tipo de energia no mundo, em 2008 a capacidade mundial foi de cerca de 120 GW e, em 2008, 59 GW. (GWEC, 2009). A capacidade de geração de energia eólica no Brasil foi de 606 megawatts (MW) em 2009, onde houve um aumentou de 77,7% em relação ao ano anterior. A capacidade instalada em 2008 era de 341 MW. O Brasil responde por cerca da metade da capacidade instalada na América Latina, mas representa apenas 0,38% do total mundial. (GWEC, 2009). Os EUA lideram o ranking dos países que mais produzem energia através de fonte eólica. O total instalada nesse país ultrapassa os 35 GW. Atrás deles vem a Alemanha, com cerca de 26 GW instaladas, e a China, com 25 GW. (GWEC, 2009). (GWEC, 2009). Os custos de implantação de uma usina eólica são altos, mas em contrapartida, a manutenção é baixa e consequentemente o custo de combústivel é zero. Apesar da grandiosidade de um moinho, a técnica utilizada é a mesma que os antigos se apropriaram. Contudo, essa tecnologia poderá ser suplantada
  3. 3. 2 pelas Turbovelas, ou a Voluta Vertical que funcionam capturando ventos de baixa pressão ao passarem nos rotores axiais, seguramente protegidos em seu interior. Essa tecnologia é uma realidade que tanto pode ser inserida no meio ambiente terrestre como no marinho. (Portal de energias alternativas, 2009). Existem dois tipos de rotores, sendo eles verticais e horizontais. Os rotores de eixos verticais são dois tipos: o Savonius e o Darrieus. Já os rotores horizontais, são: Multipás e Tripá. As vantagens de se utilizar a energia eólica são inúmeras, sendo algumas delas a de preservar os recursos hídricos; compatibilidade com outros usos do terreno, podendo vir a alavancar a economia rural; não produz resíduos tóxicos; energia renovável, confiável e eficiente; mais econômica fonte de conversão em energia elétrica de grande escala; dentre outros benefícios. (Portal de energias alternativas, 2009). REFERÊNCIAS PULLEN, Angelika. Global installed wind power capacity 2008/2009 by GWEC. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_eolica>. Acesso 18/04/2010. Via Comercial disponível em: <http://www.viacomercial.com.br/2010/02/04/gasto- de-energia-no-brasil-e-recorde-com-calor>. Acesso 18/04/2010. Com aquisição, EDP dá 1° passo em energia eólica no Brasil. Lusa Economia, 2008. UOL Disponível em: <http://economia.uol.com.br/ultnot/lusa/2008/06/12/ult3679u3945.jhtm>. Acesso 04/11/2009. ABDALA, Vitor. Brasil aumentou em 77% capacidade de geração de energia eólica. 2010. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u689283.shtml>. Acesso 18/04/2010.
  4. 4. 3 Portal de energias alternativas disponível em: <http://www.energiasealternativas.com/energia-eolica.html>. Acesso 18/04/2010.

×