Boletim 29

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Boletim 29

  1. 1. A PALAVRA DO PRESIDENTE Ano 19 • Número 29 • Setembro 2013 CHEGOU AO FIM ESTE MANDATO Junta de Freguesia voltou a premiar Melhores Alunos da Cidade Págs. 19 e 20 Pág. 15 • «Malafaia» em Fafe • As Colectividades e a Marca «Fafe» • Reunião dos Conselhos Diretivo e Geral da ANAFRE • Inauguração Salas de Estudo - COOPFafe • Mesas de voto • Junta de Freguesia voltou a premiar melhores alunos Está a chegar ao fim o meu último mandato deste ciclo de 28 anos à frente dos destinos da Freguesia de Fafe, depois de ter completado um mandato de 3 anos na qualidade de Presidente da Assembleia de Freguesia. Como todos sabem, nasci em Fafe, moro em Fafe e voto em Fafe, apesar da minha vida profissional (como funcionário da EN/EDP) estar ligada a Guimarães. Quando decidi enveredar por exercer a presidência da Junta de Freguesia de Fafe a tempo inteiro, aproximadamente a meio dos mandatos, fi-lo por convicções politicas e de vocação profunda na defesa dos valores e dos ideais de abril, porque sempre defendi que um cidadão não devia ser funcionário público e ter atividades privadas em simultâneo e muito menos quando essas profissões que exercem no setor privado são as mesmas profissões, ou semelhantes, às que exercem no setor público. Até por respeito ao exército de desempregados que atualmente existe no país, esta prática é pouco ética e muito menos democrático. A seriedade e os valores democráticos não se decidem por decreto mas pela capacidade de cada homem ou mulher de levar à prática o que por vezesdefendememteoria. Desafio alguns políticos a acabarem com a ganância pelo vil metal. Peço-vos que passem da teoria à prática e aceitem uma só profissão, tal como eu, sem sofisma, porque me fiz à “vidinha” simplesmashumilde. A COOPfafe inaugurou as novas instalações da Resposta Social de C.A.T.L (Salas de Estudo), com o apoio do Projeto “Reciclar é dar e Receber” – Sociedade Ponto Verde e da Junta de Freguesia de Fafe, no passado dia 13 de Setembro de 2013, pelas18horas. InauguraçãodasSalasdeEstudo-COOPfafe inNotíciasdeFafe
  2. 2. Edição • Junta de Freguesia de Fafe Sede • Praça Mártires do Fascismo, 26 - 4820-146 FAFE Telefone: 253 590 399 Fax: 253 495 135 E-mail: geral@jf-fafe.pt Redacção e Coordenação • José Mário Ribeiro Silva, Filipe Ferreira e Rui Dias Tiragem • 9.000 Exemplares Composição e Impressão • Graficamares, Lda. - Tel. 253 992 735 2 Isto enquanto houver tantos jo- vens, homens e mulheres desem- pregados em Portugal, excluindo aqui os profissionais do desem- prego. Mas contra algumas situações pouco há a fazer, exceto quando não houver boa vontade da parte dos intervenientes, quer numa quer noutrasituação. Agora, em fim de mandato (último), agradeço aos fafenses que numa larga maioria ao longo dos sucessivos mandatos confiaram na equipa que liderei durante os últimos anos e de que maneira, nas urnas através do voto secreto, livre e democrático aquilo que alguns com grandes poderes a nível governamental e autárquico, através da pressão, do medo e de atos pouco democráticosnãoconseguem. A obra da equipa da Junta de Freguesia de Fafe, liderada por mim, está à vista de todos. Não consegui como é óbvio, levar avante alguns projetos importantes para o futuro do concelho e da região: nova sede da Junta de Freguesia de Fafe; parque de lazer da Ponte do Ranha, em suspenso, porque a Câmara Municipal de Fafe foi incapaz de conseguir, durante os últimos 16 anos, aprovar a alteração ao Plano Diretor Municipal (PDM);o corredorverde;agrandepraiafluvialde Calvelos e aAvenida verde que ligará o parque da cidade ao rio Vizela em Calvelos; a ligação da Cumieira à Avenida do Brasil e rotunda de Fornelos; o saneamento básico em toda a freguesia; etc. Veja alguns projetos no suplemento desteboletim. Agora que estamos já a poucos dias do ato eleitoral para escolher o novo Presidente de Câmara, das Assembleias Municipais e das Freguesias, espero que os fafenses votem livremente, sem medo ou pressão, porque o voto é secreto e que saibam escolher os fafenses mais dinâmicos e ousados para assegurarem nos próximosanosos destinosdonosso concelho. Aos fafensesomeumuitoobrigadoeatéjá! RECORDANDO 1… Todos os anos o Município fafense “leva” à Malafaia em média duas mil pessoas. Nos primeiros anos fui convidado mas nunca compareci à “chamada”. Nesta hora, fim de mandato, sinto a necessidade de explicar aos fafenses a razão da minha ausência nesta iniciativa camarária. A minha vontade sempre foi que este convívio se realizasse nas quintas ou praias fluviais do concelho por diversas razões.Aprimeira, porque as várias dezenas de milhares de euros envolvidos na iniciativa, se fosse realizadadentrodo concelho,dariaa “vidinha”a ganhar aos trabalhadores e empresários de Fafe, aos con- juntos/grupos fafenses, às sardinheiras, aos padeiros, aos agricultores, aos suinicultores, aos vinicultores, etc., criando um sistema rotativo entre a restauração do concelho, que pagam em Fafe os seus impostos, mas principalmente daria oportunidade aos mais desfa- vorecidos, idosos e doentes, que evitariam a estafada viagem para o concelho de Esposende, criando assim umamaiorjustiçasocial. Segundo, porque em tempos de crise, o município deve dar prioridade à economia da terra, promovendo os produtos de Fafe, reduzindo os gastos e beneficiando maisos fafenses. Terceiro, se o arraial fosse realizado em Fafe, acabaria a “guerra”anualpelaprocurados bilhetes. Pedido de autorização para estacionamento da carrinha da Junta no parque subterrâneo da biblioteca AJunta de Freguesia de Fafe, na sequência da conversa tida com o Sr. Vereador da Cultura e Desporto, Dr. Antero Barbosa, solicitou à CM Fafe que se dignasse autorizar o estacionamento da viatura desta Autarquia, …, no parque coberto da nova biblioteca da Casa da Cultura. A este nosso pedido, respondeu-nos o Sr. Carlos Mota, chefe de gabinete da presidência, a mando do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Fafe, comunicando-nos o seguinte: “Não é possível ceder estacionamentogratuitonesteparque.” Pelosvistos nemàJuntadeFreguesia! “Malafaia” em Fafe
