Seminário Parasitologia	Ordem Siphonaptera <br />Universidade Católica de Brasília<br />Medicina<br />Marina Sousa da Silv...
Biologia<br />Reino: <br />animalia<br />Filo: <br />arthropoda<br />Classe: <br />insecta<br />Ordem: <br />siphonaptera<...
Biologia <br />São organismos holometábolos<br />Ovo, larva, pulpa, adulto<br />Podem parasitar diversas espécies <br />Al...
Biologia <br />Ovos <br />São depositados sobre o hospedeiro, no seu ninho ou no chão.<br />Larvas <br />Sem patas e cegas...
Biologia <br />Pupas <br />Casulo de seda fabricado pela larva<br />Vai dar origem à forma adulta<br />Forma adulta<br />H...
Ciclo de vida <br />
Morfologia <br />São ápteros<br />Coloração marrom avermelhada<br />2,5 a 3,0 mm de comprimento<br />3 pares de patas<br /...
Morfologia <br />Corpo coberto por microscópicos <br />espinhos voltados para traz, que <br />ajudam na movimentação <br /...
Famílias <br />As famílias das pulgas são separadas pelo tipo de hospedeiro que parasitam<br />Tungidae<br />Pulicidae – p...
As Pulgas<br />São conhecidas mais de 3.000 espécies de pulgas por todo o mundo:<br />Aproximadamente 200 são encontradas ...
Espécies de Importância<br />Ctenocephalides canis e Ctenocephalides felis<br />Pulgas do cão e do gato<br />Podem picar o...
Espécies de Importância<br />Pulex irritans<br />Principal ectoparasita do homem<br />Pode parasitar outros hospedeiros<br...
Espécies de Importância<br />Polygenesspp.<br />Transmitem a peste entre roedores<br />Contribuem para a manutenção da pes...
Espécies de Importância<br />Xenopsyllacheopis<br />Pulga vetor da Peste Bubônica<br />Bactéria Yersiniapestis<br />Princi...
Tungíase - Aspectos Gerais<br />Bicho-de-pé<br />Tunga penetrans (penetração da fêmea na epiderme)<br />Doença ectoparasit...
Tungíase - Ciclo de Vida<br />Os estágios larvais se alimentam de restos orgânicos do ambiente<br />As pupas são envolvida...
Tungíase - Ciclo de Vida<br />Fêmeas de T. enetrans:<br />Ausência de estruturas especializadas para cavar<br />Apenas aco...
Tungíase - Aspectos Clínicos<br />Incialmente assintomático (penetração da fêmea)<br />Coceita, irritação  fêmea já no es...
Tungíase - Diagnóstico e Tratamento<br />Diagnóstico pela indentificação das pulgas e seus ovos nas lesões<br />Tratamento...
Tungíase - Complicações Clínicas<br />Regiões endêmicas<br />Recorrente reinfestaçãoparasitosemestágiosvariados de desenv...
Figura 11: Péesquerdo de uma de menina de seteanos. Os dedosapresentamlesõesemtodososestágios de desenvolvimento.Ovospodem...
Tungíase - Epidemiologia<br />Regiões tropicais e sub-tropicais<br />México<br />América do Sul<br />Oeste da Índia<br />Á...
Pulgas e a Peste<br /><ul><li>Peste
Agente etilógico: Yersiniapestis
Agente transmissor: Xenipsyllachopis
Revervatórios: roedores slivestres – campestres </li></ul>Doença bacteriana que se espalha por populações animais, inclusi...
Transmissão<br />A pulga alimenta-se do sangue de ratos e de outros roedores<br />Seu sistema digestivo fica obstruído por...
Ciclo de Vida<br />Adultos em busca de hospedeiro de sangue quente<br />Larvas  se tornam pupas<br />Ovos atingem o estági...
Sintomas <br />Após 7 dias:<br />FEBRE<br />MAL-ESTAR<br />Gânglios linfáticos hemorrágicos e inchados. <br />BULBOS<br />...
Formas Clínicas<br />PESTE BUBÔNICA <br />PESTE PNEUMÔNICA <br />Tosse com expectoração sanguinolenta, purulenta e infecci...
