Seminario antibióticos Professor Evanízio Roque

1.554 visualizações

Publicada em

Lincosamidas, Macrolideos, Aminoglicosideos, atb de uso tópico.
Daniel Pontes, Igor Teixeira, Rafael Borges, Rafael Pontes, Ruan Carlos, Tatiana Patricia.

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.554
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
22
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • SÃO ANTIBIÓTICOS HETEROSÍDEOS COM MECANISMO DE AÇÃO SEMELHANTE AO DOS MACROLIDEOS, COM QUEM PODEM TER REAÇÃO CRUZADA. ( reação cruzada: quando um anticorpo induzido especificamente para um antígeno A é capaz de reconhecer um antígeno B (semelhante ao antígeno A) contra o qual este não foi específicamente gerado, mas que por apresentar estruturas antigenicamente análogas mimetizando o antígeno que evocou a resposta.)
    Essa classe é composta por: 1 Antibiótico natural: lincosamina e 5 antibióticos semi-sintéticos: só a clindamicina é usada na clinica, pois apresenta melhor atividade antimicrobiana.
  • Inibem a síntese proteica a partir da sua ligação à subunidade 50S, assim como os macrolídeos e o cloranfenicol. Desta forma alteram a superfície bacteriana, facilitando a opsonização, fagocitose e destruição intracelular dos microrganismo.
  • Infecções ósseas por estafilococos (osteomielites)
    Infecções geniturinárias (endometrites, abscessos tubo-ovarianos não gonocócicos, celulite pélvica).
    Gastrintestinais (peritonites e abscessos)
    Infecçoes graves do trato respiratório (empiema, pneumonia anaeróbica e abscessos pulmonares)
    Septicemias por anaeróbios, estafilococos e estreptococos;
    Infecções da pele e tecidos moles por germens suscetíveis. (acne, furunculo, impetigo, erisipela...)
    Tratamento da actinomicose, de infecções de feridas por queimadura, de erisipela, no tratamento da otite média supurada crônica e da sinusite.
    Associada à pirimetamina para tratamento de toxoplasmose cerebral relacionada com aids.
     
  • Meningite ou doença gastrintestinal (colite);
    Doença hepática grave ( nesse caso, a dose deve ser reduzida em 50%)
    Recém-nascidos;
    Hipersensibilidade a lincomicina
    OBS.: em pacientes com insuficiência renal leve ou moderada não é necessário reduzir a dose, pois apenas 10% da droga é eliminada pela urina. No entanto, em pacientes com insuficiência renal grave, é necessário reduzir a dose em 50%.
  • Náuseas, vômitos,Anorexia,Flatulência, Dor abdominal,Diarreia ( geralmente aparece nos 5 primeiros dias de uso, mas pode surgir até 11 dias de suspensão da droga).
    Colite pseudomembranosa por Clostridium difficile. (Tratável com vancomicina ou metronidazol por via oral durante 14 dias). Desenvolve-se no intestino de pacientes em uso de clindamicina e de outros antibióticos. Apresenta um quadro de diarreia grave, com fezes sanguinolentas, dor abdominal e febre.
    Prolongamento do período de paralisia pós anestésica ( coisa que deve ser considerada em caso de cirurgia)
    Elevação das transaminases séricas
  • B-hemolíticos = faz 10 dias pra evitar febre reumática.
  • Espectro de ação da azitromicina: Gram-negativos (H. influenzae, Moraxella catarrhalis, Brucella melitensis, pasteurella multocida e espécies de Campylobacter e Legionella).
    É particularmente ativa contra Gardnerella varginalis
  • Ação bacteriostática, podendo exercer ação bactericida sobre microrganismos de alta sensibilidade
  • A administração por via oral da azitromicina deve ser feita pelo menos uma hora antes ou duas horas após a ingestão de alimentos ou antiácidos
  • O produto é indicado em infecções causadas por organismos susceptíveis, em infecções do trato respiratório inferior, incluindo bronquite e pneumonia, infecções da pele e tecidos moles, em otite média e infecções do trato respiratório superior, incluindo sinusite e faringite/tonsilite. Nas doenças sexualmente transmissíveis no homem e na mulher, a Azitromicina é indicada no tratamento de infecções genitais não complicadas devido à Chlamydia trachomatis. É também indicado no tratamento de infecções genitais não complicadas devido à Neisseria gonorrhoeae sem resistência múltipla. Infecções concomitantes com Treponema pallidum devem ser excluídas. 

