Comunicação e relações interpessoais

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Cidadania e Mundo Atual, apresentação de Joana Lapa, com adaptações. Módulo Comunicação e Relações Pessoais

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Comunicação e relações interpessoais

  1. 1. EEmmpprreeggaabbiilliiddaaddee II Comunicação e Relações Interpessoais Disciplina: Cidadania e Mundo Atual Módulo A1
  2. 2. EEssttrraattééggiiaass ddee aauuttooccoonnhheecciimmeennttoo ee ddee pprroommooççããoo ddaa aauuttoo--eessttiimmaa
  3. 3. EEssttrraattééggiiaass ddee aauuttooccoonnhheecciimmeennttoo ee ddee pprroommooççããoo ddaa aauuttoo--eessttiimmaa ► O que faz com que algumas pessoas sejam mais seguras de si, mais estáveis emocionalmente, enquanto outras se perdem e desesperam quando algo de menos bom acontece? ► A diferença entre umas e outras pessoas encontra-se na forma como cada um de nós consegue controlar as suas emoções, ou seja, reside no autoconhecimento.
  4. 4. EEssttrraattééggiiaass ddee aauuttooccoonnhheecciimmeennttoo ee ddee pprroommooççããoo ddaa aauuttoo--eessttiimmaa ► Será que te conheces realmente? Será que consegues identificar qualidades, defeitos, interesses, entre outras características de ti próprio? ► A maior parte das pessoas acha que se conhece bem a si próprio, mas, na verdade, desconhece muitas das capacidades que domina, isto é, desvaloriza-as e, por isso, não acredita nas suas próprias capacidades.
  5. 5. EEssttrraattééggiiaass ddee aauuttooccoonnhheecciimmeennttoo ee ddee pprroommooççããoo ddaa aauuttoo--eessttiimmaa ► O motivo que te leva a desconfiar é não te conheceres verdadeiramente a ti próprio. ► Por isso é que o autoconhecimento é fundamental para fortalecer a auto-estima.
  6. 6. EEssttrraattééggiiaass ddee aauuttooccoonnhheecciimmeennttoo ee ddee pprroommooççããoo ddaa aauuttoo--eessttiimmaa ► Muitas pessoas procuram conhecer-se e dar a conhecer-se através de elementos externos, como roupas, cortes de cabelo, carros, mas esquecem que o caminho é exactamente o contrário, ou seja, de dentro para fora.
  7. 7. EEssttrraattééggiiaass ddee aauuttooccoonnhheecciimmeennttoo ee ddee pprroommooççããoo ddaa aauuttoo--eessttiimmaa Conceitos a saber: 11..AAuuttoo--eessttiimmaa 22.. AAuuttooccoonnhheecciimmeennttoo
  8. 8. EEssttrraattééggiiaass ddee aauuttooccoonnhheecciimmeennttoo ee ddee pprroommooççããoo ddaa aauuttoo--eessttiimmaa Auto-estima ► Inclui a avaliação subjectiva que uma pessoa faz de si mesma como sendo internamente positiva ou negativa em algum grau. ► É a opinião e os sentimentos que temos por nós próprios, que pode ser: ● Positiva – Alta ● Negativa – Baixa
  9. 9. EEssttrraattééggiiaass ddee aauuttooccoonnhheecciimmeennttoo ee ddee pprroommooççããoo ddaa aauuttoo--eessttiimmaa ► TTeerr aauuttoo--eessttiimmaa éé sseerr ccaappaazz ddee:: - Respeitar - Gostar EEUU PPRRÓÓPPRRIIOO - Confiar
  10. 10. EEssttrraattééggiiaass ddee aauuttooccoonnhheecciimmeennttoo ee ddee pprroommooççããoo ddaa aauuttoo--eessttiimmaa ► CCaarraacctteerrííssttiiccaass ddaa bbaaiixxaa aauuttoo--eessttiimmaa:: ● Insegurança, perfeccionismo, dúvidas constantes, ● Sentimento de não ser capaz de realizar nada e de errar, ● Necessidade de: agradar, aprovação, reconhecimento
  11. 11. EEssttrraattééggiiaass ddee aauuttooccoonnhheecciimmeennttoo ee ddee pprroommooççããoo ddaa aauuttoo--eessttiimmaa Auto-conhecimento ► É a percepção que o indivíduo tem de si. É o que cada um pensa e conhece de si. ► Conhecimento de si próprio; ► Pensamentos; ► Sentimentos – Controlar emoções;
  12. 12. AA CCoommuunniiccaaççããoo nnaass RReellaaççõõeess IInntteerrppeessssooaaiiss
  13. 13. AA CCoommuunniiccaaççããoo nnaass RReellaaççõõeess IInntteerrppeessssooaaiiss CCOOMMUUNNIICCAARR Deriva do Latim Communicare e significa "Pôr em comum, associar, partilhar, entrar em relação com"
  14. 14. AA CCoommuunniiccaaççããoo nnaass RReellaaççõõeess IInntteerrppeessssooaaiiss EEnnttããoo,, ccoommuunniiccaarr ppooddee sseerr iinntteerrpprreettaaddoo ccoommoo:: Troca de ideias, sentimentos ou experiências entre pessoas que conhecem o significado do que se diz, se faz ou se pensa…
  15. 15. AA CCoommuunniiccaaççããoo nnaass RReellaaççõõeess IInntteerrppeessssooaaiiss PPooddeemmooss nnããoo ccoommuunniiccaarr?? Qualquer comportamento é comunicação, não existe “não comportamento”, logo não existe ausência de comunicação.
