Cartilha criatec

2.351 visualizações

Publicada em

O Criatec é um Fundo de Investimentos de capital semente, destinado à aplicação em empresas emergentes inovadoras. Tem como objetivo obter ganho de capital por meio de investimento de longo prazo em empresas em estágio inicial (inclusive estágio zero), com perfil inovador e que projetem um elevado retorno

0 comentários
5 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.351
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
269
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
141
Comentários
0
Gostaram
5
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Cartilha criatec

  1. 1. fundo de O que é, como funciona e como acessar o capital de risco l 1 ' r I-¡_¡' : FN . ..-; :,. .r.1v “ , . z . ..al-Yauú. aan-nantes; anm. .i= .:¡. m›t. ,g. ,ltlziwaiâ . na : n.. .i~i». .ia1nuui izljtlaiauolc» 'umumúiljIl-l-l-Iz-lhlizt-. .ct-llnnil- “Im” “mil” umnnIMEN¡nníl-iumllamuonnt . ht
  2. 2. Escritórios Regionais Criatec Belo Horizonte Viçosa* j/ Rio de Janeiro Campinas Florianópolis cri tec luntlo : le Ldpilal semente O fundo tem como objetivo fundamental investir em empreendimentos em estágio inicial, que possuam perfil inovador e potencial competitivo para se diferenciar no mercado. ' Posto avançado Apresentação A história do capital de risco é mais antiga do que costumamos imaginar. Desde a origem da civilização, a humanidade busca meios para explorar o desconhecido e transformar sonhos em realidade. Um ótimo exemplo é o período das grandes navegações. quando alguns perceberam oportunidades onde muitos enxergavam apenas impossibilidades. Já nessa epoca, os projetos eram geralmente viabilizados por investidores, papel que a Coroa da Espanha assumiu no caso de Colombo. Atualmente. o cenário econômico permite que pessoas munidas de ousadia e idéias inovadoras aventurem~se no mar de oportunidades. Para isso. contam com a ajuda de fundos de capital, como o Criatec, que apóia empresas nascentes ou mesmo em gestação.
  3. 3. Empresa " Índice O que e' o Capital de Risco . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. 4 Como funciona o Capital de Risco . ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . 6 Tipos de investimentos de Capital de Risco. .. . e Período de investimento. .. . .. ... . . . . .. . . . . . .Io Como o Fundo obtêm retorno sobre o seu capital investido? .. ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . _ IO A importância da saída ou desinvestimento . ... ... . . .ll Como Acessar o Capital de Risco . ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . Ia Os contratos de Capital de Risco . ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . i5 Carta de Intenções ou Term Sheet . ... .. . . O que e' um Fundo de Investimento . ... ... ... ... ... ... ... ... . . . EE O que é uma empresa. .. . .. . . . . .. . . .. . .. . .. . . . . .. . . . ea Gerindo uma empresa . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . as O que e' o Fundo Criatec . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. 3o Oueméogestordocriatec . .. .. .. .. . . 32 Diferenciais do Fundo Criatec . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . 34 Desmistificando o Capital de Risco O que é, como funciona e como acessar o capital de risco para o seu negócio
  4. 4. Oqueé o Capital de Risco O Capital de Risco, conhecido também como Venture Capital , se originou no mercado financeiro e atua diretamente na criação e desenvolvimento de empresas. Quando é feito o investimento, o empreendedor cede uma parte das ações da empresa ao investidor. A valorização da companhia, e a possível venda das ações, determinará se o investidor terá ou não lucros. O Capital de Risco se difere de um financiamento comum, pois o empreendedor estará livre de qualquer dívida caso a valorização não ocorra conforme esperado. Alem disso, não são exigidos avalistas ou garantias. / r x | o4 Mowm¡ ~'i(whtfwhó"áitf°f' 4V 'ilnreiui-iiziuiqnlk- : Lui-nl: Ii: :Jia-i- ÍUIIÍÍKIÉKÇÍIn-uià-IÍVÀTÍB» lnflzd-_ulzyiuíjlriu-à-t- -lor . I v i1¡ 't-L-iciuuianr-L--Iái-Iu-r 'H ! uu-irma "ÚQIFJHÍÍÍIFFÁÉÍI ñlaq$x1iíhvl Iiglñlllnêbfi: qíhllám! :vr-, l à -, ñ Êiãlã-ÍLYÍHI' l ilz-'lhlillliíhi-i: nJLx-u_. àr. i. 