    Lyme: infecção bacteriana transmitida pela picada do carrapato
  • Os eventos adversos observados com doses superiores àquelas recomendadas foram similares aos eventos observados com as doses recomendadas. Na ocorrência de uma superdosagem, medidas gerais de suporte e sintomáticas são indicadas, conforme a necessidade.
  • A estroptomicina foi o primeiro amino a ser isolado em 1944. Ha 66 anos os aminos tem sido amplamente utilizados devido aos seus efeitos antibacterianos, baixo custo, farmacocinetica previsivel, e por poderem atuar em sinergismo com outros antibiotico, sendo utilizados principalmente contra microoranismos aerobicos gram negativos. Possuem, no entanto, importantes efeitos nefrotoxicos, ototoxicos e potencial para desenvolver resistencia bacteriana
  • Ligam-se à fração 30S dos ribossomos inibindo a síntese protéica ou produzindo proteínas defeituosas (uma vez que eh sabido que a subunidade 30s possui o importante papel de evitar traducoes incorretas do material genetico). Para atuar, o aminoglicosídeo deve primeiramente ligar-se à superfície da célula bacteriana e posteriormente deve ser transportado através da parede por um processo dependente de energia oxidativa.
  • - Usados na terapeutica de infeccoes pelos bacilos gram-negativos da familia das eneterobacterias.
    = Beta-lactamico (ceftazidima, aztreonam..)
    - A gentamicina isolada no tratamento de infec urinaria provoca alto percentual de cura, tendo em vista a elevada concentracao atingida pela droga nesse setor organico. Eh frequente sua utilizacao no tratamento de queimados, em que eh freq a infeccao pelo pseudomonas
    - A gentamicina tem sido utilizada, com resultados variaveis, associada a ampicilina no tratamento da meningo puru, especialmente em criancas menores d de 4 meses, nas quais os microrganismos envolvidos, na maioria dos casos, sao gram negativos. No entanto, considerando-se deficiente a passagem da gentamicina para o liquor, muitos autores recomendaram sua utilizacao por puncao lombar ou intraventricular, em tais pacientes.
    - conjuntivite, ceratite, ceratoconjuntivite, ulcera de cornea, blefarite e etc..
  • Erup maculopapular e urticariforme , febre e eosinofilia sao manifestacoes de hipersensiblidade eoncontra em 1 a 3% dos pacientes. Essa hipersensibliade parece ser favorecida pelo uso topico dessa droga previamente
    Diarreia e acolite sao provenientes de modificacoes da microbiota residente, com o surgimento de superinfeccoes intestinais ou sistemicas.
    A nefrotoxicidade eh referida e observada na reducao da filtracao glomerular em 5 a 25 dos pacientes, notando-se a elevacao da creatinina serica em 5 a 10% dos enfermos. A nefrotoxicidade não é, porém, frequente nos tratamentos de curta duração, estando, em geral, associada à lesão renal prévia. Essa nefrotoxicidade eh diretamente relacionada com a dose empregada, o tempo de uso, a administracao simultanea de outras drogas nefrotoxicas, o uso previo de aminoglicosideos, nivel de desidratacao, idade avancada e etc. A nefrotoxicidade eh reversivel com a retirada do medicamento
    A ototoxicidade eh referida em 0,5 a 25% dos pacientes, variando conforme a dose, idade dos pacientes, uso concomitante ou previo de drogas ototoxicas, tempo de uso (mais de 10 dias) .Alguns amino estao mais relacionados a efeitos de equilibro e outros auditivos, a gentamicina causa mais alteracoes de equilibrio, mas pode ser auditiva ou ambas. O comprometimento do equilibrio decorre da lesao ao oitavo par craniano quando a concentracao serica da droga esta acima de 12 mcg/ml.
    Bloqueio neuromuscular observado apos anestesia, podendo levar a insuficiencia respiratoria (reversivel com injecoes de calcio)
  • A alteracao do receptor da droga resulta de mutacao cromossomica e eh o menos frequente e menos importante na pratica clinica. O segundo mecanismo tbm ta relacionado a mutacoes cromossomicas que afetam o transporte ativo dos aminos pro interior da celula, tendo esse tipo de resistencia uma acao cruzada a todos os aminos (freq pela resistencia da pseudomonas). O ultimo mecanismo tem origem plasmidial e eh o mais frequente e imoprtante na pratica medica.
