Cardiopatias Congênitas
Cianogênicas
PEDIATRIA II
Sueli Ap. Mazzero Polizel
TGA- Transposição completa
das grandes artérias
 Cardiopatia congênita mais frequente que se
manifesta no período neonata...
A. Pulmonar e Aorta invertidas
Defeito embrionário: formação anormal dos
septos aortopulmonar e do tronco arterioso.
A aorta origina-se no VD e encontra-...
Fisiopatologia
 A circulação é em paralelo; sg.venoso pela
circulação sistêmica a sg.arterial pela c. pulmonar.
 Sangue(...
Quadro clínico
TGA clássica
 O RN apresenta cianose notável desde as
primeiras horas de vida;
 SaO2= 30 - 50%; PO2 = 20-...
Quadro clínico
TGA complexa
 A presença da CIV garante uma boa “mistura” de
sangue entre as duas circulações.
 Cianose d...
Diagnóstico
 Eletrocardiograma: mostra sobrecarga
ventricular direita;
 Radiografia de tórax: silhueta cardíaca
ovóide e...
T4F- Tetralogia de Fallot
 10% de todas as cardiopatias congênitas por
malformações do feto nos primeiros meses de
gestaç...
Defeito embrionário: Desvio anterior do septo
infundibular durante a divisão do tronco conal, em
aorta e pulmonar, causand...
Fisiopatologia
Aorta VD
(sobreposta)
A.Pulmonar
(estenose)
VD
Sg. VE DSV VD
(orifício)
Pulmões (-)
Sg. Venoso
(+)
Aorta
Ao...
Fisiopatologia
 1. Aorta se origina no VD VE; ou se
sobrepõe à um orifício no septo, desviando a (+)
parte do sangue veno...
Quadro clínico
 Cianose generalizada;
 Palidez;
 Dispnéia aos esforços;
 Hipoxia (4 meses);
 Baqueteamento digital,
...
Diagnóstico-Exames complementares
 Exame físico: Ausculta cardíaca: sopro
sistólico ejetivo no foco pulmonar e a segunda
...
Sabot (Tamanco Holândes)
Referências
 1. REGO Filho, Eduardo de Almeida. Manual de Pediatria,
Londrina: Ed. UEL 2000; 2 ed. pg.137
 2. ROBBINS E ...
“Conheça todas as teorias, domine todas as
técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja
apenas outra alma humana.” Carl Ju...
Cardiopatias Congênitas Cianogênicas
Cardiopatias Congênitas Cianogênicas
Cardiopatias Congênitas Cianogênicas
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Cardiopatias Congênitas Cianogênicas

264 visualizações

Publicada em

TGA- T4F- Transposição Grandes Artérias- Tetralogia Fallot

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
264
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
10
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
7
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Cardiopatias Congênitas Cianogênicas