'nv ãmírmmçw Inidimumilzei: m¡ Quadro 1 e Comparação entre o capital de risco e o financiamento tradicional O objetivo final dos investidores de Venture Capital é obter lucro com a venda da participação nas empresas investidas, o que normalmente acontece entre quatro a dez anos após o início da parceria. Outra opção do investidor e' o lançamento de ações em bolsa de valores, o chamado IPO (Initial Public Ojfering). É uma saída que pode proporcionar ganhos muito acima da média do mercado. Além do dinheiro investido, os fundos de capital de risco auxiliam os empreendedores na profissionalização da gestão do negócio, contribuindo, por exemplo, com experiência profissional e expansão da rede de contatos. Esse auxílio muitas vezes pode ser até mais importante que o próprio montana? investido, sendo fundamental, tanto para o sucesso do empreendedor, quanto para a lucratividade dos fundos de  investimento. "' x l QO l, lfklvfflu ¡ifvW__/ @, t. lilvytll, $(àif wll_¡âl “M114 05
  5. 5. Como funciona o Capital de Risco O capital de risco e' normalmente organizado na forma de Fundos de Investimento, Empresas de Participação ou por meio de investidores individuais (chamados investidores anjo). Os Fundos são constituídos por dois agentes: os Gestores e os Cotistas. Cotistas r , à Capital F' uriçíkc» -I › Gestores Gestão / /~ / Os gestores têm a responsabilidade de selecionar as investidas e ajudar na administração das mesmas e, para isso, são remunerados e participam do potencial sucesso financeiro do fundo. Os cotistas são os donos do dinheiro do fundo e lucram de acordo com o sucesso financeiro alcançado pelas empresas que receberam investimentos. Oportunidades de investimento ç_ m Empresa A rmrl e ' rev- [> Empresa B( , L ” l l l 'i i l EmpresaC O investidor ou os fundos de investimento participam do empreendimento por meio da aquisição de ações ou da compra de parte da empresa emergente. Isso permite ao capitalista opinar e auxiliar nas decisões da empresa. O tamanho da participação que será adquirida varia de caso a caso, sendo normalmente minoritária, ou seja, inferior a 50% do capital total. x / Í l °6 Mam' 1/*ÉJW*“l'Í7WW*”NiiWAWãwí/ WWW**WWii””“%W“liv“*'“li**iWe? um ev
  6. 6. Tipos de investimentos de Capital de Risco Para cada estágio de desenvolvimento da idéia, projeto ou empresa existe um tipo adequado de investidor, indo desde o Investidor Anjo até os fundos de Private Equity. Da mesma forma, existem capitalistas especializados em cada setor da economia. Cabe ao empreendedor encontrar o investidor adequado ao seu tamanho e ao seu ramo de atuação. Investidor Anjo É uma pessoa física que financia o desenvolvimento de idéias inovadoras, muitas vezes ainda na cabeça do empreendedor. Outras fontes de recursos para empresas nascentes são os órgãos de fomento, como a FINEP, SEBRAE, CNPq, FAPs (como FAPERI, FAPESP, FAPEMIG. ..) entre outros. Essas instituições normalmente fornecem recursos não- reembolsáveis para inovação. Capital Semente ou Seed Capital E o investimento feito na fase inicial da empresa ou projeto. Muitas vezes, são ainda apenas idéias inovadoras e não um empreendimento estruturado. O objetivo do capital semente é validar o modelo de negócios e dar os primeiros passos com a empresa. O8 Venture Capital Investimento que ocorre em empresas de pequeno e médio porte com grande potencial de crescimento. O Venture Capital financia as primeiras expansões e leva a empresa a novos patamares de mercado. Private Equity Os fundos de Private Equity investem em grandes empresas com faturamento na casa das dezenas ou centenas de milhões de reais. São companhias já consolidadas que normalmente utilizam mecanismos de alavancagem financeira e muitas vezes se preparam para abrir capital na bolsa de valores. No Brasil, o mercado de Private Equity e Venture Capital está em crescimento acelerado desde o início da década. O mercado de Investidores Anjo e Capital Semente começou a dar seus primeiros passos, mas ainda é incipiente. 09