    Atualmente os germes resistentes a gentamicina tbm o sao a estreptomicina e a netilmicina.
  • Gentamicina injetável pode ser  administrada por via intramuscular ou intravenosa. Deve-se saber o peso corporal do paciente, antes de iniciar o tratamento, para calcular a dose correta. A dose do aminoglicosídeo em pacientes obesos, deverá basear-se na massa corporal magra estimada.
    É recomendável que, periodicamente, seja controlada a concentração sérica de Gentamicina durante o tratamento para evitar níveis excessivos da droga.
    Deve-se evitar níveis séricos acima de 12 mcg/ml. A determinação de uma concentração sérica adequada em um paciente deve levar em conta a sensibilidade do germe causal, a gravidade da infecção, e o estado imunológico do paciente. A duração normal de um tratamento é de 7 a 10 dias. Em infecções mais graves recomenda-se um tratamento mais prolongado. Nestes casos, recomenda-se monitorar as funções renal, auditiva e vestibular, uma vez que osefeitos colaterais podem surgir com maior freqüência, principalmente em tratamentos acima de 10 dias. As doses devem ser reduzidas se a evolução clínica assim indicar.
  • 160 mg 1 amp de 2ml -
  • NORMAL: equilíbrio entre lise e síntese da parede celular, deixando a célula bem para reproduçãi
    ATB: Interrupção do equilíbrio, a parede celular deixando de proteger a célula do ambiente hiposmolar, h2O entra em excesso e a célula explode
  • A neomicina é um antibiótico de amplo espectro, um dos mais importantes antibióticos para uso tópico conhecido e seu mecanismo de ação se baseia na interferência da síntese proteica do microrganismo. Este medicamento pertence à família dos aminoglicosídeos, que é particularmente eficaz contra germes gram-negativos e, também, contra alguns germes gram-positivos como os estafilococos. Este antibiótico não é absorvido pela pele intacta, porém, quando aplicado em queimaduras de grande extensão ou feridas profundas, é facilmente absorvido.
  • inclusive feridas traumáticas ou cirúrgicas. Deste modo, também é destinado ao tratamento de infecções da pele causadas por micro-organismos sensíveis ao antibiótico como: eczemas infectados, piodermites, furúnculos, abcessos e úlceras cutâneas.
  • O Sulfato de Neomicina é contraindicado em pacientes com histórico de reações de sensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula e não está indicado para uso oftálmico.
    O uso em grandes extensões de queimaduras ou feridas profundas pode originar absorção sistêmica, por isso o risco deve ser avaliado pelo médico. A absorção sistêmica pode ser significativa e originar risco de ototoxicidade ou nefrotoxicidade. Não deve ser utilizado para uso oftálmico.
  • Seminario antibióticos Professor Evanízio Roque

    1. 1. Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Médicas Infectologia Seminário: Antibióticos Daniel Pontes Farias Igor Teixeira Alcântara Rafael de Farias Borges Rafael Sá de Pontes Ruan Carlos S. de Souza Tatiana Patrícia Teixeira Bezerra Novembro de 2014 Professor Evanízio Roque
    2. 2. LINCOSAMIDAS Tatiana Bezerra
    3. 3. Lincosamidas  REPRESENTANTES:  Natural: Lincomicina  Semi-sintético mais usado: Clindamicina  Não ultrapassam a BHE  Via de eliminação: urina e fezes  Depuração hepática  Inibe a ação de macrolídeos
    4. 4. Lincosamidas MECANISMO DE AÇÃO:  Inibem a síntese proteica a partir da sua ligação à subunidade 50S.
