SEMANA DE ARTE
MODERNA DE 1922
O ano de 1922 foi muito
importante na
História do Brasil...
Sem dúvida alguma
o fato mais importante
do ano de 22
A vitória do América
A fundação do
Partido comunista
O 1º movimento
tenentista
Os anos 20 foram anos de abalos dramáticos na
Europa, que assistiu a vitória do fascismo e tremeu
com a ameaça comunista.
...
A criação de novas
fábricas ,vinda de
imigrantes e uma
crescente
conscientização da classe
operária agitam a
República vel...
Exposição de Anita Malfatti, em 1917
3.Artista precursora do
Modernismo
4.Movimentos
artísticos que
influenciaram o
Modernismo
O futurismo é um
movimento artístico
que surgiu com a
publicação do
Manifesto Futurista,
pelo poeta italiano
Marinetti.Os
...
nossas suas obras
baseavam-se
fortemente na
velocidade e nos
desenvolvimentos
tecnológicos do
final do século
XIX.
Os primeiros
futuristas
europeus
também
exaltavam a
guerra e a
violência.
Afirmamos que o Esplendor do mundo se faz
enriquecido com uma nova beleza: a beleza da
velocidade. Um carro de corridas, a...
b. Dadaísmo
O movimento Dadá
(Dada) ou Dadaísmo
foi um movimento
artístico da chamada
vanguarda artística
moderna iniciado em
Zurique,...
O poeta romeno Tristan Tzara - perplexo com a
violência, o absurdo das vidas perdidas e outras
barbaridades causadas pela ...
Embora a palavra dada
em francês signifique
cavalo de madeira, sua
utilização marca o non-
sense ou falta de
sentido que p...
"Arte sem amarras, liberdade total do
pensamento“
Um objeto comum escolhido pelo artista, tendo
sido repensado, passa a ter sua função artística.
"Fé absoluta indiscutível em cada deus produto imediato da
espontaneidade DADA salta elegante e sem perdas de uma
harmonia...
O Surrealismo foi um movimento artístico e
literário surgido primeiramente em Paris dos
anos 20, inserido no contexto das ...
Reúne artistas anteriormente ligados ao
Dadaísmo ganhando dimensão internacional.
Fortemente influenciado pelas teorias
ps...
O surrealismo enfatiza o papel do inconsciente
na atividade criativa. Um dos seus objetivos foi
produzir uma arte que, seg...
O poeta e crítico André Breton é o principal líder e
mentor deste movimento
O público paulistano se dirigiu ao Teatro Municipal
para ouvir e ver coisas surpreendentes
5.A semana de arte
13,15 e 17 d...
PAULO PRADO DI CAVALCANTI
6.ORGANIZADORES
Da libertação do nosso espírito, sairá a arte vitoriosa. E os
primeiros anúncios da nossa esperança são os que
oferecemos ...
Entretanto, quando
Oswald de
Andrade, outro
orador,
pronunciou:
“Carlos Gomes é
horrível” – o
auditório veio
abaixo, entre...
7.OBJETIVO
Redescobrir o Brasil
combatendo as velhas
formas do academicismo
que dominava o meio
cultural brasileiro
•Buscou-se usar a cultura do Velho Mundo sem
imitações vazias
•criar uma arte
original
brasileira
orientada para
o novo
8.MODERNISMO NA
LITERATURA
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que n...
Os modernistas se opuseram ao parnaso-
simbolismo que se cultivava até então no Brasil.
a.CARACTERÍSTICAS DO
PARNASIANISMO
A poesia de um Manuel Bandeira ou de um Oswald
de Andrade se opõe ao parnasianismo
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do pro...
A prosa acompanha o processo de pesquisa
linguística
9.TRANSFORMAÇÕES NA
PINTURA
O paisagismo foi liquidado
As bandeirinhas de Volpi explicam o que podemos
realizar com a cor
10.A ESCULTURA
Destacou-se o nome de Vitor Brecheret
11.A MÚSICA
A participação de Villa-Lobos é o registro mais
significativo no meio musical
12.CONSEQUÊNCIAS DA
SEMANA DE 22
Estrada de Ferro Central do Brasil, 1924
Óleo s/ tela, 142 x 100,2 cm
Algumas
imagens
do início da
década de 20
semana de arte moderna
semana de arte moderna
semana de arte moderna
semana de arte moderna
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  • Abaporu é um quadro em pincel sobre tela da pintora brasileira Tarsila do Amaral.
