“Nunca fui ingênuo apreciador da tecnologia: não a divinizo, de um lado, nem a diabolizo, de outro. Por isso mesmo sempre ...
Em princípio, falar em “cultura” ou “cultural” seria referir-  se aos feitos do homem no exercício de sua existencia. É o ...
COMUNICAÇAO AFETIVA      1. ALTERIDADE  2. CRISE DA VISIBILIDADE   3. CRISE CIVILIZATÓRIA      4. TECNOLOGIA
COMUNICAÇAO AFETIVA           A Arte da Guerra              I Avaliaçao             Sun Tzu disse:Todo o guerreiro se base...
1. ALTERIDADEA principal tarefa nossa, como comunicadores, é construir aponte até o outro, portanto estabelecer alteridade...
2. CRISE DA VISIBILIDADE– Os veículos de comunicaçao vivem hoje uma profunda  crise, porque eles se colocaram numa posição...
2. CRISE DA VISIBILIDADEEntao, a mídia está muito doente, dentro do seu papelautoritário de distribuidora de padrões decom...
3. CRISE CIVILIZATÓRIA    “Vivemos de novo, numa era de visão         privilegiada, só que em espaços             circunsc...
3. CRISE CIVILIZATÓRIAEstamos cercados de imagens. Kamper também fala sobre a crisecivilizatória, que nos transformou em i...
4. TECNOLOGIA• Há dez anos, o brasileiro gastava em média muito mais tempo  em frente à televisão do que atualmente. Eram ...
4. TECNOLOGIAÉ uma vida em imagem, uma vida emausência, e superficialidades.A nossa relação com isso deve ser regida poraq...
No outono e 2001, Naomi Kawase recebeu umtelefonema de Nishii Kazuo, um crítico defotografia: “Eu tenho menos e 2 meses e ...
sexta-feira 26/08/2011, no auditório da               Petrobras no edifício Torre  Almirante, Faustini participará, ao lad...
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apresentado na 4a mesa território
na Universidade das Quebradas / PACC Programa Avançado e Cultura Contemporânea - UFRJ2011"Audiovisual Olhares a Periferia" www.universidadedasquebradas.pacc.ufrj.br

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  1. 1. “Nunca fui ingênuo apreciador da tecnologia: não a divinizo, de um lado, nem a diabolizo, de outro. Por isso mesmo sempre estive em paz para lidar com ela. Não tenho dúvida nenhuma do enormepotencial e estímulos e desafios a curiosidade que a tecnologia Poe aserviço das crianças e dos adolescentes das classes sociais chamadas favorecidas. Não foi por outra razão que, quando secretário de educação da cidade de São Paulo, fiz chegar a rede das escolas municipais o computador.” (2.9 - Ensinar Exige Curiosidade Um pouco mais sobre a curiosidade) PEDAGOGIA DA AUTONOMIA SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA EDUCATIVA PAULO FREIRE
  2. 2. Em princípio, falar em “cultura” ou “cultural” seria referir- se aos feitos do homem no exercício de sua existencia. É o que ele descobre, cultiva, difunde, passa de geração para geração, oralmente, por meio dos livros, do rádio, televisão, internet, satélites, teatro, música. “(...) é o resultado conjuntivo de observações da natureza (...), um fato social em constante mutação (...)”, define.Texto de introduçao do livro Jornalismo Cultural – Apontamentos, Resenhas e Críticas sobre Artes Plásticas (Pantemporaneo, 2010), o jornalista e crítico de arte Jorge Anthonio e Silva fala. revista e maio 2011 no 11 ano 17 Revista@sescsp.org.br
  3. 3. COMUNICAÇAO AFETIVA 1. ALTERIDADE 2. CRISE DA VISIBILIDADE 3. CRISE CIVILIZATÓRIA 4. TECNOLOGIA
  4. 4. COMUNICAÇAO AFETIVA A Arte da Guerra I Avaliaçao Sun Tzu disse:Todo o guerreiro se baseia na simulação.
  5. 5. 1. ALTERIDADEA principal tarefa nossa, como comunicadores, é construir aponte até o outro, portanto estabelecer alteridades.Temos que nos colocar no lugar do outro, mas sem perder anossa própria referencia. O que se diz é que comunicação étroca de informação, e o meu trabalho vem secaracterizando, nos últimos anos, como uma tentativa dequestionar esse conceito acadêmico.A interdisciplinaridade nos leva à convicção de que não mecomunico se não me coloco no lugar do outro.Se não sou seduzido pelo meu interlocutor, o que vou dizer aele?É essa a tarefa do comunicador.