  16. 16. AA CCoommuunniiccaaççããoo nnaass RReellaaççõõeess IInntteerrppeessssooaaiiss PPaarraa qquuee sseerrvvee aa ccoommuunniiccaaççããoo?? Informar Persuadir Motivar Educar Integrar Distrair
  17. 17. AA CCoommuunniiccaaççããoo nnaass RReellaaççõõeess IInntteerrppeessssooaaiiss ““6600%% ddooss pprroobblleemmaass iinntteerraaccttiivvooss ssããoo ccoonnsseeqquuêênncciiaa ddee uummaa mmáá ccoommuunniiccaaççããoo”” (Peter Drucker)
  18. 18. AA CCoommuunniiccaaççããoo nnaass RReellaaççõõeess IInntteerrppeessssooaaiiss COMUNICAR VVss INFORMAR PPrroocceessssoo:: ● Interactivo ● Pluridireccional PPrroocceessssoo:: ● Unidireccional
  19. 19. AA CCoommuunniiccaaççããoo nnaass RReellaaççõõeess IInntteerrppeessssooaaiiss A comunicação é um processo interactivo porque é um processo inevitável e universal, não se desenvolve individualmente. A comunicação é ainda pluridireccional, já que quando falamos com alguém temos sempre uma resposta do outro lado.
  20. 20. AA CCoommuunniiccaaççããoo nnaass RReellaaççõõeess IInntteerrppeessssooaaiiss O processo de comunicar é diferente do processo de informar, já que este último é unidireccional, isto é, trata-se de um processo em que as pessoas apenas comunicam informação e não esperam uma resposta por parte do outro. Informar é “pôr alguém a par” de algo que desconhece.
  21. 21. AA CCoommuunniiccaaççããoo nnaass RReellaaççõõeess IInntteerrppeessssooaaiiss EElleemmeennttooss nnoo pprroocceessssoo ddee ccoommuunniiccaaççããoo:: ● EMISSOR ● MENSAGEM O que emite ou transmite a mensagem Conjunto de informações transmitidas ● RECEPTOR O que recebe a mensagem
  22. 22. AA CCoommuunniiccaaççããoo nnaass RReellaaççõõeess IInntteerrppeessssooaaiiss ● CÓDIGO Conjunto de elementos com significado, organizados segundo certas regras, aceites pelo emissor e pelo receptor. ● CANAL ● CONTEXTO Via de circulação da mensagem Situação em que decorre a comunicação (tema)
  23. 23. AA CCoommuunniiccaaççããoo nnaass RReellaaççõõeess IInntteerrppeessssooaaiiss ● DESCODIFICAÇÃO Capacidade para interpretar a mensagem ● CODIFICAÇÃO Capacidade de construir mensagens ● FEEDBACK Informação de retorno que permite ajustar a mensagem. O uso de um bom feedback aumenta a eficácia da comunicação interpessoal.
  24. 24. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall
  25. 25. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall 11..CCoommuunniiccaaççããoo VVeerrbbaall Escrita Livros, Cartazes, Jornais, Cartas, Comunicados, E.mail. Oral Conversação, Rádio, Televisão, Telefone.
  26. 26. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall 22.. CCoommuunniiccaaççããoo NNããoo VVeerrbbaall Cerca de 90% da comunicação faz-se sem palavras; É através deste tipo de comunicação que transmitimos muitas das nossas emoções e sentimentos; O nosso corpo é um enorme centro de informações, e é através da sua “linguagem” que nos aproximamos ou distanciamos dos outros.
  27. 27. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall •Podemos impedir a nossa comunicação, simplesmente, não utilizando a linguagem verbal. Porém, não podemos impedir a comunicação não verbal. •Quando duas pessoas se encontram, mesmo que não falem, não podem deixar de comunicar, porque todo o seu comportamento tem uma mensagem implícita.