    Hoje, é a tela brasileira mais valorizada no mundo, tendo alcançado o valor de US$ 1,5 milhão, pago pelo colecionador argentino Eduardo Costantini em 1995. Encontra-se exposta no Museu de arte latino-americana de Buenos Aires (MALBA). Abaporu vem dos termos em tupi aba (homem), pora (gente) e ú (comer), significando "homem que come gente"[1]. O nome é uma referência à antropofagia modernista, que se propunha a deglutir a cultura estrangeira e adaptá-la à realidade brasileira. Foi pintado em óleo sobre tela em 1928 por Tarsila do Amaral para dar de presente de aniversário ao escritor Oswald de Andrade, seu marido na época. Tarsila de Amaral valorizou o trabalho braçal (pés e mão grandes) e desvalorizou o trabalho mental (cabeça pequena) na obra, pois era o trabalho braçal que tinha maior importância na época
  • PREFEITO CARLOS SAMPAIO Todos ainda temos na lembrança a figura do saudoso Prefeito Carlos Sampaio. Engenheiro, professor da Escola Politécnica, o Dr. Carlos Cézar de Oliveira Sampaio foi convidado pelo Presidente Epitácio Pessoa para dirigir a Prefeitura, em junho de 1920. Não obstante a sua administração ter durado apenas dois anos e meio, foi fecunda a sua atividade como Prefeito: arrasou o morro do Castelo (quase 5. 000.000 de metros cúbicos de terra), conquistando para a cidade imensa área útil de 668.000 metros quadrados; ligou, a beira-mar, o Flamengo a Botafogo, abrindo no granito que contorna o morro da Viúva a deslumbrante avenida Rui Barbosa; abriu a avenidaMaracanã, retificando a canalização desse rio; construiu a avenida Portugal, ligando a antiga praia da Lavolina (hoje avenida Pasteur) ao portão da Fortaleza de São João, o que permitiu o desenvolvimento do novo bairro da Urca; saneou a lagoa Rodrigo de Freitas, transformando-a num lago de água salgada, e realizou a grande Exposição Internacional comemorativa do primeiro centenário da Independência do Brasil. Ainda na sua profícua administração reformaram-se e embelezaram-se diversas praças, entre elas a Mauá, Vieira Souto e Cristiano Otôni; concluiu se a construção do edifício da Câmara Municipal; terminaram-se as obras do túnel Joao Ricardo, iniciadas pelo Prefeito Dr. Paulo de Frontin; a Municipalidade adquiriu o Teatro João Caetano; consertaram-se os estragos causados pelas grandes ressacas nas praias do Russel e Copacabana; promoveu-se a construção de modernos hotéis e foi dado grande impulso a instrução pública. No que diz respeito a saúde da população do Rio de Janeiro, a ação do grande Prefeito foi também assinalada por preciosas iniciativas, entre as quais a criação dos postos de Assistência Pública do Méier e de Copacabana, e o aumento do número de ambulâncias do Pronto Socôrro. Por ocasião da execução do seu maior empreendimento _ o desmonte do morro do Castelo -- teve o Dr. Carlos Sampaio de vencer tenaz resistência, tanto mais incomoda quanto se fundamentava em preconceitos enraizados em séculos de tradições e de crendices. Por outro lado, e mesmo do ponto de vista técnico, surgiram na ocasião diversos opositores que, sem poder condenar a iniciativa nos seus intuitos e nas suas conseqüências para a vida da cidade, fulminavam o projeto, taxando-o simplesmente de inexequível... A proficiência com que o emérito Prefeito preparou a situação financeira para o trabalho de arrasamento e os planos técnicos para realiza-lo desmentiram irretorquivelmente as previsões críticas pessimistas.Em apenas 30 meses, quanta obra majestosa e útil, que gigantesco e proveitoso trabalho! A fotografia mostra a Urca, tal como era em 1923. Ao espirito empreendedor de Carlos Sampaio devem os cariocas o desenvolvimento desse importante bairro na zona sul. Foto e texto na íntegra extraído do livro Rio Antigo, vol III, de C.J.Dunlop.
  • Oswald de Andrade, era influenciado pelo movimento futurista, de Marinetti,
  • O futurismo é um movimento artístico e literário, que surgiu oficialmente em 20 de fevereiro de 1909 com a publicação do Manifesto Futurista, pelo poeta italiano Filippo Marinetti, no jornal francês Le Figaro. Os adeptos do movimento rejeitavam o moralismo e o passado, e suas obras baseavam-se fortemente na velocidade e nos desenvolvimentos tecnológicos do final do século XIX. Os primeiros futuristas europeus também exaltavam a guerra e a violência. O Futurismo desenvolveu-se em todas as artes e influenciou diversos artistas que depois fundaram outros movimentos modernistas.
