Apresentação cc

1.370 visualizações

Publicada em

cc

Publicada em: Saúde
0 comentários
7 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.370
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
11
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
7
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Apresentação cc

  1. 1. CENTRO CIRURGICO
  2. 2. INTRODUÇÃO • Todo hospital é obrigado a fornecer um ambiente cirúrgico limpo e seguro, tanto para o paciente quando para equipe de saúde que atua na unidade. Infelizmente, não existem dados concretos que garantam que um ambiente limpo e seguro minimizem as taxas de infecção nesse setor, no entanto, a limpeza e desinfecção reduzem a flora microbiana das áreas do C.C, alem de exercer um efeito salutar nos pacientes e no pessoal hospitalar estimulando a higiene em seu sentido mais amplo. • Em uma sala cirúrgica bem gerenciada, a contaminação grosseira, ocorrida por contado direto, deve ser muito incomum. • Nos dias de hoje, com adoção das chamadas precauções padrão, foram eliminadas as distinções entre a sala contaminada e não contaminada, considerando-se contaminada toda sala em que haja presença de sangue ou fluidos corpóreos.
  3. 3. CENTRO CIRURGICO • É uma unidade hospitalar assistencial onde são realizadas intervenções cirúrgicas visando a atender intercorrências clinicas com o suporte da ação de uma equipe de profissionais qualificados, bem como provida de equipamentos e materiais que permitam efetuar cirurgias nas melhores condições de segurança e conforto para o paciente e para a equipe que o assiste.
  4. 4. ESTUTURA FISICA • O centro cirúrgico deve estar localizado em uma área do hospital que ofereça à segurança necessária as técnicas assépticas, portanto distante de locais de grande circulação de pessoas, ruídos e de poeira.
  5. 5. ESPAÇO FISICO COMPOSTO POR:
  6. 6. VESTIÁRIO • Localizado na entrada do C.C, onde e realizado o controle de entrada das pessoas autorizadas após vestirem a roupa privativa da unidade, deve possuir armários para guardar as roupas, objetos pessoais e os acessórios como: gorro, toucas, máscara, propés e sapatos hospitalares.
  7. 7. BANHEIRO • Que deve possuir chuveiro além de sanitário.
  8. 8. SALA PRÉ- CIRÚRGICA • Espaço para receber os pacientes, onde eles serão avaliados pelo anestesista e passaram pelo processo de preparação e anestesia.
  9. 9. SALA DE OPERAÇAO • Equipada com aparelhos, mesas, maca cirúrgica, armários com materiais e medicamentos.
  10. 10. SALA DE OPERAÇAO
  11. 11. LAVABOS • Constituído de uma pia em aço inoxidável provida de duas torneiras de acionamento por pé, joelho, braço, fotoelétrico ou qualquer outro meio que não as mãos, dispensadores de produtos anti-sépticos que devem obedecer ao mesmo principio que as torneiras.
  12. 12. LAVABOS
  13. 13. C. M. E (CENTRO MATERIAL E ETERILIZAÇAO)
  14. 14. EXPURGO • Área destinada a receber e fazer a limpeza e desinfecção dos materiais e instrumentos sujos e contaminados.
  15. 15. SALA DE PREPARO DE MATERIAIS E ROUPAS LIMPAS • Nesta área, as atividades realizadas objetivam inspecionar, selecionar, acondicionar e identificar os materiais e campos para serem esterilizados.
  16. 16. SALA DE PREPARO DE MATERIAIS E ROUPAS LIMPAS
  17. 17. ESTERILIZAÇAO • Esta área destina-se a instalação de equipamentos utilizados para a esterilização de diferentes tipos de material por métodos físicos, químicos, e físico-químicos.
  18. 18. RECURSOS DE MATERIAL • Aparelhos específicos. • Aparelho para anestesia • Bisturi elétrico • Escadinha com dois degraus • Bancos e cadeiras giratórias • Baldes, suporte para soro • Foco auxiliar • Maca cirúrgica • Mesa circular • Mesa de mayo,
  19. 19. • Suporte para ramper • Suporte para soro • Monitor multiparamétrico • Cardioversor ou desfibrilador • Carrinho com medicações para emergências e outras finalidades • Aparelho de pressão e glicemia • Laringoscópio • Sondas para entubação e aspiração • Aspirador portátil RECURSOS DE MATERIAL
  20. 20. RECURSOS DE MATERIAL
  21. 21. RECURSOS HUMANOS Os profissionais que atuam no centro cirúrgico são: • Equipe médica formada por cirurgiões e anestesista • Equipe de enfermagem formada por enfermeira e técnica de enfermagem • Equipe de serviços gerais formada pelo auxiliar de limpeza
  22. 22. É de extrema importância que seus componentes atuem de forma harmônica e integrada para a segurança do paciente e a eficiência do ato cirúrgico. É importante ainda que as boas relações humanas e o profissionalismo sempre prevaleçam sobre as tensões, inevitáveis nesse tipo de trabalho. RECURSOS HUMANOS
  23. 23. ROTINA DE FUNCIONAMENTO
  24. 24. LIMPEZA E DESINFECÇÃO DO CENTRO CIRÚRGICO Esse processo é realizado todas as quartas, sextas feiras e em dias esporádicos de acordo com a necessidade e agendamento cirúrgico, já que essa limpeza e desinfecção e feita antes do preparo da sala para as cirurgias.