  3. 3. 3 RECORDANDO 2… Considerando que a freguesia de Fafe tem diversas fontes públicas de água, na sua maioria propriedade da Câmara Municipal de Fafe, onde se abastece parte dos aproximadamente vinte mil (20.000) residentes da freguesia; Considerando que praticamente todas as fontes públicas relacionadas no nosso ofício OF/SR/421/2010 emitido à Câmara Municipal de Fafe (fontes públicas da Foz - S. Ovídio, Fonte da Cana - curva do Valete,Agrela - junto ao tanque, Parque de Lazer de Pardelhas, Parque de Lazer do Sol Poente, S. Jorge - 3 fontes – Ruas da Pedreira, Covas e Vitória, rotunda dos bombeiros, Bouças - junto à pista de cicloturismo, etc.), foram recuperadas e devolvidas à população, para consumo doméstico, utilização na lavagem de roupa e outros serviços,incluindoarega;… …Considerando ainda a necessidade de informar a população que a água das fontes públicas da freguesia não está a ser controlada, de acordo com a informação transmitida às autarquias pelos competentes serviços da delegaçãodesaúdedeFafe; Proponho: 1 – Que a Junta de Freguesia de Fafe hoje reunida delibere solicitar à Câmara Municipal de Fafe e ao Ministério da Saúde, devido ao risco para a saúde pública, a continuação da análise das águas das fontes públicas da cidade, que julgamos justificada pela afluência significativa dos utilizadores, principalmente na nossa freguesia, a fim de evitar danos irreparáveisparaasaúdedetodosos consumidores… Fafe, 07 de Outubro de 2010 O Presidente da Junta de Freguesia, (JOSÉ MÁRIO RIBEIRO SILVA) Análise das águas das fontes públicas “A Junta de Freguesia de Fafe, na sua reunião de 02/02/2012, tomou conhecimento através da imprensa local que a Câmara Municipal de Fafe e a Paroquia de S. Eulália, permutaram terreno e a escola EB1 Fafe (Igreja Matriz). Lamentamos e protestamos novamente que esta autarquia não seja “ouvida nem achada” para o efeito, até porque a alienação das escolas noutras freguesias tem tido outro procedimento da parte dessa edilidade bem como as propostas de Vª. Exª., que são elaboradasembenefíciodasrespetivasautarquias… … Aproveito para lembrar a Vª. Exª., que a ultima vez que falei sobre a ocupação a dar à escola EB1 Fafe (Igreja Matriz), informou-me que, de acordo com o escrito na Carta Educativa de Fafe, seria para juntar neste estabelecimento de ensino todas as salas das pré- escolas da freguesia de Fafe. Pelo visto esta escola levou o mesmo rumo dado à escola EB1 Santo, que depois de Vª. Exª., tê-la prometido para a futura sede da junta de freguesia de Fafe acabou por oferece-la a outra instituiçãodenaturezaprivada. Agora não duvide que esta autarquia tem muitas dificuldades em confiar nas promessas de Vª. Exª., no exercício das atuais funções autárquicas. A partir de agora esta freguesia terá de fazer “orelhas moucas” aos vossos compromissos, que devido aos sucessivos incumprimentos têm pouco valor institucional ou político.” O Presidente da Junta, (JOSÉ MÁRIO RIBEIRO SILVA) A Junta de Freguesia de Fafe con- testou junto da Câmara Municipal de Fafe a permuta do terreno da Igreja Matriz pela escola EB1 Fafe P.S. – Carta da contestação enviada à Edilidade Fafense atravésdonosso ofícioOF/SR/075/2012 de06/02/2012. Nota: Estiveram juntos nesta coligação do “centrão dos interesses” – o Governo, a Câmara Municipal de Fafe e a Comissão Fabriqueira de Fafe, que ajudaram a dar a “machadada” final na política educativa de proximidade aos cidadãos e da Escola Públicanesta freguesiadeFafe. (ataque feroz à escola pública e de proximidade) P.S. – Esperamos que o próximo executivo cama-rário, a sair do próximo ato eleitoral do dia 29, reveja a decisão camararia de não controlar todas as fontes públicas do concelho. Com a água controlada a população fica mais des- cansada. Asaúde eos fafenses agradecem! 1 RECORDANDO 3…
  4. 4. 4 NAS PASSADEIRAS DÊ PRIORIDADE AOS PEÕES Ao longo dos últimos 12 anos como secretário da Junta de Freguesia de Fafe, uma das maiores recompensas que levo foi de ir reconhecendo o trabalho e o valor das coletividades da Freguesia de Fafe, principalmente as de carácter amador.Aimportância delas para os seus dirigentes e colaboradores, e bem assim para os residentes de Fafe que se habituaram a assistir e apreciar as iniciativas que estas vão realizando, na maioria das vezes gratuitamente. As pessoas escolhem esta ou aquela coletividade como sua predileta, em função da sua localização ou da natureza cultural, social ou desportiva das suas atividades. Todos nós temos ou conhecemos, exemplos de famílias que se ligam às coletividades porque os seus filhos aí praticam uma atividade específica, e são capazes de darem o que têm e o que não têm, para os fazerem felizes. Este é um grande valor que gostaria de ver enraizado nos mais jovens, que devem beber da sabedoria e experiência dos menos jovens, para que não deixem morrer uma coletividade. Mas também, e não menos importante (bem pelo contrário), a promoção que as coletividades fazem da marca Fafe lá fora. De recordar que muitas das coletividades percorrem já há muito tempo com as suas atividades, o nosso país de norte a sul e mesmo a nível internacional, fazendo chegar a marca Fafe porondepassam. Há algum tempo atrás os responsáveis do município pela cultura e deporto, abraçaram um projeto (bem ou mal o futuro o dirá) liderado por profissionais, gente de fora que presumo sejam bem pagos, e cujos objetivos seriam a promoção de Fafe como marca de cultura a nível nacional e internacional, a interação com as coletividades existentes do concelho e a ambição de desenvolver o concelho comercialmente à