  • Marinetti
  • O movimento Dadá (Dada) ou Dadaísmo foi um movimento artístico da chamada vanguarda artística moderna iniciado em Zurique, em 1915 durante a Primeira Guerra Mundial, no chamado Cabaret Voltaire. Formado por um grupo de escritores, poetas e artistas plásticos, dois deles desertores do serviço militar alemão, liderados por Tristan Tzara, Hugo Ball e Hans Arp.
    Embora a palavra dada em francês signifique cavalo de madeira, sua utilização marca o non-sense ou falta de sentido que pode ter a linguagem (como na fala de um bebê). Para reforçar esta ideia foi estabelecido o mito de que o nome foi escolhido aleatoriamente, desta forma, abrindo-se uma página de um dicionário e inserindo-se um estilete sobre ela. Isso foi feito para simbolizar o caráter anti-racional do movimento, claramente contrário à Primeira Guerra Mundial e aos padrões da arte estabelecida na época. Em poucos anos o movimento alcançou, além de Zurique, as cidades de Barcelona, Berlim, Colônia, Hanôver, Nova York e Paris. Muitos de seus seguidores deram início posteriormente ao surrealismo e seus parâmetros influenciam a arte até hoje.
  • Zurique 1916. Daqui, emerge um sopro de irreverência e modernidade. Em uma Europa ainda imersa nas misérias da primeira guerra mundial, o poeta romeno Tristan Tzara - perplexo com a violência, o absurdo das vidas perdidas e outras barbaridades causadas pelo conflito decide reacender a esperança através da arte.
  • O movimento Dadá (Dada) ou Dadaísmo foi um movimento artístico da chamada vanguarda artística moderna iniciado em Zurique, em 1915 durante a Primeira Guerra Mundial, no chamado Cabaret Voltaire. Formado por um grupo de escritores, poetas e artistas plásticos, dois deles desertores do serviço militar alemão, liderados por Tristan Tzara, Hugo Ball e Hans Arp.
    Embora a palavra dada em francês signifique cavalo de madeira, sua utilização marca o non-sense ou falta de sentido que pode ter a linguagem (como na fala de um bebê). Para reforçar esta ideia foi estabelecido o mito de que o nome foi escolhido aleatoriamente, desta forma, abrindo-se uma página de um dicionário e inserindo-se um estilete sobre ela. Isso foi feito para simbolizar o caráter anti-racional do movimento, claramente contrário à Primeira Guerra Mundial e aos padrões da arte estabelecida na época. Em poucos anos o movimento alcançou, além de Zurique, as cidades de Barcelona, Berlim, Colônia, Hanôver, Nova York e Paris. Muitos de seus seguidores deram início posteriormente ao surrealismo e seus parâmetros influenciam a arte até hoje.
  • Nesta fotografia, feita por Anna Riwkin em 1933, vemos os surrealistas Tristan Tzara, Paul Eluard, Andre Breton, Hans Arp, Salvador Dali, Yves Tanguy, Max Ernst, Rene Crevel e Man Ray, reunidos em Paris, em 1933. O poeta e crítico André Breton (1896-1966), que aparece na foto, foi o principal precursor do movimento surrealista surgido na década de 20, na capital francesa. Além de Breton, seus representantes mais conhecidos eram Antonin Artaud no teatro, Luis Buñuel no cinema, e Max Ernst, René Magritte e Salvador Dalí no campo das artes plásticas.
  • O movimento Dadá (Dada) ou Dadaísmo foi um movimento artístico da chamada vanguarda artística moderna iniciado em Zurique, em 1915 durante a Primeira Guerra Mundial, no chamado Cabaret Voltaire. Formado por um grupo de escritores, poetas e artistas plásticos, dois deles desertores do serviço militar alemão, liderados por Tristan Tzara, Hugo Ball e Hans Arp.
    Embora a palavra dada em francês signifique cavalo de madeira, sua utilização marca o non-sense ou falta de sentido que pode ter a linguagem (como na fala de um bebê). Para reforçar esta ideia foi estabelecido o mito de que o nome foi escolhido aleatoriamente, desta forma, abrindo-se uma página de um dicionário e inserindo-se um estilete sobre ela. Isso foi feito para simbolizar o caráter anti-racional do movimento, claramente contrário à Primeira Guerra Mundial e aos padrões da arte estabelecida na época. Em poucos anos o movimento alcançou, além de Zurique, as cidades de Barcelona, Berlim, Colônia, Hanôver, Nova York e Paris. Muitos de seus seguidores deram início posteriormente ao surrealismo e seus parâmetros influenciam a arte até hoje.