  7. 7. Período de investimento Os capitalistas de risco que investem através de fundos normalmente definem um Período de Investimento, tempo pré- determinado que terão para aplicar todos os recursos do fundo. Esse r / ("Nas / periodo varia de acordo com cada fundo, mas geralmente gira em torno de 4 anos. Após o investimento, o fundo costuma ficar entre 3 e 8 anos junto da empresa antes de vender a participação acionária. A importância da 5a í_da Como o Fundo obtêm retorno °udeslnvestlmento sobre o seu capital investido? l/ PT A saida, ou desinvestimento, e' o momento em que o fundo vende as participações que adquiriu. O objetivo é ter lucro sobre o capital investido, o que só acontece caso a empresa tenha crescido e aumentado o valor das ações. w O retorno dos fundos de capital de risco vem da venda de ações das empresas que receberam investimentos. Essa operação é chamada de desinvestimento_ De maneira geral, aeonteee denois O processo respeita os contratos estabelecidos entre as partes de 5 anos de naieeiiat Ao termino desse periodo_ o no inicio do investimento, ou seja, as regras de governança da fundo node vender e nnitieinaeão nata diferentes sociedade. Caso a empresa não tenha tido o desempenho esperado, o atores) sendo os Principais¡ fundo perdera o investimento, sem onus para o empreendedor. Oferta Pública Inicial de Ações (IPO) Outros Fundos de Capltal de Rlsco Saída "ia Em** de Valmsi que irão investir recursos na empresa para sustentar as suas próximas fases de crescimento; Investidores estratégicos como outras empresas interessadas em adquirir o empreendimento ou as linhas de serviço IO II
  8. 8. Como Acessar o Capital de Rlsco Investimento um. : a¡ Apmnçiom iniciada 2 Tawdz- Investimento inquzl eu rcwudzsac condições a. operação Alm disso, é malvada uma im mas; m uma. que avalia se oa npulm . quuapu, t yurldvws a. tuupm. eslãu em ordem O processo de seleção de empresas realizado pelos fundos e' composto por várias etapas que avaliam profundamente o negócio. O objetivo é gerar informações para dar suporte à decisão dos gestores e trazer a confiança de que o investimento compensará. Em geral, o processo de avaliação dura meses e o resultado depende tanto do potencial da idéia quanto do comprometimento do empreendedor com os gestores e com a própria empresa. Quanto maior lar q grau a. desenvolvimento ap negócio, maior sem u imponánci: au Due Dllllgence Inlnrmmlidade, sonegação . i. imposto: ou qualquer autmzmhcia Ilegal para aumentar: lucratividade a. empresa são mal viam¡ pelo¡ investidores, por esconder posnveis passivo¡ que comprometam negativamentenpzlrimônmdzempnu Negociação cm mas mui¡ ncrmzlmcme : pós avaliação zpmñnndzdz, m. llrmzda 2 pzrcz-nz através a» um cpuuam qucdcñncaspamcipa um do. nova» . iu-un e o rum-uu Jumento da nov¡ empresa ! b nupms questões nesse ponto relacionadas com z aenuu ção ap valor da empresa. :om u participação ap hindu (gernlmenr u . uuupuuzanzi, com a negociação a; cláusulas de controle e com z ymiwdzsacõex En: e p momento em que 2 empresa e criada ou converndz em SKA e quuuiu ocorrem m pnmeims : paris de rerunm no pmjcm a ser transformado em negocio Geralmente. n czimzl ¡cnnlzdn no mmnm a» , uu-qm e liberado cm parrclas. na medula cm quer); rmpwwdcdorrscumpram as mersuleueulmenlo du negàuu Os próximos loplrm detalhnm p: termos mais comuns ap contrato a. parceria Prospecção de oportunidades TaitInitialnlzlvuwidr-lvnaudcizecom grande yvulemlcl de ! Homo econír miw tlmponanleierumavisãaklua e deñmd¡ d. .um ou d. empresa e se (ERIÕCJX a. que el¡ . competitiva e atraente pnruomercado Analise Num . ..u . qu» u. , (undnznaliu . oportunidade u. lnrm: uuuuu. Apos . u. um. . . u uuuua, que wl¡ um «Lunlominvclenlre fundo Bempíex, sdudrldlhlílas«›UFK)III1I(I«LIP›LIP uumdu. ua produtos e «um» propomos. u equipe envolvida, a estr. gia a. atuação e modelo a. negmms Todas u nfonnaçàes , ap protegidas peipnmb ag (Nm r Non Dlrclosure Agreement? lirmndnenzrezupane: Aprovação do comitê de investidores Apm p prwelo aq investimento ser upmuqq e (eras Cond¡ 6a negociadas pelo: gestor: : da fundo za pmpoimi precisam obter n aceitação ap; investidores, ntrnvu aq aprovação aq um comitê formzdnpzracsie nm Au ñnal a¡ análise. a produzido um . guiam descrevendo q opormnldzdepanoCnmiléde Investimentos do ruuau qua: Irizprovzr IE IB I4