Diagnóstico e Tratamento<br />Diagnóstico<br />Feito com o recolhimento de amostra de líquido dos bulbos , pus ou sangue;<...
Epidemiologia <br />Ainda hoje registram-se casos em vários locais do mundo:<br />Ocidente dos Estados Unidos<br />Mongóli...
Profilaxia<br />Evitar o contato com roedores e erradicá-los das áreas de habitação<br />Medida mais eficaz   <br />É UMA ...
Pulgas e Tifo Murino<br />Tifo Endêmico ou Tifo Transmitido por Pulgas <br />Agente etiológico bacteriano: Rickettsia typh...
Ciclo de Vida<br />Hospedeiros <br />Roedores da Família Muridae<br />Ratos<br />Gatos, Gambás e Esquilos <br />Homem <br ...
Infecção<br />Figura 3<br />Pelas fezes das pulgas<br />Inalação de aerossóis das fezes secas <br />Raramente pela picada ...
Infecção<br />Fezes infectadas <br />Penetram pela lesão da picada <br />Hospedeiro pode lesar a pele durante a coceira <b...
Sintomas<br />Rickettsia typhi  habita células endoteliais dos vasos sangüíneos do homem<br />Causa inflamação, obstrução ...
Sintomas<br />Exantema ou rash cutâneo (erupção cutânea)<br />32% dos doentes aparecem em 2 dias <br />50% dos doentes apa...
Sintomas<br />Resultados analíticos <br />Anemia <br />Leucopenia na fase inicial<br />Leucocitose mais tardiamente<br />T...
Pneumonite intersticial
 Edema Pulmonar
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Ordem Siphonaptera

23.983 visualizações

Publicada em

Apresentação oral de Parasitologia (Pulgas).
Professor: Douglas Albernaz

4 comentários
27 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
23.983
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
16
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
4
Gostaram
27
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Ordem Siphonaptera

  1. 1. Seminário Parasitologia Ordem Siphonaptera <br />Universidade Católica de Brasília<br />Medicina<br />Marina Sousa da Silva<br />Raquel Nascimento Matias<br />Rebeca Alevato Donadon<br />Paulo Victor Pereira<br />Yuri Raslan<br />Professor: Douglas Albernaz<br />
  2. 2. Biologia<br />Reino: <br />animalia<br />Filo: <br />arthropoda<br />Classe: <br />insecta<br />Ordem: <br />siphonaptera<br />Figura 1: microscopia eletrônica de pulga<br />
  3. 3. Biologia <br />São organismos holometábolos<br />Ovo, larva, pulpa, adulto<br />Podem parasitar diversas espécies <br />Alguns dão preferência a espécies específicas<br />
  4. 4. Biologia <br />Ovos <br />São depositados sobre o hospedeiro, no seu ninho ou no chão.<br />Larvas <br />Sem patas e cegas<br />Se alimentam das fezes das formas adultas, não tem capacidade de sugar sangue.<br />
  5. 5. Biologia <br />Pupas <br />Casulo de seda fabricado pela larva<br />Vai dar origem à forma adulta<br />Forma adulta<br />Hematófaga<br />São capazes de não se alimentar por meses<br />Tempo de vida variando de acordo com a espécies e com as condições ambientais<br />
  6. 6. Ciclo de vida <br />
  7. 7. Morfologia <br />São ápteros<br />Coloração marrom avermelhada<br />2,5 a 3,0 mm de comprimento<br />3 pares de patas<br />O par de patas traseiras são adaptadas ao pulo<br />Corpo endurecido e achatado verticalmente<br />Figura 1:<br />