  28. 28. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall Comunicação Não Verbal ● Tom de voz; ● Roupa e Adornos; ● Pronúncia; ● Expressão Corporal; ● Silêncio;
  29. 29. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall Comunicação não verbal
  30. 30. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall Comunicação Não Verbal O vestuário que usamos faz parte da nossa comunicação com os outros, revelando muito de nós mesmos: -Os nossos gostos -As nossas possibilidades financeiras - Os grupos com os quais queremos ser identificados
  31. 31. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall EExxpprreessssããoo CCoorrppoorraall ((GGeessttooss,, EExxpprreessssõõeess FFaacciiaaiiss,, PPoossttuurraass)) O Tímido ● Pés mal colocados; ● Pescoço e ombros retraídos; ● Mãos e músculos da face agitados; ● Fala muito baixinho; ● Nunca olha nos olhos;
  32. 32. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall ● Tronco e cabeça ligeiramente inclinada para trás; ● mãos atrás das costas ou apoiadas; ● Olhar desconfiado. O Precavido
  33. 33. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall ● Cabeça e tronco ligeiramente inclinados para a frente; ● Olha o outro de cima para baixo; ● Braços cruzados, ou punhos cerrados; ● Tensão muscular; O Agressivo ● Sorriso irónico; ● Fala num tom muito elevado;
  34. 34. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall ● Boca fechada num leve sorriso irónico; ● Mãos apoiadas nas ancas; ● Olha de cima para baixo; O Chico-Esperto
  35. 35. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall ● Tronco e cabeça direita; ● Aperto de mão firme; ● Olha o outro de frente e nos olhos; ● Fala num tom sereno; O Firme
  36. 36. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall SSiillêênncciioo ● Faz parte integrante da comunicação; ● Pode ser um momento de profunda troca de emoções e sentimentos ou pode demonstrar embaraço
  37. 37. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall ● Bastante frequente nas relações interpessoais, podendo provocar um vazio enorme, afectando-as; ● É fundamental. Para escutar o outro é preciso estar em silêncio
  38. 38. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall RRoouuppaa ee AAddoorrnnooss ● A maneiro como nos vestimos comunica algo com os outros, não só através das cores (alegres, garridas ou escuras), mas também dos tecidos e do corte utilizado (ex: os uniforme têm um enorme valor comunicativo, já que através deles sabemos qual o papel que o indivíduo desempenha na sociedade).
  39. 39. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall EExxpprreessssõõeess FFaacciiaaiiss ● Quando comunicamos o nosso corpo também fala. As nossas expressões faciais comunicam os nossos sentimentos, emoções e reacções, intencionalmente ou não.
  40. 40. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall EExxpprreessssõõeess FFaacciiaaiiss
  41. 41. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall “O comportamento gera comportamento”
  42. 42. TTiippooss ddee CCoommuunniiccaaççããoo:: VVeerrbbaall ee NNããoo VVeerrbbaall ● É principalmente a comunicação não verbal que é responsável pela primeira impressão com que ficamos de alguém quando a conhecemos pela primeira vez. 55% 7% 38% Linguagem corporal Linguagem verbal (palavras, conteúdo) Voz (tom, timbre, força, etc)
  43. 43. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo
  44. 44. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo BBaarrrreeiirraass àà CCoommuunniiccaaççããoo ● OObbssttááccuullooss//rruuííddooss que dificultam a emissão e/ou recepção de mensagens.
  45. 45. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo ● A aparência pessoal, a postura e o movimento corporal, o contacto visual, a expressão facial, a voz, etc., são factores de índole pessoal do emissor que facilitarão, ou dificultarão a recepção e aceitação da mensagem por parte dos receptores. ● Por outro lado, temos a considerar também factores de ordem psicológica que afectam a comunicação: educação, cultura, crenças, normas sociais.
  46. 46. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo ● Dogmas religiosos (a religião é, por norma, um factor impeditivo de confronto de ideias), a deformação profissional (cada profissão cria o seu código e a sua interpretação do universo que a rodeia), o medo (um estado psicológico permanente nas sociedades modernas).
  47. 47. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo ● No nosso dia-a-dia são inúmeras as vezes em que, embora nos tenhamos expressado claramente, usando o código adequado, não conseguimos estabelecer uma comunicação real e efectiva e surge, assim, o ruído. ● Tudo o que perturba ou distorce o processo de comunicação pode designar-se de ruído.
  48. 48. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo AAss bbaarrrreeiirraass ppooddeemm sseerr aa vváárriiooss nníívveeiiss:: AAoo nníívveell ddoo EEmmiissssoorr // RReecceeppttoorr questões do foro fisiológico, como a dificuldades de pronúncia, ou do foro psíquico, como a gaguez. Deficiência ou incapacidade visual ou auditiva do receptor,
  49. 49. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo Compreensão e domínio total do código (por ex. Língua Portuguesa), Cansaço (o que dificulta a concentração), Empregar palavras ambíguas, Interpretação da mensagem de acordo com os valores culturais, crenças, atitudes, etc.
  50. 50. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo AAoo nníívveell ddoo CCóóddiiggoo O emissor deve evitar usar sons, gestos, grafismos ou palavras desconhecidas, correndo o risco da mensagem não chegar perceptível ao receptor.
  51. 51. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo AAoo nníívveell ddaa MMeennssaaggeemm Construção deficiente das frases e com erros ortográficos; Deve chegar completa ao receptor.
  52. 52. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo AAoo nníívveell ddoo CCoonntteexxttoo Existem contextos adequados a cada tipo de comunicação. Ruído exterior, Iluminação do espaço.