  9. 9. i5 Acordo de acionistas ç Documento que formaliza como será a relação entre os investidores c os L empreendedores no dia-a-dia da empresa. E possivel, por exemplo, conceder poder de veto aos investidores em questões discordantes, oii limitar os investimentos que podem ser t realizados pelos empreendedores sem a aprovação do eonseiiio de administração. Veja mais detalhes sobre o funcionamento de uma Sociedade Anônima, Estatuto e Conselho de Administração no glossário do SIMI ou na lei 6.404 de15/1Z/1976, conhecida como lei das S/ A. Os contratos de Capital de Risco Contrato de exclusividade Algumas vezes, o investidor exige que o empreendedor nno mnnreniio negociações corn oiirros invesridores durante o periodo de análise, negociação e aprovação para investimento do ainda. tempo que e preedcrcrminadoenrreas partes, De modo geral, as cláusulas dos contratos visam aumentar a segurança do investidor que vai aportar recursos em uma idéia de alto risco e assegurar os direitos do empreendedor. Acordo de Confidencialidade Non disclosure agreement (NDA) Quando os fundos analisam n idem do empreendedor, onscnin Plano de negócios enreiideeio em detalhes, para que possa ser feita uma estimativa do , . Documento que descreve o negocio em l l f ' ' , P ' r A l ; q . rea va ordo uluronegoclo or isso desdeocomeço das negociacoes questao» fmndo da equmey Produto' Lemohgmv L'- assinado um termo dc conñdcncialidade, conhecido como NDA , . . mercado, estrategia e plano de investimentos, No (Non Disclosure Agreement). o objetivo e resguardar - informações Fundo mam Em documento e, Chamado de Relatório estratégicas sobre o eiripreendinienro. isso traz segurança pnrn o . , , , de invesrinienro e e construido ein coninnro coni o empreendedor no empreendedor e credibilidade para o riindo de invesiimenio. Í / l longodo processo. IS e Ô Carta de Intenções ou Term Sheet mondo uma idéia e inicialmente aprovada também e assmadoa chamada Carta de Intenções (ou Termo de Investimento, on ainda Term Sheet). Esse docnnienro denionsrrn formalmente o interesse do fundo, deixando clara a vontade dos gestores ein analisar prornndomenie o projelo. Além disso, descreve os principais rernios e eondieoes de eadd pane envolvido. |7
  10. 10. IB ou Term Sheet Ações do fundador Caso o empreendedor detentor do conhecimento sobre a tecnologia comer- cializada decida sair da empresa, só poderá vender as ações depois de tempo determinado ou após atingir algumas metas. Essa cláusula é importante, pois, tendo em vista que o empreendedor e' a alma do negocio, sua saida pode acarretar o fim da empresa . Direito de preferencia Se os empreendedores resolvem vender a partici- pação a outro grupo, ou o Fundo encontrou um com- prador de sua parte na empresa, essa cláusula defende que os demais sócios tenham a preferência na compra destas ações. Direitos de veto para cláusulas ESpEClflCaS O Fundo, mesmo sendo investidor rninoritário, tem o direito de decidir em questões importantes que mudem o direcionamento estratégico da empresa. Se os empreen- dedores resolverem entrar em um novo mercado, por exemplo, deixando de produ- zir o produto original, o Fun- do pode vetar se entender que não é o melhor caminho para a empresa. IS
  11. 11. 20 Anti-diluição A cláusula da Anti- Diluição impede que o investidor tenha sua impor- tância na empresa reduzida devido a aumentos no capital investido no negócio. Assim, se a participação societária do investidor for diluída por causa de aumentos no capital da empresa, mas com preço inferior àquele inicialmente apertado pelo sócio investidor, esse poderá exigir a recompo- sição de sua parti-cipação. Não A _ concorrencia Termo que protege o negócio e os investidores, impedindo que os empreen- dedores principais criem uma outra empresa concorrente usando a mesma tecnologia ou que atinja os mesmos mercados. Tag-along E outra cláusula que ajuda a proteger o investidor da saida de sócios empreen- dedores, o que pode compro- meter o futuro do negócio. Se um sócio iniciar as negocia- ções para a venda de sua parte na empresa, o outro sócio poderá exercer o direito de participar da transação nas mesmas condições. Drag-Along Pode acontecer de o potencial comprador da empresa, no futuro, ter interesse em comprar toda a empresa. A cláusula conheci- da como Drag Along faz com que todos os sócios aceitem a venda desde que seja apro- vada por um dos sócios. Vale lembrar que, antes da venda, os demais sócios podem exercer o direito de prefe- rência, comentado na página anterior. EI