  1. 1. Cardiopatias Congênitas Cianogênicas PEDIATRIA II Sueli Ap. Mazzero Polizel
  2. 2. TGA- Transposição completa das grandes artérias  Cardiopatia congênita mais frequente que se manifesta no período neonatal.(M-3/F-1)  Discordância ventrículo-arterial.  O ventrículo direito tem conexão com a aorta e o ventrículo esquerdo com o tronco pulmonar.
  3. 3. A. Pulmonar e Aorta invertidas
  4. 4. Defeito embrionário: formação anormal dos septos aortopulmonar e do tronco arterioso. A aorta origina-se no VD e encontra-se em uma posição anterior e à direita da artéria pulmonar. O resultado é a separação das circulações pulmonar e sistêmica. Observa-se a presença: PCA, CIA, CIV
  5. 5. Fisiopatologia  A circulação é em paralelo; sg.venoso pela circulação sistêmica a sg.arterial pela c. pulmonar.  Sangue(-O2) AD-VD Aorta Corpo  Sangue(+O2) AE- VE A.Pul. Pulmão  Shunt: Defeitos associados como: (PCA, CIA, CIV) é essencial para que permitam a mistura de sangue das duas circulações
  6. 6. Quadro clínico TGA clássica  O RN apresenta cianose notável desde as primeiras horas de vida;  SaO2= 30 - 50%; PO2 = 20-30mmhg;  Hipóxia e acidose severas;  Disfunção ventricular e IC na primeira semana de vida.  Hiperfonese de B2 única no foco pulmonar; Sopro cardíaco, quando audível, é discreto melhor audível no foco pulmonar ou tricúspide.
  7. 7. Quadro clínico TGA complexa  A presença da CIV garante uma boa “mistura” de sangue entre as duas circulações.  Cianose discreta.  Queda da RVP, que favorece o desvio do sangue para a circulação pulmonar com sobrecarga de AE e VE.  Aumento do fluxo pulmonar instala-se a IC no fim do primeiro mês de vida.  Presença de sopro sistólico.  Coração aumentado de tamanho.
  8. 8. Diagnóstico  Eletrocardiograma: mostra sobrecarga ventricular direita;  Radiografia de tórax: silhueta cardíaca ovóide e trama vascular pulmonar aumentada;  Ecocardiograma ;  Ecodopplercardiografia (diagnóstico definitivo);  Cateterismo: Indicado nos primeiros dias de vida quando a hipoxemia é importante.
  9. 9. T4F- Tetralogia de Fallot  10% de todas as cardiopatias congênitas por malformações do feto nos primeiros meses de gestação.  É a CCC mais frequente após a primeira infância.  A maior parte do sangue não passa pelos pulmões. De modo que o sangue aórtico é não oxigenado.
  10. 10. Defeito embrionário: Desvio anterior do septo infundibular durante a divisão do tronco conal, em aorta e pulmonar, causando mau alinhamento entre o septo infundibular e o septo ventricular muscular. Resulta em 4 defeitos: 1. Defeito do septo ventricular (DSV); 2. Obstrução à via de saída do ventrículo direito(estenose pulmonar); 3. Dextroposição da aorta (desalinhamento para a direita); 4. Hipertrofia do ventrículo direito.
  11. 11. Fisiopatologia Aorta VD (sobreposta) A.Pulmonar (estenose) VD Sg. VE DSV VD (orifício) Pulmões (-) Sg. Venoso (+) Aorta Aorta (+) Aorta Aorta Pressão Sg. VD (+) Fluxo VD (Hipertrofia)
  12. 12. Fisiopatologia  1. Aorta se origina no VD VE; ou se sobrepõe à um orifício no septo, desviando a (+) parte do sangue venoso do VE para aorta.  2. A. pulmonar é estenosada, quantidades (-) sangue passam do VD pulmões; a (+) parte do sangue aorta, desviando-se dos pulmões.  3. O sangue do VE DSV (orifício) VD aorta ou diretamente para aorta sobreposta a esse orifício.  4. Como o lado D do coração deve bombear (+) quantidades de sangue contra a pressão na aorta, sua musculatura é muito desenvolvida, causando o aumento do VD (Hipertrofia).  (GUYTON, 2006)
  13. 13. Quadro clínico  Cianose generalizada;  Palidez;  Dispnéia aos esforços;  Hipoxia (4 meses);  Baqueteamento digital,  Hipodesenvolvimento,  Anemia(-RVS) e Policitemia.  Intolerãncia aos exercícios, cefaléia intensa, alteração na coagulação sanguínea, hiperpnéia, desmaio ou síncope, podendo culminar para convulsão e óbito.  AVC
  14. 14. Diagnóstico-Exames complementares  Exame físico: Ausculta cardíaca: sopro sistólico ejetivo no foco pulmonar e a segunda (2ª.) bulha é única e sua intensidade aumenta em direção ao foco tricúspide.  Hemograma completo  Eletrocardiograma  Raio X de tórax  Ecocardiograma  Cateterismo
  15. 15. Sabot (Tamanco Holândes)
  16. 16. Referências  1. REGO Filho, Eduardo de Almeida. Manual de Pediatria, Londrina: Ed. UEL 2000; 2 ed. pg.137  2. ROBBINS E COTRAN, Patologia- Bases Patológicas das doenças, Rio de Janeiro, Elsevier, 2005; 7 ed. pg.598  3. GUYTON E HALL. Tratado de Fisiologia Médica. 11ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2006  4. FARAH, Maria Cecília K; VILLELA, Geraldo Cantarino. Cardiopatia Congênita. Disponível em: <http://educacao.cardiol.br/> Acesso em 13 abril 2015
  17. 17. “Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” Carl Jung

×