    5. 5. Clindamicina INDICAÇÕES: Infecções ósseas por estafilococos Infecções Gastrintestinais Infecções geniturinárias Infecçoes graves do trato respiratório Septicemias por anaeróbios, estafilococos e estreptococos Infecções da pele e tecidos moles por germens suscetíveis Tratamento da actinomicose, de infecções de feridas por queimadura, otite média supurada crônica, sinusite. Associada à pirimetamina para tratamento de toxoplasmose cerebral relacionada com aids
    6. 6. Clindamicina CONTRA-INDICAÇÕES: Meningite ou doença gastrintestinal Doença hepática grave Recém- nascidos Hipersensibilidade à droga
    7. 7. Clindamicina EFEITOS ADVERSOS:  Náuseas, vômitos  Anorexia  Flatulência  Dor abdominal  Diarreia  Colite pseudomembranosa por Clostridium difficile  Prolongamento do período de paralisia pós anestésica  Elevação das transaminases séricas
    8. 8. Clindamicina RESISTÊNCIA  Geralmente cruzada com macrolídeos Deve-se a:  Aquisição de plasmídeos resistentes  Mutação do local receptor sobre o ribossomo  Inativação enzimática da droga
    9. 9. Clindamicina  POSOLOGIA  INFECÇÃO MODERADA OU ALTAMENTE SENSÍVEL: 600mg/dia em 2 doses iguais.  INFECÇÃO MODERADAMENTE GRAVE: 600- 1200mg/dia em 3 ou 4x iguais ou 15-25mg/Kg/dia em 3 ou 4x iguais.  INFECÇÃO GRAVE: 1200 a 2700mg/dia em 3 ou 4X iguais ou 25-40mg/Kg/dia em 3 ou 4X iguais.  A duração do tratamento deve ser ajustada de acordo com resposta clínica do paciente.
    10. 10. Clindamicina  NOMES COMERCIAIS: Dalacin C, Clindacne, Clindamicina, Clinda A.  GENÉRICO: Cloridato de Clindamicina  PREÇO:  Genérico: R$ 26,05  Original: R$ 74,80 (Dalacin C)
    11. 11. MACROLÍDEOS Igor Teixeira
    12. 12. Macrolídeos INTRODUÇÃO  Antibióticos formados quimicamente por heterosídeos contendo um anel lactona macrocíclico.  Representantes: Eritromicina, azitromicina, claritromicina, espiramicina, roxitromicina, telitromicina, diritromicina.
    13. 13. Azitromicina  MECANISMO DE AÇÃO  Ação bacteriostática  Inibe a síntese de proteínas por ligar-se à fração 50S do ribossoma  Impede a fixação do RNAt, bloqueando o aporte de AA componentes das proteínas  Espectro de ação  Gram-negativos (H. influenzae, Moraxella catarrhalis, Brucella melitensis, pasteurella multocida e espécies de Campylobacter e Legionella)
    14. 14. Azitromicina FARMACOCINÉTICA  Absorção: Boa e rápida. Alimentos e antiácidos interferem na sua absorção  Biotransformação: No fígado. Ação - duração: 24 horas. Necessita apenas de uma dose diária  Eliminação: urina; bile/fezes, principalmente como droga não modificada.
    15. 15. Azitromicina  DISPONIBILIDADE DA DROGA  Apresentação genérica (Azitromicina) Comprimidos revestidos de 500 mg – R$ 22,94 (2 cp Medley) Suspensão oral com 200 mg/5 ml  Referência (Zitromax® - Pfizer) Comprimidos revestidos com 500 mg - R$ 18,71 ( 2 cp) Cápsulas com 250 mg Suspensão oral com 200 mg/ 5 ml Frasco-ampola com 500 mg  Similares ASTRO (Eurofarma) R$ 17,38 (5 cp); AZINOSTIL (EMS) R$ 33,29 (3 cp); AZITOMICIL (Greenpharma); AZITRAX (FMQ); AZITRAX GU (FMQ); AZITRON (Cifarma); AZITRON GU (Cifarma);AZITROGRAN (Legrand); CLINDAL AZ (Merck);
    16. 16. Azitromicina PRINCIPAIS INDICAÇÕES  Infecções respiratórias e dermatológicas por estreptococos e estafilococos.  Infecções respiratórias por Haemophilus influenzae e Bordetella pertussis.  Infecções urogenitais não complicadas por clamídias e micoplasmas.  Sífilis primária e doença de Lyme, eu seu início
    17. 17. Azitromicina  TOXICIDADE  Efeitos colaterais (8% dos pacientes) - Pequena intensidade - Gastrointestinais (náuseas, vômitos, dor abdominal, diarreia, pirose); - Tonteiras, cefaleia, cansaço.  Em gestantes - Azitromicina atravessa a placenta, mas não revelaram nenhuma evidência de danos ao feto  Deve ser utilizado com cautela em pacientes com disfunção hepática significante.  Superdosagem Os eventos adversos observados foram similares aos eventos observados com as doses recomendadas
    18. 18. AMINOGLICOSÍDEOS Ruan Carlos e Rafael Pontes
    19. 19. Aminoglicosideos INTRODUÇÃO  São produtos naturais ou derivados semi- sintéticos de compostos produzidos por uma variedade de acetinomicetos do solo  Representantes: Gentamicina, estreptomicina, amicacina, tobramicina, netilmicina, neomicina, espectinomicina, paromomicina.
