Animais em extinçao 2

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Animais em extinçao 2

  1. 1. ANIMAIS EM EXTINÇAO
  2. 2. gorila-do-ocidente
  3. 3. O Gorila Ocidental apresenta coloração mais clara do que a dos seus "primos" orientais. O Gorila das Terras Baixas do Ocidente podem ser de cor marrom ou acinzentada com testa amarelada. Também tem um pequeno extremo suspenso no nariz, o qual não existe no Gorila Ocidental. Os machos do Ocidental pesam, os machos entre 140 a 280 quilos e sua altura é de 1, a 1,85 metros; as fêmeas pesam entre 60 a 120 quilos e a altura varia de 1,4 a 1,55 metros de altura. O Gorila do Ocidente é mais delgado do que o do leste. O Gorila "Cross River" difere do Ocidental das Terras Baixas nas dimensões tanto do crânio como dos dentes. é também cerca de 10 a 15 cm mais alto e 20 a 35 quilos mais pesado. Características O Gorila Do Ocidente é um subidor mas ágil de árvores e mais arborícola do que o Gorila do Leste. É também mais frugívoro e se alimenta de frutos de cerca de 100 espécies sazonais de árvores. O Gorila do Ocidente é mais difícil de rastrear e de ser localizado. O Gorila das Terras Baixas do Ocidente vive em pequenos grupos familiares em comparação com os demais Gorilas. São na média 4 a 8 indivíduos por família. Os Gorilas do Ocidente, mesmo em vida selvagem, fazem uso de ferramentas improvidadas pelos próprios.1
  4. 4. Brachyteles
  5. 5. Brachyteles é um gênero de mamíferos primatas da família Atelidae e seus integrantes são os muriquis, também conhecidos como buriquins, buriquis, mariquinhas, mariquinas, muriquinas e muriquinhas2 . É o maior macaco americano, medindo 0,70 metros de corpo e igual medida de cauda. Tem polegar reduzido e pelo amarelo. Vive nas matas dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo, nos fragmentos de mata atlântica que restam nestes estados do Brasil.2 3 . Etimologia "Muriqui", "buriquim", "buriqui", "mariquinha", "mariquinhas", "mariquina" , "muriquinas" e "muriquinhas" originaram-se do termo tupi muri'ki, que significa "gente que bamboleia, que vai e vem", ou então "povo manso da floresta", graças a seus hábitos solidários e de permanência em grupo.2 4 Espécies São reconhecidas duas espécies do gênero, e existe certa concordância quanto esses dois táxons serem espécies separadas:5 Brachyteles arachnoides: miriqui ou mono-carvoeiro. Habita os estados brasileiros de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.
  6. 6. Azulão
  7. 7. Caracterização O azulão mede aproximadamente 15 cm de comprimento. O macho possui plumagem totalmente azul-escura quando adulto, com a fronte, sobrancelhas e coberteiras superiores das asas azuis-brilhantes. A fêmea e os imaturos são marrons-pardos. Está ave é territorialista, não sendo possível vê-las em bando. Caso exista um casal em certa localização, só será possível encontrar outro casal em uma certa distância. Os filhotes de azulão ficam com seus pais até um certo tempo, depois já partem para uma vida "independente", pois o instinto territorialista do azulão não o deixará ficar por perto após estar na fase adulta, assim, o filhote terá que achar seu próprio território e sua parceria para acasalamento. Se um macho invade o território de outro, com certeza haverá um conflito, e será bem violento, por isso existe um certo respeito entre as aves e seus territórios, mas sempre há aquele mais valente que por território ou por uma fêmea entrará em conflito e conquistará o desejado. Distribuição e habitat Esta ave é encontrada na beira de pântanos, matas secundárias e plantações, do Nordeste e Brasil central ao estado do Rio Grande do Sul, bem como na Bolívia, Paraguai e Argentina e também no norte da Venezuela e Colômbia. Existem algumas diferenças entre espécies de regiões diferentes.
  8. 8. Galito
  9. 9. O galito (Alectrurus tricolor) é uma espécie de ave da família Tyrannidae. Pode ser encontrada nos seguintes países: Argentina, Bolívia, Brasil, Uruguai e Paraguai. Os seus habitats naturais são: campos de gramíneas subtropicais ou tropicais secos de baixa altitude e campos de gramíneas de baixa altitude subtropicais ou tropicais sazonalmente húmidos ou inundados. Está ameaçada por perda de habitat.
  10. 10. Dragão-de-komodo
  11. 11. Dragão-de-komodo ou crocodilo-da-terra (Varanus komodoensis) é uma espécie de lagarto que vive nas ilhas de Komodo, Rinca, Gili Motang e Flores, na Indonésia.2 Pertence à família de lagartos-monitores Varanidae, e é a maior espécie de lagarto conhecida, chegando a atingir 2–3 m de comprimento e 70 kg de peso. O seu tamanho invulgar é atribuído a gigantismo insular, uma vez que não há outros animais carnívoros para preencher o nicho ecológico nas ilhas onde ele vive, e também ao seu baixo metabolismo.3 4 Como resultado deste gigantismo, estes lagartos, juntamente com as bactérias simbiontes, dominam o ecossistema onde vivem.5 Apesar dos dragões-de-komodo comerem principalmente carniça, eles também caçam e fazem emboscadas a presas incluindo invertebrados, aves e mamíferos. A época de reprodução começa entre maio e agosto, e os ovos são postos em setembro. Cerca de vinte ovos são depositados em ninhos de Megapodiidae abandonados e ficam a incubar durante sete a oito meses, e a eclosão ocorre em abril, quando há abundância de insectos. Dragões-de-komodo juvenis são vulneráveis e, por isso, abrigam-se em árvores, protegidos de predadores e de adultos canibais. Demoram cerca de três a cinco anos até chegarem à idade de reprodução, e podem viver até aos cinquenta anos. São capazes de se reproduzir por partenogénese, no qual ovos viáveis são postos sem serem
