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 Leitura de textos e discussões a partir dos fóruns; 
 Apreciação de vídeos; 
 Proposta de trabal...
Para darmos início aos nossos trabalhos, vamos 
brincar um pouco com conceitos e conversar com 
outros autores para irmos ...
O conceito base deste módulo é a corporeidade, 
diversos autores discutem sobre esse tema e seus 
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Em geral, pode-se dizer 
que a corporeidade tange as 
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Assim, Freitas indica que: 
A corporeidade implica, portanto, a inserção de um 
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Nesse sentido, propomos uma reflexão inicial:
Ainda, para Gonçalves: 
O uso do termo “corporeidade” procura construir 
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Os modernos programas de condicionamento físico podem 
contribuir, efetivamente, para aqueles que têm como meta 
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Vamos para outro lado? Que tal?
Leiam o texto: 
“O seu corpo - essa casa onde 
você não mora”!
Depois disso, vamos cevar um mate e abrir uma roda 
de conversas num fórum de discussões a partir das 
questões a seguir.....
Como eu habito e cuido minha casa-corpo? 
Onde nos perdemos e paramos de olhar os outros nos 
olhos ou abraçar as pessoas?...
Como construir a paz a partir do meu 
corpo e das minhas relações?
Bibliografia 
BERTHERAT, Thérèse; BERNSTEIN, Carol. O corpo tem suas razões: antiginástica e 
consciência de si. 13 ed. Sã...
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Módulo 3 - Corporeidade

  1. 1. Prof. Jair Felipe Umann Equipe: Daniela Marins e Tatiana Teixeira M Ó D U L O 3
  2. 2. OBJETIVO Este módulo tem como objetivo estimular a investigação e a reflexão, propondo ações práticas acerca dos temas: corpo, movimento e corporeidade.
  3. 3. ATIVIDADES PREVISTAS  Leitura de textos e discussões a partir dos fóruns;  Apreciação de vídeos;  Proposta de trabalho com danças.
  4. 4. Para darmos início aos nossos trabalhos, vamos brincar um pouco com conceitos e conversar com outros autores para irmos tornando nosso ambiente mais aconchegante:
  5. 5. O conceito base deste módulo é a corporeidade, diversos autores discutem sobre esse tema e seus significados, a partir de áreas como: filosofia, artes, educação física, pedagogia, etc.
  6. 6. Em geral, pode-se dizer que a corporeidade tange as relações do corpo com o mundo, com a sua existência e expressão.
  7. 7. Assim, Freitas indica que: A corporeidade implica, portanto, a inserção de um corpo humano em um mundo significativo, a relação dialética do corpo consigo mesmo, com outros corpos expressivos e com os objetos do seu mundo. [...] O Corpo torna-se [...] o espaço expressivo por excelência, demarca o início e o fim de toda ação criadora, o início e o fim de nossa criação humana. ( 1999, p. 57).
  8. 8. Nesse sentido, propomos uma reflexão inicial:
  9. 9. Ainda, para Gonçalves: O uso do termo “corporeidade” procura construir uma linguagem que ultrapasse a dicotomia do corpo e da mente como instâncias separadas. Desta forma a mente não seria apenas uma proprietária do corpo como forma dele dispor quando conveniente. Não seria apenas locadora do corpo, mas manifestar-se através de um corpo. Nesta manifestação contêm a história dos seus elementos constitutivos, seu aparato sensorial (que afetam as variadas formas de desenvolvimento) e suas possibilidades de relação com o mundo. (2004, p. 49).
  10. 10. Outro tema que aparece junto nas discussões sobre corporeidade é o movimento humano. Até porque o movimento é uma das formas de nós estabelecermos relações com o mundo através do corpo, uma das formas de expressão do ser.
  11. 11. Os modernos programas de condicionamento físico podem contribuir, efetivamente, para aqueles que têm como meta correr a maratona da vida até chegar ao topo; uma vez que a modernidade nos induz a voar alto e rápido. É difícil estar preso ao chão, quando a própria cultura perdeu suas raízes; quando ela nega a realidade e promove a ilusão de que o sucesso representa o estado mais elevado do ser, e que a vida das pessoas bem sucedidas é mais rica e mais satisfatória. Entretanto, existem aqueles cuja meta é sentir a alegria de estar plenamente vivo, sentir-se como parte deste universo pulsante e a profunda sensação de satisfação em ser uma pessoa graciosa e amável, com seus pés plantados no chão. Indivíduos, cujos valores da vida são coisas simples: saúde, graciosidade, um senso de ligação com o universo, prazer e amor. (BRITO, 1996, p. 48).
  12. 12. Bueno, por hora está de bom tamanho. Vamos para outro lado? Que tal?
  13. 13. Leiam o texto: “O seu corpo - essa casa onde você não mora”!
  14. 14. Depois disso, vamos cevar um mate e abrir uma roda de conversas num fórum de discussões a partir das questões a seguir...
  15. 15. Como eu habito e cuido minha casa-corpo? Onde nos perdemos e paramos de olhar os outros nos olhos ou abraçar as pessoas? O que a correria do dia a dia nos imprime de limitações das nossas expressões corporais?
  16. 16. Como construir a paz a partir do meu corpo e das minhas relações?
  17. 17. Bibliografia BERTHERAT, Thérèse; BERNSTEIN, Carol. O corpo tem suas razões: antiginástica e consciência de si. 13 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1987. BRITO, Carmen Lucia Chaves de. Consciência Corporal: repensando a Educação Física. Rio de Janeiro: Sprint, 1996. FREITAS, Giovanina Gomes de. O esquema corporal, a imagem corporal, a consciência corporal e a corporeidade. Ijuí, RS: Editora UNIJUÍ, 1999. GONÇALVES, Clézio José dos Santos. Corporeidade: revisão do conceito. 2004. 265 f. Dissertação (Doutorado) - Piracicaba, São Paulo, 2004.

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