  6. 6. 2. CRISE DA VISIBILIDADE– Os veículos de comunicaçao vivem hoje uma profunda crise, porque eles se colocaram numa posição autoritária de distribuidores do saber, do conhecimento, da informação, da novidade.– Essa crise foi denominada pelo sociólogo alemão Dietmar Kamper como crise da visibilidade, que não se refere apenas ao visual, mas também enxergar com a alma.– As áreas acadêmicas da comunicação, todas elas regulamentadas por órgãos governamentais, exerceram, nos últimos dez anos, um papel completamente nefasto, exigindo disciplinaridade para essa ciência, enquanto ela e o seu objeto pedem multidisciplinaridade e transdisciplinaridade, no sentido que Edgar Morin [filósofo e sociólogo] defende, de olhar diverso, distinto, múltiplo e não de olhar regulamentador, normativo.
  7. 7. 2. CRISE DA VISIBILIDADEEntao, a mídia está muito doente, dentro do seu papelautoritário de distribuidora de padrões decomportamento e que se acha na capacidade de julgaro que as pessoas querem.Nós – que trabalhamos com uma liberdade muitomaior do que aqueles que estão nas empresaspautadas por esse autoritarismo que eles chamam dedemanda de mercado – temos a liberdade de dizernão. Isso não é demanda de ninguém, é domercado, que é uma ficção, é uma invençãoautoritária.
  8. 8. 3. CRISE CIVILIZATÓRIA “Vivemos de novo, numa era de visão privilegiada, só que em espaços circunscritos, fechados ecivilizados, logo, domesticados culturalmente” Norval Baitello Jr (Professor de Teoria da comunicaçao)
  9. 9. 3. CRISE CIVILIZATÓRIAEstamos cercados de imagens. Kamper também fala sobre a crisecivilizatória, que nos transformou em imagens e, portanto, nostransformou em retratos superficiais de vida.Segundo ele, passamos a ser um jogo de superficialidade, e contraisso só há um remédio: o pensar com o corpo.Esse pensar corporal significa resgatar os outros sentidos, nãoapenas o da visão. Se a imagem é a presença de umaausência, então o corpo não pode ser uma imagem, ele não podese resumir a uma ausência.Minha pesquisa se volta muito para a interação entre nós e asimagens.
  10. 10. 4. TECNOLOGIA• Há dez anos, o brasileiro gastava em média muito mais tempo em frente à televisão do que atualmente. Eram em torno de quatro horas por dia, em média.• É uma eternidade, é um crime na verdade, porque o nosso tempo de vida é um bem não renovável.• Devemos pensar o que a televisão, ou hoje, a tecnologia, nos oferece em troca, que vida está sendo oferecida em troca da nossa vida.
  11. 11. 4. TECNOLOGIAÉ uma vida em imagem, uma vida emausência, e superficialidades.A nossa relação com isso deve ser regida poraquilo que o poeta romântico alemão Novalisdizia: “Eu só vejo a imagem quando ela já meviu”.
  12. 12. No outono e 2001, Naomi Kawase recebeu umtelefonema de Nishii Kazuo, um crítico defotografia: “Eu tenho menos e 2 meses e vida.Voce me filmaria até meu último suspiro?Conto com você, Kawase”.
  13. 13. sexta-feira 26/08/2011, no auditório da Petrobras no edifício Torre Almirante, Faustini participará, ao lado de Pierre Lévy, da mesa "Cibercultura e transformação social", na qual exibirá para o pensador francês vídeos com o "passinho do menor". Encontráveis noYouTube, são danças feitas por jovens deperiferia em seus bairros ao som de funk - sem qualquer apologia ao sexo e à violência. Se estivessem só dançando na rua, seria um fato da vida. Mas, ao botarem uma câmera, isso tem uma potência estética. O upload dá uma nova dimensão. Aquilo tem kuduro, frevo, funk, também éintervenção urbana. E daqui para a frente será assim: muitos vão produzir cultura, não só os artistas extraordinários. A gente vive a era da reprodutibilidade do autor - diz. • © 1996 - 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

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