volta da cultura. Estes foram os objetivos que ouvi pela boca do responsável máximo daqueles profissionais, numa reunião em que estive presente a título pessoal e como colaborador de uma coletividade. Sobre esses objetivos volto a referir que muitas das coletividades de Fafe já promovem bem o nosso nome lá fora, porventura não é dado o devido valor ou atenção a essa promoção. Acerca da interação com as coletividades existentes é verdade que tem havido alguma, mas no fundo acaba por atrapalhar a agenda que as coletividades possam ter das suas próprias iniciativas. A mesma pessoa não pode estar em dois lados ao mesmo tempo e as nossas coletividades acabam por alterar ou no pior dos casos cancelar a sua própria agenda.Ainda que, para a promoção do projeto fora de portas os nossos fafenses já não contam, pois só têm ido os ditos profissionais. Deveriam também levar gente da terra, desempregada e por isso disponível, interessada por essa área da cultura e talvez com isso criando-lhes novas janelas de oportunidades. Só pelo desenvolvimento económico do concelho à volta da cultura, este projeto seria excelente nesta altura de grandes dificuldades económicas, mas também na realidade não consigo verificar que AS COLECTIVIDADES E A MARCA “FAFE” isso esteja a acontecer nem que venha a acontecer, excetuando alguns estabelecimentos de restauração que agora lucram com a presença permanente daqueles profissionais em Fafe. Sinceramente a ideia que tenho daquele projeto é que parece ser bom, mas que não se aplica à realidade de Fafe (história, cultura, sociedade, etc). É verdade que não conheço os montantes envolvidos, e que me desculpem os profissionais em questão (que dizem serem realmente bons), mas na minha ideia qualquer que seja o montante envolvido seria melhor aplicado nas coletividades locais. Se querem ligar a nossa história de brasileiros torna-viagem por exemplo com a população brasileira não seria bem mais fácil, eficaz e barato investir em marketing e publicidade diretamente naquele país especificamente em localidades onde já existem parcerias com a CâmaraMunicipaldeFafe? Fafe tem um filão de coletividades que muito enriquecem o concelho e que também vão fazendo a história do mesmo. Estas coletividades ou a maioria delas, como qualquer cidadão facilmente entenderá, sobrevivem da carolice das pessoas que as rodeiam e de apoios públicos das Freguesias e do Município de Fafe. Acerca dos apoios públicos, deve ser um direito das coletividades saberem com o que podem contar e aquilo a que têm direito. Muitas das vezes as coletividades não sabem exatamente ao que têm direito. Recordo que quando entrei para secretário em 2001, já havia um “fomento de atividades” que foi sendo aperfeiçoado ao longo dos anos e que explica às coletividades quais são exatamente as regras do jogo e os apoios a que têm direito. Este fomento sempre visou uma melhor distribuição dos dinheiros públicos, premiando quem mais trabalha em detrimento de outros que, por razões diversas, menos trabalham e sobretudo diferenciando positivamente o amadorismo do profissionalismo. Na génese do próprio fomento está uma frase do melhor presidente de junta de sempre do concelho de Fafe, o amigo e camarada José Mário, a saber: “ … em vez de lhes dares o peixe, dá-lhes antes uma cana e ensina- os a pescar”. Isto para mim, diz tudo sobre o Homem mas tambémsobreaideia. Em conclusão, apelo aos próximos responsáveis pela cultura e desporto do Município de Fafe, que estudem a fundo a realidade das coletividades do nosso concelho e elaborem um documento de trabalho de âmbito municipal, que à semelhança do nosso fomento de atividades, crie e defina as regras dos apoios públicos a todas as coletividades. Apoiar mais aquelas que melhor trabalham e que por isso enriquecem verdadeiramente a história coletiva do nosso concelho.Talvez retomando a ideia do que foi a extinta Comissão Municipal de Cultura e Desporto, se possa fazer um melhor trabalho. Fafe por si só, tem experiência e capacidade de se organizar, para realizar grandes projetos municipais.Veja-se o que tem vindo a ser as Jornadas Literárias e a sua importância, apesar de haver por aí quem não aprecie o resultadofinal.Sãoideiaseopiniões. João Filipe Novais Ferreira Secretário da Junta de Freguesia de Fafe
  5. 5. 5 DÊ PREFERÊNCIA AOS PRODUTOS DA NOSSA TERRA A Junta de Freguesia de Fafe e o autor Artur Ferreira Coimbra, apresentaram no passado dia 05/07/2013, pelas 21:30h, na Biblioteca Municipal de Fafeolivro“Fafe,MeuAmor”. “Eis o livro que faltava na sublime biblioteca da nossa cidade, retiro dos mais ousados e imaginativos escritores do nosso país. A publicação de “Fafe, Meu Amor”, de Artur Ferreira Coimbra, irá abrir as portas dos segredos das origens do nosso concelho a todos os fafenses, mas principalmenteaquelesquetêmFafenocoração. A Junta de Freguesia de Fafe aprovou o plano de atividades para 2013 com o reforço da rubrica “edição de livros” para homenagear Artur Ferreira Coimbra, galardoado com a medalha de ouro da freguesia de Fafe nas comemorações do Dia da Liberdade - 25 de Abril de 2003, por proposta de 03/04/2003, que lhe concedeu o título de “Cidadão Honorário de Fafe”, o maior escritor fafense de todos os tempos, com a publicação pela Freguesia de Fafe de um livro à sua escolha, o livro que sempre sonhou publicar:- “Fafe,MeuAmor”. Todas as terras tiveram ao longo da história a sua “pena de ouro”, nós temos a nossa, na mão de Artur Ferreira Coimbra, onde as letras compõem habilmente as palavras que percorrem os caminhos das recordações do nosso concelho pelos campos, pelas montanhas, pelos rios e ribeiros, pelo céu, pelo mar, pela terra dos seus sonhos e da sua imaginação, pelos jardins floridos da nossa terraedanossa gente. As obras literárias de Artur Ferreira Coimbra, o eterno presidente do Núcleo de Artes e Letras de Fafe, apoiadas pela