  25. 25. Material utilizado • Balde • Rodo • Pano • Água • Compressa ou flanela • Borrifador • Incidin extra N
  26. 26. Equipamentos de proteção individual • Roupa apropriada • Botas ou sapatos de borracha • Luvas de borracha • Óculos, máscara e touca.
  27. 27. TECNICAS PARA LIMPEZA Teto e parede (colocar o EPI) • Preparar o local para limpeza afastando moveis e equipamento das paredes • Proteger os móveis e equipamentos • Encher metade do balde com água e diluir o produto Incidin conforme indicação do fabricante • Imergir um pano no balde com o produto previamente diluído, retirar o excesso enrolar no rodo • Retirar o pó do teto e da parede com o pano úmido fazendo movimentos em único sentido • Deixar secar espontaneamente
  28. 28. TECNICAS PARA LIMPEZA
  29. 29. TECNICAS PARA LIMPEZA Obs. esse processo pode e deve ser aplicado nas portas também
  30. 30. Bancadas e equipamentos • Mesmo processo de preparo do produto Incidin só que utilizando um frasco burrifidro para facilitar a aplicação. • Retirar os objetos de cima e, se possível do interior do móvel ou equipamento a ser limpo • Aplicar o produto com borrifadas e espalhar em toda superfície do móvel após limpeza previa para remoção da sujeira e poeira com pano úmido deixar secar espontaneamente.
  31. 31. Bancadas e equipamentos Obs.: esse produto (incidin extra n) foi desenvolvido também para ser utilizado em aparelho e mobílias e, portanto não causa corrosão.
  32. 32. Piso • Preparar o ambiente para limpeza • Afastar móveis da parede e reunir o mobiliário leve para desocupar a área • Colocar sempre um pano limpo e seco nas entradas • Realizar o preparo do produto para limpeza hospitalar • Imergir outro pano no balde com a solução diluída em água, retirar o excesso, enrolar no rodo • Passar o pano no piso fazendo movimento também em sentido único • Repetir todo o processo até que o piso fique limpo • Deixar secar espontaneamente • Colocar a mobília no lugar
  33. 33. Piso
  34. 34. • Obs. O banheiro, vestiário corredor de acesso e sala para guarda de material de limpeza são lavados diariamente e todo final de mês o c.c passa pelo processo de limpeza geral que consiste em lavar o ambiente com água, sabão e hipoclorito de sódio, realizando todo o processo de limpeza do teto, parede, portas, mobília e piso. O produto Incidin extra n deve ser diluído da seguinte forma: 5ml da solução para cada litro de água. Depois de diluído o produto pode ser usado em ate 15 dias, portanto não se esquecer de identificar como data de diluição e assinatura de quem diluiu. Todo processo de limpeza e registrado em um livro para acompanhamento e passa para supervisão da diretoria C.C.I.H (comissão de controle de infecção hospitalar) Piso
  35. 35. ORIENTAÇAO BASICA DE HIGIENE PESSOAL DO PROFISSIONAL DE SAUDE
  36. 36. Higiene pessoal • Deve o profissional de saúde manter a higiene corporal, que esta diretamente ligada à aparência pessoal
  37. 37. • Cuidado com o corpo: Com o contato os micro-organismos ficam aderidos à pele, unhas e cabelos. Somente o banho pode eliminar o suor sujidades e os micro-organismos tornando a aparecia agradável. • Cuidado com cabelo Os cabelos devem estar limpos e presos, a touca que consta no uniforme, devera cobrir todo o cabelo, pois seu objetivo e proteger os mesmo. • Cuidado com as unhas Devem esta sempre aparada para evitar o acumulo de sujidades deve-se dar preferência ao uso de esmalte transparente para melhor visualizar a sujidade. e se possível evitar a retirada de cutícula para manter a pele integra Higiene pessoal
  38. 38. • Cuidado com uniforme Devera ser trocado todos os dias e todas as vezes que se fizer necessário, observar a limpeza com ausência de manchas, odor e descostura. As roupas devem ser lavadas em lavanderias para roupa hospitalar. • Cuidado com os sapatos Devem ser fechados e impermeáveis para proteger os pés e serem lavados e colocados para secar na posição vertical, ao termino do serviço. Higiene pessoal
  39. 39. ADMISSAO DO PACIENTE CIRURGICO
  40. 40. RECURSOS NECESSARIOS • Prontuário e exames pré-operatórios complementares. • Bata cirúrgica, touca e proteção para os pés.
