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Referências
ALLY,M.FoundationsofEducationalTheoryforonlinelearning.2004.In:TerryANDERSON,
T. e ELIOUMI, F. Theory and P...
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SANTOS,EdnéaO.ArticulaçãodesaberesnaEaDon-line.InSILVA,Marco(org.) EducaçãoEducaçãoE...
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  1. 1. Ambientes Virtuais de Aprendizagem O processo de ensino-aprendizagem tem potencial para tornar-se mais ativo, dinâmico e personalizado por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem. Essas mídias, em evolução, utilizam o ciberespaço para promover a interação e a colaboração a distância entre os atores do pro- cesso e a interatividade com o conteúdo a ser aprendido. O capítulo dis- cute os Ambientes Virtuais de Aprendizagem apresentando os aspectos conceituais, as bases legais, os recursos e as ferramentas que podem com- por um ambiente virtual, assim como o processo de elaboração de mate- rial didático para a educação on-line. Nesses ambientes, a tecnologia é apenas um meio, pois, a ênfase deve estar na proposta, no conteúdo pedagógico e no desenvolvimento do processo educativo. The teach-learning process can be made more active, dynamic and customized inVirtual Learning Environments. These evolving media use the cyberspace to promote not only interaction and collaboration between the actors, at a distance, but also interaction with the content to be learned. This chapter discusses Virtual Learning Environments and shows the conceptual aspects, legal issues, resources and the tools that may be the components of a virtual environment, as well as the development of pedagogical materials used in online education contexts. In these environments, technology is only a means since emphasis should be put on the content of the educational project and on the development of the educational process. Alice Theresinha Cybis Pereira, Valdenise Schmitt e Maria Regina Álvares C. Dias
  2. 2. 4     Ambientes Virtuais de Aprendizagem O avanço e os desenvolvimentos tecnológicos, a partir da segunda metade do século XX, impulsionaram e estão trans- formando a maneira de ensinar e de aprender. Além disso, o intenso ritmo do mundo globalizado e a complexidade cres- centedetarefasqueenvolveminformaçãoetecnologiafazem comqueoprocessoeducativonãopossaserconsideradouma atividadetrivial.Nestecontexto,ademandaeducativadeixou de ser exclusividade de uma faixa etária que freqüenta escolas euniversidades.Aessepúblicojuntam-setodososindivíduos quenecessitamestarcontinuamenteatualizadosnocompeti- tivomercadodetrabalhoe/ouativosnasociedade. Nosúltimosanos,osAmbientesVirtuaisdeAprendizagem (AVAs)estãosendocadavezmaisutilizadosnoâmbitoacadê- micoecorporativocomoumaopçãotecnológicaparaatender esta demanda educacional. Diante disso, destaca-se a impor- tância de um entendimento mais crítico sobre o conceito que orienta o desenvolvimento ou o uso desses ambientes, assim como, o tipo de estrutura humana e tecnológica que oferece suporteaoprocessoensino-aprendizagem. Emtermosconceituais,osAVAsconsistememmídias que utilizam o ciberespaço para veicular conteúdos e permitir interaçãoentreosatoresdoprocessoeducativo.Porém,aqua- lidade do processo educativo depende do envolvimento do aprendiz,dapropostapedagógica,dosmateriaisveiculados,da estrutura e qualidade de professores, tutores, monitores e 1 Mídia, neste trabalho,refere-seao conjunto de ferramentase recursostecnológicos resultantesda evoluçãodas Tecnologiasde Comunicaçãoe Informaçãoque permitemaemissãoe arecepçãode mensagens.