  • Maquinas inúteis de picabia
  • O movimento Dadá (Dada) ou Dadaísmo foi um movimento artístico da chamada vanguarda artística moderna iniciado em Zurique, em 1915 durante a Primeira Guerra Mundial, no chamado Cabaret Voltaire. Formado por um grupo de escritores, poetas e artistas plásticos, dois deles desertores do serviço militar alemão, liderados por Tristan Tzara, Hugo Ball e Hans Arp.
    Embora a palavra dada em francês signifique cavalo de madeira, sua utilização marca o non-sense ou falta de sentido que pode ter a linguagem (como na fala de um bebê). Para reforçar esta ideia foi estabelecido o mito de que o nome foi escolhido aleatoriamente, desta forma, abrindo-se uma página de um dicionário e inserindo-se um estilete sobre ela. Isso foi feito para simbolizar o caráter anti-racional do movimento, claramente contrário à Primeira Guerra Mundial e aos padrões da arte estabelecida na época. Em poucos anos o movimento alcançou, além de Zurique, as cidades de Barcelona, Berlim, Colônia, Hanôver, Nova York e Paris. Muitos de seus seguidores deram início posteriormente ao surrealismo e seus parâmetros influenciam a arte até hoje.
  • O movimento Dadá (Dada) ou Dadaísmo foi um movimento artístico da chamada vanguarda artística moderna iniciado em Zurique, em 1915 durante a Primeira Guerra Mundial, no chamado Cabaret Voltaire. Formado por um grupo de escritores, poetas e artistas plásticos, dois deles desertores do serviço militar alemão, liderados por Tristan Tzara, Hugo Ball e Hans Arp.
    Embora a palavra dada em francês signifique cavalo de madeira, sua utilização marca o non-sense ou falta de sentido que pode ter a linguagem (como na fala de um bebê). Para reforçar esta ideia foi estabelecido o mito de que o nome foi escolhido aleatoriamente, desta forma, abrindo-se uma página de um dicionário e inserindo-se um estilete sobre ela. Isso foi feito para simbolizar o caráter anti-racional do movimento, claramente contrário à Primeira Guerra Mundial e aos padrões da arte estabelecida na época. Em poucos anos o movimento alcançou, além de Zurique, as cidades de Barcelona, Berlim, Colônia, Hanôver, Nova York e Paris. Muitos de seus seguidores deram início posteriormente ao surrealismo e seus parâmetros influenciam a arte até hoje.
  • Duque de caxias é a maior estátua equestre do mundo
  •   Características cubista e expressionista, no quadro a figura humana é o personagem principal, torna-se secundário perante a explosão de cores, pinceladas firmes, o principal acontecimento deste quadro e a operação cromática, bem diferente do naturismo que predominava no Brasil. homem amarelo, que tanto encantou Mário de Andrade, o modelo é um pobre imigrante italia no que segundo a pintora, ao entrar para posar, tinha "uma expressão tão desesperada!" No quadro, é outro que surge: um "homem de cor" a serviço da pintura e glorificado por ela. A relação de hierarquia entre os elementos se inverte, ao contrário da era clássica: o referente torna-se secundário e a operação cromática o principal acontecimento da obra. Não se representa na tela um imigrante. O homem do quadro não é propriamente um homem, ou sua caricatura, mas ato potencializado em cor sob máscara humana, levemente sóbria, quase indiferente a si mesma, e uma das figuras mais expressivas de Anita Malfatti. Se a obra desta artista não causa o mesmo impacto em suas fases posteriores, ela nos deixa, sobretudo em seu período expressionista, um legado de grande força e invenção.
  • A Expo de 1922 além de criar um novo bairro na cidade com interessantes construções que iam do Neo-Colonial ao Missões, passando pelo Japonês, foi o importante momento da visita de chefes de estado e delegações de vários países.
    Uma das chegadas mais aguardadas foi, sem dúvida, a do presidente de Portugal,  Antônio José de Almeida, que teve como característica ser o único presidente português a cumprir integralmente seu mandato até a estabilização política após a revoluçao dos cravos.
    Irei postar inúmeras fotos, retiradas de publicação de época que demonstram a grande comoção popular da visita do cheve de estado da antiga metrópole à ex-colónia, 100 anos após o desligamento dos laços coloniais.
    Na nossa imagem a qual desmembrarei alguns detalhes, vemos o presidente português e seu colega brasileiro, Epitácio Pessoa, dentro do carro oficial da presidência ao deixarem o Arsenal de Marinha a caminho do Palácio Guanabara, num desfile pelo Centro e partes da Z.  Sul. Chama atenção a efusiva saudação de todos os presentes retirando suas cartolas e os detalhes do interior do veículo, que amanhã poderá ser identificado pelos experts.
