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ABSOLUTISMO:ABSOLUTISMO:
⇒ Para os novos modelos estatais criados, uma nova ideologia
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⇒ Jean Bodin (1530 – 1596):Jean Bodin (1530 – 1596): Indivisibilidade do ...
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Estados nacionais e absolutismo

  1. 1. ESTADOS NACIONAIS EESTADOS NACIONAIS E ABSOLUTISMOABSOLUTISMO www.thiagohmlopes.blogspot.comwww.thiagohmlopes.blogspot.com
  2. 2. ORIGENS:ORIGENS: ⇒ Dentro do contexto dos Renascimentos Comercial e Urbano (séculos XII – XIV), a BurguesiaBurguesia modificou parte das relações sociais existentes na Europa, corroendo as velhas relações derelações de suserania e vassalagemsuserania e vassalagem, formando alianças com os nobres mais poderosos (reis). ⇒ Tais relações já estavam comprometidas desde antes, em algumas regiões, como na InglaterraInglaterra (rei João “Sem-Terra” - 1215João “Sem-Terra” - 1215), devido o conjunto do poderio dos vassalos, deixando o rei (suserano) como um nobre qualquer.
  3. 3. ⇒ As duas partes, burguesia e reis, possuíam interesses diferentes, mas que somente seriam alcançados pelo intermédio da outra parte. ⇒ Os burgueses buscavam a unificação das moedas e dosunificação das moedas e dos impostosimpostos, possibilitando maiores ganhos e lucros nas atividades comerciais. ⇒ Os monarcas buscavam ampliar a quantidade de súditos e oampliar a quantidade de súditos e o recolhimento de impostosrecolhimento de impostos, além da formação de um exércitoformação de um exército permanentepermanente que garantisse sua autoridade no território nacional, suprimindo possíveis vassalos rebeldes e submetendo grupos com mesmo idioma, origens e costumes.
  4. 4. PRIMEIROS ESTADOS NACIONAIS:PRIMEIROS ESTADOS NACIONAIS: ⇒ Portugal:Portugal: Separação de Castela por intermédio de D. Afonso Henriques, implantando a dinastia de BorgonhaBorgonha (1139), e aliança burguesa após a Revolução de AvisRevolução de Avis (1383), devido a morte de D. Fernando I e a disputa entre Dona Leonor Teles (viúva) e D. João I (irmão). ⇒ França e Inglaterra:França e Inglaterra: A Guerra dos Cem AnosGuerra dos Cem Anos estabeleceu as fronteiras entre as duas nações, além de enterrar as relações de suserania e vassalagem, devido a disputa pela região dos Flandres. ⇒ Espanha:Espanha: União das coroas de Castela e Aragão com o casamento dos reis Isabel e Fernão, os Reis CatólicosReis Católicos, além de aliança com burgueses para fortalecimento do exército para a reconquista definitiva de GranadaGranada, expulsando os últimos árabes da península ibérica.
  5. 5. Afonso Henriques e D. João I,Afonso Henriques e D. João I, patronos da formação de Portugal.patronos da formação de Portugal. Isabel de Castela e Fernão deIsabel de Castela e Fernão de Aragão, os Reis Católicos daAragão, os Reis Católicos da Espanha.Espanha.
  6. 6. ABSOLUTISMO:ABSOLUTISMO: ⇒ Para os novos modelos estatais criados, uma nova ideologia surgiu, defendendo a concentração de poderes nas mãos dosdefendendo a concentração de poderes nas mãos dos monarcasmonarcas, marcando o período conhecido como Idade Moderna. ⇒ Poder absoluto não é exclusividade da modernidade, pois o despotismo remonta exemplos da antiguidade, mas tal tipo de concentração coincide com o pré-capitalismo, mercantilismopré-capitalismo, mercantilismo ou capitalismo comercialou capitalismo comercial, garantindo especificidades históricas únicas ao contexto dos séculos XVI e XVIII. ⇒ Tal concentração de poderes é sintetizada na célebre frase do rei francês Luís XIVLuís XIV, sutilmente chamado de o “Rei Sol”“Rei Sol”: “L’État c’est moi”“L’État c’est moi” (O Estado sou eu).
  7. 7. TEÓRICOS DO ABSOLUTISMO:TEÓRICOS DO ABSOLUTISMO: ⇒ Jean Bodin (1530 – 1596):Jean Bodin (1530 – 1596): Indivisibilidade do poder realIndivisibilidade do poder real; o monarca não pode compartilhar sua soberania com ninguém, sendo a autoridade suprema da nação. ⇒ Jacques Bossuet (1627 – 1704):Jacques Bossuet (1627 – 1704): Teoria do Direito DivinoTeoria do Direito Divino; o monarca era eleito pela providência divina, nenhum súdito poderia desacatar esse autoridade sem desrespeitar Deus conjuntamente. ⇒ Thomas Hobbes (1588 – 1679):Thomas Hobbes (1588 – 1679): Analisa a alma humana como naturalmente má, capaz de promover a auto-destruição (“O homem“O homem é o lobo do homem”é o lobo do homem”). De acordo com esse ponto de vista defende a existência de um Estado forte, autoritário, capaz de controlar seus subordinados afim de evitar a selvageria. ⇒ Nicolau Maquiavel (1469 – 1527):Nicolau Maquiavel (1469 – 1527): Criou manuais para os príncipes florentinos e franceses, orientando um comportamento fora dos velhos padrões morais e religiosos, defendendo o pragmatismo do “melhor ser temido do que amadomelhor ser temido do que amado”.

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