  3. 3. 5 equipe técnica, assim como das ferramentas e recursos tecnológicos utilizados no ambiente. Com o propósito de oferecer um panorama geral sobre os AVAs, a primeira seção deste artigo apresenta alguns aspectos conceituais sobre o tema. A seção seguinte descreve as bases legais do ensino a distância no Brasil. Na terceira seção, apresentam-seasestruturascomunsemAVAs,istoé,oseixosdeinformação/docu- mentação, comunicação, gerenciamento e produção com suas respectivas ferra- mentas e recursos. A quarta seção discute o processo de elaboração de material didáticoparaambientesdeaprendizagem.Porfim,conclui-seoartigoenfocandoa necessidade de novas pesquisas e tendências para a área. Aspectos conceituais AmbienteVirtualdeAprendizagem()consisteemumaopçãodemídiaque está sendo utilizada para mediar o processo ensino-aprendizagem a distância. A Educaçãoadistância(EaD),conhecidatambémcomoEnsinoaDistância,teveseu iníciosemdatamuitoprecisa,porémpode-seassegurarquenoséculoXVIIIhouve o oferecimento de cursos por correspondência. Impulsionado pelos avanços científicos e tecnológicos e pela demanda e necessidade social, a oferta de cursos a distância aumentou e, novas mídias, à medida que apareceram, foram utilizadas comosuporte. ApopularizaçãodaInternet,nosanos,permitiuaconstruçãode ambientesvirtuaisdeaprendizagematravésdosquaisacomunicaçãoentreospar- ticipantespôdeaconteceremqualquerlugar,aqualquerhoranamodalidadedeum para um, um para muitos, muitos para um e muitos para muitos (, ). ConformeBastos(),asprincipaiscaracterísticasdaEaDestãorelacionadasao fatodeseusatoresestaremseparadosgeograficamente,servinculadaaumainstitui- çãoeducacionalemediadapelasTecnologiasdeInformaçãoeComunicação. Na literatura nacional, entre os termos mais freqüentes relacionados a  pode-se citar: Aprendizagem baseada na Internet, educação ou aprendizagem on- line,ensinooueducaçãoadistânciaviaInternetee-learning.Enquantoque,nalitera- tura internacional, esta modalidade de aprendizagem pode estar referenciada aos termos: Web-based learning, online learning, Learning management Systems, Virtual Learning Environments,e-learning,entreoutros. Segundo Ally (), estas diferentes terminologias utilizadas para se referir à aprendizagemon-line,dificultamodesenvolvimentodeumtermogenérico.Porém, todas implicam no aprendiz encontrar-se distantefisicamente do tutor ou instru- 
  4. 4. 6     tor,emutilizaralgumtipodetecnologia(geralmenteocomputador)paraacessar oconteúdoeinteragircomosatoresdoprocesso,eemteradisposiçãoalgumtipo desuporteon-line.Noentanto,oquesedeveteremmente,deacordocomoautor, é que este tipo de aprendizagem envolve muito mais do que a apresentação e a disponibilizaçãodematerialviaweb,envolveprincipalmenteoaprendizeoproces- sodeaprendizagem. Conceitualmente, , para McKimm, Jollie e Cantillon (), consiste em um conjuntodeferramentaseletrônicasvoltadasaoprocessoensino-aprendizagem.Os principaiscomponentesincluemsistemasquepodemorganizarconteúdos,acompa- nharatividadese,forneceraoestudantesuporteon-lineecomunicaçãoeletrônica. Enquanto isso, para Milligan (), o termo  deve ser usado para descrever um software baseado em um servidor e modelado para gerenciar e administrar os variadosaspectosdaaprendizagem,comodisponibilizarconteúdos,acompanharo estudante,avaliaroprocessodeensino-aprendizagem,entreoutros.Noentanto,o autor comenta que embora exista uma variedade de pacotes informatizados que procuramcontrolartodooprocessodeaprendizagem,nãohárazãoparapresumir queferramentasindividualizadasnãopossamseragregadasparacriarumambiente deaprendizagemon-linemaisflexível.Diantedisso,adefiniçãodedeveserampla, considerando não somente um pacote de software pronto, mas também qualquer tentativadecriarambientesbaseadosemferramentasindividualizadas. Segundo Milligan (), para a gestão do aprendizado e a disponibilização de materiais, um deve apresentar algumas ferramentas como: - Controledeacesso:geralmenterealizadoatravésdesenha; - Administração:refere-seaoacompanhamentodospassosdoestudante dentrodoambiente,registrandoseuprogressopormeiodasatividadese daspáginasconsultadas; - Controledetempo:feitoatravésdealgummeioexplícitode disponibilizarmateriaiseatividadesemdeterminadosmomentosdo curso,porexemplo,orecursocalendário; - Avaliação:usualmenteformativa(comoporexemplo,aauto-avaliação); - Comunicação:promovidadeformasíncronaeassíncrona; - Espaçoprivativo:disponibilizadoparaosparticipantestrocaremearmaze- naremarquivos; - Gerenciamentodeumabasederecursos:comoformadeadministrar recursosmenosformaisqueosmateriaisdidáticos,taiscomo (per- guntas freqüentes) e sistema de busca;
  5. 5. 7 - Apoio:comoporexemplo,aajudaon-linesobreoambiente; - Manutenção:relativoàcriaçãoeatualizaçãodematériasdeaprendizagem. Diante do exposto, de forma resumida, pode-se colocar que os s utilizam a Internet para possibilitar de maneira integrada e virtual () o acesso à informação pormeiodemateriaisdidáticos,assimcomooarmazenamentoedisponibilização de documentos (arquivos); () a comunicação síncrona e assíncrona; () o gerenciamentodosprocessosadministrativosepedagógicos;()aproduçãodeati- vidadesindividuaisouemgrupo. Apesar de recente, a educação via internet, já faz parte da legislação brasileira comoumamodalidadedaeducaçãoadistância.Portanto,possuibaseslegaisquea regem, as quais são apresentados a seguir. Bases legais da educação a distância no Brasil NoBrasil,asbaseslegaisdaEaDforamestabelecidaspelaLeideDiretrizeseBasesda EducaçãoNacional(Leinº.,dededezembrode),pelosdecretosnº.,dede fevereirodeenº.,dedeabrildeepelaPortariaMinisterialnº,de07deabril de.Em,oConselhoNacionaldeEducaçãoestabeleceuasnormasdeEaDparaa pós-graduação lato e stricto sensu (, ). Em  de dezembro de , o decretonº.regulamentouoart.daLeinº.,dededezembrode. Essencialmente,asbaseslegaiscolocamsobresponsabilidadedopoderpúblicoa tarefa de incentivar o desenvolvimento e a veiculação de programas de EaD. Essas não fazem distinção de níveis quanto à utilização, embora especifiquem que no ensino fundamental e médio, o ensino a distância deve ser usado em caráter com- plementar a educação presencial ou em situações emergenciais. O decreto nº . mencionaqueaEaDpodeserofertadanosseguintesníveisemodalidadesdeensino: a)educaçãobásica;b)educaçãodejovenseadultos;c)educaçãoespecial;d)educa- çãoprofissional;e)educaçãosuperior(graduação,especialização,mestradoedou- torado). EssemesmodecretoconceituaEaD comoumamodalidadeeducacionalnaqualamediaçãodidático- pedagógicanosprocessosdeensinoeaprendizagemocorrecoma utilizaçãodemeiosdetecnologiadeinformaçãoecomunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos. 