    20. 20. Aminoglicosideos MECANISMO DE AÇÃO:  Inibem a síntese proteica a partir da sua ligação à subunidade 30S.
    21. 21. Gentamicina INDICAÇÕES: - Infecções urinarias, biliares, pulmonares, peritonites e pelviperitonites, apendicites, abscesso intra-abdominais e sepses causadas por E. Coli, Klebsiella, Proteus, Citrobacter e outros bacilos gram-negativos entéricos - Associada a penicilina G ou ampicilina para terapêutica da endocardite causa pelos enterococos ou pelo estreptococo viridans - Meningoencefalites purulentas, especialmente em crianças menores de 4 meses - Infecções causadas pela Pseudomonas aeruginosa em associação a um atb beta-lactâmico com ação antipseudomonas - Infecções externas do globo ocular e seus anexos
    22. 22. Gentamicina CONTRA-INDICAÇÕES: - Hipersensibilidade aos componentes da formula - Não deve ser administrada em associação a outras substâncias potencialmente oto ou nefrotóxicas
    23. 23. Gentamicina EFEITOS ADVERSOS:  Erupção maculopapular e urticariforme  Febre  Eosinofilia  Diarréia  Nefrotoxicidade e ototoxicidade
    24. 24. Gentamicina RESISTÊNCIA  Pode ter origem cromossômica ou plasmidial (mais frequente) Deve-se a:  Alteração do receptor da droga  Diminuição da penetração da substancia  Produção de enzimas que inativam o ATB
    25. 25. Gentamicina POSOLOGIA  INFECÇÕES URINÁRIAS (I.M. ou I.V.) : - Adultos com menos de 60 Kg de peso : 3 mg/Kg/dia ou 1,5 mg/Kg/cada doze horas. - Adultos com 60 Kg ou mais : 160 mg/dia ou 80 mg cada doze horas. - Dose limite para adultos : até 8 mg/Kg/dia  DOSES PEDIÁTRICAS (I.M. ou I.V.) : - Prematuros e neonatos até uma semana de idade : 2,5 mg/Kg/cada doze horas, durante 7 à 10 dias. - Neonatos acima de uma semana e lactentes : 2,5 mg/Kg/cada oito horas, durante 7 à 10 dias. - Crianças : de 2,0 a 2,5 mg/Kg, durante 7 à 10 dias.
    26. 26. Gentamicina  NOMES COMERCIAIS: Garamicina, Gentaron  GENÉRICO: Sulfato de Gentamicina  PREÇO:  Original: R$ 4,55 (Garamicina)
    27. 27. Amicacina  Novamin – Referência  Sulfato de Amicacina – R$8,39  Amicilon, Amicalin, Klebicil
    28. 28. Amicacina MECANISMO DE AÇÃO:  Ligação irreversível ao ribossomo 30S do ribossomo  Proteínas anormais alteram o funcionamento da membrana celular  Aminoglicosídeo-6-acetiltransferase
    29. 29. Amicacina INDICAÇOES:  Infecções graves determinadas por bacilos gram- negativos e estafilococos  Sepse, pneumonia, infecções urinárias, colecistites, abcessos e outras infecções determinadas pelas enterobactérias e Pseudomonas aeruginosas
    30. 30. Amicacina DOSE PADRÃO:  Administração Intravenosa ou Intramuscular  Até 15 mg/kg em dose única, ou em 2 tomadas por 7 a 10 dias  Infusão de 30 a 60 minutos  Interrupção sem melhora clínica de 3 a 5 dias  Superdosagem
    31. 31. Amicacina EFEITOS ADVERSOS:  Nefrotoxicidade  Ototoxicidade  Neurotoxicidade
    32. 32. USO TÓPICO Rafael Borges e Daniel Pontes
    33. 33. Bacitracina  Bacitracina A  Bacillus Licheniformis  Bactericida  Via de administração: intramuscular ou tópica  Oral  Parenteral  1mg=50 UI
    34. 34. Bacitracina  Mecanismo de ação  Inibição da formação da parede celular  O peptidioglicano é o constituinte fundamental da estrutura da parede celular das baterias, sendo formado principalmente por n-acetil glucosamina e ácido n-acetilmuramico dispostos alternadamente, e ligados por cadeias de peptidios.  A bacitracina interrompe o alongamento do peptidioglicano por formar complexos com peptidios precursores, funcionando como antagonista competitivo da polimerização da cadeia do peptídio