  12. 12. jacaré-de-papo-amarelo
  13. 13. O jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris) é um jacaré típico da América do Sul. A espécie habita as florestas tropicais, preferindo áreas de baixada, em lagoas, lagos e rios. É um animal carnívoro que vive aproximadamente cinquenta anos. São conhecidos por este nome pois, durante a fase do acasalamento, estes animais costumam ficar com a área do papo amarelada. Mede em média entre 1,5 m e 2,5 m mas já foram capturados exemplares com mais de 3,9 m. Caracterizam-se por possuírem uma mordida forte, podendo partir o casco de uma tartaruga com extrema facilidade. Estes animais costumam se alimentar de crustáceos e pequenos mamíferos; eventualmente os exemplares maiores podem atacar presas maiores. Seu alimento principal são certos moluscos gastrópodes disseminadores de algumas moléstias nas populações ribeirinhas. Desta forma, nos ambientes onde o jacaré foi eliminado, cresce a incidência de barriga de água entre a população que reside próximo aos rios. O acasalamento ocorre na terra ou em charcos com muita água. A fêmea coloca em média, 25 ovos num ninho construído entre a vegetação, próximo à água, e os cobre com folhas secas e areia. Após a postura, a fêmea torna-se mais agressiva e nunca se afasta dos ovos, pois, estes podem ser predados por animais como o teiú, o quati e o guaxinim. Quando nascem, após cerca
  14. 14. Tubarão-baleia
  15. 15. O tubarão-baleia (Rhincodon typus) é a única espécie da família Rhincodontidae, vive em oceanos quentes e de clima tropical, além de ser a maior das espécies de tubarão, é o maior peixe conhecido.2 , podendo crescer até cerca de 9 a 12 m3 e pesar mais de 13 toneladas. O animal é completamente inofensivo ao homem e alimenta-se de plâncton por filtração Alimentação O tubarão-baleia se alimenta de plâncton, macro-algas, krill,4 pequenos polvos e outros invertebrados.5 As várias fileiras de dentes não atuam na alimentação, a água entra constantemente na boca e sai através dos arcos das brânquias. Qualquer material capturado é engolido.5 O tubarão pode fazer circular a água a uma taxa de até 1,7 l/s. Entretanto, também se alimenta de forma ativa, explorando concentrações de plâncton ou pequenos peixes através do olfato. De acordo com marinheiros, os tubarões-baleia se encontram nos recifes perto da costa caribenha de Belize suplementando sua dieta ordinária alimentando-se das ovas de caranhos gigantes que enxameiam nessas águas em maio, junho e julho entre a lua cheia e os quartos crescente e minguante desses meses[carece de fontes]. Em 2012, uma equipe de cientistas captou imagens de tubarões-baleia que aprenderam a sugar os peixes das redes de pesca. No Parque Nacional da Baía de 6
  16. 16. Tubarão-branco
  17. 17. Carcharodon carcharias Lineu, 1758, conhecido pelos nomes comuns de tubarão-branco e anequim, é uma espécie de tubarão lamniforme, sendo o peixe predador de maiores dimensões existente na atualidade. Um tubarãobranco pode atingir 7,51 metros de comprimento e pesar até 2,5 toneladas. Esta espécie vive nas águas costeiras de todos os oceanos, desde que haja populações adequadas das suas presas, em particular pinípedes. Esta espécie é a única que sobrevive, na atualidade, do gênero Carcharodon.Este tubarão é o mais perigoso do planeta. Características gerais Os tubarões brancos caracterizam-se pelo seu corpo fusiforme e peso , em contraste com as formas espalmada de outros tubarões. O focinho é cónico, curto e largo. A boca, muito grande e arredondada, tem forma de arco ou parábola. Permanece sempre entreaberta, deixando ver, pelo menos, uma fileira de dentes da mandíbula superior e uma dos da inferior, enquanto a água penetra nela e sai continuamente, pelas brânquias. Se este fluxo parasse, o tubarão afogar-se-ia, por carecer de opérculos para regular a passagem correcta de água, e afundar-se-ia na mesma, já que ao não possuir bexiga natatória vê-se condenado a estar em contínuo movimento para evitar afundar-se. Durante o ataque, as mandibulas abrem-se ao ponto de a
  18. 18. A espécie habita as florestas de Evergreen no noroeste do Equador. Ela possui hábitos noturnos e é encontrada em folhagens ao longo dos córregos. Ainda há poucos dados sobre esta espécie, uma vez que só recentemente foi descrita. Muito pouco se sabe sobre a sua extensão de ocorrência, área de ocupação, status e exigências ecológicas. Porém, seu principal habitat está diminuindo
  19. 19. Cruziohyla Craspedopus
  20. 20. Pode ser encontrada nos seguintes países: Brasil, Colômbia, Equador, Peru e possivelmente na Bolívia. Os seus habitats naturais são: florestas subtropicais ou tropicais úmidas de baixa altitude e marismas intermitentes de água doce. Listado como pouco preocupante na Red List da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais) tendo em vista sua ampla distribuição e sua população presumidamente grande. É improvável que sua população esteja em declínio rápido o suficiente para se qualificar para listagem

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