  53. 53. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo AAoo nníívveell ddoo CCaannaall Interferências radiofónicas ou na linha telefónica, papel de carta ou de fax suja ou rasurada, “chuva” no televisor, etc.
  54. 54. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo AAssppeeccttooss aa tteerr eemm ccoonnttaa nnoo pprroocceessssoo ddee ccoommuunniiccaaççããoo:: Cuidados com a voz: esta é o veículo da linguagem falada e portanto deve merecer especial atenção por parte do emissor da comunicação; Usar vocabulário adequado (comunicar não é usar palavras difíceis);
  55. 55. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo Respeitar a correcta pronúncia das palavras; Dosear a intensidade da voz; Evitar erros gramaticais; Evitar vícios de linguagem; Diminuir o número de gírias;
  56. 56. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo Observar a postura corporal; Atentar para a gesticulação como forma de complemento da linguagem falada; Comunicar não é falar muito, é falar na ocasião oportuna de maneira clara e precisa; Comunicar não é só falar, mas também ouvir o que os outros têm a dizer.
  57. 57. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo PPrriinnccííppiioo ddaa CCoommuunniiccaaççããoo:: ““OOuuvviirr éé oouurroo,, ffaallaarr éé pprraattaa -- ppoorrqquuee aaoo oouuvviirr ppooddeemmooss aapprreennddeerr oouu ppeerrcceebbeerr aallggoo nnoovvoo,, eennqquuaannttoo qquuee oo aaccttoo ddee ffaallaarr nnooss lliimmiittaa aaoo pprroocceessssaammeennttoo ddee iiddeeiiaass jjáá ffoorrmmaaddaass..”” David Kolb
  58. 58. AAss BBaarrrreeiirraass aaoo PPrroocceessssoo ddee CCoommuunniiccaaççããoo Vamos ver…
  59. 59. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall
  60. 60. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall O comportamento corresponde a tudo aquilo que o indivíduo faz e diz. A maneira como nos comportamos (positiva e negativamente) afecta a maneira como o outro se comporta. O mesmo comportamento pode não ser, do mesmo modo, eficaz para todo o género de pessoas com quem contactamos. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  61. 61. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall Se desejarmos que as pessoas com quem nos relacionamos modifiquem o seu comportamento, temos agir no sentido de modificarmos, nós próprios, o nosso comportamento. O comportamento não é algo com que se nasça, é algo que vamos adquirindo ao longo da nossa vivência, e que podemos modificar e ajustar quando a situação o exige. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  62. 62. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall Quando nos encontramos perante a necessidade de fazer face a um comportamento, ou de gerir um desacordo, as reacções podem ser diversas, e podem resumir-se em 44 aattiittuuddeess//eessttiillooss ttííppiiccaass:: 1. Agressivo 2. Passivo 3. Manipulador 4. Assertivo Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  63. 63. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall 11.. EEssttiilloo AAggrreessssiivvoo ● Fala alto e com o dedo levantado; ● Interrompe constantemente os outros; Trabalho elaborado por: Joana Lapa A pessoa tanto ataca os outros, como acontecimentos Características: ● Não sabe escutar, gosta de monopolizar a conversa;
  64. 64. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall ● Autoritário e crítico em relação aos outros; ● Procura impor os seus pontos de vista; ● Faz muito uso da ironia; ● Viola os direitos dos outros; ● Procura valorizar-se à custa dos outros. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  65. 65. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall Consequências: ● Ganhos aparentes e perda da capacidade de comunicar; ● Os outros evitam falar-lhe francamente e de forma verdadeira.. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  66. 66. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall Exemplos de expressões utilizadas: ● “Os outros não são ninguém” ● “Eu sou capaz de ganhar a qualquer um” Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  67. 67. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall 22.. EEssttiilloo PPaassssiivvoo ● Bloqueios na comunicação; ● Sofrimento pessoal, porque não confia em si próprio; Trabalho elaborado por: Joana Lapa A pessoa prefere a submissão ou a fuga Características: ● Ressentimento e rancor, porque a longo prazo começa a sentir-se explorado pelos outros;
  68. 68. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall ● Usa a sua inteligência e afectividade para fugir a situações e problemas, em vez de as usar para aspectos construtivos; ● Perda de respeito por si próprio, já que faz coisas que não gosta, mas não é capaz de recusar; ● Sofrimento pessoal; Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  69. 69. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall ● Desvaloriza-se porque se sente inferior; ● Pouca capacidade de iniciativa, vive dependente da aprovação alheia; ● Não gosta de pedir favores, mesmo quando necessita de ajuda; ● Não confia em si próprio. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  70. 70. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall Exemplos de expressões utilizadas: ● “Não sou ninguém” ● “Deixa estar, não faz mal” ● “Tive sorte” Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  71. 71. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall 33.. EEssttiilloo MMaanniippuullaaddoorr A pessoa não mostra as suas verdadeiras intenções. O seu objectivo é cair nas boas graças dos outros, em situações que possam vir a ser proveitosas. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  72. 72. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall Características: ● É hábil, subtil e tem uma relação táctica com os outros; ● É muito teatral; ● Adequa o seu discurso de acordo com a pessoa; ● Tem sempre uma segunda intenção naquilo que faz e diz; Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  73. 73. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall ● Faz chantagem emocional; ● Gosta de falar baixo e por enigmas, é especialista em espalhar rumores; ● Fala muito com as mãos; ● Cria mais conflitos do que reduz tensões; ● Repete a informação de forma desfigurada, nega factos e inventa histórias. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  74. 74. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall 44.. EEssttiilloo AAsssseerrttiivvoo A pessoa não tem medo de expressar de forma firme e tranquila os seus pontos de vista, mesmo perante pessoas difíceis Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  75. 75. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall Características: ● Fala de forma calma e construtiva ● Não permite que o pisem; ● Negoceia, não faz ameaças; ● Defende os seus direitos e interesses e respeita os dos outros; Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  76. 76. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall ● Mantém com os outros uma relação de confiança e não de dominação ou fundada em interesses pessoais; ● Muito seguro nas relações face-a-face; ● Sabe escutar e presta atenção às pessoas; ● É capaz de dizer “não” a pedidos ou propostas indesejáveis; ● Reconhece os seus erros e assume as suas responsabilidades; Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  77. 77. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall A Assertividade Assim, o estilo de comunicação assertivo é o mais adequado para uma boa comunicação e relacionamento interpessoal. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  78. 78. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall A assertividade (a afirmação do “eu”) é um comportamento que se aprende, permitindo-nos agir de acordo com os nossos interesses, a defendermo-nos de um modo controlado, a expressar os nossos sentimentos de forma honesta e adequada, fazer valer os nossos direitos sem negar os dos outros. A assertividade envolve a comunicação directa das nossas necessidades, vontades e opiniões, sem interferir com a liberdade dos outros. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  79. 79. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall ““UUmmaa ppeessssooaa aasssseerrttiivvaa éé aaqquueellaa qquuee éé ccaappaazz ddee eexxpprriimmiirr oo mmaaiiss ddiirreeccttaammeennttee ppoossssíívveell oo qquuee ppeennssaa,, oo qquuee ddeesseejjaa ee qquuee ffaazz vvaalleerr ooss sseeuuss ddiirreeiittooss,, eessccoollhheennddoo uumm ccoonnjjuunnttoo ddee ccoommppoorrttaammeennttooss ee aattiittuuddeess aaddeeqquuaaddooss aa ccaaddaa ssiittuuaaççããoo,, ddee aaccoorrddoo ccoomm oo llooccaall ee oo Trabalho elaborado por: Joana Lapa mmoommeennttoo””..
  80. 80. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall Assumir uma comunicação assertiva implica: ● Ser transparente, simples e directo; ● Ser determinado, não ter medo de correr riscos; ● Respeitar e promover as opiniões dos outros; ● Ser “eu próprio”. Não dissimular opiniões, sentimentos e objectivos pessoais; Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  81. 81. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall ● Procurar negociar em situações de conflito; ● Não permitir que o explorem, humilhem ou agridam; ● Defender as ideias, gostos, no fundo, a sua verdade pessoal; ● Reconhecer e aceitar os gostos, sentimentos, opiniões e reacções dos outros; Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  82. 82. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall ● Exprimir as próprias fraquezas e limites; ● Saber expressar sentimentos positivos, como o amor, carinho, admiração, etc. ● Saber exprimir sentimentos negativos justificados, tais como estar mal-humorado, zangado, em desacordo, etc. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  83. 83. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall Quando deve ser usada: ● Quando é necessário dizer algo desagradável a alguém; ● Quando é necessário dizer “Não”; ● Quando se é criticado ou acusado injustamente; ● Quando se tenciona solicitar algo de invulgar a alguém. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  84. 84. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall Benefícios da Assertividade: ● Expressão dos desacordos de modo convincente, sem prejudicar o relacionamento. ● Menos stress, maior confiança, ● Melhoria da imagem e credibilidade, ● Mais facilidade e satisfação ao lidar com os outros. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  85. 85. PPaaddrrõõeess ddoo CCoommppoorrttaammeennttoo RReellaacciioonnaall Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  86. 86. OO TTrraabbaallhhoo eemm EEqquuiippaa Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  87. 87. OO TTrraabbaallhhoo eemm EEqquuiippaa O grupo é um conjunto limitado de indivíduos que partilham objectivos e interesses comuns, e que desenvolvem múltiplas interacções entre si. Desde o nascimento até à morte, o ser humano vive inserido em grupos, a começar pela família - o grupo primário - passando pela escola, o trabalho, os amigos, os tempos livres, etc - os grupos secundários. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  88. 