Freguesia de Fafe, “Ruy Monte” (prosa); “25Anos de Palavras”; “50Anos de História – Associação Desportiva de Fafe”; “Desafetos ao Estado Novo” (uma edição da Junta de Freguesia de Fafe); “Cais do Olhar”; “Dicionário dos Fafenses”; “Ruy Monte” (obra poética); “O Prisma do Poeta”; “Máquina da Liberdade – vida e obra”; “Movimento Associativo da Freguesia de Fafe” (uma edição da Junta de Freguesia de Fafe), etc., compõem o principal motivo de orgulho de todos os fafenses e amigos de Artur Ferreira Coimbra. Ao homenagearmos o autor estamos também a homenagear o escritor, o jornalista, o camarada, o amigo, o “bom chefe de família”, todas as mulheres e homens do imenso mundo literário que ajudaram a construir ao longo das últimas décadas, a enorme bibliotecadeFafeedoseu povo. Com esta nova edição, a Junta de Freguesia de Fafe estará eternamente grata ao grande autor fafense Artur Ferreira Coimbra eà sua família.” Para Fafe, minha terra, deixo o meu poema: O meu lugar é aqui Junto da minha flor Saindo dele, sinto em mim Saudades do meu amor O Presidente da Junta de Freguesia de Fafe, José Mário Ribeiro Silva “Fafe, Meu Amor” Termina agora, mais um mandato de José Mário Silva à frente da Junta de Freguesia de Fafe, que não é mais um, mas sim o último! A lei da limitação dos mandatos assim o exige. Fecha-se um ciclo de 28 anos à frente desta autarquia, democrática e sucessivamente eleito como Presidente, escolhido que foi pela maioria dos eleitores da freguesia. Um “ciclo”, que para mim foi uma universidade!Aceitei esta oportunidade/convite de trabalhar ao lado do mais carismático presidente de Junta de todos os tempos. Um estilo inconfundível de lidar com os destinos de uma população, por alguns esquecida, que fazendo parte da freguesia da cidade, não teria os mesmos benefícios de morar na área mais urbana. José Mário Silva foi acabando com essas assimetrias e dotou todos os lugares da freguesia, de condições mínimas de acessibilidades, iluminação pública etc. chamando mais tarde até si, grupos de cidadãos organizados em associações, para dinamizarem os seus lugares. Esta política de dar “canas” em vez de dar logo o “peixe”, foi a possível numa Junta que viu reduzido ano após anos verbas importantes para a sua gestão corrente. Transformou a freguesia num “relógio”, em que todos e de todos os lugares, não o deixaram parar, trabalhado cada grupo no seu “mecanismo”. José Mário depois só dava “à corda”. As obras estão à vista de todos! Sem falar noutras que José Mário idealiza para a freguesia! José Mário não parava! Foi muito bom aprender com ele e ver que cumpre muitas vezes o pensamento de Fernando Pessoa: “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”. De origens humildes, só com título “Honoris causa”, da “Universidade da Ponte do Ranha”, como muitas vezes referia (o título fui eu que lho dei neste texto), o José Mário deixa um estilo vincado de governar, que por certo perdurará alguns anos na história da Junta de Freguesia de Fafe. E eu?! Eu tive orgulho de ter lidado com ele e ter feito esta “universidade” num “curso” de quatro anos. ObrigadoJosé Mário! Rui Dias Vogal da Junta de Freguesia de Fafe Um ciclo… universitário!
  6. 6. 6 ... E A FREGUESIA DE FAFE SEMPRE PRESENTE Exmos. Senhores Sejam bem vindos a Fafe, bem vindos à terra da justiça. Saúdo em nome de todos os fafenses os autarcas aqui presentes, representantes das freguesias de Portugal, que nos honramcomasuapresença. Nos momentos mais difíceis para as freguesias portuguesas que sofreram um rude golpe, desferido pelo atual governo, com a reforma administrativa nacional de Relvas/Passos Coelho que originou uma perda irre- parável, superior a mais de mil freguesias, a nível nacional para o poder local democrático. Fafe também sofreu na “pele” os efeitos nefastos da má politica governamental que deu origem a perda de freguesias sem qualquer tipo de critério que potencializasse o tratamento em pé de igualdade no processo levado a efeito para a agregação de freguesias. Mas os efeitos desta reforma administrativa seriam ainda mais desastrosos para o país se o governo não tivesse pela frente a resistência heroica das freguesias portuguesas representadas aqui pela AssociaçãoNacionaldeFreguesias–ANAFRE. Umas vezes ganha-se, como aconteceu durante o governo de António Guterres, outras vezes perde-se como aconteceu recentemente com a dita reforma administrativa de Relvas/Passos Coelho. Esta direção Reunião dos Conselhos Diretivo e Geral da em FafeANAFRE O Presidente da Junta de Freguesia de Fafe discursando no Conselho Geral da ANAFRE, realizado em Fafe, no dia 13 de julho de 2013 teve muitas dificuldades em lutar na rua, pela manutenção das freguesias. Mas permitam-me que deixe aqui um desabafo, se as vitorias das direções da ANAFRE são nossas, as derrotas também. Todos somos culpados pela nossa má prestação neste processo de agregação das freguesias porque a direção terá tanto mais força quanto mais freguesias se empenharem, neste processo começando pela manutenção e inscrição na ANAFRE, que tornará mais forte o poder reivindicativo das autarquias, perante a política desastrosa levada a cabo por qualquer governo deste país, mesmo que aliado a quaisquertroikas. Agora, espero que os trabalhos deste concelho geral decorram da melhor maneira possível para que os colegas autarcas e familiares continuem após esta reunião a desfrutarem desta magnifica terra minhota, hospitaleira, conhecida desde tempos imemoriáveis por “boa madrasta e fraca mãe”, por tratar melhor a gente de fora. Aproveitem esta deslocação a Fafe para desfrutarem do atual momento, porque decorrem agora as festas anuais do concelho de Fafe, que reparte ao longo do fim de semanaassuas festividadesentreosagradoeoprofano. Aproveito para agradecer à ANAFRE, neste final de mandato, o ter escolhido Fafe para a reunião da direção e doconcelhogeral.