  12. 12. Oqueé um Fundo de Investimento? Um fundo de investimento é um condomínio que reúne recursos (dinheiro) de um conjunto de pessoas fisicas (eu e você) e jurídicas (empresas), com o objetivo de obter ganhos financeiros a partir da aplicação (investimento) desses recursos em alguma coisa. Essas “coisas” podem ser: Fundos de investimento Fundos Cambiais Moedas estrangeiras como o Dólar e Euro. 22 Fundos de Direitos Creditórios ou Recebiveis Direitos de créditos financeiros de empresas, como contas que as empresas tenham a receber de clientes. Todos os fundos funcionam condicionados à autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O órgão, responsável pela regulação e fiscalização dessas instituições, busca proteger os investidores. Cada tipo de fundo possui um perfil de risco e uma possibilidade de ganhos diferente. Falar em risco significa estar ciente da possibilidade de não ganhar o esperado com a aplicação, ou até mesmo perder todo o dinheiro investido. É: Fundos de Fundos de Fundos de Renda Fixa ou Ações ou Renda Capital de Fundos Dl Variável Risco Titulos da divida Ações de empresas do governo brasileiro. negociadas em bolsas de valores, como a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). Participações de empresas que não são negociadas em bolsas de valores. 23
  13. 13. i4 cry: Ô que é uma empresa? Uma empresa é um conjunto organizado de meios e recursos com o . ¡-, @ .1® v ; É l Quanto ao fim l Uma empresa pode ter ou não fins lucrativos, ou seja, existem empresas que buscam gerar lucros para os sócios e outras não. No caso das empresas sem fins lucrativos, o lucro gerado não é distribuido para os donos. Tudo é reinvestido na própria pessoa juridica. objetivo de exercer uma atividade especifica, seja ela particular, pública, ou de economia mista, que produz e oferece bens e/ ou serviços para atender a alguma necessidade humana. Algumas classificações de empresa Quanto à propriedade Quando uma empresa e' de propriedade do governo, ela é chamada de pública e possui a finalidade de obter rentabilidade social. Ia' as empresas de propriedade parti- cular são chamadas de privadas. A finalidade e' obter rentabilidade econômica, ou seja, lucro, em conseqüência do processo produ- tivo. Existem também as empresas de economia mista, que são uma mistura de propriedade privada e pública. Um bom exemplo e' a Petrobrás. Existem vários tipos de empresa, com formas diferentes de organização e legislação especifica. Tipos de empresa Sociedade por quotas de responsabilidade limitada As empresas limitadas (Ltda. ) são aquelas cujo capital social e' representado por quotas. A responsabilidade dos sócios no investimento e' limitada ao mon- tante do capital social investido. A responsabilidade direta de cada sócio limita-se à obrigação de integralizar as cotas que subscre- veu, embora exista a obrigação solidária pela integralização das quotas subscritas pelos demais sócios. F r , . i. l. l. i. Sociedades Anônimas As empresas criadas sob a forma de uma Sociedade Anônima (S. A.) são aquelas cujo capital social e' representado por ações em que a responsabilidade dos sócios é limitada às ações que detêm. Fundos de capital de risco, como o Criatec, somente podem investir em empresas do tipo SA. . Caso a empresa seja uma LTDA. , os fundos normalmente fazem a análise dos investimentos e condicionam a realização da operação à transfor- mação do empreendimento em uma S. A.. al
  14. 14. Gerindo uma EITIPPESB A Criação de uma empresa, seja ela grande ou pequena, de base tecnológica ou não, só e' possível com a adoção de uma série de princípios administrativos fundamentais para o seu desenvol- vimento. Os principais elementos são: Espera-se que uma empresa plenamente funcional tenha estas atividades bem estruturadas de forma a atingir os objetivos almejados. Aliado a estas questões, uma empresa que queira receber recursos de investidores de capital de risco precisa ter uma boa gestão administrativa e financeira. Isto signiñca estar em dia com dividas, os impostos, obrigações trabalhistas e societárias, etc. Não apresentar essas características, além de gerar insegurança por parte do investidor, pode levar a empresa a tomar alguns sustos inesperados como multas e outros débitos. Planejamento Saber para onde se quer ir, de que forma e com que recursos, Recomendaese fazer um Plano de Nego* cios para estruturar o ra* ciocínio. Organização Por um lado, é preciso preocupação com a estrue tura fisica, tecnológica e o capital intelectual. Por outro, com o modo como foi estruturado, dividido e seqüenciado o trabalho, Direção Controle Capacidade de comunicar, dirigir, tomar decisões, solucionar problemas e motivar as pessoas, Ou seja, liderar. Averiguar se as atividades estão de acordo com o planejamento feito. 27