  41. 41. • Apresentar-se ao paciente; • Recebê-lo cordialmente; • Separar a roupa e acessórios cirúrgicos situados no vestiário e proceder com a preparação do paciente, auxiliando o mesmo a vestir-se, colocar touca e propés. • Realizar a marcação do olho a ser operado com o uso dos adesivos oculares. • Realizar a identificação do paciente colocando o crachá onde deve constar nome, olho, médico, data e cirurgia. • Proceder com a dilatação da pupila se for necessário ao procedimento que será realizado • Solicite ao paciente que permaneça sentado e aguarde o chamado do C.C.(centro cirúrgico) ATIVIDADE
  42. 42. ATIVIDADE
  43. 43. ATIVIDADE
  44. 44. PARAMENTAR-SE PARA O PROCEDIMENTO • Processo destinado à equipe de enfermagem e equipe médica. Consiste em esta paramentada (vestido para o centro cirúrgico com vestimentas e EPI devidamente corretos a fim de evitar contaminação.
  45. 45. MATERIAL NECESSARIO • Roupas apropriadas para centro cirúrgico; • Touca, gorro, máscara, propés e sapatos hospitalares.
  46. 46. ATIVIDADES • Ir para o vestiário • Vestir a roupa apropriada • Colocar gorro, touca, propés, sapatos e colocar máscara Obs.: não é permitido o uso de roupas por baixo da vestimenta hospitalar a não ser as roupas intimas, é necessária a retirada de adornos como relógio, brinco, pulseiras, cordões e anéis.
  47. 47. LAVAGEM DAS MAOS • OBJETIVO: remover sujidades e flora transitória ou contaminante, a fim de evitar a transmissão de micro-organismo, pelas mãos prevenindo a infecção. MATERIAL: • Água • Sabão liquido neutro ou antisséptico degermante • Papel toalha.
  48. 48. ATIVIDADE • Abrir a torneira com a mão não dominante ou através do dispositivo automático. • Umedecer as mãos com a água e colocar quantidade suficiente de produto degermante na palma das mãos. • Friccionar as mãos por aproximadamente quinze segundos em todas as faces espaços interdigitais, articulações, unhas e extremidades dos dedos. • Enxaguar as mãos retirando toda a espuma e resíduos do degermante. • Enxugar as mãos com papel toalha • Em caso de torneira manual fechá-la utilizando o papel toalha.
  49. 49. ATIVIDADE
  50. 50. ATIVIDADE
  51. 51. MONTAGEM DA SALA CIRURGICA • A montagem da sala cirúrgica é de responsabilidade da equipe de enfermagem. A adequada organização e sistematização são de suma importância para que o procedimento cirúrgico possa ocorrer com segurança e tranquilidade, priorizando a saúde do paciente, portando se faz necessário planejar o uso de materiais e instrumentos essências para o procedimento cirúrgico anestésico e equipar a sala de todos os aparelhos.
  52. 52. RECOMENDAÇÃO IMPORTANTE ANTES DE INICIAR A MONTAGEM DA SALA • Verificar o mapa cirúrgico; • Checar os nomes dos pacientes, olho a ser operado e o tipo de cirurgia; • Providenciar, material, medicamentos específicos • Verificar as condições de limpeza da sala bem como de toda a mobília; • Testar o funcionamento de todos os equipamentos; • Solicitar ou buscar os artigos médicos esterilizados e verificar antes do uso sua integridade; • Observar as validades dos materiais e medicamentos • Preparar materiais para anestesia;
  53. 53. TECNICAS DE MONTAGEM • Dispor os pacotes nas respectivas mesas auxiliares, de modo a facilitar a sincronia de movimentos para abertura dos pacotes; • Iniciar a abertura dos pacotes em seqüências de uso e obediência a técnica asséptica; • Realizar a degermaçao das mãos e calçar luvas estéreis; • Iniciar a montagem das mesas circular e auxiliar de instrumentação apresentando os artigos médicos necessários ao procedimento cirúrgico;
  54. 54. TECNICAS DE MONTAGEM
  55. 55. TECNICAS DE MONTAGEM
  56. 56. TECNICAS DE MONTAGEM
  57. 57. TECNICAS DE MONTAGEM
  58. 58. TECNICAS DE MONTAGEM
  59. 59. TECNICAS DE MONTAGEM
  60. 60. TECNICAS DE MONTAGEM
  61. 61. CIRCULAÇAO DA SALA CIRURGICA • A circulação da sala cirúrgica é o procedimento desenvolvido pela equipe de enfermagem, durante todo o procedimento cirúrgico, com objetivo de garantir condições funcionais e técnicas para o adequado andamento do procedimento cirúrgico, oferecendo segurança ao paciente e atendendo as necessidades da equipe cirúrgica.