  • Nesta surpreendente foto de Augusto Malta, nota-se que além dos pavilhões e da Exposição do Centenário em 1922, havia também muita informação. Neste cartaz, atribuído ao "Museu da Infância", que não sabemos se fazia parte de algum dos pavilhões, informações interessantes sobre a natalidade e mortandade na pesquisa oficial de 1920. No cartaz, o Brasil estava muito bem colocado em relação à mortandade para cada 1.000 habitantes, sendo um dos melhores posicionados (17.92), atrás apenas dos EUA (pouca diferença - 17.77), Uruguai, Suecia, Holanda e Suiça. Perdendo feio para o Brasil, vários países hoje do chamado primeiro mundo tais como Inglaterra, França e Japão. O país com a maior mortandade era a Russia, seguida por Chile, Japão, Espanha e Portugal.
  • EXPOSIÇÃO DO CENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA 1922 PAVILHÃO DAS PEQUENAS INDÚSTRIASCARTÃO POSTAL
  • EXPOSIÇÃO DO CENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA 1922 CARTÃO POSTAL1922 foi um ano crítico para o governo brasileiro, repleto de disputas políticas e levantes militares. Provavelmente por isso mesmo e para mostrar que fazíamos parte do mundo civilizado, convinha comemorar com toda a pompa o Centenário da Independência. O governo do presidente Epitácio Pessoa não poupou esforços nem recursos para fazê-lo. Mudou a face do Rio de Janeiro, então capital federal, para celebrar a data e sediar um importante evento a Exposição Universal do Rio de Janeiro. Que país era esse que comemorava cem anos de soberania? Vivíamos sob a chamada Primeira República (1889-1930), regida pela Constituição de 1891. Nossa política externa nos havia levado a participar da Primeira Guerra Mundial e nos garantira um assento na Conferência de Paz de Paris, assim como na Liga das Nações. Mas estávamos nós à altura do mundo civilizado? Iniciou-se, então, uma verdadeira campanha, por parte de vários jornais cariocas, com o objetivo de vigiar e pressionar o governo no sentido de adotar medidas concretas para a realização de uma grande comemoração do Centenário. Estaria a capital federal pronta para sediar a primeira das exposições universais do pós-guerra? A economia do país não ia muito bem naquele início da década de 1920. Isso, no entanto, não impediu o governo federal de iniciar os preparativos para o grande evento. O Rio de Janeiro, palco do espetáculo, deveria ser saneado e embelezado. Epitácio Pessoa nomeou então um técnico de renome para a prefeitura do Distrito Federal: o engenheiro Carlos Sampaio. Em pouco tempo, o novo prefeito tratou de executar um amplo programa de obras que previa, entre outras coisas, o desmonte do morro do Castelo. O projeto de demolição do morro promoveu um amplo debate na imprensa carioca. Para alguns jornais e revistas a medida era mais que necessária. O morro era considerado uma excrescência que deveria ser retirada do centro da cidade. Em seu lugar seriam construídos os pavilhões para a Exposição. Para outros, porém, o desmonte do morro representava um desrespeito à memória carioca, pois ali se localizavam antigas igrejas e jaziam os despojos de Estácio de Sá, o fundador da cidade. A polêmica na imprensa sobre a Exposição e o morro do Castelo - que acabou afinal sendo parcialmente demolido - fazia parte, na verdade, de uma discussão que envolvia os destinos da República brasileira: o que conservar, o que transformar? Este seria o grande tema da arte e cultura da década de 1920. Mas não eram só polêmicas que o governo tinha de enfrentar. Em meio aos preparativos para a Exposição, o clima esquentou nos quartéis e agravou-se a crise política.