  15. 15. Sócio x Empreendedor x Executivo Existem diferenças significativas entre negócios dirigidos por um empreendedor/ fundador e aqueles dirigidos por um CEO (Chief Executive Officer), que é um executivo profissional. Pode ser difícil detectar uma mudança imediata, mas ao longo do tempo as decisões tenderão a ser tomadas de forma mais estratégica e exigir o comprometimento de mais pessoas. Tradicionalmente, empreendedores de sucesso são velozes em tomar decisões e normalmente centralizam o comando nas próprias mãos. Embora crucial nos primeiros momentos da vida da empresa, ao longo da maturação do empreendimento essa estrutura de comando pode comprometer o crescimento do negócio. Pode acontecer de, em determinado momento, tornar-se necessária a contratação de um CEO para comandar o negócio, claro que em coordenação com diretores e sujeito a um conselho. É comum, e de suma importância, que o empreendedor mantenharse envolvido nas decisões estratégicas, através do Conselho de Administração. Mas pode ser melhor para a empresa que ele delegue o dia»a›dia da empresa para um time profissional de gestão. Acionistas possuem o claro interesse em aumentar o valor da empresa, mas são, de maneira geral, menos envolvidos no dia-a-dia das r ~e^ operações. Os acionistas dão aos seus executivos a liberdade e autoridade necessárias para _ J executar o plano de negócios. O papel do ' empreendedor ao longo desse processo / dependerá dos seus interesses e de - › __/ ~e( suascompetencias. , y Em geral, a gestão de uma empresa fica a cargo dos seguintes grupos: Os acionistas são os donos da empresa que normalmente constituem um Conselho de Administração para melhor acompanhar o desempenho estratégico da empresa e opinar sobre questões críticas e estratégicas do negócio. O Conselho de Administração é composto pelos acionistas e outros membros independentes ou não da empresa, chamados a critério dos acionistas para auxiliar na gestão estratégica da empresa. O Conselho supervisiona o trabalho do Corpo Executivo (presidente e diretores) e define as diretrizes estratégicas em torno de um objetivo definido no Planejamento Estratégico ou Plano de Negócios. O Corpo Executivo (presidente e diretores) fazem a efetiva gestão e execução das operações da empresa. 21
  16. 16. 30 Oqueéo _ Fundo Criatec? O Criatec e' um fundo de investimento de capital de risco que investe em pequenas empresas emergentes e inovadoras não negociadas em bolsa de valores. Essas empresas são geralmente nascentes, sem faturamento ou com faturamento de até R$ 6 Por que ele foi criado? Nascido a partir de uma iniciativa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e gerido pela Antera Gestão de Recursos S. A., o Criatec tem o objetivo de criar uma ponte entre o meio acadêmico, onde surgem as inovações, e o mercado, onde a inovação faz a diferença. O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) é também cotista do Criatec. Ambas as instituições têm grande interesse no desenvolvimento milhões, e com grande conteúdo inovador. O fato de investir em empresas ainda incipientes enquadra o Criatec no segmento "Capital Semente". O investimento acontece por meio da compra de ações do empreendimento, . - de novas em resas de base tecnoló ica visando a obtençao de lucros com a venda futura das P g . . - . , . no Brasil. participaçoes. Assim, o Fundo e as empresas tornam-se socios e, juntos, trilham o difícil caminho de inserir inovações no A implantaçãf) do Criatec está ligada também à estruturação de uma cadeia mercado, obter elevado crescimento do negócio e gerar produtiva de empresas inovadoras de lucros. diferentes setores da economia. Assim, o Q . . . , . . . investimento em ciencia e tecnologia nacional O retorna para a sociedade na forma de produtos e q P | processos inovadores criados no Brasil. fundo de capital SEITICHÉE O Fundo Criatec contribui, portanto, para a inserção do País em um novo patamar no campo da inovação. O que ele não é? o O Fundo Criatec não é um novo edital de Subvenção Econômica do BNDES. O O Fundo Criatec não é uma nova linha de financiamento do BNDES.