  62. 62. ATIVIDADES • Lavar as mãos • Receber o paciente, apresentar-se e conferir sua identificação com seu prontuário; • Conferir os exames realizados pelo paciente; • Auxiliar o médico anestesista na indução anestésica; • Auxiliar a equipe médica cirúrgica a paramentar-se; • Manter a sala em ordem; • Estar atento as solicitações da equipe cirúrgica; • Prover os impressos, tais como: registro de anestesia, gasto de sala descrição cirúrgica e prescrição médica; • Realizar o registro cirúrgico e anotações de ocorrência da enfermagem; • Encaminhar o paciente para alta cirúrgica;
  63. 63. ADMISSAO PRE-OPERATORIA • Receber o prontuário e os exames do paciente; • Realizar a chamada do paciente lembrando-se de pronunciar o seu nome completo; • Verificar as identificações contidas no crachá com as contidas na agenda cirúrgica e prontuário do mesmo; • Explicar ao paciente as etapas que serão cumpridas deste a sua entrada no centro cirúrgico ate ser anestesiado; • Atender as solicitações do paciente como necessidade de eliminações, desconforto postural e outras; • Após a anestesia encaminhar o paciente para a sala de cirurgia; • Manter o paciente acompanhado ate o seu transporte pós- operatório;
  64. 64. ADMISSAO PRE-OPERATORIA
  65. 65. ANESTESIA • O anestesista recebe o paciente, confere o nome, sexo, idade, olho, médico cirurgia proposta, tipo de anestesia assim como possíveis alergias do paciente; • Verificar se paciente cumpriu o jejum exigido pelo medico; • Investigar a existência de doenças degenerativas, agudas ou crônicas como hipertensão arterial e diabetes e se o paciente faz uso de alguma terapêutica medicamentosa; • Verificar o preparo do olho em que será realizado o ato cirúrgico; • Esclarecer dentro do possível as duvidas existente;
  66. 66. TÉCNICAS REALIZADAS NO PACIENTE • Punção venosa periférica: É necessário para administração de medicamentos via endovenoso no caso os sedativos que mantém o paciente tranqüilo durante o ato anestésico e cirúrgico,
  67. 67. • Bloqueio peribulbar: Injeção do anestésico local Por trás do olho, fora do cone muscular; TÉCNICAS REALIZADAS NO PACIENTE
  68. 68. • Monitorização dos sinais vitais • Instalação do oximetro de pulso (constante monitorização da freqüência cardíaca e da saturação de oxigênio na corrente sanguínea do paciente). TÉCNICAS REALIZADAS NO PACIENTE
  69. 69. • Instalação de eletrodos para ECG Para visualização da atividade elétrica do coração refletida pelas alterações do potencial elétrico na superfície da pele; • Mensuração da pressão arterial Medidas acuradas e registro preciso com índice de erro menor que 1%; TÉCNICAS REALIZADAS NO PACIENTE
  70. 70. • Antissepsia cirúrgica tem por finalidade eliminar a microbiota transitória da pele e reduzir a microbiota residente PARAMENTAÇAO DA EQUIPE CIRURGICA
  71. 71. • Antissepsia cirúrgica das mãos e antebraços com antisséptico degermante, com duração de 3 a 5 minutos. RECOMENDAÇAO
  72. 72. ATIVIDADE • Abrir a torneira, molhar as mãos antebraço e cotovelos; • Recolher, com as mãos em conchas, o antisséptico e espalhar nas mãos, antebraços e cotovelos; • Limpar sob as unhas; • Friccionar as mãos, observando espaços interdigitais e antebraços por no mínimo 3 a 5 minutos mantendo a mãos elevadas acima dos cotovelos; • Enxaguar as mãos em água corrente, no sentido das mãos para cotovelos, retirando todo resíduo do produto. Fechar a torneira sem promover contato com as mãos; • Enxugar as mãos em compressas estéreis, com movimentos compressivos, iniciando pelas mãos e seguindo pelo antebraço e cotovelo, atentando para utilizar as diferentes dobras da compressa para regiões distintas.
  73. 73. ATIVIDADE
  74. 74. ATIVIDADE
  75. 75. VESTIR O AVENTAL ESTERELIZADO • As medidas de assepsia cirúrgica relacionadas ao manuseio dos aventais esterilizados são fundamentais como prevenção da infecção da ferida operatória;
  76. 76. ATIVIDADE • Segura-lo com as pontas dos dedos pelas dobras do decote, elevá-lo do campo esterilizado e trazê-lo para fora da mesa. • Abri-lo com movimento firmes para que as dobras se desfaçam, tendo o cuidado de não esbarrar em superfícies não estéreis ou em pessoas da sala; • Segura-lo pela parte interna do ombro, afastando do corpo e com ligeiro movimento para cima, introduzir, ao mesmo tempo os dois braços nas mangas, conservando-os em extensão para cima; • Colocar–se de costas para o circulante de sala e solicitar-lhe ajuda para acertar as mangas. Desta feita, a circulante introduz as mãos nas mangas pela parte interna do avental puxando-as ate que os punhos cheguem à região dos pulsos; • Permanecer de costa ao circulante para que este amarre as tiras do decote do avental tomando o devido cuidado para não contaminá-lo;
  77. 77. ATIVIDADE
  78. 78. CALÇAR LUVAS ESTÉREIS • Objetivo de prevenir a contaminação e transmissão de infecção ao paciente durante a utilização de materiais estéreis e realização de procedimento invasivos.