  7. 7. 7 Suplemento que integra o Boletim Informativo de Setembro de 2013 SUPLEMENTO Parque de Lazer da Ponte do Ranha
  8. 8. 8 O Parque de Lazer da Ponte do Ranha – Sanguinhal – Traseiras do Matadouro – a integrar no futuro corredor verde (dependente da aprovação pela CM Fafe do PDM). O Parque de Lazer da Ponte do Ranha, ocupa uma área de 8.000 m2 de uma área de ribeirinha da Freguesia de Fafe, na qual confluem duas importantes linhas de água do Concelho – a Ribeira de Moreira e a Ribeira de Ribeiros – cuja junção de caudais origina o Rio Ferro, importante afluente do Rio Vizela. Este parque situado numa zona de elevado valor histórico e patrimonial para a Freguesia e para o Concelho, encontra-se no limite do perímetro urbano da Freguesia de Fafe e na área de encontro das freguesias de Fafe e Quinchães e tem na sua envolvente o extinto Matadouro Municipal e várias infra estruturas de interessante valor patrimonial, nomeadamente tanques públicos, moinhos, açudes e levadas. Juntamente a todas as características do espaço, será este Parque atravessado pelo projetado Corredor Verde de Fafe, ficando assim a ser parte integrante deste e no qual exercerá diversas funções. Da proposta de projeto agora apresentada destaca-se o aspeto orgânico do seu traçado, no qual se envolverão um conjunto de infra estruturas – praia fluvial, campo de jogos, equipamentos geriátricos (ginástica), lago, varandas, balneários e wc, bar e parque infantil – e de equipamentos que disponibilizarão não só ao fruidor do Corredor Verde, mas também às crianças e cidadãos da Freguesia que aqui se desloquem, atividades diversificadas que variarão entre o descanso e a atividade física mais intensa. Associado à dinâmica proporcionada pelo espaço poderá o utilizador consumir imagens diversificadas, durante os momentos de contemplação, dada a planificação de alinhamentos arbóreos com espécies características de zonas ribeirinhas e de áreas húmidas, pontuando-se com espécies arbóreas de elevado valor cénico, cuja variação de tonalidade e contraste oferecerá imagens diferenciadas ao longo do ano. Dado o uso e ocupação do solo, bem como a modelação de terreno, anterior à construção do Parque de Lazer, resultar de uma intensa ocupação cultural resultante da atividade agrícola, optar-se-á por manter os diversos socalcos presentes na área de intervenção e, na medida do possível, manter-se-ão alguns exemplares de árvores, também característicos da agricultura minhota. Com a intervenção concluída o parque cumprirá essencialmente quatro funções, nomeadamente: - o espaço de descanso para os que percorrem o Corredor Verde; - o espaço veraneante para todos que da praia fluvial pretendam desfrutar; - o espaço de igualdade e de oportunidades, no qual será possível proporcionar a toda a população residente nesta área da Cidade o acesso a equipamentos que não estão à sua disposição nas imediações do seu território; - o espaço desportivo e de promoção de atividades sócio culturais, que possibilitará a todos os que aqui se desloquem a promoção de práticas físicas saudáveis e de cidadania. A execução do programa que conduzirá à criação do Parque de Lazer da Ponte do Ranha será mais um importante passo para a atratividade e afirmação do Corredor Verde, assim como será um marco importante na estrutura verde fundamental do Município e na melhoria da qualidade de vida dos nossos concidadãos. Pedro Valente (Eng.º) O Parque de Lazer da Ponte da Ranha, a ser construído nos terrenos da Quinta do Sanguinhal, será uma das principais obras deste mandato. A sua construção é de elevada importância a nível estratégico da freguesia, em virtude de servir uma das zonas de maior densidade populacional da cidade de Fafe. Esta obra vai preencher uma grande lacuna existente na nossa Freguesia, ou seja, a falta de infraestruturas desportivas básicas, incluindo os parques infantis que há muito foram projetados para as traseiras dos edifícios construídos na Avenida Antero de Quental, pelos promotores dos loteamentos e entregues na Câmara Municipal de Fafe para o efeito. Todos sabemos que apesar destas infraestruturas terem sido aprovadas pela edilidade fafense, nunca chegaram a ser construídas. Daí a nossa insistência e teimosia em apresentar um projeto para construção do parque de lazer neste local e apesar da responsabilidade desta autarquia nesta situação, ser bastante limitada, pesa na decisão a nossa boa vontade e a experiência autárquica relativamente à construção dos parques de lazer na nossa cidade. Apesar da necessidade de contenção e racionalização das despesas, aliás como já aconteceu nos anos transatos, vamos continuar a contribuir com o mesmo espírito autárquico de sempre para a rentabilização do atual orçamento, reduzindo em alguns gastos considerados supérfluos ou compensando as despesas com um melhor equilíbrio das contas públicas, assumindo com a população fafense, o compromisso de honra no cumprimento integral do Plano de Atividades que apresento no presente documento! Fafe, 18 de Dezembro de 2009 O Presidente da Junta, (JOSÉ MÁRIO RIBEIRO SILVA) P.S – O projeto em papel e em suporte informático foi enviado à Câmara Municipal de Fafe através do nosso ofício OF/SB/299/2011 de 09/06/2011. De salientar que na presenta data o PDM ainda não foi aprovado pela edilidade fafense.