  17. 17. 32 Quem é o gestor do Criatec? O BNDES selecionou o gestor do Fundo Criatec através de um edital público realizado em 2007. O ganhador foi a empresa Antera Gestão de Recursos em associação com o Instituto Inovação. Juntos eles formam este consórcio responsável pela prospecção, análise, seleção e gestão dos investimentos do Fundo. J . BNDES) Recursos Disponíveis O Fundo Criatec possui R$100 milhões, que serão investidos em aproximadamente 50 empresas. Cada empresa poderá receber no máximo R$15 milhão, montante que pode chegar a R$ 5 milhões caso os gestores achem conveniente uma segunda rodada de ate' R$3,5 milhões. Não existe um percentual pre'- definido de participação nas empresas, pois esse número pode variar de acordo com o perfil dos negócios em análise. O Fundo podera' ainda realizar co-investimentos em parceria com outros investidores, sejam eles investidores anjo (pessoa fisica), outros fundos de investimento ou investidores estratégicos (empresas e outras pessoas jurídicas). Os prazos do Criatec O Fundo Criatec foi criado em Novembro de 2007 e possui prazo de duração de 10 anos. De acordo com o cronograma do Fundo, o prazo para o cadastro de oportunidades estará aberto por 4 anos (até 201 1). Durante esse período, serão feitos investimentos nas empresas ou idéias de negócio selecionadas. Nos 6 anos seguintes, o Fundo investirá na maturação das empresas. Nesse prazo também acontecerá o desinvestimento, etapa muito importante, tanto para as empresas, como para o Fundo. Como os recursos são investidos? O investimento do Fundo Criatec é realizado através da aquisição de ações de empresas do tipo Sociedade Anônima (S. A.). Caso a empresa seja uma Sociedade Limitada (Ltda), o Fundo ajuda a empresa a tornar-se uma S. A. para receber o investimento. Não existe nenhum impedimento quanto a investir em empresas que ainda não existam. Os candidatos preenchem o Formulário de Filtro de Oportunidade na página da internet do Fundo e, Caso sejam aprovados pelo Comitê de Investimentos do Fundo, terão a ajuda do Criatec para a constituição do empreendimento. 33
  18. 18. Diferenciais do Fundo Criatec O Criatec acredita não apenas em investimentos financeiros, mas também em dar o suporte necessário para que as empresas consigam utilizar bem o dinheiro. A equipe Criatec trabalha a serviço da inovação e entende o que as empresas precisam para alcançar o sucesso. Por isso fornece recursos como: hzqgiuifãunúerun¡ gàiañn-«ub-aiuupitaixkxira irma'. raumlfügimç ÀlKikftihd : :titan-ala ralkrlíhnmnnanln¡ âlllilíiílwnullllllâlx" ? uni-deuílaúunvnaieañnuruiln-«a ñlkllllnñllllàllllt) , Axsíansíuíhi ¡lh-umIlellnlgnfto-íhuannggnahwy mafia; (HIIIIVHLÚÍO-llhuHüilzllâgúeuanlIIIIÉÍÚÍI~ÉÍ= IIIIQ§ÍÍÍOH ImklI-*niulhuuuumav-Iluilianqv 35h01m , um irltaunlali , fiãllgixi r ¡ vivwnu ; P um: a mich¡ : :css nutrir

×