Trabalho Da Neide Rosa

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Trabalho Da Neide Rosa

  1. 1. Unigranrio Alunas: Heliana Alves, Kenia Damasceno e Sonia Maria Professora: Neide Ana Projeto de Ação Docente II
  2. 3. Tema <ul><li>Como professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental estão desenvolvendo em seus alunos o gosto pela leitura. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Algumas questões abordadas no primeiro capitulo. </li></ul><ul><li>O que é alfabetizar? </li></ul><ul><li>O que é letrar? </li></ul><ul><li>Eu posso somente alfabetizar? </li></ul><ul><li>Eu posso somente letrar? </li></ul>
  4. 5. Conceito <ul><li>Alfabetização. A principio, tendemos a considerar que ler é “reconhecer palavras”, decodificar, ou seja sabe ler quem é alfabetizado. Porem esse enfoque se alarga quando consideramos que a leitura, só se faz no momento em que somos capazes de atribuir sentido ao que foi decodificado </li></ul>
  5. 6. Vida na escola <ul><li>Toda dinâmica da vida escolar está centrada na capacidade de ler e compreender bem o que foi lido. </li></ul>
  6. 7. Matemática na escola <ul><li>Porque em uma aula de matemática muitos dos alunos não resolvem os problemas propostos? </li></ul><ul><li>Porque não sabem ler !!! </li></ul><ul><li>As dificuldades de compreensão afetam diretamente o desempenho do aluno. Não só no que diz respeito a linguagem, mas em todas as áreas do conhecimento, e, o mais grave, durante toda a sua escolaridade. </li></ul>
  7. 8. Desta forma conclui-se que: <ul><li>Durante a trajetória escolar, algo falha, </li></ul><ul><li>impossibilitando os objetivos propostos </li></ul><ul><li>para que as atividades de leitura sejam al </li></ul><ul><li>cançadas. </li></ul>
  8. 9. Textos fragmentado <ul><li>Em sua maioria o texto didático aparece de forma fragmentada impossibilitando o aluno de interpretar o todo da história adulterando a estrutura original. </li></ul>
  9. 10. O texto literário infanto -Juvenil <ul><li>Segundo villardi, o trabalho com o livro de literatura infanto-juvenil na escola, tem um papel fundamental na formação de leitores. </li></ul>
  10. 11. Três justificativas fundamentais para o uso do texto literário <ul><li>1º Em função de seu caráter específico </li></ul><ul><li>e sua estrutura de linguagem, ocupa o pri </li></ul><ul><li>meiro lugar no trabalho desenvolvido na </li></ul><ul><li>escola. </li></ul><ul><li>2º O texto literário rompe com as bar- </li></ul><ul><li>reiras da realidades, possibilitando ao lei </li></ul><ul><li>tor o acumulo de experiências só vividas </li></ul><ul><li>imaginariamente. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>3º A leitura é por excelência o mecanismo por meio do qual se internalizam, além do registro padrão da língua, extruturas linguisticas mais complexas. </li></ul>
  12. 13. Tipos de textos <ul><li>Segundo a autora não é qualquer tipo de texto que deve ser oferecido para a criança. Deve-se observar se o texto escolhido é capaz de se transformar num elemento que, enriqueça as estruturas de linguagem e pensamento,promovendo o crescimento intelectual do indivíduo. </li></ul>
  13. 14. Literatura Infanto-Juvenil Um diagnóstico <ul><li>Abordagem realizada com professores </li></ul><ul><li>da pré-escola à 8ª série (9ª ano), das ins </li></ul><ul><li>tituições de ensino das redes privada e </li></ul><ul><li>municipal do Rio de Janeiro. </li></ul>
  14. 15. 2º capitulo: Procedimentos específicos <ul><li>Na pré escola </li></ul><ul><li>No primeiro segmento do ensino fundamental </li></ul><ul><li>No segundo segmento do ensino fundamental </li></ul>