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  10. 10. 10 A ideia da Praia Fluvial de Calvelos nasceu ainda nos finais dos anos 80, quando a Junta de Freguesia de Fafe solicitou, ao Sr. Ministro do Ambiente, a bandeira azul para proteção das praias fluviais, dos rios e ribeiros portugueses. Esta autarquia tem o dever moral de dar a conhecer aos fafenses esta iniciativa, através da apre- sentação pública do ante-projeto da Praia Fluvial de Calvelos, com ligação através de avenida verde, ao Parque da Cidade, que como é do conhecimento dos nossos cidadãos, foi pedido por esta autarquia ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Fafe (Dr. Parcídio Summavielle), nos finais dos anos 80, do século passado. Depois foi só dar “asas” à nossa imaginação, passar para o papel o projeto base que está de acordo com a nossa proposta aprovada por unanimidade, na O Projeto Avenida Verde (grande praia fluvial de Calvelos, comligaçãoatravésdeavenidaverde,aoParquedaCidade) reunião desta autarquia, realizada no dia 22 de Novembro de 2007, que agora será apresentado pela equipa responsável pelo estudo e elaboração do Ante-Projeto, liderada pelo Sr. Arquiteto Pedro Sousa. Aproveito para informar os presentes que o projeto base, após a apresentação, será entregue à C.M. Fafe conforme o informado ao Sr. Presidente da Edilidade fafense na reunião realizada em 18/01/2010, entre o executivo da Junta e a Câmara Municipal. P.S. – O projeto em papel e em suporte informático foi oferecido pela Junta de Freguesia de Fafe e entregue à Câmara Municipal de Fafe através do nosso ofício OF/SR/387/2010 de 09/07/2010. A fim de se proceder à beneficiação da Rua do Horto, Travessa do Lombo, alargamento do recinto do Horto (Nª. Sª. de Antime) e construção da nova Ponte do Lombo, a Junta de Freguesia de Fafe ofereceu à Câmara Municipal de Fafe, o levantamento topográfico destas artérias, em suporte informático e em papel, através do nosso ofício OF/SR/298/2013 de 17/07/2013. “Vem a Junta de Freguesia de Fafe ao longo dos últimos anos solicitando a essa edilidade a construção da nova ponte do Lombo, de forma a preservar a ponte medieval que ameaça ruir até porque nos últimos invernos os suportes das margens juntos à ponte têm ruido, principalmente do lado da freguesia de Antime. Esta iniciativa teve na altura própria o aval do Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Antime, presidida pelo Sr. João Baptista Gonçalves. Depois de vários pedidos, quer das juntas de Fafe e Antime quer dos próprios párocos, como é do conhecimento de Vª. Exª., vem esta autarquia continuar a solicitar a Vª. Exª., para incluir no plano Reperfilamento da Rua do Horto, Travessa do Lombo, alar- gamento do recinto do Horto (Nª. Sª. de Antime) e construção danovaPontedoLombo: de atividades dessa Câmara Municipal, a construção da nova ponte do Lombo, reperfilamento da Rua do Horto e Travessa do Lombo, com alargamento do recinto onde todos os anos os católicos cumprem a tradição da despedida da Nossa Senhora da Misericórdia ou de Antime e abertura da estrada do logradouro da Nª. Sª. de Antime até à Rua Vasco da Gama. Assim, sabendo das dificuldades que essa autarquia costuma ter na elaboração dos levantamentos topográficos, esta Junta de Freguesia envia em suporte informático (CD) e papel o estudo prévio das obras solicitadas, acompanhado do respetivo levantamento topográfico da zona a intervir. O estudo em pormenor será enviado brevemente, podendo dar andamento ao processo se essa edilidade assim o entender.” P.S. – O estudo em pormenor foi entretanto enviado à Câmara Municipal de Fafe em 14 de agosto do ano corrente.
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  12. 12. 12 Proposta de alteração de trânsito, construção e reperfilamento de vias da cidade apresentado pela Junta de Freguesia de Fafe no ano 2000 A Junta de Freguesia de Fafe enviou à Câmara Municipal de Fafe, através do ofício OF/407/2000 de 29/12/2000, a planta com a proposta de alteração do trânsito, construção e reperfila- mento de vias da cidade, visando uma maior fluidez do trânsito automóvel. TrânsitodaCidadedeFafe: PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO TRÂNSITO, CONSTRUÇÃO E REPERFILAMENTO DE VIAS DA CIDADE APRESENTADO PELA JUNTA DE FREGUESIADEFAFE Esta proposta foi verbalmente aceite pelo Eng.º responsável pelo ordenamento do território da cidade, embora não fosse cumprido na totalidade, essencialmente na parte dos antigos caminhos de ferro, entre a Rua do Retiro e a Rua do Ruival, passando pela Feira Velha através dum pequeno túnel. VIAS A CONSTRUIR CONSTRUÇÃO DE ROTUNDA CONSTRUÇÃO DE PASSAGEM INFERIOR OU SUPERIOR PARA PEÕES CONSTRUÇÃO DE PASSAGEM INFERIOR DE TRÂNSITO AUTOMÓVEL CONSTRUÇÃO DE VIADUTO (PASSAGEM SUPERIOR) DE TRÂNSITO AUTOMÓVEL FAFE TEM FUTUO
  13. 13. 13 Proposta - Considerando que a freguesia de Fafe tem diversas fontes públicas de água, na sua maioria propriedade da Câmara Municipal de Fafe, onde se abastece parte dos apro- ximadamente vinte mil (20.000) residentes da freguesia; - Considerando que praticamente todas as fontes públicas relacionadas no nosso ofício OF/SR/421/2010 emitido à Câmara Municipal de Fafe (fontes públicas da Foz - S. Ovídio, Fonte da Cana - curva do Valete,Agrela - junto ao tanque, Parque de Lazer de Pardelhas, Parque de Lazer do Sol Poente, S. Jorge - 3 fontes – Ruas da Pedreira, Covas e Vitória, rotunda dos bombeiros, Bouças - junto à pista de cicloturismo, etc.), foram recuperadas e devolvidas à população, para consumo doméstico, utilização na lavagem de roupa e outros serviços, incluindo a rega; - Considerando que os serviços de saúde de Fafe, através do ofício AS/147, informa a Câmara