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Objetivos   Proporcionar uma breve reflexão sobre o    tabagismo;   Compreender     a    abordagem    cognitiva    compo...
O tabaco   Originário da América;   Usado pelos indígenas em rituais    religiosos;   Tinha efeito medicamentoso: era u...
Mas no século XX ...
Século XX    A mídia traz uma grande ênfase no    cigarro;   Há a associação de que fumar é algo    considerado ‘bom’ e ...
Alguns fatores que interferem noinício do tabagismo   Publicidade;   Aceitação social;   Facilidade de acesso;   Model...
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Dependência Física   Forte desejo para consumir (compulsão)   Dificuldade de controlar o uso (condicionamento)   Na aus...
Dependência emocional   Melhora de níveis de ansiedade e estresse;   Aumento da sensação de prazer e bem estar;   Reduç...
Condicionamento   Conduzem       ao        ato   de     fumar,    automaticamente,      sem      que   haja   a    elabor...
Abordagem Cognitiva           Comportamental   Termo genérico que engloba cerca de 20    abordagens     cognitivas   e   ...
Baseia-se no tripé
Deste modo...   Knapp (2007), aponta que ao vivenciarmos um evento,    nossa cognição fará uma ‘leitura’ do que está acon...
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Você precisa saberO que passa aqui dentroEu vou falar pra vocêVocê vai entenderA força de um pensamentoPra nunca mais esqu...
A estrutura do pensamento   Crenças nucleares;   Pressupostos subjacentes;   Pensamentos automáticos.
Crenças nucleares   São nossas ideias mais profundas que temos    de nós, das pessoas e do mundo.   São construídas a pa...
Crenças nucleares   Podem ser funcionais:     Sou uma boa pessoa, um profissional satisfeito, um      amigo leal.       ...
Pressupostos subjacentes   São crenças (regras, leis, condutas),    que permeiam a nossa forma de ver o    mundo, guiando...
E se Joana...Pressupostossubjacentes    Eu FUMO porque tenho problema. Todo    mundo diz que faz mal, mas um monte de    ...
Pensamentos automáticos   São pensamentos que muitas vezes    acontecem desapercebidos,   São pensamentos mais fáceis de...
Pensamentos automáticos   Podemos       perceber     que         nos    pensamentos automáticos, não existe    uma elabor...
   A principal contribuição da abordagem cognitiva    comportamental é nos auxiliar a identificar junto    com os pacient...
Se nosso paciente pensar            assim...“ Fumar me                 “Não voudá prazer e me          conseguir fazerrela...
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Ajude o paciente a identificar como seu        pensamento está organizado. Para isso você        pode pedir para que ele f...
   Com esse registro em mãos, teremos    informações importantes sobre como    Joana sente-se nos momentos em que    fuma...
Exemplificando   O segundo cigarro que Joana fumou foi por ter    esquecido a medicação do seu pai;   É possível acredit...
   Tais reflexões trazem uma ‘releitura’ da    vida:    De     repente, Joana se lembra que     antigamente, quando se s...
Lembrem-se!Mera   mudança    não   é   crescimento.Crescimento é a síntese de mudança econtinuidade, e onde não há continu...
Referência BibliográficaKNAPP, P. Princípios fundamentais da terapia cognitiva. In: PauloKnapp et al] Terapia cognitivo co...
Apresentação 3   abordagem cognitiva comportamental
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Apresentação 3 abordagem cognitiva comportamental

  1. 1. Como utilizá-la no manejo a pacientes tabagistas?Curso “Doenças Crônicas nas Redes de Atenção à Saúde” Ministério da Saúde
  2. 2. Objetivos Proporcionar uma breve reflexão sobre o tabagismo; Compreender a abordagem cognitiva comportamental e suas contribuições para o acompanhamento aos tabagistas; Instrumentalizar os profissionais da saúde para que possam ter uma efetividade no cuidado a esses pacientes.
  3. 3. O tabaco Originário da América; Usado pelos indígenas em rituais religiosos; Tinha efeito medicamentoso: era usado para alívio para dor de dente e cicatrização.
  4. 4. Mas no século XX ...
  5. 5. Século XX A mídia traz uma grande ênfase no cigarro; Há a associação de que fumar é algo considerado ‘bom’ e ‘positivo’; Jovens começam a fumar antes dos 19 anos, uma vez que veem nesse hábito a possibilidade de serem aceitos em grupos;
  6. 6. Alguns fatores que interferem noinício do tabagismo Publicidade; Aceitação social; Facilidade de acesso; Modelo de comportamento; Suscetibilidade individual.
  7. 7. Não importa o motivo pelo qual apessoa começou a fumar....
  8. 8. Dependência Física Forte desejo para consumir (compulsão) Dificuldade de controlar o uso (condicionamento) Na ausência da droga : distúrbio do sono, depressão, ansiedade (sintomas de abstinência) Necessidade de doses maiores (tolerância) Abandono progressivo de atividades de interesse em detrimento da droga Persistência no uso apesar das consequências
  9. 9. Dependência emocional Melhora de níveis de ansiedade e estresse; Aumento da sensação de prazer e bem estar; Redução de ansiedade; Aumento da concentração e rendimentos de tarefas.
