Instrumental roteiro_entrevista

288 visualizações

Publicada em

Instrumento 1: ROTEIRO DE ENTREVISTA
Grupos Temáticos de Categorias e Variáveis

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
288
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
8
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Instrumental roteiro_entrevista

  1. 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE EDUCAÇAO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇAO EM EDUCAÇAO DOUTORADO EM EDUCAÇAO Instrumento 1: ROTEIRO DE ENTREVISTA 1 Grupos Temáticos de Categorias e Variáveis 1. Dados Demográficos:  Nome/codinome;  Sexo;  Idade;  Procedência;  Estado conjugal;  Escolaridade;  Religião. 2. Dados Socioeconômicos  Profissão;  Ocupação atual;  Renda individual;  Renda familiar;  Gastos individuais e com a família;  Ajuda financeira recebida;  Tipo e condição de imóvel;  Condição de moradia. 3. Hábitos de vida e saúde  Problemas de saúde/quais;  Cuidados com a saúde e uso de medicamentos;  Hábitos e restrições físicas e/ou alimentares;  Atividade física;  Avaliação geral da saúde. 4. Relações sociais familiares e extrafamiliares  Número de filhos;  Com quem mora; relações com as pessoas com quem mora;  Transferência de apoio intergeracional informal 2 (relações de troca/ajuda junto à família em termos sócio-econômicos e afetivos);  Relações com parentes com os quais não convive;  Relações com vizinhos e amigos; 1 Elaboração: Terezinha Campos – Faculdade de Educação/Unicamp; Orientação: Profª. Dra. Neusa M. Mendes de Gusmão. 2 Transferências de apoio informal entre gerações: propensão de um indivíduo idoso fornecer e/ou receber ajuda informal de seus filhos adultos, bem como a propensão de um filho adulto fornecer e/ou receber ajuda informal de seus pais idosos levando-se em conta as características sócio-econômicas e demográficas tanto de uns quanto de outros. Tipo de apoio: material, instrumental ou funcional; direção do apoio: recebido ou fornecido (SAAD, 1999).
  2. 2.  Participação em associações/grupos. 5. Velhice e trajetória no espaço rural  Sempre morou na localidade/Sim: alguma vez teve oportunidade para sair? Quais os principais motivos para não ter decidido partir/Não: onde também já morou? Durante quanto tempo? Quais os principais motivos que o(a) levaram a sair? Porque é que decidiu voltar? Quando esteve fora, de que é que sentia mais falta (coisas, lugares, pessoas…);  Gosta de viver aqui/Por quê.  Concepção/significado de velhice (geral);  Ser velho no ambiente rural (concepção);  Velhice no rural X velhice no urbano (percepção/idéia);  Paisagens, lugares, tradições, coisas e pessoas que registraria como significativos;  Hábitos de visitação ao espaço urbano;  Sente vontade de ir para a cidade (espaço urbano);  Se tivesse de ir viver em outro lugar, o que faria mais falta. 6. Espectro do Tempo Livre, Espaços e Temporalidade – PRÁTICAS DO PRESENTE 1. Espectro do Tempo Livre 3 (o que) a) Rotinas do Tempo Livre:  Descrição da rotina das próprias necessidades biológicas e cuidados com o próprio corpo; das rotinas familiares e rotinas de administração da casa. b) Atividades Intermediárias de Tempo Livre:  Descrição das atividades voltadas à satisfação das necessidades de formação e/ou também, auto-satisfação e autodesenvolvimento. c) Atividades de Lazer  Descrição das atividades pura ou simplesmente sociáveis, que podem ser mais formais ou menos formais; das atividades de jogo ou miméticas, onde a participação do sujeito ocorre nos níveis de membro organizador, espectador ou ator; e da miscelânea de atividades de lazer menos especializadas.  Diferença entre o lazer no meio rural e no meio urbano (percepção);  Diferença entre lazer para velhos e para jovens (percepção); 2. Temporalidades 4/(quando): destaca o tempo e suas demarcações, conforme o tempo livre se relaciona com o dia, a semana, o ano, a vida. 3 ELIAS, Norbert; DUNNING, Eric. A busca da excitação/o lazer no espectro do tempo livre. Lisboa, Portugal: Difel, 1992 (Coleção Memória e Sociedade)/Tradução: Maia Manoela Almeida e Silva.
  3. 3.  Dia e fim de dia  Fim de semana  Fim de ano (férias) 3. Espaços/(onde): destaca a importância dos lugares e o significado das suas diversas escalas de análise para a compreensão dos ambientes de lazer, sublinhando:  Espaço familiar (a casa como espaço onde ocorrem as rotinas do tempo livre; às atividades intermediárias de tempo livre e às atividades de lazer);  Espaço extrafamiliar (territórios sociais do lazer no espaço rural externos ao lar, relacionando- se às atividades intermediárias de tempo livre e às atividades de lazer). 4. Motivação, Satisfação e Impactos da(s) Experiência(s) de Lazer:  Motivação e satisfação em participar de atividades de Lazer em termos: 1. Intelectual (necessidade de aprendizagem, exploração, descoberta, criação, ou imaginação); 2. Social (necessidade de amizade e as relações interpessoais, bem como a necessidade de valorização pelos outros); 3. Autoridade/controle (necessidade de obter autocontrole, domínio, competição, desafio); 4. Evasão (necessidade de afastamento de situações e rotinas muito intensas/estressantes); 5. Saúde e corpo (qualidade de vida; identidades corporais e lazer);  Impactos na organização familiar, redes de sociabilidade e conquistas políticas. 7. Lazer: PRÁTICAS/EXPERIÊNCIAS PRETÉRITAS E DESEJADAS  Práticas/experiências de lazer vivenciadas quando jovem;  Comparações entre práticas/experiências de lazer vivenciadas e/ou observadas 5 hoje e no passado em termos de motivação e satisfação;  O gostaria de vivenciar/experimentar como lazer hoje. 4 GAMA, Antônio.Notas para uma geografia do tempo livre. Coimbra, Portugal: Institutos de Estudos Geográficos - FLUC, 1988. 5 Turismo na região: de que forma vê a transformação do espaço em que vive e de si próprio ao envelhecer no contexto dessa transformação.

×