  8. 8. Morfologia <br />Corpo coberto por microscópicos <br />espinhos voltados para traz, que <br />ajudam na movimentação <br />Aparelho bucal do tipo sugados - pungitivo<br />Fêmeas são maiores que os machos<br />
  9. 9. Famílias <br />As famílias das pulgas são separadas pelo tipo de hospedeiro que parasitam<br />Tungidae<br />Pulicidae – pulga comum<br />Coptopsyllidae<br />Vermipsyllida - carnívoros<br />Rhopalopsyllidae - marsupiais<br />Hypsophthalmidae<br />Stephanocircidae - roedores<br />Pygiopsyllidae<br />Hystrichopsyllidae - ratos<br />Leptopsyllidae - aves e coelhos<br />Ischnopsyllidae - morcegos<br />Ceratophyllidae<br />malacopsyllidae<br />Amphipsyllidae<br />Dolichopsyllidae - roedores<br />ctenopsyllidae<br />As famílias mais importantes na área de controle de pragas são: <br />Pulicidae e Tungidae <br />
  10. 10. As Pulgas<br />São conhecidas mais de 3.000 espécies de pulgas por todo o mundo:<br />Aproximadamente 200 são encontradas na América do Sul<br />Por volta de 59 espécies são encontradas no Brasil<br />36 delas só no Estado de São Paulo<br />Podem ser:<br />Parasitos propriamente ditos<br />Transmissores (vetores)<br />Hospedeiros Intermediários<br />
  11. 11. Espécies de Importância<br />Ctenocephalides canis e Ctenocephalides felis<br />Pulgas do cão e do gato<br />Podem picar o homem<br />Ações irritativas mais severas que as da pulga do homem<br />Hospedeiras intermediárias do Dipylidiumcaninum<br />Figura 2: Ctenocephalides canis<br />Figura 3: Ctenocephalides felis<br />
  12. 12. Espécies de Importância<br />Pulex irritans<br />Principal ectoparasita do homem<br />Pode parasitar outros hospedeiros<br /> Suínos, cães, gatos. <br />Não participa da transmissão de doenças<br />Vive fora do corpo de seus hospedeiros<br />Hematofagia<br />Controle requer uso de inseticidas e limpeza dos locais<br />Figura 4: Pulexirritans<br />
  13. 13. Espécies de Importância<br />Polygenesspp.<br />Transmitem a peste entre roedores<br />Contribuem para a manutenção da peste enzoótica rural no Brasil<br />Tunga penetrans<br />Menor das pulgas conhecidas<br />Inseto Adulto mede 1 mm de comprimento<br />Fêmea é o “bicho-do-pé”<br />Figura 5: Tunga penetrans<br />
  14. 14. Espécies de Importância<br />Xenopsyllacheopis<br />Pulga vetor da Peste Bubônica<br />Bactéria Yersiniapestis<br />Principal transmissora da peste entre os ratos e entre o rato e o homem<br />É a pulga mais encontrada nos ratos domésticos<br />Transmite o Tifo Murino<br />Bactéria Rickettsiatyphi<br />Transmissão pelas fezes das pulgas<br />Zoonose própria do rato  Homem contamina-se esporadicamente<br />Figura 6: Xenopsyllacheopis<br />
  15. 15. Tungíase - Aspectos Gerais<br />Bicho-de-pé<br />Tunga penetrans (penetração da fêmea na epiderme)<br />Doença ectoparasitária<br />Pulga que hipertrofia até atingir cerca de 1cm<br />Autolimitada  duração de 4 a 6 semanas<br />Figura 7: Ovos de T. penetrans (setas amarelas).<br />
  16. 16.