  6. 6. 8     Além disso, o decreto n. 5.622 coloca a EaD equivalente à educaçãopresencial,eliminandotodoequalquerpreconceito quantoàqualidadedoensinoadistância. Ao se referir à avaliação do desempenho do estudante, o decreto de dezembro de , em seu art. º, exige que sejam realizados,alémdocumprimentodasatividadesprogramadas, examespresenciais,osquaisdevemprevalecersobreosdemais resultados obtidos pelo estudante no processo de avaliação a distânciadocurso. Recentemente, o desenvolvimento da EaD tem servido paraimplementardiversosprojetoseducacionaisnasmaisva- riadas áreas. As múltiplas possibilidades dessa modalidade de educação estão diretamente relacionadas à flexibilidade que caracterizaosprogramas. Segundo o Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância  e Educação e Conjuntura (, ), desde , quando foram autorizados pelo governo, os cursossuperioresadistância,aumentaram%.“Comoauxí- liodainternet, faculdadesoferecemdisciplinasdegradua- çãoepós-graduação.”AFigurarepresentaestecrescimento. Figura 1 - Cresci- mento do Ensino a Distância em cursos superiores no Brasil. Fonte: Adaptação Jardim (2005, p 46). Conforme se percebe, a educação a distância, a cada ano, atrai novas instituições e aprendizes. Isto demonstra que esta
  7. 7. 9 modalidade educativa merece maior atenção quanto aos recursos e ferramentas disponibilizados nestes ambientes, pois é por meio desses que o processo ensino- aprendizagemacontece.Naseçãoseguinte,apresentam-seosrecursoseferramen- tasquefreqüentementepodemserencontradosemAVAs.Éoportunomencionar queautilizaçãodessespodevariarconformeapropostapedagógicaeocontextoem queocursoseencontra. Recursos e ferramentas O número de recursos e ferramentas já desenvolvido e, em desenvolvimento, para a educação baseada na web está incentivando a utilização desses ambientes virtuais como apoio ao ensino presencial e como modalidade única de ensino- aprendizagem.Diantedestecenário,torna-secadavezmaiscomplicadoescolher, entre as opções, as que melhor ajustam-se às necessidades e aos objetivos dos pro- gramas educacionais. Certamente não existe uma escolha correta, mas sim ambi- entesquesemoldammelhoradeterminadospropósitos. Taisrecursoseferramentas,sedisponibilizadoseutilizadoscorretamente,per- mitemqueosparticipantesosutilizemparaainteração,acolaboraçãoeosuporte do processo ensino-aprendizagem. Contudo, a seleção de ferramentas e serviços oferecidospelainternetdeveserrealizadaemfunçãodasnecessidadesdopúblico- alvoedapropostapedagógicadocurso. Com base na experiência em desenvolvimento e implementação de , pelo departamentodeExpressãoGráficadaUniversidadeFederaldeSantaCatarina,os principais recursos tecnológicos, geralmente utilizados nesses ambientes, podem seragrupadosemquatroeixos: . Informação e documentação (permite apresentar as informações institucionais do curso, veicular conteúdos e materiais didáticos, fazer upload e downloaddearquivoseoferecersuporteaousodoambiente); .Comunicação(facilitaacomunicaçãosíncronaeassíncrona); .Gerenciamentopedagógicoeadministrativo(permiteacessarasavaliaçõeseo desempenhodosaprendizes,consultarasecretariavirtualdocurso,entreoutros); . Produção (permite o desenvolvimento de atividades e resoluções de proble- masdentrodoambiente). A Figura 2 representa esses quatro eixos dos AVAs. 