  79. 79. • Selecionar o par de luvas compatível com o tamanho das mãos; • Abrir a embalagem inteira e expor as luvas esterilizadas de modo que os punhos fiquem voltados para você; • Com o polegar e o indicador da Mao não dominante, segurar o punho dobrado da luva para a Mão dominante; • Erguer e segurar a luva com os dedos voltados para baixo. Cuidar para que ele não toque objetos não esterilizados; • Inserir a Mao não dominante na luva e puxá-la deixar o punho dobrado ate que a outra luva seja colocada; • Mantendo o polegar para fora, deslizar os dedos da Mao enluvada por baixo do punho da outra luva e levantá-la; • Inserir a mão não dominante na luva; • Ajustar as luvas das duas mãos tocando apenas as áreas esterilizadas; ATIVIDADE
  80. 80. ATIVIDADE
  81. 81. ATO CIRURGICO • O cirurgião confere o olho a ser operado; • Realiza a assepsia com solução antisséptica de uso tópico que pode ser o PVPI ou clorexidina alcoólica 4%; • Inicia a oposição do campo operatório fenestrado descartável com bolsa coletora; • Faz corte no plástico adesivo que fica sobre o olho do paciente e posiciona o blefarostato (afastador de pálpebras que mantém o olho aberto). • Terminada a cirurgia as luvas contaminadas devem ser retiradas juntamente com o avental cirúrgico e descartadas nos lixos destinados aos mesmos;
  82. 82. • O primeiro passo, com a mão oposta pegar a luva pela parte externa, remove-la e segurar com os dedos; • Após com a mão sem luva pegar a outra e remove-la colocando a luva anterior no interior e descartar as luvas cirúrgicas no lixo contaminado; • Lavar as mãos e retirar as mascara em seguida assistente, desata as tiras do pescoço e da cintura do avental tendo o cuidado de não tocar a face de avental; • O avental deve deslizar pelo corpo sendo seguro pela parte interna e dobrado com o lado avesso; • Depositá-lo em saco de Roupa suja juntamente com os campos se for de algodão e no lixo se for descartável; ATIVIDADE
  83. 83. ATIVIDADE
  84. 84. ATIVIDADE
  85. 85. DISPOSIÇÃO DE INSTRUMENTAL CIRURGICO NA MESA AUXILIAR TUMOR PALPEBRAL BLEFAROPLASTI CATARATA
  86. 86. DISPOSIÇÃO DE INSTRUMENTAL CIRURGICO NA MESA AUXILIAR PTERIGIO RETINA INJEÇAO INTRAVITREA
  87. 87. DISPOSIÇÃO DE INSTRUMENTAL CIRURGICO NA MESA AUXILIAR GLAUCOMA
  88. 88. DESMONTAGEM DA SALA CIRÚRGICA • As desmontagens da sala e responsabilidade da equipe de enfermagem e se resume em remover os matérias e artigos utilizados na cirurgia e encaminhá-los ao expurgo, em seguida desligar os aparelhos e guardar os que forem portáteis;
  89. 89. • Lavar as mãos; • Calçar as luvas, e permanecer de mascara; • Reunir os campos e instrumentais não utilizados; • Recolher os instrumentos contaminados da mesa, colocá-los em um recipiente plástico ou de metal inox e encaminhá-los para limpeza e desinfecção; • Descartar seringas, agulhas e outros materiais perfuro cortante; • Retirar e remover as roupas sujas juntamente com os campos depositá-los no local destinado a eles para que aguardem o recolhimento feito pelo profissional da lavanderia que deve fazê-lo assim que for informado; ATIVIDADE
  90. 90. ATIVIDADE
  91. 91. RECOLHIMENTO DOS RESIDUOS • Consiste em recolher todos os lixos, e acondicioná-los de forma adequada e manuseando o mínimo possível. Essa operação deve ser feita antes de todas as rotinas e técnicas de limpeza e desinfecção da sala cirúrgica. Deve ser iniciada da área menos contaminada para a mais contaminada;
  92. 92. • Reunir o material para recolher o lixo saco para lixo de material plástico e selecionado (lixo comum e lixo hospitalar) botas e luvas; • Colocar os EPI; • Recolher os sacos de lixos que se encontram nas lixeiras, amarando-os bem; • Colocar sacos de lixos novos, fixando-os firmemente nas bordas; • Transportar o lixo recolhido ate o depósito para que seja feita a remoção pela coleta externa; ATIVIDADE
  93. 93. ATIVIDADE OBS. as lixeiras devem ser lavadas com água e sabão, semanalmente e sempre que necessário.
  94. 94. MONTAGEM, UTILIZAÇÃO E SUBSTITUIÇÃO DE CAIXA PARA MATERIAL PERFURO CORTANTE NA UNIDADE • Esse processo e feito pela equipe de enfermagem e consiste em condicionar adequadamente material perfuro cortante, reduzindo assim o risco de transmissão de agente infeccioso ocorrido através de acidentes ocupacionais com esse tipo de material; MATERIAL NECESSARIO • Mascara; • Luvas; • Caixa apropriada para descarte desses materiais;
  95. 95. • Ter precaução ao manusear e desprezar esses materiais, na caixa; • Lavar as mãos antes e após o procedimento; • Manter rigorosamente o limite Maximo conforme indicação da caixa, ao retirá-la deve fechá-la conforme instrução do fabricante e vedá-la com fita adesiva e destiná-la ao local de coleta seletiva; • Montar uma nova caixa conforme orientação do fabricante; • Inspecionar sua segurança e funcionalidade, para só assim substituir a anterior; ATIVIDADE
  96. 96. ATIVIDADE Obs.: realizar a troca sempre que atingir o limite máximo de uso que é de um terço de sua capacidade.