  17. 17. Tungíase - Ciclo de Vida<br />Os estágios larvais se alimentam de restos orgânicos do ambiente<br />As pupas são envolvidas por casulos  geralmente cobertos por areia, terra ou seixos<br />Tanto o macho quanto a fêmea se alimentam do sangue do hospedeiro<br />Apenas a fêmea fertilizada é capaz de cavar na epiderme  inchaço<br />
  18. 18. Tungíase - Ciclo de Vida<br />Fêmeas de T. enetrans:<br />Ausência de estruturas especializadas para cavar<br />Apenas acoplam o aparelho bucal<br />Mantêm a porção posterior voltada para o ambiente<br />Alimentam-se distendendo o abdome até cerca de 1cm<br />Liberam cerca de 100 ovos em um período de 2 semanas<br />Morrem  expulsas pela pele do hospedeiro<br />Figura 8: Tunga penetrans.<br />Seta azul: parte posterior da pulga; seta verde: anterior dapulga, mostrando a cabeça, bucaisesobrecoxa, e,seta amarela: ovo. <br />
  19. 19. Tungíase - Aspectos Clínicos<br />Incialmente assintomático (penetração da fêmea)<br />Coceita, irritação  fêmea já no estágio final<br />Inflamação e ulceração<br />Múltiplas lesões<br />Dificuldade para caminhar<br />Figura 9: Lesão por T. penetrans em paciente.<br />
  20. 20. Tungíase - Diagnóstico e Tratamento<br />Diagnóstico pela indentificação das pulgas e seus ovos nas lesões<br />Tratamento limitado à remoção completa da pulga<br />Remoção parcial (fragmentação do inseto) Complicações (inflamaçõesouinfecções)<br />Figura 10: Pé com tungíase.<br />
  21. 21. Tungíase - Complicações Clínicas<br />Regiões endêmicas<br />Recorrente reinfestaçãoparasitosemestágiosvariados de desenvolvimento<br />Regiões com baixos IDH e condições de higiene<br />Retirada da pulga sem assepsia<br />Superinfecção por bactérias<br />Clostridiumtetani<br />Graves sequelas documentadas<br />Deformaçãoeperda de unhas<br />Deformaçãoeamputação de dígitos<br />Sepse<br />Morte<br />
  22. 22. Figura 11: Péesquerdo de uma de menina de seteanos. Os dedosapresentamlesõesemtodososestágios de desenvolvimento.Ovospodem ser identificadosaderidosàpeleeemtodas as unhas (e.g., seisovos no bordo lateral daunha do 4o pododáctilo). Inflamaçãoestápresenteemtodososdedos; todas as unhas e o 5o pododáctiloapresentamdeformação.<br />Figura 12: Região plantar dos pés de umamenina de seteanos. Lesõesemtodososestágios de desenvolvimentoestãopresentes. Váriosagrupamentos de lesõessãovisíveisem ambos ospés. <br />
  23. 23. Tungíase - Epidemiologia<br />Regiões tropicais e sub-tropicais<br />México<br />América do Sul<br />Oeste da Índia<br />África<br />Regiões com areia: praias, fazendas<br />
  24. 24. Pulgas e a Peste<br /><ul><li>Peste
  25. 25. Agente etilógico: Yersiniapestis
  26. 26. Agente transmissor: Xenipsyllachopis
  27. 27. Revervatórios: roedores slivestres – campestres </li></ul>Doença bacteriana que se espalha por populações animais, inclusive humanos, por meio do contato com ratos infectados .<br />Figura 13: Bactéria Yersiniapetis<br />Figura 14: Pulga Xenipsyllachopis<br />
  28. 28. Transmissão<br />A pulga alimenta-se do sangue de ratos e de outros roedores<br />Seu sistema digestivo fica obstruído por grande quantidade de bactérias<br />Ao picar um hospedeiro , a pulga regurgita o sangue infectado dentro da ferida<br />A bactéria cai no sistema linfático, chegando aos linfonodos<br />
  29. 29. Ciclo de Vida<br />Adultos em busca de hospedeiro de sangue quente<br />Larvas se tornam pupas<br />Ovos atingem o estágio larval (3-4 dias)<br />Ovos depositados pela fêmea no ambiente<br />
  30. 30. Sintomas <br />Após 7 dias:<br />FEBRE<br />MAL-ESTAR<br />Gânglios linfáticos hemorrágicos e inchados. <br />BULBOS<br />Bactérias invadem a corrente sanguínea, multiplicando-se.<br />Hemorragia em vários órgãos, principalmente nos pulmões.<br />PESTE SEPTICÊMICA <br />