Municipal de Fafe e as juntas de freguesia, mais concretamente no ponto 6 do referido ofício “…o Serviço de Saúde Pública não procederá a colheitas de água para análise (vigilância sanitária) nestes sistemas, podendo, em casos devidamente justificados, exercer uma acção de avaliação de risco para a saúde pública resultante do consumo de água distribuída por fontes que têm, reconhecidamente, uma afluência signifi- cativa de consumidores…”; - Considerando que as análises são fundamentais para manter as águas potáveis com qualidade de salubridade e defende com mais segurança a saúde de todos e beneficia economicamente os consumidores das nossas fontes públicas, em tempo de crise 1 Análise das águas das fontes públicas mundial, que também está a afectar o nosso país; - Considerando ainda a necessidade de informar a população que a água das fontes públicas da freguesia não está a ser con- trolada, de acordo com a informação trans- mitida às autarquias pelos competentes serviços da delegação de saúde de Fafe; Proponho: 1 – Que a Junta de Freguesia de Fafe hoje reunida delibere solicitar à Câmara Municipal de Fafe e ao Ministério da Saúde, devido ao risco para a saúde pública, a continuação da análise das águas das fontes públicas da cidade, que julgamos justificada pela afluência significativa dos utilizadores, principalmente na nossa freguesia, a fim de evitar danos irre- paráveis para a saúde de todos os consu- midores. 2 – Que da presente deliberação seja dado conhecimento ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Fafe, à Sra. Ministra da Saúde, ao Sr. Governador Civil do Distrito de Braga, ao Sr. Presidente da Assembleia Municipal de Fafe, ao Sr. Presidente da Assembleia de Freguesia de Fafe, à Comunicação Social Local e Regional e ainda deverá ser publicada no site da Internet destaAutarquia. Fafe, 07 de Outubro de 2010 O Presidente da Junta de Freguesia, (JOSÉ MÁRIO RIBEIRO SILVA)
  14. 14. 14 TRABALHAMOS ATÉ AO FIM...! Beneficiação e reperfilamento do Quelho do Car- neiro-Pardelhas Beneficiação e reperfilamento da rede de água na RuadoSoutinho Demos início à construção dos balneários e WC do parquedelazerdoSolPoente BeneficiaçãoereperfilamentodaRuadoRielho Instalação de elevador no Quartel dos Bombeiros VoluntáriosdeFafe Construção do Parque Infantil do Lombo (inserido no ParquedeLazerdaFábricadoFerro)
  15. 15. 15 Depois da inauguração, no ano passado, das novas ins- talações da Coopfafe, na Cumieira, a instituição inaugurou, na passada sexta-feira, as salas de Atividades de Tempo Livre (ATL). Parcídio Summavielle, administrador da Coopfafe, frisou que estas instalações são “de todos e para todos. Esta casa é vossa e nós só estamos cá para ajudar”. Destacou o trabalho da diretora, Ana Luísa Damasceno, “se alguém sonhou sempre foi aAna Luísa, que merece a maior salva de palmas” e salientou os apoios que receberam para a conclusão da obra. “Esta parte do edifício ficou em bruto e foi graças a uma candidatura com o alto patrocínio da SIC esperança e da sociedade Ponto Verde e com o patrocínio da Junta de Freguesia de Fafe, presidida pelo José Mário, que se concluiu”, sublinhando o apoio do autarca. “Foi um amigo permanente desta instituição e estamos-lhe grato”. Também Jorge Oliveira, presidente da direção agradeceu “o empenho da Junta de Freguesia e de todas as instituições que connosco colaboram e que nos permitem tornar este sonho realidade”. José Mário Silva, agradeceu a homenagem de que foi alvo mas devolveu os elogios. “Tinha de estar convosco porque a causa da Cumieira sempre foi uma das minhas causas. Ninguém tem de me agradecer porque o presidente da Junta é que vos está agradecido, às mulheres e homens que lutaram por esta causa. Este projeto é de todos e só nos competia colaborar”, disse. Foi também realizada uma homenagem simbólica à funcionária Adélia, a mais antiga da instituição. “Estou aqui há 27 anos, comecei numas instalações muito pequeninas e depois surgiu uma verdadeira mulher que revolucionou isto tudo, aAna Luísa”, disse, emocionada. Inauguração das Salas de Estudo - COOPfafe A festa prosseguiu com um pequeno lanche e o descer- ramentodas placasalusivasaomomento. Rui Abreu in Notícias de Fafe
  16. 16. 16 ... E A JUNTA QUE SEMPRE AS APOIA O VOTO É SECRETO TODAS AS NOTÍCIAS SOBRE AS AQUI! ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2013
  17. 17. 17 Desdobramento do número de eleitor pelas mesas de voto Eleições Autárquicas 2013 – 29/09/2013 Tipo de Caderno: Nacionais Tipo de Caderno: Estrangeiros Residentes No passado dia 12 de setembro do corrente, na sede da Junta de Freguesia de Fafe foi apresentada pelo Presidente do Núcleo de Artes e Letras de Fafe, o escritor Artur Ferreira Coimbra, a 4ª ediçãodaMonografiadaFreguesiadeFafe. Este livro foi elaborado a pensar nos alunos das escolas da cidade que têm aqui na sua “bíblia” autárquica praticamente todo o processo do funcionamento da Junta e um pouco da história da nossa Freguesia. Esta edição distingue-se das anteriores, porque na sua atualização tem todos os membros da atual Junta e Assembleia de Freguesia de Fafe e ainda as rubricas: História da Fábrica do Ferro; Memórias da minha escola; Galardões da Freguesia; Projetos futuros para o desenvolvimento da Freguesia; o Boletim Informativo,etc.. Os primeiros livros foram distribuídos aos melhores alunos e também aos estudantes da escola de Pardelhas. A Monografia da Freguesia de Fafe – 4ª edição foi já distribuída em todas as escolas do1ºciclo.No 9ºanofoidistribuídojuntamentecoma Apresentação da Monografia da Freguesia de Fafe – 4ª edição Monografia, o livro “Fafe, MeuAmor” deArtur Ferreira Coimbra, umaediçãodaJuntadeFreguesiadeFafe.