    35. 35. Bacitracina  Mecanismo de ação
    36. 36. SENSIBILIDADE INDICAÇÕES  Cocos  Bacilos G positivos/ G negativos  Estafilococos  Enterococos  Clostrídios  Entamoeba Histolotyca  Piodermites  Úlceras  Feridas infectadas  Conjuntivite  Otite externa  Profilaxia de cirurgias Bacitracina
    37. 37. Bacitracina  Tratamento de infecções da pele: aplicar uma película fina 2 ou 3 vezes por dia. Não usar mais de 7 dias consecutivos.  Tratamento de infecções oftálmicas (ungüento oftálmico): aplicar uma camada fina na conjuntiva a cada 3-4 horas durante 7 a 10 dias.  Tratamento de infecções respiratórias em crianças: 800-1200 UI/kg por dia para por intramuscular a cada 6 horas. Não administrar mais de 12 dias
    38. 38. Bacitracina  Reações Adversas  Hipersensibilidade: prurido, inchaço, erupções cutâneas, vermelhidão  Gravidez: risco C  Principal Apresentação: NEBACETIN  Bacitracina 250 UI/Neomicina 5mg  R$ 9,90  Genérico: R$ 7,00
    39. 39. Bacitracina
    40. 40. Ácido Fusídico  Fucidium coccineum  Grande penetração na pele  Bacteriostático  Via de administração  Oral  Gotas oftálmicas  Pomadas e cremes  1g=20mg ácido fusídico
    41. 41. Ácido Fusídico  Mecanismo de ação  Inibição da síntese protéica  O ácido fusídico se liga a fração 50s do ribossomo, inibindo a translocação de RNA-t
    42. 42. SENSIBILIDADE INDICAÇÕES  Estafilococos  Estreptococos  Impetigo  Sicose de barba  Furúnculos  Antraz  Eristama  Foliculite  Acne  Paroníquia  Hidradinite Ácido Fusídico
    43. 43. Ácido Fusídico  Contra Indicações  Gravidez e lactação  Olhos: irritação de conjuntiva  Hipersensiblidade: eritema e prurido  Principal Apresentação: VERUTEX  Creme a 2% bisnaga 10 a 15g  Camada fina em área afetada 2 a 3x ao dia, durante 7 dias  Preço: R$ 36,00  Genérico: R$ 9,85
    44. 44. Ácido Fusídico
    45. 45. Neomicina  Sulfato de neomicina  Creme dermatológico de 3,5 mg/g em embalagem com 50 bisnagas de 10 g, 15 g, 20 g ou 50 g.  Uso topico, adulto e pediatrico.  mecanismo de ação se baseia na interferência da síntese proteica do microrganismo. Este medicamento pertence à família dos aminoglicosídeos,
    46. 46. Neomicina  Indicaçoes: Sulfato de Neomicina é indicado para o tratamento e profilaxia das infecções da pele de qualquer natureza,
    47. 47. Neomicina  Toxicidade Nefrotoxico e ototoxico  Contra indicaçoes Historia de sensibilidade Não indicado para uso oftalmologico gravidez
    48. 48. Neomicina  Nebacetin  Preço: R$ 9,77
    49. 49. REFERÊNCIAS • Antibióticos na prática médica/ Vicente Amaro et al. 6ª edição, editora Sarvier, São Paulo, 2007. • 2. Tavares, W.; antibióticos e Quimioterápicos para o Clínico. 3 ed., São Paulo: Editora Atheneu, 2014. • Katzung, Bertram G. Farmacologia básica & clínica, 9ª edição, editora Guanabara-Koogan • HARDMAN, J.G.; LIMBIRD, L.E. Goodman & Gilman As Bases Farmacológicas da Terapêutica. McGraw Hill, 11ª ed. 2006. • Farmacologia/ Penildon Silva. – 7.ed. – Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2006 il. • Blackbook -Clinica Médica / Enio Roberto Pietra Pedroso e Reynaldo Gomes de Oliveira -Belo Horizonte : Blackbook Editora, 2007.

    ×