  97. 97. LIMPEZA E DESINFECÇAO DE ALMOTOLIAS • Processo realizado pela equipe de enfermagem que tem como objetivo manter as almotolias com anti-sépticos para uso, sem contaminação presentes; MATERIAL: • Água +sabão • Álcool 70%
  98. 98. • Lavar as mãos desprezar os produtos existentes nas almotolias; • Lavar as almotolias com água e sabão, utilizando escovinha própria para a limpeza; • Deixar escorrer a água; • Realizar um rápido enxágüe com álcool á 70% • Repor os produtos; • • Obs.: realizar esta limpeza a cada 7 dias. ATIVIDADE
  99. 99. • Não completar as soluções já existentes; • Observar se estão devidamente tampadas; • Lembrar de sempre identificar: 1 Nome 2 Data reposição 3 Troca 4 Responsável. ATIVIDADE
  100. 100. CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO • E o conjunto de elementos destinados, expurgo, preparo, esterilização, guarda e distribuição do material para o C.C (centro cirúrgico);
  101. 101. FLUXOGRAMA • Expurgo Área destinada ao recebimento do material suja para ser limpo • Processo de lavagem Objetivo garantir materiais livres das sujidades, para a eficiência do processo de esterilização; MATERIAL NECESSÁRIO • EPI; • Recipiente plástico ou cuba rim; • Água
  102. 102. • Recebe material contaminado acondicionado em vasilhame; • Proceder a paramentação com uso de EPI. • Realizar uma limpeza previa com fato de água corrente; • Organizar os materiais em cuba rim ou recipiente plástico; • Ter cuidado em separar os mais grosseiros dos mais delicados prevenindo assim possíveis danificações; • Medir o volume do detergente enzimático conforme orientação do fabricante; • Preencher o recipiente na proporção da diluição com água; • Deixe o material de molho por cinco minutos; • Realize a escovação, percorrendo as ranhuras, articulações e cremalheiras de cada uma das pinças, separadamente; • Enxágüe em água corrente, para remover qualquer resquício do detergente e realize a secagem com compressa peça por peça; • Encaminhe o material limpo para o setor de preparo ATIVIDADE
  103. 103. ATIVIDADE
  104. 104. ATIVIDADE
  105. 105. • Obs. a cada seis meses ou de acordo com a necessidade todos os instrumentos cirúrgicos passam por limpeza e manutenção geral onde e realizado o processo de anticorrosão com produto antiferrugem e lubrificação das articulações das pinças com lubrificante. • Nesta área as atividades realizadas objetivam inspecionar, selecionar, acondicionar e identificar os materiais para serem esterilizados. A inspeção consiste em verificar a limpeza e as condições de conservação de todos os materiais e roupas cirúrgicas. Ao serem recebidos no setor de preparo os instrumentos após serem inspecionados são guardados nas caixas que devem possuir perfurações que possibilitem a circulação do ar quente. As roupas cirúrgicas são inspecionadas, dobradas, embaladas, acondicionadas em caixas plásticas com tampa e encaminhadas ao vestiário onde são guardadas. Os campos cirúrgicos são inspecionados e dobrados de acordo com a rotina e regra para abertura e uso nos procedimentos cirúrgicos, a fim de evitar a contaminação durante seu manuseio. ATIVIDADE
  106. 106. ATIVIDADE
  107. 107. ATIVIDADE
  108. 108. PREPARO DE MATERIAIS E CAMPOS CIRÚRGICOS PARA ESTERILIZAÇÃO
  109. 109. MATERIAL NECESSÁRIO • Roupa cirúrgica apropriada. • Touca para cabelos. • Embalagens adequadas ao material que pode ser grau cirúrgico ou manta SMS. • Fita adesiva branca. • Fita teste para autoclave. • Integradores químicos. • Seladora. • Tesoura. • Lubrificante para instrumental caso haja a necessidade de lubrificação para as pinças. • Campos e materiais cirúrgicos devidamente limpos.
  110. 110. MATERIAL NECESSÁRIO
  111. 111. • Lavar as mãos. • Dispor o envoltório (manta ou grau cirúrgico de acordo com o tamanho e tipo de material a ser embalado: Exemplo: • Se for manta a mesma deve ser disposta diagonalmente. • Se for grau cirúrgico deve ser cortado em tamanho adequado. • Cortar as tiras de fitas adesivas que serão usadas para fechar e identificar o pacote. ATIVIDADE
  112. 112. PASSO A PASSO • MANTA SMS. 1 Dispor a manta em diagonal. 2 Colocar a caixa cirúrgica ou campo cirúrgico no centro da embalagem acompanhada pelo integrador químico. 3 Iniciar a dobragem cobrindo o conteúdo a ser empacotado na primeira dobra seguindo com as dobras laterais finalizando o pacote com a dobra oposta ao operador. 4 Fechar o pacote com fita adesiva branda iniciando pela ponta da última dobra e finalizando com o fechamento das laterais. 5 Colocar 5 cm de fita teste para autoclave contendo a identificação do material preparado. Exemplo: Nome do material Data do preparo Lote de esterilização Assinatura do operador 6 Encaminhar para esterilização.