  18. 18. 18 Presidente da Junta de Freguesia de Fafe foi Homenageado Entrega de medalha (Cruz Vermelha de Dedicação) e diploma em 13 de setembro de 2013 Medalha de Serviços Distintos Grau de Ouro entregue em 23/6/2013 AJUDANDO OS BOMBEIROS AJUDA A PRESERVAR A NOSSA FLORESTA
  19. 19. A Junta de Freguesia de Fafe assinou no passado dia 26 de julho de 2013 um protocolo de colaboração com a Escola Secundária de Fafe, no âmbito da cria- ção do Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) e que tem como objetivos a identificação de necessidades concretas de qualificação, o apoio à organização de respostas úteis, a otimização dos recursos humanos e logísticos, a realização de estágios profissionais e a cedência de recursos eequipamentos. EB1 SANTO 1. ANA CATARINA MARINHO PEREIRA - SILVARES S. CLEMENTE 2. DIOGO QUEIROZ VIEIRA DA SILVA - AZURÉM/GUIMARÃES 3. GABRIELAALVES FARIA 4. MARIANA SILVA MAGALHÃES SAMPAIO 5. LUANA BEATRIZ GONÇALVES SILVA 6. RUI MIGUEL SAMPAIO CASTRO 7. PEDRO NOGUEIRAALVES 8. TOMÁS MARTINS SILVA - QUINCHÃES 9. MARIA VITÓRIA CARVALHO HENRIQUES EB1 DEVESINHA 1. GONÇALO FARIA GONÇALVES 2. RUI PEDRO FERNANDES RIBEIRO EB1 S. JORGE 1. BEATRIZ FILIPA MOTA MONTEIRO 2. RUI PEDRO GONÇALVES PEIXOTO ESCOLA EB 2,3 PROF. CARLOS TEIXEIRA 9º ANO 1. DIOGO JOÃO TEIXEIRA PINTO DA COSTA 2. PEDRO MANUEL VILAÇA GOMES 3. ROSA DA CONCEIÇÃO FREITAS MONTEIRO PRÉMIO MELHOR ALUNO 2012/2013 (12/09/2013) PRÉMIO MELHOR ALUNO 2012/2013 (13/09/2013) EB1 CONDE FERREIRA 1. TIAGO LUCAS VAZ MONTEIRO MENDES 2. ANA CAROLINA PEREIRA SILVA EB1/JI FAFE 1. ANA MARGARIDA MARQUES FREITAS MAGALHÃES 2. ANA FRANCISCA SAMPAIO NOVAIS EB1 SANTO OVÍDIO 1. RUI JORGE NOGUEIRA E SILVA 2. BRUNA FILIPA LOPES BARBOSA EB1/JI PARDELHAS 1. ANA MARGARIDA SILVA GONÇALVES 2. DIANA BEATRIZ FERNANDES ESCOLA E,B 2,3 DE MONTELONGO 9º ANO 1. JORGE MACIEL FERNANDES SOUSA - PAÇOS 2. ALICIA BEATRIZ ALVES MAGALHÃES ESCOLA SECUNDARIA DE FAFE 9º ANO 1. JOANA GONÇALVES PINTO - REGADAS 2. ANGELA CRISTINA OLIVEIRA DOS SANTO - CABECEIRAS DE BASTO 3. ANA FRANCISCA CARVALHO CUNHA - TRAVASSÓS 12º ANO 1. ANA CATARINA MARTINS MAGALHÃES 2. MANUEL JOAQUIM DE LIMA FERREIRA 3. MONICA ISABEL PINTO SOUSA FERREIRA - REGO 19 Protocolo entre a Junta de Freguesia de Fafe e a Escola Secundária de Fafe JUNTA DE FREGUESIA VOLTOU A PREMIAR MELHORES ALUNOS DA CIDADE
  20. 20. A JUNTA DE FREGUESIA DE FAFE APOIA A CULTURA E O DESPORTO A Junta de Freguesia de Fafe voltou a premiar, em 12 e 13 de Setembro, os melhores alunos dos vários graus de ensino das escolas da cidade, no caso, relativos ao ano letivo anterior (2012/2013), o que faz desde há mais de duasdécadas. Mais uma vez se reitera o mais profundo elogio a este exemplo pioneiro da autarquia da cidade, o qual, felizmente, já vai sendo replicado por outras juntas de freguesia, quer no nosso concelho, quer fora de portas. Mas José Mário Silva foi pioneiro, sem dúvida, há mais de duasdécadasatrás,oquecumpreassinalar. Como sempre, estiveram presentes representantes dos agrupamentos e escolas da cidade, professores e encarregados de educação dos alunos, além, naturalmente, dos próprios contemplados. O prémio consistiu na atribuição de um incentivo pecuniário e de várias e diversificadas lembranças, a começar por cerca de uma dezena de livros de autores locais, designadamente de Artur Ferreira Coimbra, Ana Martins, Artur Magalhães Leite e Augusto Fera, entre outros. Em primeira mão, foi também apresentada e entregue a 4ª edição da Monografia da freguesia e cidade de Fafe, belíssima edição da autarquia, que fica como legado para asgeraçõesvindouras. Naturalmente, terá de se felicitar vivamente o presidente da Junta de Freguesia, José Mário Silva, para mais quando se aproxima a hora de abandono das suas funções devido ao limite de mandatos, por esta e por outras iniciativas absolutamente vanguardistas na freguesia de Fafe. É de JUNTA DE FREGUESIA VOLTOU A PREMIAR MELHORES ALUNOS DA CIDADE evidenciar, como merece, todo o vastíssimo apoio que prestou durante os seus mandatos às escolas da cidade, ao movimento associativo cultural e desportivo, aos escritores e artistas locais, pela política de apoio à edição de obras, que a autarquia adquiriu em bom número e que, em alguns casos, foram o grande impulso para que obras literáriasvissemaluzdaedição. Uma excelente maneira de apoiar os escritores fafenses e, por outro, para potenciar e promover o gosto pela leitura entre os mais novos. Não há dúvida que, tudo somado, é um investimento financeiro de grande monta no futuro das novas geraçõesdafreguesia. Os votos que, nesta oportunidade, muito since-ramente, formulo é que o exemplo e o pioneirismo de José Mário Silva, as suas boas práticas nas áreas da cultura, desporto e educação, sejam continuadas pelo próximo titular do cargo, quemquerqueeleseja. Um grande abraço de gratidão de todos nós, cidadãos, autoreseamigosdeJosé MárioSilva! José Mário Silva voltou a realçar que a atribuição destas distinções tem servido para “lutar contra o insucesso escolar” nos estabelecimentos de ensino da freguesia, servindo esta distinção de motivação aos alunos premiados, e de exemplo para os colegas de escola, para se empenharem com mais força no único “trabalho” admissívelnas suas idades:aescola. Volta a estar de parabéns a Junta de Freguesia de Fafe e em especial o seu presidente, por mais esta iniciativa que honra a educação e a cultura da nossa cidade! Todos os louvores nuncaserãodemais! Semqualquerdúvida! Artur F. Coimbra

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