  10. 10. Condicionamento Conduzem ao ato de fumar, automaticamente, sem que haja a elaboração deste acontecimento, por exemplo: Após as refeições; Para ajudar a pensar; Após café
  11. 11. Abordagem Cognitiva Comportamental Termo genérico que engloba cerca de 20 abordagens cognitivas e cognitivo- comportamentais para acompanhamento a pacientes; Incialmente desenvolvida por Aaron Beck, na década de 1960; (Paulo Knapp, 2007)
  12. 12. Baseia-se no tripé
  13. 13. Deste modo... Knapp (2007), aponta que ao vivenciarmos um evento, nossa cognição fará uma ‘leitura’ do que está acontecendo. A partir de então, sentiremos sensações e emoções pertinentes a este evento, e teremos determinados comportamentos para lidar com este evento. Podemos pensar, deste modo, o quanto ao indivíduo estão ligados aspectos comportamentais, fisiológicos, emocionais, ambientais.
  14. 14. Joana sente-se sobrecarregada com seutrabalho e os cuidados oferecidos a seu pai.Percebe que quando fuma sente-se mais calma.A partir de então, cada vez que se sente muitocansada, fuma para se tranquilizar.
  15. 15. Como vimos, para a AbordagemCognitiva Comportamental o ...
  16. 16. Você precisa saberO que passa aqui dentroEu vou falar pra vocêVocê vai entenderA força de um pensamentoPra nunca mais esquecer Pensamento é um momento Que nos leva a emoção Pensamento positivo Que faz bem ao coração O mal não (Pensamento – Cidade Negra)
  17. 17. A estrutura do pensamento Crenças nucleares; Pressupostos subjacentes; Pensamentos automáticos.
  18. 18. Crenças nucleares São nossas ideias mais profundas que temos de nós, das pessoas e do mundo. São construídas a partir de nossas primeiras impressões sobre o mundo e podem ser cristalizadas e vivenciadas como verdade absoluta.
  19. 19. Crenças nucleares Podem ser funcionais:  Sou uma boa pessoa, um profissional satisfeito, um amigo leal. OU Disfuncionais:  Sou um fracassado, um inválido, nada nunca dá certo para mim.
  20. 20. Pressupostos subjacentes São crenças (regras, leis, condutas), que permeiam a nossa forma de ver o mundo, guiando nossas condutas; Pressupõe que desde que determinado comportamento seja adequado à regra social, não haverá problema.
  21. 21. E se Joana...Pressupostossubjacentes Eu FUMO porque tenho problema. Todo mundo diz que faz mal, mas um monte de gente fica doente e não fuma. Podemos pensar Será que Joana não esta usando o cigarro para lidar com uma crença nuclear disfuncional?
  22. 22. Pensamentos automáticos São pensamentos que muitas vezes acontecem desapercebidos, São pensamentos mais fáceis de serem acessados por nós: Ao ouvir o toque do telefone, automaticamente, um fumante pega o cigarro; Quando fica extremamente nervosa, uma mulher procura algo para comer;
  23. 23. Pensamentos automáticos Podemos perceber que nos pensamentos automáticos, não existe uma elaboração; O pensamento surge rapidamente e nos auxilia a lidar (nem sempre de um modo eficiente) com determinada situação.
  24. 24.  A principal contribuição da abordagem cognitiva comportamental é nos auxiliar a identificar junto com os pacientes, seu modo de agir e consequentemente suas ações e comportamentos.
  25. 25. Se nosso paciente pensar assim...“ Fumar me “Não voudá prazer e me conseguir fazerrelaxa” nada sem o cigarro”
  26. 26. Adoro cigarro, mas é algoque me faz mal e prejudicaminha saúde, portanto, NÃOFUMO
  27. 27. Ajude o paciente a identificar como seu pensamento está organizado. Para isso você pode pedir para que ele faça um registro das situações que aconteceram e como enfrentou esses momentos:Horário Número do O que eu O que eu O que eu fiz cigarro pensei senti08:00 Primeiro Estou com Culpa Fumei vontade de fumar08:15 Segundo Esqueci de Estresse Corri para a dar o remédio casa dele e para meu pai fumei
  28. 28.  Com esse registro em mãos, teremos informações importantes sobre como Joana sente-se nos momentos em que fuma; Podemos, a partir daí, traçar estratégias para que ela consiga enfrentar as situações que se apresentam de um modo saudável para ela.
  29. 29. Exemplificando O segundo cigarro que Joana fumou foi por ter esquecido a medicação do seu pai; É possível acreditar que tal fato gerou um estresse, certo? Quais outras ações, do repertório de Joana, ela poderia utilizar, para lidar com esse estresse, que não fosse fumar?
  30. 30.  Tais reflexões trazem uma ‘releitura’ da vida: De repente, Joana se lembra que antigamente, quando se sentia estressada ouvia uma determinada música e se tranquilizava;  Essa pode ser uma estratégia para que ela identifique os momentos nos quais fumaria e substitua o cigarro pela música
  31. 31. Lembrem-se!Mera mudança não é crescimento.Crescimento é a síntese de mudança econtinuidade, e onde não há continuidadenão há crescimento. (C.S.Lewis)
  32. 32. Referência BibliográficaKNAPP, P. Princípios fundamentais da terapia cognitiva. In: PauloKnapp et al] Terapia cognitivo comportamental na prática psiquiátrica–Porto Alegre: Artmed, 2007. pg19-41. Disponível em:http://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=UWRyYGRaCRwC&oi=fnd&pg=PR5&dq=Terapia+cognitivo+comportamental+na+pr%C3%A1tica+psiqui%C3%A1trica+knapp&ots=U6n-xjtj8D&sig=Bgg07s5TJEe5YbuL_V_q6wlDpuo#v=onepage&q&f=false

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