  8. 8. 10     O eixo de informação e documentação pode agrupar os seguintes elementos: - hipermídiasdeconteúdoem,Flash,ousimilar; - aplicaçõesemJava; - quadro de avisos contendo informações breves de encaminhamentodeatividadesenovidades; - catálogo de cursos e a listagem de novos cursos; - agendadocursoparaocontroledeatividades; - servidordearquivosparainserção(diversosformatos dearquivo,taiscomopdf,doc,jpg)egerenciamento dedocumentos; - ferramentadeajudacomotutoriaise’s,mapado site e sistemas de buscas; - glossário; - midiateca e webteca (tipo de biblioteca onde são disponibilizadosarquivosemdiversosformatos); - portfólio(lugarparaarmazenamentodearquivosdo aluno em relação ao desenvolvimento de seus traba- lhosnocurso). Figura 2 - Principais eixos de Ambientes Virtuais de Aprendizagem.
  9. 9. 11 Suportandooeixodecomunicaçãoasseguintesferramentaspodemsercitadas: - fórum(sistemadecomunicaçãoassíncrona); - chat(ferramentadecomunicaçãosíncrona); - e-mail(sistemadecomunicaçãoassíncrona); - ambientecolaborativo D(ferramentadecomunicaçãosíncronaque integrachatequadro-brancoparadesenho); - ambientecolaborativo D(ferramentadecomunicaçãosíncronaque integra chat e ambiente para passeio virtual); - contatocomosparticipantesdocurso(professor/tutor,apoiotécnico, monitor,aprendizesesecretaria). Todasasferramentasdoeixodecomunicaçãovisamapoiardiscussõesematividadesde resolução de exercícios e problemas em um ambiente virtual. O uso maior ou menor dessasferramentasdecomunicaçãodependedapropostapedagógicadocurso.Contudo, emumambientevirtualcolaborativo,algumasdessasferramentascomunicacionais,ne- cessitamseradaptadasparaousocoletivoporgruposindividualizados. O próximo eixo, o de gerenciamento, permite controlar o funcionamento, o andamentoeodesenvolvimentodocurso.Ocunhopedagógicodesseeixopossibi- lita acesso e trabalho sobre os seguintes arquivos e estatísticas para controlar a evoluçãodoestudanteduranteocurso: - notas de trabalhos e exercícios; - trabalhoseexercíciosdesenvolvidos; - históricodeconteúdosvisitados; - númerodeparticipaçõesemfórunsechats; - gruposdetrabalhos. Jáocunhoadministrativodoeixodegerenciamentoécompostopelosseguin- tes elementos: - sistemaparaavaliação,publicaçãodenotasehistóricodedisciplinas cursadas; - sistemadecontroleparacadastroepagamentos; - agendadecursosparaanotaçãoecontroledeatividades; - criaçãoecontroledecursos. O quarto eixo, o de produção, permite acessar e realizar atividades coletivas e individuaisnoambiente.Esteeixopodeapresentar: - editor on-lineparaodesenvolvedoralteraroconteúdoouaestruturahtml, dos textos, das figuras e das fórmulas matemáticas de uma página dinami- camente; 
  10. 10. 12     - editorWiki(softwareparaotrabalhoconjuntodecriaçãodetextos); - diárioderesoluçãodeatividades; - conjuntodeatividades,tarefaseproblemas; - aplicativosespecíficos,porexemplo,laboratóriosinterativos. Destaca-se que as ferramentas e os recursos, apresentados nesses quatro eixos, referem-se,especificamente,aofuncionamentodeumcurso,poiscoordenadores, desenvolvedores e pesquisadores de núcleos de aprendizagem, que colaboram na geração de conteúdo de um curso, possuem especificidades em suas funções que necessitamdeferramentasadicionais,taiscomo: - formasdeimplementação,ediçãoeatualizaçãodeconteúdocomcontrole deversões; - midiatecaparainserçãodemateriaisqueapóiamodesenvolvimentode conteúdo; - ferramentasdecomunicaçãoprivativasparaumgrupo,entreelas,chat e fórum. Éimprescindíveldestacarqueaausênciadeumdestesquatroeixos,nopontode vista das autoras, não consiste em fator determinante para a conceituação de um , pois existem diferentes tipos e modelos. Um  pode ser composto por todos ou alguns dos recursos e ferramentas expostas acima. A quantidade não é fator determinanteparaaescolha,massimaqualidadeeaaplicabilidadedessesaodomí- niodoconhecimentoaseroferecidoeaosobjetivosalmejados. Aosereferiremaodesenvolvimentoefuncionamentodeum,Haguenauer, Lopez e Martins (,p. -) citam como aspectos importantes: - aorganizaçãodoambiente:permitirfacilmenteoacessoeentendimento para que, aluno e professor, obtenham êxito em suas tarefas; - aadministraçãodoconteúdo:possibilitaraoprofessoroarquivamentoe reutilizaçãodomaterialproduzido; - aadministraçãodosistema:diferenciarclaramenteasobrigaçõesdo administradoredoprofessor,evitandosobrecarregaradministradorcom atividadespertinentesaoutrosparticipantes; - a eficácia das ferramentas de comunicação: ser simples e efetivas para o sucessodainteraçãoentreosatoresdoprocessoensino-aprendizagem; - aavaliaçãodedesempenhodoaluno:disponibilizardiferentesmecanismos deavaliação,porexemplo,controladoresdepáginasenúmerodeacessos alémdeferramentasdeavaliaçãodedesempenhodasatividadespropostas;