  15. 16. Modelos <ul><li>Na pré escola o livro não apresenta </li></ul><ul><li>outro objetivo a não ser aproximar a </li></ul><ul><li>criança do mesmo. </li></ul><ul><li>Quando acontece a leitura é feita pelo </li></ul><ul><li>professor sem um objetivo maior. </li></ul>
  16. 17. Primeiro segmento do Ensino Fundamental <ul><li>A prática pedagógica segue o seguinte modelo: </li></ul><ul><li>A preparação para a leitura </li></ul><ul><li>A leitura </li></ul><ul><li>O trabalho com o texto </li></ul>
  17. 18. Segundo segmento do Ensino Fundamental <ul><li>Neste segmento costuma haver mudanças significativas na metodologia utilizade para a abordagem do texto literário. </li></ul><ul><li>Quais fatores implicam nesta mudança? </li></ul>
  18. 19. <ul><li>As áreas são separadas </li></ul><ul><li>O professor teve uma formação universitária específica para o magistério. </li></ul><ul><li>Quando ocorre a interdisciplinaridade, é </li></ul><ul><li>produto de ações pontuais e individualizada, sem característica institucional. </li></ul>
  19. 20. <ul><li>Agora o professor indica os livros </li></ul><ul><li>A leitura é feita em casa </li></ul><ul><li>Acontece a avaliação da leitura </li></ul>
  20. 21. Procedimentos Gerais <ul><li>Dentre os professores entrevistados, que atendem a um total de 1955 alunos, todos, afirmam que consideram o trabalho com a literatura infanto-juvenil fundamental no processo de escolarização. </li></ul>
  21. 22. <ul><li>No entanto, ao verificar a frequência com que o professor realiza projetos de leitura centrados em livros de literatura, 7% dos respondentes afirmam que não trabalham qualquer livro com suas turmas, durante todo o ano letivo. 13% não trabalham mais que 1 por semestre. Tal frequência é muito baixa, se tomarmos como base a importância que esses próprios docentes conferem a literatura. </li></ul>
  22. 23. <ul><li>por outro lado, 43% relatam que trabalham mais de seis livros por ano, sob a forma de projetos, ou seja, no mínimo, três projetos a cada 2 bimestre, que é uma média excessivamente alta, se considerarmos o tempo despendido no desenvolvimento de um projeto. </li></ul><ul><li>Os 37% restantes, que trabalham uma média de três a cinco livros por ano estão todos os respondentes que atuam no segundo segmento, o que nos remete à frequência padrão de um por bimestre. </li></ul>
  23. 24. <ul><li>Revertendo o quadro: </li></ul><ul><li>Uma alternativa metodológica </li></ul><ul><li>Em que consiste o prazer de ler? </li></ul><ul><li>A nova metodologia </li></ul><ul><li>Princípios; </li></ul><ul><li>Estrutura; </li></ul><ul><li>Resultados. </li></ul>
  24. 25. <ul><li>1 Princípios </li></ul><ul><li>Partindo do pressuposto de que a leitura do texto literário, sob a perspectiva da descoberta do prazer, é um processo, e que, portanto, não se chega lá em alguns minutos. É necessário dar tempo ao tempo, possibilitar que as descobertas sejam feitas na medida em que a leitura se aprofunde, numa aproximação paulatina que constitui, verdadeiramente, a construção do texto pelo leitor. Para que se consiga isto, defendemos a idéia de que cada livro deve ser trabalhdo sob a </li></ul>
  25. 26. <ul><li>a forma de um projeto, onde, por intermédio das várias atividades, esses objetivos possam ser alcançados paulatinamente. </li></ul><ul><li>Metodologia tradicional Metodologia nova </li></ul><ul><li>Certo Possível </li></ul><ul><li>Óbvio Descoberta </li></ul><ul><li>Árido Lúdico </li></ul>