88. OO TTrraabbaallhhoo eemm EEqquuiippaa Mas, para que os grupos possam alcançar esses objectivos, é necessário que os seus membros sejam capazes de se organizar e de pôr em prática um método de funcionamento colectivo. O trabalho em equipa inicia-se, portanto, quando um grupo de pessoas decide unir os seus esforços para resolver um problema ou realizar uma tarefa. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  89. 89. OO TTrraabbaallhhoo eemm EEqquuiippaa Nos casos em que o trabalho em equipa é dinâmico e bem sucedido, os membros do grupo conhecem o papel que desempenham, sentem-se implicados nas tarefas e co-responsáveis pelo seu sucesso. Além disso, contribuem com o seu saber e criatividade para a tomada de decisões, procuram resolver de forma activa os problemas e, ao fazê-lo, adquirem conhecimentos e melhoram o seu desempenho em geral. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  90. 90. OO TTrraabbaallhhoo eemm EEqquuiippaa A coesão é o resultado e todas as forças que actuam no seio de um grupo. No entanto, existem efeitos positivos e negativos associados à coesão de um grupo: Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  91. 91. OO TTrraabbaallhhoo eemm EEqquuiippaa Efeitos Positivos: ● Distribuição da responsabilidade por todos os membros, ● Permite que os membros se unam e permaneçam juntos, ● Permite que a interacção entre os membros se intensifique, Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  92. 92. OO TTrraabbaallhhoo eemm EEqquuiippaa ● Divisão de tarefas, ● Maior eficácia e rapidez na concretização de objectivos, ● Favorece o enriquecimento pessoal através da troca de ideias, ● Fomenta o espírito de entreajuda porque acabam por se gerar relações de confiança e flexibilidade. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  93. 93. OO TTrraabbaallhhoo eemm EEqquuiippaa Efeitos Negativos: ● Menor abertura à entrada de novos membros, ● Maior resistência à mudança, ● Transformação do “eu” em “nós”, ● Utilização dos outros como fonte de informação. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  94. 94. TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo ee ssuuaa CCaarraacctteerriizzaaççããoo Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  95. 95. TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo Os conflitos existem desde o início da humanidade. Fazem parte do processo de evolução dos seres humanos. O conflito surge quando há necessidade de fazer escolhas entre situações que podem ser consideradas incompatíveis. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  96. 96. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo Os conflitos podem assumir diferentes formas: a) Aproximação-aproximação (duas coisas que queremos): O indivíduo está perante duas situações igualmente desejadas e para escolher uma, terá que rejeitar a outra. É o conflito mais simples, em que teoricamente o indivíduo se aproximará daquela que julgar estar mais perto ou mais fácil de atingir. Ex: “Vou ao cinema ou vou comer um gelado?”
  97. 97. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo b) Afastamento-afastamento: Este conflito corresponde à situação em que a pessoa está perante duas alternativas desagradáveis e tem vontade de as rejeitar mas tem dificuldade de o fazer em simultâneo. Qualquer escolha gerará insatisfação, pelo que surgem frequentemente comportamentos de fuga. Ex: “Vou fazer os trabalhos de casa ou pôr a mesa?”
  98. 98. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo c) Aproximação-afastamento: Tipo de conflito em que a pessoa está perante situações que apresentam vantagens e desvantagens, mas tem de tomar uma decisão que ao mesmo tempo lhe causa atracção e receio. Ex: Tabaco / Diabetes
  99. 99. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo O conflito pode ter duas conotações: 1. Positiva - Serve como “sensor” - Motiva a busca de soluções 2. Negativa - Causa tensão - Leva á agressão - Ambiente improdutivo
  100. 100. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo Principais causas de conflitos: - Choques de interesses individuais e de grupo, - Ansiedades e frustrações, - Luta pelo poder, - Intrigas de colegas, - Falhas de Comunicação, - Inveja.
  101. 101. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo Sugestões para uma boa gestão de conflitos: 1. Procure soluções, não culpados. 2. Analise a situação (QUAL? QUEM? O QUE? DESDE QUANDO? ONDE? POR QUE?) 3. Mantenha um clima de respeito 4. Aperfeiçoe a habilidade de ouvir e falar
  102. 102. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo 5. Seja construtivo ao fazer uma crítica 6.Procure a solução Ganha-Ganha 7. Evite preconceitos e estereótipos 8 . Quando estiver errado, reconheça o erro 9. Lembre-se que: gerir conflitos significa também gerir–se a si próprio.
  103. 103. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo Formas de lidar com o conflito: 1. Evitá-lo - O indivíduo tenta evitar a todo o custo qualquer tipo de conflito, - O indivíduo tenta utilizar o conflito de uma forma que leva a uma competição intensiva.
  104. 104. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo 2. Mantê-lo -O indivíduo tenta sempre manter o conflito, -Enfrentar o conflito, -Ganhar ou perder, - Graças a esse conflito o indivíduo vai tentar descobrir as diferenças de opinião entre os diversos participantes.
  105. 105. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo 3. Equilíbrio -Tentar encontrar um ponto de equilíbrio entre os dois tipos anteriores quando se verifica que qualquer conflito pode ter resultados negativos quer para a empresa ou para as próprias pessoas envolvidas, - Esta medida permite reduzir a ambiguidade e o conflito no trabalho.