  11. 11. 13 - asegurançadoambiente:controlarrigidamenteo sistema de matrícula dos alunos, o acesso às informa- çõesparaimpedirquealunosnãomatriculados tenham acesso ao ambiente. Conforme já mencionado, para que um  consiga ser eficaz no processo ensino-aprendizagem é fundamental que tenha uma proposta pedagógica definida e coerente com os objetivos que se pretende atingir. Além disso, a estratégia instrucional,independentedamídiaemqueserátransmitido o conteúdo, deve estar refletidanomaterialdidáticoparaau- mentaraqualidadedaaprendizagem(,). Material didático e interfaces do ambiente virtual O processo de elaboração de material didático para a um curso a distância diferencia-se do processo de elaboração de material didático para a educação presencial, pois demanda maiores esforços de concepção e produção (, ). De acordo com Santos (, p. -), na educação presencial o material didático “é um recurso de apoio à ação do professor, podendo, inclusive, ser suprimido quando necessário” en- quantoquenaeducaçãoadistância assumeopapeldemaiorenvergaduraede maiorflexibilidade,àmedidaque,distanciados dapresençafísicadoemissordemensagens pedagógicas,osalunostêmnosrecursos mediadoresoprincipal,senãooúnico,elemen- toinstigadordeinteraçõescomosconteúdos veiculados. Figura 3 - Relação entre o professor e o aprendiz em um Ambiente Virtual de Aprendizagem. 
  12. 12. 14     Noensinoon-lineoaprendiztemcomoprincipaisrecursosmediadoresomate- rialdidáticoatecnologia,conformemostraaFigura3. Sendo assim, o design do material consiste em um dos aspectos essenciais para a qualidade e o êxito do processo de ensino-aprendizagem em um . No entanto, fatorescomotecnologia,interação,cooperaçãoecolaboraçãoentreaprendizes,pro- fessores e tutores contribuem para a efetividade do curso e, conseqüentemente, da aprendizagem. OsAVAsprovêemrecursosparadisporgrandepartedosmateriaisdidáticosnos mais diferentes formatos, podendo ser elaborados na forma escrita, hipertextual, oralouáudio-visual.Essespodemsertrabalhadosparalelamenteporumagrande equipe e por grupos menores, no qual todos os envolvidos devem acompanhar a preparação do material para que se possa fazer maior uso das potencialidades e característicasdecadarecursotecnológico. FundamentadoemFahy (),pode-sedizerqueosrecursosdigitaiseimpres- sos adequados para um  devem ser cuidadosamente planejados pela equipe de projetoconsiderandoseupúblico-alvo.Algumasrecomendaçõessãoidentificadas peloautornodesenvolvimentodomaterialdidático,entreelas: - utilizarhipertexto; - utilizartextoimpressoemformadeapostilas,comrecursosgráficoseimagens; - disponibilizar,previamente,umresumoauditivodomaterialparaajudar narecordaçãodemaneiraaconduziraformaçãodeconceito; - não subestimar o uso de CDs e DVDs por serem tecnologias de mão única, poisessespossibilitamocontroletotalpeloaprendiz,alémdefacilitaremo acesso e serem de baixo custo; - fazer uso da voz humana quando possível, pois essa é uma excelente ferramentapedagógica; - oferecer a opção de áudio junto com material textual a fim de ativar mais deumcanalsensorialnoprocessodeaprendizagem,contemplandoassim, diferentesperfisdeaprendizes; - disponibilizarvídeo-conferênciaparapossibilitarainteraçãodepessoase gruposdispersosgeograficamenteemtemporeal; - utilizarsimulaçõeseanimaçõesdeformaafacilitaroensinodeconceitos abstratos e poucos conhecidos, além daqueles que necessitam de muito tempo de ensino, oferecem perigo e são inacessíveis devido aos altos custos eàdistância.