  26. 27. <ul><li>2 Estrutura </li></ul><ul><li>A meneira como as atividades se articular dentro de cada projeto deve permitir que se atinja o objetivo proposto.Para tanto, os projetos devem estar estruturados em três etapas: “atividades preliminares”, “atividades com o texto” e “atividades complementares”, cada uma delas com objetivos específicos definidos, de modo a levar o aluno a uma leitura global e múltipla, descobrindo o prazer de ler. </li></ul>
  27. 28. <ul><li>ETAPAS OBJETIVOS </li></ul><ul><li>*Atividades * Incentivar, pela </li></ul><ul><li>preliminares; curiosidade; </li></ul><ul><li>*Atividades * Oferecer oportunidades </li></ul><ul><li>com o texto; para que o aluno </li></ul><ul><li>modele sua própria </li></ul><ul><li>leitura; </li></ul><ul><li>*Atividades * Favorecer relações </li></ul><ul><li>complementares; interdisciplinares. </li></ul>
  28. 29. <ul><li>3 Resultados </li></ul><ul><li>Dos professores envolvidos na pesquisa, 100% afirmaram que gostaram de utilizar o material, opiniãoi compartilhada igualmente pelos seus alunos; </li></ul><ul><li>Segundo a avaliação de 95,65%dos colegas, o material é proveitoso, despertando o interesse pela leitura; </li></ul><ul><li>Embora para 43,47% dos professoresouvidos o material não ofereça dificuldades paraos alunos, para 30,43% </li></ul>
  29. 30. <ul><li>deles o roteiro de leitura apresenta certa dificuldade, fato já esperado, na medida em que é exatamente aqui que se dá a inovação mais profunda da metodologia, exigindo de alunos e professores uma atitude diametralmente oposta à que se costuma ter em relação à leitura. </li></ul>
  30. 31. <ul><li>Ensinando a gostar de ler: </li></ul><ul><li>O trabalho sob nova ótica </li></ul>
  31. 32. <ul><li>A escolha do livro para desenvolver um projeto </li></ul>
  32. 33. <ul><li>Qualidade do texto </li></ul><ul><li>Literariedade </li></ul><ul><li>Correção de linguagem </li></ul><ul><li>Atualidade do tema </li></ul><ul><li>Atualidade de linguagem </li></ul><ul><li>Título </li></ul>
  33. 34. <ul><li>Adequação à faixa etária </li></ul><ul><li>Linguagem </li></ul><ul><li>Tema </li></ul><ul><li>Corpo de letra/ Ilustração </li></ul>
  34. 35. <ul><li>Ilustração </li></ul><ul><li>Adequação ao texto </li></ul><ul><li>Qualidade gráfica </li></ul><ul><li>Qualidade editorial </li></ul><ul><li>Formatação </li></ul><ul><li>Impressão/ Papel </li></ul><ul><li>Capa </li></ul>
  35. 36. <ul><li>O livro na pré-escola </li></ul><ul><li>É fundamental que o livro venha sempre associado a momentos de prazer. Para os bebês, a hora do banho fica muito mais gostosa com um livrinho de plástico; para os maiores, nada mais aconchegante que uma história bem contada na hora de dormir. E em qualquer situação, o livro deve estar ao alcance da mão, de preferência bem junto dos brinquedos para a associação entre ambos seja mais evidente. </li></ul>
  36. 37. <ul><li>A sala de leitura </li></ul><ul><li>Espaço informal </li></ul><ul><li>Este ponto de vista, do qual tantas vezes nos esquecemos, foi magnificamente descrito por Daniel Pennac, nos “Direitos imprescritíveis do leitor” </li></ul>
  37. 38. <ul><li>1- O direito de não ler; </li></ul><ul><li>2- O direito de pular páginas; </li></ul><ul><li>3- O direito de não terminar um livro; </li></ul><ul><li>4- O direito de reler um livro; </li></ul><ul><li>5- O direito de ler qualquer coisa; </li></ul><ul><li>6- O direito ao bovarismo (doença textualmente transmissível); </li></ul><ul><li>7- O direito de ler em qualquer lugar; </li></ul><ul><li>8- O direito de ler uma frase aqui e outra ali; </li></ul><ul><li>9- O direito de ler em voz alta; </li></ul><ul><li>10- O direito de calar-se * </li></ul><ul><li>*Pennac, D. (1995), p.139. </li></ul>
  38. 39. <ul><li>Montando a sala de leitura, definindo estratégias </li></ul>

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