  113. 113. PASSO A PASSO
  114. 114. PASSO A PASSO
  115. 115. PASSO A PASSO
  116. 116. PASSO A PASSO
  117. 117. PAPEL GRAU CIRÚRGICO 1. Cortar nas extremidades. 2. Selar na seladora térmica contínua a extremidade oposta à orientação da abertura sem deixar aba. 3. Colocar a peça dentro do saco. 4. Ajustar e retirar o ar do interior do pacote. 5. Selar a outra extremidade no sentido orientado deixando espaço para abertura asséptica. 6. Identificar usando aba externa ou face do papel ou se preferir coloque também fita teste para autoclave. 7. Encaminhe para esterilização.
  118. 118. PAPEL GRAU CIRÚRGICO
  119. 119. PAPEL GRAU CIRÚRGICO Obs.: As bancadas de preparo do material deverão ser limpas com álcool 70% antes e após seu uso.
  120. 120. ESTERILIZAÇÃO • É o processo de destruição de todas as formas de vida microbiana (bactérias na forma vegetativa, fungos e vírus) mediante a aplicação de agentes físicos e químicos. • Em nossa área de esterilização utilizamos o método físico com aparelhos de Autoclave e Statim que esterilizam pelo vapor saturado sob pressão, cuja fabricação pode apresentar formas e tamanhos diferentes. • O vapor saturado sob pressão é um método de esterilização eficaz pelo seu alto poder de penetração, levando consigo o calor onde a água aquecida atinge altas temperaturas sem ferver.
  121. 121. • Nesse tipo de esterilização alguns critérios devem ser observados. • 1. Temperatura = 121º à 134º C. • 2. Pressão = 1 a 21 atmosferas. • 3. Tempo de exposição total de 45 minutos divididos em: • a) Tempo de esterilização = 15 minutos. • b) Tempo de secagem = 30 minutos. ESTERILIZAÇÃO
  122. 122. MONTAGEM DA CARGA NA AUTOCLAVE • Montar a carga dispondo os pacotes um ao lado do outro observando para que haja espaço para contato com os agentes esterilizantes. Exemplo: • Pacotes pesados em baixo / pacotes mais leves em cima. Maiores atrás / menores na frente. • Utilizar apenas 80% da capacidade da câmara respeitando o espaço de 2,5 cm entre os pacotes. • Arrumar os pacotes embalados em papel grau cirúrgicos deve ser posicionado com a face em plástico voltado para a base do cesto. • Evitar sobreposição de pacotes.
  123. 123. MONTAGEM DA CARGA NA AUTOCLAVE
  124. 124. • Obs.: O aparelho de Statim é utilizado para processo de esterilização rápido e para uso imediato, não podendo os materiais esterilizados nele, serem armazenados em caso de instrumental contaminado através do contato com portadores do vírus HIV ou Hepatite B e C. Esses não devem ser liberados para novo uso sem serem processado na autoclave, pois o tempo de exposição do Statim é de apenas 3 minutos e não extermina micro-organismos de alta potencial de contaminação e resistência. • Pacotes que não possuam integrador químico ou com embalagem danificada esse devem ser recusados. MONTAGEM DA CARGA NA AUTOCLAVE
  125. 125. PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO • Colocar o material preparado na autoclave sem tocar na parede interna da câmara. • Ligar o equipamento, selecionando o ciclo adequado. Exemplo: Campos / roupas algodão 134º C. • Vidros e metálicos 121º C. ou conforme a preferência do operador. • Monitorizar o processo e registrar as frases após o término de ciclo abrir lentamente a porta da autoclave e deixar aberta para que ocorra o resfriamento. • Depois de frio, encaminhar para o armazenamento adequado.
  126. 126. CONTROLE BIOLÓGICO • Consiste em verificar a eficiência do processo de esterilização, através de testes que devem ser realizados no mínimo uma vez por semana, na primeira carga do dia e após as manutenções preventivas. • “A validação do processo é feita com o uso de Bacillus Stearothirmophylus” para autoclaves a vapor.
  127. 127. MATERIAL NECESSÁRIO • Máscara e luvas. • 02 ampolas de bacillus stearothermophylus, uma para teste e outra para o comparativo. • Integrador químico • Pacote confeccionado com ampola no centro. • Incubadora para teste biológico. • Formulário de monitoramento.