  13. 13. 15 2 As estratégias, listadasaseguir,estão organizadaspara atenderasquatro fasesnecessáriaspara queoaprendizado aconteça. ·Atenção: colocar uma atividade inicial para desenvolver o processo ensino- aprendizagem; ·Relevância: esclarecer a importância da lição, mostrar que esta pode ser benéfica para usar em situações da vida real, visa contextualizar e ser mais significativa de maneira a manter o interesse; ·Confiança: assegurar ao aprendiz que ele obterá êxito nas atividades através da organização do material do simples para o complexo, do conhecido para o desconhecido, informar o que se espera da lição, manter acompanha- mento e o estímulo; ·Satisfação: fornecer feedback do desempenho, estimular a aplicação do conhecimento na vida real (ALLY, 2004). Quadro 1 - Diretri- zes de design para cursos on-line segundo algumas escolas pedagógi- cas. Adaptado de Ally (2004) 
  14. 14. 16     O uso de várias mídias, como vídeo, áudio, gráficos e textos, segundo Fahy (), apresenta diversas vantagens: (a) promove o desenvolvimento de habilida- des e a formação de conceitos; (b) possibilita múltiplas modalidades de aprendiza- gem;(c)aumentaainteratividade;(d)facultaaindividualidade-oestudantepode administrarseutempo;(e)permiteaosestudantescompreenderemmelhorocon- teúdo,poisutilizagráficos,quadroseesquemasenãoapenastextosconformemos- traaFigura3;(f)facilitaaaprendizagempormeiodaspalavrasutilizadas,simulta- neamente, com os gráficos, as tabelas ou os quadros e (g) ajuda no aprendizado, poisutilizaanimaçãoenarraçãoaudívelqueémaisconsistentedoqueanimaçãoe texto na tela. O desenvolvimento de qualquer material didático, para um curso on-line,sofre influência de uma ou de diversas escolas pedagógicas como pode ser visto a se- guir.           Segundo Ally (), para elaborar o material didático a ser disponibilizado em umambienteon-line,pode-seutilizar,nasestratégiaseducacionais,teoriaspedagó- gicas isoladas ou em conjunto. Desta maneira, para o autor, é possível motivar, facilitar o processo de aprendizagem, auxiliar no desenvolvimento do aprendiz, atingir perfis diferentes, promover uma aprendizagem significativa, melhorar a interação,fornecerfeedback,facilitaraaprendizagemcontextualeproporcionarsu- porteduranteoprocessodeaprendizagem. Adaptado de Ally (), as escolas Comportamentalista, Cognitivista e Construtivista/Sóciointeracionistapodemfundamentarodesigndeumcursoon-line conformeQuadro. Escolhidoosformatosetiposdematerialdidático,assimcomoasescolaspeda- gógicasqueserãoseguidasparaasuafundamentação,éimportanteavaliarquaisos profissionaisquedevemfazerpartedaequipedetrabalho.    Érelevantesalientarqueoprocessodeelaboraçãodematériasdeumenvol- ve o trabalho de uma equipe, geralmente, formada por profissionais de diversas áreas do conhecimento. Essa deve trabalhar de forma integrada e ser coordenada
  15. 15. 17 pelaequipepedagógicaafimdequesejagarantidaacoerênciaentreasestratégiase oprodutofinal.Entreosprofissionaisenvolvidosnaelaboraçãodomaterialdidáti- co, segundo Santos () e a experiência das autoras, destaca-se: - oconteúdista:éumespecialistanodomíniodoconhecimentoaser trabalhado.Conhecidotambémcomoprofessor-autorporserresponsável pelapreparaçãodoprogramadidático,criaçãoeseleçãodeconteúdos normalmente na forma de textos explicativos e dissertativos; - o designer instrucional: é, geralmente, um educador, com experiência em Tecnologia Educacional. Sua função orienta o desenvolvimento e/ ou customizacão do sistema a ser utilizado e a produção de matérias para os cursos. Este profissional efetiva a associação entre o enfoque pedagógico, o conteúdo didático e o ambiente de aprendizagem. Suas atividades consistem em: analisar as necessidades, construir o desenho do ambiente de aprendizagem em conjunto com os profissionais das outras áreas, selecionar as tecnologias de acordo com as orientações pedagógicas, avaliar os processos de construção, implementação e uso do curso, coordenar a equipe de especialistas, auxiliar na adaptação do material do professor para a linguagem da EaD, identificando links, sugerindo destaques, animações, ilustrações, textos explicativos e complementares; - assessores lingüísticos: envolve o trabalho conjunto de dois profissionais. Profissional de Letras que revisa os textos sob o aspecto ortográfico e sintático.ProfissionaldeComunicação(Jornalismo)queadaptaotexto paraumacomunicaçãomaisfácil; - o designer gráfico: é ele quem desenvolve a identidade visual do sistema digital e impresso.Trabalha junto com o designer instrucional e os programadoresnainterfacedosistema.Fundamenta-seemestudos ergonômicosdeusabilidade,navegação,organizaçãodainformação semiótica,princípiosdedesign,entreoutros; - oprogramador:équemdesenvolveecustomizao,criandosistemas personalizadosdeacordocomasorientaçõesdecunhopedagógicoede designdeinterface.Alémdisso,criaegerenciaobancodedados; - owebroteirista:éoprofissionalresponsávelpeloplanejamentodeum roteiro,buscaarticularevalorizaroconteúdousandolinguagense formatosvariados,taiscomohipertexto,mixagememultimídia; 