  106. 106. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo Os conflitos geralmente são inevitáveis porque as pessoas têm diferentes necessidades, interesses, preocupações e receios. Uma intervenção antecipada pode evitar que o conflito piore. Deve-se focalizar no problema e não nas pessoas.
  107. 107. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo Os conflitos no local de trabalho: “Em situações de tensão, é fácil que cada parte só veja o seu lado e que uma discussão se torne num campo de batalha. Saber medir conflitos é uma tarefa tão complicada quanto saber agradar a gregos e a troianos. Difícil talvez, mas não impossível”
  108. 108. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo Conflitos no local de trabalho são situações que ocorrem com mais frequência do que seria de desejar e que nem sempre são fáceis de resolver, uma vez que há sempre diferentes pontos de vista em conflito. E como saber quem é que tem razão? E como saber a quem dar razão?
  109. 109. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo Numa empresa, as diferentes correntes de opinião são sempre passíveis de originar discussões e conflitos, principalmente quando se trabalha com um grupo diversificado e onde há liberdade para partilhar opiniões. Há que saber ter o sangue frio e o discernimento suficientes para ultrapassar relações pessoais e saber ver somente a parte profissional.
  110. 110. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo Há que saber ter o sangue frio e o discernimento suficientes para ultrapassar relações pessoais e saber ver somente a parte profissional. Não te deves deixar intimidar por questões de amizade. SSoolluuççããoo:: ppõõee--ttee sseemmpprree ddee ffoorraa ddoo ccoonnfflliittoo
  111. 111. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo Para ultrapassar um conflito, podemos ter em conta alguns aspectos-chave: - Ouvir, ouvir e ouvir ainda mais, - Compreender e descrever o ponto de vista dos outros, - Identificar necessidades, interesses, preocupações e receios,
  112. 112. Trabalho elaborado por: Joana Lapa TTiippooss ddee CCoonnfflliittoo - Incentivar grupos em conflito a ouvirem-se uns aos outros, - Estabelecer regras e conseguir acordos, - Começar discussões construtivas (e mantê-las), - Solucionar problemas de forma criativa, - Construir relacionamentos.
  113. 113. PPrroocceessssoo ddee TToommaaddaa ddee DDeecciissããoo ee ddee RReessoolluuççããoo ddee PPrroobblleemmaass Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  114. 114. PPrroocceessssoo ddee TToommaaddaa ddee DDeecciissããoo ee ddee RReessoolluuççããoo ddee PPrroobblleemmaass Quando temos um problema, para tomarmos uma decisão e resolvermos a situação podemos adoptar uma estratégia que nos permita reflectir e agir resolvendo o problema que nos preocupa sem criarmos novos problemas. Podemos seguir alguns passos importantes: Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  115. 115. PPrroocceessssoo ddee TToommaaddaa ddee DDeecciissããoo ee ddee RReessoolluuççããoo ddee PPrroobblleemmaass 1. Diagnóstico: Nesta fase mais do que caracterizar ou diagnosticar uma decisão, temos de diagnosticar os riscos associados a essa decisão. Devemos analisar o problema em profundidade, identificar os aspectos mais preocupantes e encontrar solução para cada problema. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  116. 116. PPrroocceessssoo ddee TToommaaddaa ddee DDeecciissããoo ee ddee RReessoolluuççããoo ddee PPrroobblleemmaass No diagnóstico devemos começar por: 1º clarificar os nossos objectivos, 2º identificar e avaliar as alternativas que temos, 3º avaliar a nossa tendência para assumir os riscos que nos são apresentados pelas várias alternativas. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  117. 117. PPrroocceessssoo ddee TToommaaddaa ddee DDeecciissããoo ee ddee RReessoolluuççããoo ddee PPrroobblleemmaass 2. Organização: O risco envolve mudança, transformação. Temos de decidir continuar com as mesmas opções ou cenários, ou então mudar para outros. Analisar as alternativas e as soluções que temos para resolver a situação (antecipar a hora de nos levantarmos da cama, arranjar uma boleia para ir para o novo emprego mais longe, etc). Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  118. 118. PPrroocceessssoo ddee TToommaaddaa ddee DDeecciissããoo ee ddee RReessoolluuççããoo ddee PPrroobblleemmaass 3. Aplicação: Nesta fase estabelece-se se cada uma das alternativas representa uma mudança. Quando não te sentires confiante em relação às opções de que dispões, então deverás explorar novas alternativas. Nesta fase aplicam-se algumas soluções que pareçam indicadas para a situação que enfrentamos. No entanto, podem não ser as soluções adequadas e por isso deve-se prever novas mudanças no plano traçado. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  119. 119. PPrroocceessssoo ddee TToommaaddaa ddee DDeecciissããoo ee ddee RReessoolluuççããoo ddee PPrroobblleemmaass 4. Avaliação: Depois do processo de tomada de decisão devemos analisar as reacções (individuais e colectivas) pós-decisão; devemos avaliar os progressos e, se for preciso, devemos fazer algumas correcções. Devemos analisar o evoluir da solução para avaliar se as soluções adoptadas tiveram efeito positivo e resultaram no efeito desejado. Trabalho elaborado por: Joana Lapa
  120. 120. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee
  121. 121. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee Negociar consiste numa reconciliação de diferenças por duas ou mais partes em conflito, tendo consciência que os ganhos de uma parte corresponderão a perdas para a outra e que é possível uma parte obter benefícios sem que tal signifique perda para a outra. Desta forma, as partes em disputa tentam alcançar uma decisão conjunta nas matérias em desacordo.