  • No ano de 1822, o Brasil deixava de ser colônia de Portugal e proclamava a República. No dia 7 de setembro de 1922, o presidente Epitácio Pessoa, em meio a um festival de comemorações ao centenário da Independência, inaugurou, oficialmente, a Exposição Internacional do Rio de Janeiro, que visava atrair libras e dólares para o Brasil. Prédios monumentais,para abrigar stands de 14 países e de todos os estados brasileiros, foram construídos em duas áreas contíguas, que se estenderam do Palácio Monroe ao Mercado da Praça XV e que abrigaram as mostras dos principais produtos brasileiros. Nesta noite, após o "Te Deum Laudamus" celebrada na catedral Metropolitana, todos os Palácios da Exposição e os navios ancorados no porto iluminaram a mostra num imenso clarão de esplendor e beleza. Pelos altos falantes da exposição foi transmitida, diretamente do Teatro Municipal, a ópera "O Guarani" de Carlos Gomes. Portentosa obra de arte, a exposição de 22 enfeitou a capital por 7 meses, até 23 de março de 1923. foram os seguintes países, que participaram desta exposição: Argentina, América do Norte, Bélgica, Dinamarca, França, Inglaterra, Itália, México, Japão, Portugal, Noruega, Suécia e Tchecoslováquia. O Mexico foi o primeiro pais a aceitar o convite para participar da exposição. Enviou uma importante delegação chefiada por Jose Vasconcelos, proeminente filosofo e intelectual da época. Os arquitetos Carlos Obregon Santacilia e Carlos Tarditi foram os autores do projeto deste pavilhão, que relembrava a arquitetura colonial mexicana, construído com material idêntico ao usado em antigas construções locais. O pórtico era das velhas igrejas de estilo charrigueresco. Deixaram, também, no Rio de Janeiro, uma estatua de Cuauhtemoc, o ultimo imperador asteca. O pavilhão, doado ao governo brasileiro, acabou como tantos outros - demolido.
  • EXPOSIÇÃO DO CENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA 1922 PAVILHÃO DE CAÇA E PESCA CARTÃO POSTALSímbolo da modernidade na Europa do final do século XIX, as Exposições Universais foram eventos que também apresentaram um forte caráter de exaltação à nação e ao nacionalismo. Pavilhões, quiosques e edifícios dos mais variados eram cuidadosamente projetados e ornamentados a fim de exibir o que de melhor poderia produzir o país anfitrião bem como os países convidados a ter o seu espaço na “Rua das Nações” (denominada como tal a partir de 1878). O desejo em obter reconhecimento e status de nação símbolo de progresso, avanço e civilização se mostrava comum dentre todos expositores. De acordo com Paul Greenhalgh os franceses, visando estimular o desenvolvimento de sua indústria que rivalizava com a inglesa, foram os primeiros a estabelecer no final do século XVIII a prática de expor a produção industrial nacional. Estas feiras se transformaram em oportunidades lucrativas para empresários industriais franceses e além de consumidores, passaram a atrair centenas de visitantes que se deslocavam até ali somente para admirar o que era exposto. No decorrer do século XIX o formato das feiras francesas recebeu algumas alterações. O evento cresceu e foi adotado por vários outros países europeus se transformando em grandes exposições de caráter universal: as Exposições Universais ou Exposições Internacionais. Quando o contexto europeu já apontava novos rumos e outras manifestações nas primeiras duas décadas do século XX, as elites brasileiras, inebriadas por referências européias do XIX de modernidade e civilização, promovem em 1908 a primeira “Exposição Nacional” no Rio de Janeiro. Maria Inez Turazzi afirma que os industriais brasileiros consideravam este tipo de evento como o melhor veículo para a troca de experiências e a familiarização com as novas conquistas da ciência. A segunda grande Exposição e marco do período que abrange as duas primeiras décadas do século XX no Brasil ocorreu em 1922 também na cidade do Rio de Janeiro, em função do primeiro Centenário da Independência do Brasil. Foi sugerido aos responsáveis pela organização dos eventos comemorativos que se realizasse uma monumental Exposição Nacional. Esta relevaria o acontecimento da Independência do Brasil e exibiria ao mundo os avanços da nação brasileira enquanto nação republicana. No entanto, devido à grande quantidade de países estrangeiros interessados em participar das comemorações do nosso centenário, houve, pois, uma mudança no caráter do evento - tornando-se assim internacional. A Exposição Internacional do Centenário da Independência foi oficialmente aberta em 7 de setembro de 1922, durante o governo do presidente Epitácio Pessoa, e o seu encerramento se deu na primeira semana de julho de 1923. O evento ocupou uma extensa área decorrente de aterramentos e intervenções diversas. A área destinada à “Avenida das Nações” se estendeu do Palácio Monroe até a Ponta do Calabouço e dentre os principais pavilhões ali construídos estava o edifício que hoje abriga o Museu Histórico Nacional
