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REALIZAÇÕES O país conta com pelo menos 21 operadores de GPC, ONGs ou instituições financeiras, cobrindo todas as provínci...
REALIZAÇÕES (2) Utilizado essencialmente para a melhoria da habitação, aquisição de bens domésticos e de produção, desenvo...
DESAFIOS A metodologia incorpora insustentabilidade: recomeça ao fim de cada ciclo Só um produto crédito  de muito curto p...
PRESPECTIVAS GCP continuarão  a ser promovidos Buscar-se-ão  organizações de 1 º nível  dos GPC e dos Operadores  Estudada...
CONCLUSÕES A promoção de GPC deve continuar como prioridade . GPC servem na “educação financeira” da população rural pobre...
CONCLUSÕES (2) As estruturas hoje promovidas devem caminhar para a sua legalização.  Associações ou Cooperativas? Escolha ...
RECOMENDAÇÕES Encorajar distritos e doadores a promover a criação de GPC com os parceiros técnicos adequados Operadores de...
RECOMENDAÇÕES (2) Que se inicie o processo de legalização como associação, solicitando o registo como OPE no Banco de Moça...
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Grupos de poupanca ascas

  1. 1. GRUPOS DE POUPANÇA E CRÉDITO EM MOÇAMBIQUE, 10 ANOS DEPOIS Realizações, Desafios e Perspectivas João Carrilho Sophie Teyssier Outubro, 2010
  2. 2. REALIZAÇÕES O país conta com pelo menos 21 operadores de GPC, ONGs ou instituições financeiras, cobrindo todas as províncias do país, 89 distritos e 196 postos administrativos, enquadrando mais de 5.300 grupos , com cerca de 100.000 membros, a maioria mulheres Os depósitos são da ordem de 73 milhões de meticais.
  3. 3. REALIZAÇÕES (2) Utilizado essencialmente para a melhoria da habitação, aquisição de bens domésticos e de produção, desenvolvimento de pequenos negócios cobertura de despesas correntes e outros investimentos como em educação. Melhoria na auto-estima dos membros, que começam a acreditar que com“50,00MT” podem iniciar uma caminhada rumo a erradicação da pobreza. Educação financeira .
  4. 4. DESAFIOS A metodologia incorpora insustentabilidade: recomeça ao fim de cada ciclo Só um produto crédito de muito curto prazo Elevada taxa de juros Segurança Risco de elevada liquidez Vulnerabilidade a fraude e má-fé Falta de sustentabilidade do apoio externo ligação limitada com instituições financeiras e sem garantia de sustentabilidade.
  5. 5. PRESPECTIVAS GCP continuarão a ser promovidos Buscar-se-ão organizações de 1 º nível dos GPC e dos Operadores Estudadas três alternativas de organização de 1 º nível de GPC : Associação de Animadores ( Ophavela) Fusão de Grupos: Cooperativa de Poupança e Crédito (ADEM) Organização de Poupança e Empréstimo (GAPI, LWF). Nota: GPC = nível 0; OPE/CPC = 1º nível; União, ex. = 2º nível
  6. 6. CONCLUSÕES A promoção de GPC deve continuar como prioridade . GPC servem na “educação financeira” da população rural pobre A evolução dos GPC em estruturas de nível superior (1 º nível) é uma necessidade e já é uma realidade. Os GPC enfrentam limitações de sustentabilidade A estruturação para um 2° nível de supervisão é também uma necessidade: estruturas APEX de promoção e de supervisão das organizações criadas na base dos GPC (uniões)
  7. 7. CONCLUSÕES (2) As estruturas hoje promovidas devem caminhar para a sua legalização. Associações ou Cooperativas? Escolha dos interessados e dos operadores. A legislação referente às poupanças e créditos numa base comunitária foi um grande passo tomado pelo Banco de Moçambique na facilitação da inclusão financeira. Todavia, não está adequada à actual realidade e requer ajustes.
  8. 8. RECOMENDAÇÕES Encorajar distritos e doadores a promover a criação de GPC com os parceiros técnicos adequados Operadores devem apoiar o reforço das estruturas emergentes dos GPCs (formação, organização) Operadores devem assumir o desenvolvimento de Apex das organizações de 1 º nível (uniões) Evolução do Fórum de OpAs?
  9. 9. RECOMENDAÇÕES (2) Que se inicie o processo de legalização como associação, solicitando o registo como OPE no Banco de Moçambique. O Banco Central, regulador é encorajado a reflectir sobre revisão de limites máximos de depositantes, valor de depósito por depositante nas associações ( Decreto nº 57/2004 de 10 de Dezembro ) e limite de mínimo de capital social ou fundos iniciais de OPE ( Aviso 4/GGB/2005, de 25 de Maio )
  10. 10. OBRIGADO

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