  16. 16. 18     - oweb designer: é quem cria e implementa a parte gráficadoconteúdopedagógicolevandoemconside- raçãooroteiroelaboradopelowebroteiristaeas potencialidadesdawebparaodesenvolvimentode conteúdosinterativosehipermidiáticos; - oilustrador/videoasta/animador:éoilustradorquem pesquisa,produzetrabalhaimagens,desenhose infográficosparamateriaisdidáticosimpressose digitais, o videoasta e o animador trabalham as imagens em movimento juntamente com outros recursos,porexemplo,áudio. Além disso, deve-se ter em mente que a idealização, o de- senvolvimento ou a customização de um  e a sua interface devem seguir aspectos pedagógicos, funcionais, ergonômicos eestéticos.AFigura4apresentaosprincipaisatoresenvolvidos na elaboração e/ou customização de um . Teoricamente,pode-sedizerqueodesignergráfico,orienta- do pedagogicamente pelo designer instrucional e tecnologicamente pelos programadores, desenvolve a Figura 4 - Principais profissionais responsáveis pela elaboração de um Ambiente Virtual de Aprendizagem. interfacedoambiente;odesignerinstrucionalresponsabiliza-se pela coerência pedagógica e os programadores viabilizam tecnologicamenteosistema.
  17. 17. 19 Figura 5 - Principais atores envolvidos no processo de desenvolvimento de conteúdo em Ambiente Virtual de Aprendizagem. No que se refere ao desenvolvimento de material didático paraorientaroprocessoeducacionalpormeiodeambienteon- line faz parte do processo os atores listados na Figura 5. Nesta etapaosprofessores,tambémdenominadosconteúdistas,cri- am o conteúdo didático de acordo com as orientações do designer instrucional.Esserevisaomaterialdidáticoapresenta- do pelos professores e o encaminha para a equipe de designers e programadores, responsáveis pelo desenvolvimento e implementaçãodestenoambienteon-line. Conclusão Pelo exposto ao longo deste trabalho, conclui-se que fazer EaD, via internet, tem um alto custo devido a estrutura hu- manaetecnológicanecessáriasparagerarmateriaisdidáticose customizar ambientes virtuais com qualidade. Entretanto, este custo equilibra-se na implantação e no desenvolvimento de cursos aplicados a um grande número de aprendizes. O custo também diminui com a reutilização total ou parcial do materialdidáticoemnovasturmas. A implantação de AVAs de caráter livre (sem custo, utili- zandosoftwarelivre)nasinstituiçõesdeensinopermiteaospro- fessores, com algum treinamento, dar um grande salto em termosdesuportenassuasaulaspresenciais.Cadavezmais,os AVAsapresentaminterfacesamigáveis,facilitandosuautiliza- 
  18. 18. 20     çãotantoporaprendizesquantoporprofessorestutorese/ouautores.Destaforma, osprofessorespodemplanejar,produzireimplantaromaterialdidáticodaaulaeo deapoiodiretamentenoambientevirtualparaqueosaprendizespossamconsultá- los a qualquer momento. Para materiais didáticos mais elaborados, os professores podem recorrer a bibliotecas livres de objetos de aprendizagem existentes em di- versasáreasoucontratarprofissionaisespecializadosnodesenvolvimentodemate- riaisdidáticosdigitais. O desenvolvimento de AVAs ainda encontra-se em sua fase embrionária, mui- tos recursos já apontados por pesquisas tecnológicas, como agentes inteligentes e hipermídias adaptativas, continuam sendo pouco implementados em ambientes de aprendizagem, pois requerem além de profissionais especializados, altos custos deimplementaçãoeestudosavançadosdesuaaplicabilidadepedagógica. No cenário global, a educação continuada passa a ser uma necessidade real. A modalidade presencial, por falta de professores, estruturas físicas, flexibilidade de horários e atendimento apropriado às necessidades cognitivas de cada um, não consegueatingiradequadamenteumnúmerocadavezmaiordepessoas.Poressas razões,devemserinvestigadasnovasformasdeaprendercondizentescomoperfil dosaprendizesafimdequesepermitaromperbarreirastemporaisegeográficasde acessoàinformação,orientadaporprofessoresecompartilhadaentreosparticipan- tesdoprocesso. Novas pesquisas, análises e estudos, relacionados à interface, como, por exem- plo,navegabilidade,adaptabilidadeeusabilidade,sobopontodevistadapercepção dos usuários, devem ser desenvolvidos para que os ambientes sejam cada vez mais transparentes aos usuários. Além desses, outros estudos devem ser realizados na área tecnológica para a incorporação eficaz de novas ferramentas, entre elas os Hand-Heldcomputers,L-Games(LearningGames)eoscelulares,emambienteseducativos virtuais.
