Epistemologia

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Epistemologia

  1. 1. TEORIA DO CONHECIMENTO - EPISTEMOLOGIA
  2. 2. • De acordo com os gregos antigos, o conhecimento (epystheme) é dividido em vários tipos, diferenciando apenas a forma que ele é adquirido, não existindo superioridade entre os mesmos, a não ser a aplicação de cada um. ► Científico:Científico: Baseado no método racional, obedecendo a sequência da observação, hipótese e tese, fugindo do senso comum. ► Cultural:Cultural: Adquirido pela experiência individual ou do grupo, empirista, valorizando os sentidos (sensitividade) e a transmissão entre gerações. ► Fé:Fé: Considera-se tanto a auto-confiança, superação, quanto o conhecimento dogmático-religioso.
  3. 3. • Dentro dessas divisões epistemológicas, surgem duas posições que as definem como ideais: ► EmpiristaEmpirista:: diz que o conhecimento deve ser baseado na experiência, ou seja, no que for apreendido pelos sentidos. Como defensores desta posição temos Locke, Berkeley e Hume; ► RacionalistaRacionalista:: prega que as fontes do conhecimento se encontram na razão, e não na experiência. Como defensores desta posição temos Leibniz, Spinoza e Descartes.
  4. 4. • “Penso, logo existo (Cogito, ergo sum)”, com essa frase, René DescartesRené Descartes resume a importância dada por ele ao conhecimento racionalista. • Já Baruch SpinozaBaruch Spinoza contribuiu com outros ideais ao modernismo filosófico, como o agnosticismo, onde os dogmas religiosos são criticados e a existência divina vira um fenômeno distante das interpretações existentes: “Deus existe por si próprio, fazendo a natureza agir, sem interferência direta ou pessoal da vida humana”. • John LockeJohn Locke publicou tratados sobre a política inglesa, servindo de inspiração para Montesquieu e sua Tripartição dos Poderes.
  5. 5. • Immanuel Kant, em sua obra “Crítica da Razão Pura”“Crítica da Razão Pura”, reavalia as divisões do conhecimento, retirando a ideia de superioridade defendida por outros filósofos. Para ele, todos os conhecimentos são avaliados de acordo com a utilidade humana empregada em cada um, como se a mente humana (individual ou grupal) fosse uma lente que definiria o valor de se conhecer algo. Consolida-se o princípio relativistaprincípio relativista e a Metafísica da Filosofia ModernaFilosofia Moderna. • “O conhecimento é possível porque o homem possui faculdades que o tornam possíveis“, defendendo outra divisão: A da sensibilidadesensibilidade (intuição) e a do entendimentoentendimento (conceitual). • "Sem sensibilidade nenhum objeto nos seria dado, e sem entendimento nenhum seria pensado. Pensamentos sem conteúdo são vazios, intuições sem conceitos são cegas."
  6. 6. • Immanuel Kant, em sua obra “Crítica da Razão Pura”“Crítica da Razão Pura”, reavalia as divisões do conhecimento, retirando a ideia de superioridade defendida por outros filósofos. Para ele, todos os conhecimentos são avaliados de acordo com a utilidade humana empregada em cada um, como se a mente humana (individual ou grupal) fosse uma lente que definiria o valor de se conhecer algo. Consolida-se o princípio relativistaprincípio relativista e a Metafísica da Filosofia ModernaFilosofia Moderna. • “O conhecimento é possível porque o homem possui faculdades que o tornam possíveis“, defendendo outra divisão: A da sensibilidadesensibilidade (intuição) e a do entendimentoentendimento (conceitual). • "Sem sensibilidade nenhum objeto nos seria dado, e sem entendimento nenhum seria pensado. Pensamentos sem conteúdo são vazios, intuições sem conceitos são cegas."

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