  31. 31. Formas Clínicas<br />PESTE BUBÔNICA <br />PESTE PNEUMÔNICA <br />Tosse com expectoração sanguinolenta, purulenta e infecciosa.<br />INALAÇÃO DIRETA DE GOTAS INFECCIOSAS EXPELIDAS PELO DOENTE <br />Na peste pneumônica o período de incubação é menor, de 2 a 3 dias , e é logo de início pulmonar , sem passar pela fase de formação dos bulbos. Logo após o surgimento dos sintomas pulmonares , a peste não tratada é mortal em quase 100% dos casos.<br />
  32. 32. Diagnóstico e Tratamento<br />Diagnóstico<br />Feito com o recolhimento de amostra de líquido dos bulbos , pus ou sangue;<br />Cultura em meios de nutrientes para observação ao microscópio e análise bioquímica <br />Tratamento<br />Antibióticos são utilizados, sendo bastante eficazes:<br />Estreptomicina<br />Tetraciclinas<br />Cloranfenicol<br />Os mais recentes são Gentamicina e a Doxiciclina<br />
  33. 33. Epidemiologia <br />Ainda hoje registram-se casos em vários locais do mundo:<br />Ocidente dos Estados Unidos<br />Mongólia<br />Manchúria<br />Ucrânia<br />Região dos lagos na África<br />Algumas regiões no Brasil<br />Andes<br />
  34. 34. Profilaxia<br />Evitar o contato com roedores e erradicá-los das áreas de habitação<br />Medida mais eficaz <br />É UMA DOENÇA NA QUAL A CONTAMINAÇÃO DEVE SER IMEDIATAMENTE INFORMADA ÀS AUTORIDADES COMPETENTES, E A PESSOA INFECTADA DEVE FICAR EM QUARENTENA . <br />
  35. 35. Pulgas e Tifo Murino<br />Tifo Endêmico ou Tifo Transmitido por Pulgas <br />Agente etiológico bacteriano: Rickettsia typhi<br />Obrigatoriamente intracelulares <br />Sobrevivem somente dentro do hospedeiro<br />Transmitida pelo vetor infectado <br />Pulga Xenopsyllacheopis<br />As pulgas ficam infectadas para o resto da vida e não apresentam sintomas da doença, mesmo albergando a bactéria<br />
  36. 36. Ciclo de Vida<br />Hospedeiros <br />Roedores da Família Muridae<br />Ratos<br />Gatos, Gambás e Esquilos <br />Homem <br />“Hospedeiro Acidental” <br />Quando há muitos roedores contaminados (epizootia)<br />Pulgas buscam novos hospedeiros <br />Figura 15: Ciclo de Vida Rickettsiatyphi<br />
  37. 37. Infecção<br />Figura 3<br />Pelas fezes das pulgas<br />Inalação de aerossóis das fezes secas <br />Raramente pela picada <br />Aparelho digestivo da pulga fica bloqueado pela bactéria<br />Ela regurgita sangue infectado quando pica<br />Defecam enquanto se alimentam do sangue do hospedeiro <br />Adultas<br />Larvas <br />Alimentam das fezes pulga adulta<br />Hospedeiro coça <br />Substância urticante na saliva da pulga<br />
  38. 38. Infecção<br />Fezes infectadas <br />Penetram pela lesão da picada <br />Hospedeiro pode lesar a pele durante a coceira <br />Figura 16: Pulga Xenopsyllacheopis<br />
  39. 39. Sintomas<br />Rickettsia typhi habita células endoteliais dos vasos sangüíneos do homem<br />Causa inflamação, obstrução e sangramento <br />Consumo de leucócitos e plaquetas no local da infecção <br />Trombocitopenia grave <br />Falência multiorgânica <br />6 - 18 dias após infecção <br />Febre alta e persistente<br />Calafrios com tremores<br />Náusea e vômitos<br />Cefaléias<br />Manchas vermelhas no corpo <br />Hemorragias subcutâneas provocadas pela bactéria nos vasos<br />Duram cerca de 12 dias<br />
  40. 40. Sintomas<br />Exantema ou rash cutâneo (erupção cutânea)<br />32% dos doentes aparecem em 2 dias <br />50% dos doentes aparecem 4 – 5 dias<br />18% nunca apareceu<br />No início afeta pequena parte do organismo, sendo difícil vê-la<br />Axila ou face interna do braço<br />Em seguida, aparecem no tronco<br />7 – 10 dias desaparecem gradualmente<br />Geralmente doentes leves se recuperam totalmente<br />Figura 17: Exantema ou rash cutâneo <br />