  19. 19. 21 Referências ALLY,M.FoundationsofEducationalTheoryforonlinelearning.2004.In:TerryANDERSON, T. e ELIOUMI, F. Theory and Practice of Online LearningTheory and Practice of Online LearningTheory and Practice of Online LearningTheory and Practice of Online LearningTheory and Practice of Online Learning. Athabasca: cde.athabascau.ca/ online_book,2004,421p. BASTOS,L.E.M.AAAAAvaliação do E-learning corporativo nvaliação do E-learning corporativo nvaliação do E-learning corporativo nvaliação do E-learning corporativo nvaliação do E-learning corporativo no Brasilo Brasilo Brasilo Brasilo Brasil.2003.Dissertação(Mestrado ProWssional em administração) – Curso de Pós-Graduação ProWssional em Administração, Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia. Disponível em: <http:// www.adm.ufba.br/luis_eduardo2.pdf>.Acessoem:22set.2004. FAHY, Patrick J. Media characteristics and online learning technology. 2004. In: Terry ANDERSON, T. e ELIOUMI, F. Theory and Practice of Online LearningTheory and Practice of Online LearningTheory and Practice of Online LearningTheory and Practice of Online LearningTheory and Practice of Online Learning. Athabasca: cde.athabascau.ca/online_book,2004,421p. HAGUENAUER, C. J., LOPEZ, F. B. e MARTINS, F. N. Estudo comparativo de ambientes virtuaisdeaprendizagem. Revista Digital da CVRevista Digital da CVRevista Digital da CVRevista Digital da CVRevista Digital da CVAAAAA,v.2,n.5-p.47-55.ago.2003.Disponívelem: <http://www.gemini.ricesu.com.br/colabora/ n5/artigos/n_5/pdf/id_04.pdf>. Acesso em: 10 ago.2005. JARDIM,L.Ocrescimentodoensinoadistância. VVVVVejaejaejaejaeja.Radar.SãoPaulo:EditoraAbril,n.30,p. 46,jul. 2005. MCKIMM,J;JOLLIE,C.;CANTILLON,P.ABC of learning anABC of learning anABC of learning anABC of learning anABC of learning and teacd teacd teacd teacd teaching - Whing - Whing - Whing - Whing - Web based learningeb based learningeb based learningeb based learningeb based learning. BMJ 2003;326:870-873 ( 19 April ). Disponível em: <http://bmj.com/cgi/content/full/326/7394/ 870#otherarticles>.Acessoem:31maio2005. MILLIGAN, C. Delivering Staff an, C. Delivering Staff an, C. Delivering Staff an, C. Delivering Staff an, C. Delivering Staff and Prd Prd Prd Prd Professioofessioofessioofessioofessional Developmennal Developmennal Developmennal Developmennal Development Usingt Usingt Usingt Usingt Using VVVVVirtuirtuirtuirtuirtual Learningal Learningal Learningal Learningal Learning EnEnEnEnEnvirvirvirvirvirooooonmennmennmennmennments.ts.ts.ts.ts. In: TTTTThe Role ofhe Role ofhe Role ofhe Role ofhe Role ofVVVVVirtuirtuirtuirtuirtual Learning Enal Learning Enal Learning Enal Learning Enal Learning Envirvirvirvirvirooooonmennmennmennmennments in the Online Delivery ofts in the Online Delivery ofts in the Online Delivery ofts in the Online Delivery ofts in the Online Delivery of Staff DevelopmenStaff DevelopmenStaff DevelopmenStaff DevelopmenStaff Developmenttttt. Institute for Computer Based Learning, Heriot-Watt University, Riccarton, Edinburgh EH14-4AS. October 1999. Disponível em: <http://www.icbl.hw.ac.uk/ jtap-573/573r2-3.html>.Acessoem:31maio2005. MORAES,Marialice.A monitoria como serviços de apoio ao aluno na educação a distânciaA monitoria como serviços de apoio ao aluno na educação a distânciaA monitoria como serviços de apoio ao aluno na educação a distânciaA monitoria como serviços de apoio ao aluno na educação a distânciaA monitoria como serviços de apoio ao aluno na educação a distância. Florianópolis:Tese(DoutoradoemEngenhariadeProdução)peloDepartamentodeEngenha- ria de Produção da UFSC. Florianópolis, 2004, 237p. REGULAMENTAÇÃO da EaD no Brasil. 2005. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/ seed>.Acessoem:maio2005. 
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