  • Foto de 23 de março de 1922 em que aparece o presidente EPITÁCIO da Silva PESSOA (governou o país de 1919 a 1922) visitando as obras da Exposição Universal do Rio de Janeiro, comemorativa do Centenário da Independência. Dois atos opostos em sua administração: foi ele quem revogou o decreto de 1889 que bania a família imperial do Brasil, mas foi ele também quem decretou o arrasamento do Morro do Castelo. Os pavilhões para a exposição foram construídos onde antes estava a histórica colina. Ah!! Para quem não identificou nosso ilustre presidente, ele é o que está de sombrinha, fugindo do sol. Não identifico que pavilhão é este que aparece na foto... será que poderia ter a ajuda dos universitários ... :)
  • Visita do rei da bélgica 1920
  • HOTEL SETE DE SETEMBRO. Esta fotografia, publicada na Veja Rio, é de ótima qualidade e serve para abrilhantar o "Saudades do Rio" deste domingo. Mostra o Hotel Sete de Setembro, inaugurado na décaca de 20, na Avenida do Contorno, atual Av. Rui Barbosa. Funcionou poucos anos como hotel, depois foi usado como sede da Escola de Enfermagem Ana Nery e, posteriormente, como a Casa do Estudante Universitário. Abandonado há alguns anos, está em reformas para abrigar o evento Casa Cor e talvez seja, finalmente, aproveitado outra vez. Este trecho era conhecido como Praia da Olaria, conforme consta na "Carta da Capitania do Rio de Janeiro", de João Teixeira, impressa no ano de 1631. Fica exatamente no local conhecido hoje como Morro da Viúva. O primeiro nome dado a este morro foi "Mont Henry", assim batizado pelos franceses de Villegaignon. O nome Morro da Viúva deve-se ao fato desta área ter pertencido, no século XVIII, a D. Joaquina Figueiredo Pereira de Barros, viúva de Joaquim José Gomes de Barros. Em 1863 foi construída neste morro uma bateria, para defender a Enseada de Botafogo e a Praia do Flamengo, até o Passeio Público. Pertenceu, durante muitos anos, ao comendador e construtor Antonio Jannuzzi, que dali retirou pedras para suas obras na cidade, até 1920. O obelisco da Av. Rio Branco foi confeccionado com pedras deste morro. Em 1922 foi construída a Av. Rui Barbosa e a área vizinha foi loteada.
  • A postagem de hoje é um cartão postal de 1922, comemorativo à Exposição do Centenário da Independência do Brasil em 1922. O postal mostra o recém construído Hotel Glória, situado em uma pequena elevação junto ao Outeiro da Glória, em local estratégico por estar próximo ao Centro da Cidade, possuir a belíssima vista da Baía da Guanabara e ficar na entradas dos bairros da Zona Sul. O hotel foi construído justamente para dar apoio aos visitantes da Exposição do Centenário, juntamente com o Copacabana Palace, que não ficou pronto a tempo. Hoje em dia o hotel passar por uma grande reforma destinada a retirar os excessos incorporados ao hotel nas décadas seguintes e faze-lo retorno ao antigo esplendor.
  • Banhos de mar no Rio de JaneiroBanhistas - 1922 - J. Carlos
  • Banhos de mar no Rio de JaneiroBanhistas em Copacabana - 1918 - Augusto Malta
  • Banhos de mar no Rio de JaneiroCabines de roupas em Copacabana - 1916 - Revista da Semana
  • Banhos de Mar no Rio de JaneiroBalneário na rua Santa Luzia - 1915 - Augusto Malta
  • Banhos de mar no Rio de JaneiroBalneário na rua Santa Luzia - 1915 - Augusto Malta
  • semana de arte moderna

    1. 1. SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922
    2. 2. O ano de 1922 foi muito importante na História do Brasil...
    3. 3. Sem dúvida alguma o fato mais importante do ano de 22 A vitória do América
    4. 4. A fundação do Partido comunista O 1º movimento tenentista
    5. 5. Os anos 20 foram anos de abalos dramáticos na Europa, que assistiu a vitória do fascismo e tremeu com a ameaça comunista. 1.Transformações no mundo
    6. 6. A criação de novas fábricas ,vinda de imigrantes e uma crescente conscientização da classe operária agitam a República velha 2.Transformações no Brasil
    7. 7. Exposição de Anita Malfatti, em 1917 3.Artista precursora do Modernismo
    8. 8. 4.Movimentos artísticos que influenciaram o Modernismo
    9. 9. O futurismo é um movimento artístico que surgiu com a publicação do Manifesto Futurista, pelo poeta italiano Marinetti.Os adeptos do movimento rejeitavam o moralismo e o passado. a. O Futurismo
    10. 10. nossas suas obras baseavam-se fortemente na velocidade e nos desenvolvimentos tecnológicos do final do século XIX.
    11. 11. Os primeiros futuristas europeus também exaltavam a guerra e a violência.
    12. 12. Afirmamos que o Esplendor do mundo se faz enriquecido com uma nova beleza: a beleza da velocidade. Um carro de corridas, adornado com grandes tubos parecidos com serpentes. ..é mas belo que a Victoria de Samotrácia.