  41. 41. Sintomas<br />Resultados analíticos <br />Anemia <br />Leucopenia na fase inicial<br />Leucocitose mais tardiamente<br />Trombocitopenia<br /><ul><li>Morte</li></ul>Idosos e pessoas debilitadas <br />Sistema Imunitário deficiente<br /><ul><li>Casos mais graves
  42. 42. Pneumonite intersticial
  43. 43. Edema Pulmonar
  44. 44. Nefrite intersticial
  45. 45. Miocardite intersticial
  46. 46. Meningite
  47. 47. Triadite portal
  48. 48. Icterícia
  49. 49. Convulsões
  50. 50. Coma</li></li></ul><li>Diagnóstico e Tratamento<br />Diagnóstico precoce está ligado à suspeita clínica<br />Tratamento não deve ser adiado até confirmação laboratorial<br />Principal método de confirmação laboratorial é sorológico <br />Testes sorológicos específicos feitos com antígenos de R. typhi<br />Demonstração imuno-histológica de R. typhi nos tecidos<br />PCR <br />O tratamento é feito com antibióticos específicos<br />Terapêutica clássica <br />Doxiciclina ou Cloranfenicol<br />Estudos recentes <br />Fluoroquinolonas (Alternativa eficaz) <br />
  51. 51. Prevenção<br />Consiste em combater as pulgas e ratos<br />Livrar-se das pulgas é prioridade <br />Controlar a proliferação de ratos<br />Manter condições adequadas de higiene<br />Limpeza freqüente e manutenção das moradias<br />Tanto parte interna como externa da casa<br />Produtos para matar pulgas<br />MorteinNeocid<br />Inseticida em pó que as extermina <br />
  52. 52. Epidemiologia<br />Presente em todo o mundo <br />Manifesta-se como surtos<br />Áreas urbanas muito habitadas, docas e armazéns <br />Freqüência de ratos<br />Regiões Prevalentes<br />Costeiras <br />Temperadas <br />Subtropicais<br />Incidência máxima <br />Meses quentes do Verão <br />Princípio do Outono<br />Pode ocorrer ao longo de todo o ano<br />No Brasil<br />MG, SP e RJ<br />
  53. 53. Referências Bibliográficas<br />ARIZA, Liana et al. Tungíase: doençanegligenciadacausandopatologia grave emumafavela de Fortaleza, Ceará. Rev. Soc. Bras. Med. Trop.,  Uberaba,  v. 40,  n. 1, Feb.  2007.<br />DPDx. LaboratoryIdentificationof Parasites ofPublicHelfConcern. Disponível em <http://www.dpd.cdc.gov/dpdx/HTML/Tungiasis.htm> Acessoem: 6 Nov, 2010.<br />REY, L. Bases da Parasitologia Médica. 2ª ed. Rio de Janeiro. Guanabara – Koogan, 2002.<br />SIPHONAPTERA. Departamento de Parasitologia da Universidade Federal de Minas Gerais. Disponível em http://www.biota.org.br/pdf/v5cap24.pdf Acesso em 7 Nov, 2010.<br />
  54. 54. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS<br />Disponivel em http://www.saudeanimal.com.br/artig108.htm acessado em 6 de novembro de 2010<br />Disponivel em http://www.caminoanimalclinic.com/articles/images/flea02.jpg&imgrefurl acessado em 6 de novembro de 2010<br />Disponivel em http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/tifo/imagens/tifo-1.jpg&imgrefurl acessado em 7 de novembro de 2010<br />Disponivel em http://www.lookformedical.com/search.php?lang=3&q=Tifo+End%C3%AAmico+Transmitido+por+Pulgas&src=faq acessado em 6 de novembro de 2010<br />Disponivel em http://www.manualmerck.net/?id=209&cn=1722 acessado em 6 de novembro de 2010<br />Disponivel em http://www.dedetizacao-consulte.com.br/pulgas-doencas-causadas.asp acessado em 7 de novembro de 2010<br />Disponivel em http://www.spmi.pt/revista/medicinainternavol09N1.2002/tifo.pdf/ acessado em 7 de novembro de 2010<br />Disponivel em http://www.institutocamoes.pt/glossario/Textos/Medicina/HTM/rickettsiaceae.html acessado em 7 de novembro de 2010<br />

×