  128. 128. MATERIAL NECESSÁRIO
  129. 129. • Ligar a incubadora 40 minutos antes do início do processo de esterilização. • Identificar a ampola no caso de haver mais de um aparelho. • Preparar o teste colocando a ampola dentro de um campo e depois embalá-lo e colocá-lo na autoclave. • Ao final do ciclo, retirar o pacote teste da autoclave e após o resfriamento da ampola teste, fechar completamente a tampa do indicador. • Realizar a quebra da ampola interna de vidro que contem o meio de cultura, depois balançar para que o meio de cultura umedeça a tira de esporos na parte inferior da mesma (repetir o processo com a ampola comparativa não processada na autoclave. • Abrir a tampa da incubadora e colocar os indicadores, deixá-los por 8 horas e depois proceder com a leitura quinze minutos após o tempo de incubação. ATIVIDADE
  130. 130. ATIVIDADE
  131. 131. ATIVIDADE
  132. 132. ATIVIDADE
  133. 133. INTERPRETAÇÃO DO RESULTADO 1. Ampola teste – Indica o crescimento ou não de microorganismos após o período de incubação se: a) Corado em roxo = Negativo (não houve o crescimento de cultura) b) Corado em amarelo = Positivo (houve o crescimento de cultura). 2. Ampola comparativa = O teste deve ser positivo e corado em amarelo.
  134. 134. INTERPRETAÇÃO DO RESULTADO Obs.: Em caso de teste com resultado positivo não liberar a carga e os lotes para uso e chamar a manutenção. Ao tempo da leitura as ampolas deverão ser desprezadas.
  135. 135. MONITORIZAÇÃO DO TESTE BIOLÓGICO • Realizar o registro de dados que atestem as condições do processo de esterilização anexando os resultados em uma planilha.
  136. 136. • Colocar data / preencher os dados de especificação do ciclo. Ex: Temperatura, tempo, exposição e pressão. • Anexar os integrados químicos. • Anexar os adesivos das ampolas no local indicado. Ex.: Ampola processado / ampola comparativa. • Preencher os espaços para o resultado negativo (- ) ou positivo (+). • Preencher os dados da incubação e assinar. • Ex.: Hora incubação / Data / Hora leitura / Nome responsável. ATIVIDADE
  137. 137. ATIVIDADE
  138. 138. ARMAZENAMENTO DO MATERIAL ESTERILIZADO • Local onde o material esterilizado permanece guardado e separado de outros materiais não esterilizado com o objetivo de garantir a esterilidade dos mesmos. • Local: Armários ou prateleiras.
  139. 139. • Após serem esterilizados e tendo cumprido o tempo de secagem e resfriamento os materiais são encaminhados para o arsenal através de uma janela que dá acesso a este local. • O material é organizado de modo que haja espaço para ventilação entre eles e permanece lá até ser distribuído nos dias de cirurgias. ATIVIDADE
  140. 140. ATIVIDADE
  141. 141. ATIVIDADE
  142. 142. • Obs.: são de extrema importância a observação da limpeza do arsenal, integridade dos pacotes, bem como o controle da validade, estocagem e rodízio de uso desses materiais. • Ex.: Materiais mais recentes deverão ser colocados abaixo dos materiais já existentes evitando a expiração da data de validade dos mesmos. ATIVIDADE
  143. 143. RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTERILIZADOS E ARMAZENADOS NO CVVJ 1º. Caixas cirúrgicas: • Dr. Walter Justa (Catarata). • Dr. Daniel Justa (Catarata). • Instrumental para Catarata extra capsular. • Instrumental para trabeculectomia (Glaucoma). • Instrumental para pequenas cirurgias 2 = (Temor e Pterígio). • Instrumental para plástica palpebral • Instrumental para vitrectomia • Instrumental para catarata reserva. • Caixa cirúrgica para faco • Instrumental individual para retirada de pontos e injeções intra vítreas.
  144. 144. 2º. Campos Operatórios: • Pacotes completos (mesa auxiliar e mesa circular) campos simples e compressas. • Pacotes individuais (campo simples, campo fenestrado / compressas. 3º. Materiais Cirúrgicos: • Pacotes cubas Rins (álcool / soro). • Pacotes cubas básicas (cotonetes / rolos dentais / opérculos e gases). • Pacotes cuba redonda com pinças. • Pacotes com peças microscópio. RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTERILIZADOS E ARMAZENADOS NO CVVJ
  145. 145. 4º. Pacotes individuais: • Pinças mosquito. • Pinças Backaus. • Cotonetes / Rolos dentais / Opérculos gases. • Cânulas para hidrodissecção • Pinças cirúrgicas / dupla via, etc. • Bisturis de Diamante / Ganchos de Iris. • blefarostato. • Tesouras. RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTERILIZADOS E ARMAZENADOS NO CVVJ
  146. 146. CONCLUSÃO • O objetivo da confecção desta cartilha foi padronizar a execução das tarefas fundamentais para o funcionamento correto das atividades aplicadas no centro cirúrgico oftalmológico desta clinica, aumentando a previsibilidade de seus resultados e minimizando as variações e erros causados por imperícia e adaptações aleatórias, independente de falta, ausência parcial ou férias de um profissional.

×