Trabalho português

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Trabalho português

  1. 1. Os Três PorquinhosNuma bonita casa de campo viviam 3 porquinhos:Prático, Heitor e Cícero. Quando não iam à escola, ficavam a brincar felizes e despreocupadosno campo.Ao escurecer, voltavam cansados e satisfeitos.Em casa esperava-os a sua avozinha, que lhes preparava grandes bolos com natas e morangos.Um dia, Cícero, o menor, propôs:Agora que já somos grandes, podemos construir uma casa só para nós e viver sozinhos! Cadaum construirá a sua, a seu gosto.Cícero não queria se cansar muito, pelo que considerou que bastariam uns tantos ramos e umpouco de palha entrançada para construir uma cabaninha fresca e confortável.
  2. 2. Heitor, pelo contrário, pensou que uma cabana de madeira seria suficientemente confortável eresistente e que não teria de trabalhar demasiado para construí-la.Prático queria uma casinha como a da avozinha. Por isso, carregou o carrinho de mão váriasvezes com tijolos e cimento e pôs-se a trabalhar com muito afinco.- Assim estarei resguardado do lobo, que de vez em quando sai do bosque.De fato, veio o lobo e bateu na casinha de palha: Truz! Truz! Truz!- Quem é? – perguntou a avozinha do Cícero.– Um amigo... abre! - respondeu o lobo lambendo-se.- Não! És o lobo mau e não te vou abrir a porta!- Ai sim?! – Rosnou o lobo rangendo os dentes.- Vê então como abro a tua porta! – E de um sopro varreu a cabaninha fazendo rolar para bemlonge o porquinho.Enquanto Cícero escapava, o lobo foi bater à porta do Heitor:- Abre, não te farei mal!Heitor também não quis abrir, mas um par de sopros foram suficientes para destruir a suacasinha.Muito esfomeado, o lobo bateu à porta da casa do Prático.
  3. 3. - Vai-te embora, lobão! – Respondeu-lhe o porquinho.Desta vez, o lobo soprou e soprou muitas vezes, mas a casinha, construída com cimento etijolos era demasiado sólida até para ele.Por fim, o lobo mau ficou sem forças. Aborrecido, levantou o punho, ameaçando:- Por agora, deixo-te... mas depressa voltarei!E vou-te comer de uma só vez.Quando se fez noite o lobo voltou. Prático ouvi-o a trepar pelo algeroz para subir até aotelhado da casa.Enquanto se metia pela chaminé, o lobo lambia-se já pensando no jantar à base de porquinhoassado. Mas Prático, que tinha uma panela de sopa ao lume, atiçou a chama com toda a lenhaque tinha.O lobo já estava a meio caminho quando começou a cheirar a queimado: era a sua cauda quecomeçava a chamuscar! Saiu pela chaminé e desapareceu uivando.
  4. 4. No dia seguinte, enquanto o pobre lobo, com a cauda entre as patas, continuava a fugir para omais longe possível, a povoação celebrava a valentia do porquinho sábio e o retorno àtranquilidade.Trabalho Feito Por Julio Tomé Nº12/Turma 7C

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