Técnicas de registo áudio

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Técnicas de registo áudio

  1. 1. TÉCNICAS DE REGISTO ÁUDIO Bruno Ferreira Catarina Loureiro Itelvina Semedo
  2. 2. ESTÚDIO Um estúdio de gravação é uma instalação física destinada à gravação de som. Idealmente, o espaço é projectado de forma a obter as propriedades acústicas desejadas — difusão sonora, baixo nível de reflexões, reverberação adequada, etc. *Reverberação é um efeito físico gerado pelo som, é a reflexão múltipla de uma frequência.
  3. 3. ESTÚDIO Diferentes tipos de estúdios que se adequam a gravações de bandas e artistas, dobragens e sons para filmes, até mesmo a gravação de uma orquestra. Um estúdio de gravação típico consiste em uma sala, o "estúdio" propriamente dito, onde os instrumentistas e vocalistas fazem as suas execuções; e a "sala de controle", onde estão os equipamentos de gravação e manipulação do som.
  4. 4. ESTÚDIO Geralmente existem salas menores chamadas "cabines de isolamento", que acolhem os instrumentos altos como uma bateria ou amplificadores de guitarra, de modo a isolá-los da captação dos microfones que capturam o som dos outros instrumentos ou vocalistas
  5. 5. EXTERIOR No Homem, a associação entre som e imagem é, desde muito cedo, estabelecida a partir do contacto com o meio exterior e «naturalizada» pela aprendizagem. Quando a técnica somente permite reproduzir a ilusão do movimento visual, como na época do cinema mudo, nem por isso a componente acústica deixa de estar presente nas salas de projecção.
  6. 6. EXTERIOR A matéria sonora é de tal modo expressiva, variada, plástica, que transforma qualitativamente a experiência sensorial e cognitiva dos espectadores. Na era dos multimédia, o estudo dos modos artificiais de organização de imagem e de som adquire grande importância, mobilizando a atenção de diversificadas áreas científicas, artísticas e profissionais.
  7. 7. EXTERIOR O método Exterior engloba diferentes subsistemas e códigos, que se harmonizam mediante a transformação técnico-retórica. Após a identificação dos subsistemas constituintes, a nossa atenção recai, naturalmente, sobre vários aspectos relacionados com o subsistema sonoro: percepção auditiva e mecanismos de escuta, destacando o papel da aprendizagem no reconhecimento das formas acústicas.
  8. 8. EXTERIOR Funcionalidade dos componentes - palavra, música, sons - e manipulação técnico-retórica; relações contraídas pelos subsistemas expressivos. Como conclusão, reafirma-se o conceito de sistema audiovisual como superação qualitativa dos seus componentes.
  9. 9. VOZ-OFF A locução em voz off deverá ser efectuada em simultâneo com a gravação vídeo, caso contrário seremos confrontados com outro tipo de problemas que o equipamento amador muito dificilmente conseguirá resolver. Um aspecto a observar é o de que nunca se deve cortar um discurso a meio, mesmo que se pretenda continuá-lo posteriormente. Torna pouco perceptível a lógica da mensagem e pode provocar um desagradável efeito no espectador.
  10. 10. SINCRONISMO ÁUDIO/VÍDEO Áudio para sincronização de vídeo refere-se à relação tempo de áudio (som) e vídeo (imagem) peças durante a criação, produção, pós (mistura), transmissão , recepção e processamento de play-back. Quando o som do vídeo têm um timing relacionados causa e efeito , AV-sync pode ser um problema em televisão , videoconferência , ou filme .
  11. 11. SINCRONISMO ÁUDIO/VÍDEO Digital ou analógica de áudio e vídeo ou arquivos de vídeo geralmente contém algum tipo de sincronismo AV, sincronização explícita, quer sob a forma de vídeo entrelaçado e dados de áudio ou explícito em relação ao tempo de tratamento de dados.
  12. 12. SONOPLASTIA Sonoplastia é todo tipo de ruído ambiente, tiros, tombos, animais e até gritos, existem até CDs só de sonoplastia. O registo em vídeo é interessante à medida que libera o pesquisador da conquista contínua dos dados, que são, inevitavelmente, incompletos, e permitem a mistura entre os comportamentos verbais, posturais e outros.
  13. 13. SONOPLASTIA Os registos em vídeo permitem recuperar inúmeras informações interessantes nos processos de validação dos dados pelos operadores. Essa técnica, entretanto, está relacionada a uma etapa importante de tratamento de dados, assim como de toda preparação inicial para a contribuição de dados (ambientação dos operadores), e uma filtragem dos períodos observáveis e dos operadores que participarão dos registos. Alguns indicadores podem ser observados para melhor estudo da situação de trabalho (postura, exploração visual, deslocamentos etc).

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