  122. 122. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee O processo de negociação visa facilitar a concessão por parte das partes em conflito ou até vincular as mesmas a uma decisão. Resolver um conflito pressupõe habilidades para comunicar, daí que existem diversos factores que advêm do processo de comunicação e que influenciam a negociação em si.
  123. 123. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee Nesses factores incluem-se a estrutura da mensagem, o vocabulário, a linguagem gestual e corporal, características físicas e de apresentação, etc.
  124. 124. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee Existem algumas fases importantes a ter em consideração no processo de negociação: 1. Preparação da negociação 2. Apresentação mútua das intenções 3. Avaliação mútua das intenções 4. Concessões e contrapropostas 5. Finalização
  125. 125. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee No início do processo de negociação (1ª Fase) cada uma das partes clarifica os objectivos que pretende alcançar e tenta antecipar possíveis reacções da outra parte face ao conhecimento dos seus objectivos.
  126. 126. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee Esta fase inicial de preparação da negociação tem como função permitir que os intervenientes possam planear uma estratégia, avaliar as suas capacidades de influência e nem preverem outros aspectos da natureza logística como o espaço e o tempo onde se desenrolará a negociação.
  127. 127. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee Trabalho elaborado por: Joana Lapa AAsssseerrttiivviiddaaddee Na 2ª Fase, os intervenientes no processo de negociação devem mostrar-se disponíveis e com vontade de se empenharem na resolução do conflito. As partes envolvidas têm de encontrar o momento mais adequado para se reunirem e testarem os seus argumentos e atitudes, efectuando uma gestão efectiva do tempo e das interrupções inerentes.
  128. 128. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee Nesta fase da apresentação mútua das interacções (3ª Fase) é crucial que cada uma das partes diga o que a outra fez e em que medida isso a afectou, e o que gostaria que a outra fizesse. Só assim é possível chegar a uma solução satisfatória para ambas.
  129. 129. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee A escuta implica que se preste atenção não só ao conteúdo da mensagem de cada uma das partes, mas também aos sentimentos e emoções nela implicados, aos índices não verbais e ao contexto em que essa mensagem é proferida. Só depois dos intervenientes deixarem de pensar no seu ponto de vista e compreenderem completamente as necessidades das outras pessoas é que poderão fazer concessões (4ª Fase) e contrapropostas de forma a chegarem a um acordo.
  130. 130. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee Nesta fase, cada interveniente pode fazer e receber contrapropostas, interromper a negociação ou construir um acordo. Para chegar ao acordo os intervenientes devem rever as suas posições e chegar a uma posição próxima dos pontos de resistência dos mesmos.
  131. 131. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee Finalmente (5ª Fase), após este período de apresentação de soluções, sua discussão e análise, há que escolher uma delas, a que melhor satisfaça os interesses e as necessidades de todos os implicados no conflito.
  132. 132. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee Apresenta-se, em seguida, uma tabela com estratégias de assertividade em vários casos: Estratégias de Assertividade A expressar afecto e prazer A receber elogios A fazer pedidos A recusar pedidos -Ser breve e directo, -Elogiar actividades e resultados concretos, -Utilizar com frequência a palavra “eu”, -Evitar comparações com os outros ou com o passado, - Elogiar de forma imediata -Aceitar o elogio, quando se acha merecido, -Ser breve, - Não pensar que é presunção quando se concorda com o elogio -Ser discreto e breve, -Não explorar a boa vontade do outro, - Dar razões para o pedido (poucas, mas verdadeiras e autênticas) -Esclarecer o pedido, -Reconhecer o pedido, - Dar razões que justifiquem a recusa
  133. 133. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee As vantagens do processo de negociação: ► Quando são as partes que tomam nas suas mãos a resolução do “seu” problema, chamam a si a responsabilidade de serem elas a obter uma solução para o mesmo e não um terceiro que tem, somente, em conta os aspectos formais da questão.
  134. 134. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee ► Dar às partes a possibilidade de obterem a sua solução para os problemas implica que restabeleçam a comunicação que muitas vezes perderam com o nascimento do conflito que as opõe.
  135. 135. EEssttrraattééggiiaass ddee NNeeggoocciiaaççããoo ee ddee AAsssseerrttiivviiddaaddee ► Para além das vantagens imediatas decorrentes da eficiência e maior rapidez com que os problemas se resolvem, há também uma outra vantagem relacionada com a auto-responsabilidade das partes: a forte determinação para os acordos se cumprirem, visto que as partes se comprometem quer na obtenção de uma solução, quer no cumprimento da solução a que chegaram.

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