    13. 13. b. Dadaísmo
    14. 14. O movimento Dadá (Dada) ou Dadaísmo foi um movimento artístico da chamada vanguarda artística moderna iniciado em Zurique, em 1915 durante a Primeira Guerra Mundial, no chamado Cabaret Voltaire
    15. 15. O poeta romeno Tristan Tzara - perplexo com a violência, o absurdo das vidas perdidas e outras barbaridades causadas pela I Guerra decide reacender a esperança através da arte.
    16. 16. Embora a palavra dada em francês signifique cavalo de madeira, sua utilização marca o non- sense ou falta de sentido que pode ter a linguagem (como na fala de um bebê). c. O Futurismo
    17. 17. "Arte sem amarras, liberdade total do pensamento“
    18. 18. Um objeto comum escolhido pelo artista, tendo sido repensado, passa a ter sua função artística.
    19. 19. "Fé absoluta indiscutível em cada deus produto imediato da espontaneidade DADA salta elegante e sem perdas de uma harmonia a outra esfera(…) Liberdade: DADA DADA DADA gritos de dor crispante, entrelaçamento dos contrários, dos grotescos, dos inconseqüentes: A VIDA (…) Manifesto DADA. 1918
    20. 20. O Surrealismo foi um movimento artístico e literário surgido primeiramente em Paris dos anos 20, inserido no contexto das vanguardas d. Surrealismo
    21. 21. Reúne artistas anteriormente ligados ao Dadaísmo ganhando dimensão internacional. Fortemente influenciado pelas teorias psicanalíticas de Freud, mas também pelo Marxismo
    22. 22. O surrealismo enfatiza o papel do inconsciente na atividade criativa. Um dos seus objetivos foi produzir uma arte que, segundo o movimento, estava sendo destruída pelo racionalismo.
    23. 23. O poeta e crítico André Breton é o principal líder e mentor deste movimento
    24. 24. O público paulistano se dirigiu ao Teatro Municipal para ouvir e ver coisas surpreendentes 5.A semana de arte 13,15 e 17 de fevereiro de 1922
    25. 25. PAULO PRADO DI CAVALCANTI 6.ORGANIZADORES
    26. 26. Da libertação do nosso espírito, sairá a arte vitoriosa. E os primeiros anúncios da nossa esperança são os que oferecemos aqui à vossa curiosidade. São estas pinturas extravagantes, estas esculturas absurdas, esta música alucinada, esta poesia aérea e desarticulada. Maravilhosa aurora! Discurso de Graça Aranha, inaugurando a Semana
    27. 27. Entretanto, quando Oswald de Andrade, outro orador, pronunciou: “Carlos Gomes é horrível” – o auditório veio abaixo, entre vaias , insultos e impropérios.
    28. 28. 7.OBJETIVO Redescobrir o Brasil combatendo as velhas formas do academicismo que dominava o meio cultural brasileiro
    29. 29. •Buscou-se usar a cultura do Velho Mundo sem imitações vazias
    30. 30. •criar uma arte original brasileira orientada para o novo
    31. 31. 8.MODERNISMO NA LITERATURA Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela... Amo te assim, desconhecida e obscura, Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela E o arrolo da saudade e da ternura! Amo o teu viço agreste e o teu aroma De virgens selvas e de oceano largo! Amo-te, ó rude e doloroso idioma, Em que da voz materna ouvi: "meu filho!" E em que Camões chorou, no exílio amargo, O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
    32. 32. Os modernistas se opuseram ao parnaso- simbolismo que se cultivava até então no Brasil.
    33. 33. a.CARACTERÍSTICAS DO PARNASIANISMO
    34. 34. A poesia de um Manuel Bandeira ou de um Oswald de Andrade se opõe ao parnasianismo Dê-me um cigarro Diz a gramática Do professor e do aluno E do mulato sabido Mas o bom negro e o bom branco Da Nação Brasileira Dizem todos os dias Deixa disso camarada Me dá um cigarro
    35. 35. A prosa acompanha o processo de pesquisa linguística
    36. 36. 9.TRANSFORMAÇÕES NA PINTURA O paisagismo foi liquidado
    37. 37. As bandeirinhas de Volpi explicam o que podemos realizar com a cor
    38. 38. 10.A ESCULTURA Destacou-se o nome de Vitor Brecheret
    39. 39. 11.A MÚSICA A participação de Villa-Lobos é o registro mais significativo no meio musical
    40. 40. 12.CONSEQUÊNCIAS DA SEMANA DE 22
    41. 41. Estrada de Ferro Central do Brasil, 1924 Óleo s/ tela, 142 x 100,2 cm
    42. 42. Algumas imagens do início da década de 20

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