A. W. Pink
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Traduzido do original em Inglês
The Fight of Faith
By A. W. Pink
Via: ChapelLibrary.org
Trad...
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A Milícia da Fé
Por A. W. Pink
Há alguns que ensinam que os Cristãos que se envolvem no comb...
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os seguidores do Príncipe da paz, os Cristãos devem suportar “as aflições, como bom sol-
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mos naturalmente concluir que aquele que é “nascido do Espírito” é mais forte do que aque-
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10 Sermões — R. M. M’Cheyne
Adoração — A. W. Pin...
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Ao conhecimento salvador de JESUS CRISTO.
Sola Scriptura!
Sola Gratia!
Sola Fide!
Solus Chri...
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  1. 1. A. W. Pink
  2. 2. Issuu.com/oEstandarteDeCristo Traduzido do original em Inglês The Fight of Faith By A. W. Pink Via: ChapelLibrary.org Tradução e Capa por William Teixeira Revisão por Camila Almeida 1ª Edição: Fevereiro de 2015 Salvo indicação em contrário, as citações bíblicas usadas nesta tradução são da versão Almeida Corrigida Fiel | ACF • Copyright © 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil. Traduzido e publicado em Português pelo website oEstandarteDeCristo.com, sob a licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International Public License. Você está autorizado e incentivado a reproduzir e/ou distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, as fontes originais e o tradutor, e que também não altere o seu conteúdo nem o utilize para quaisquer fins comerciais.
  3. 3. Issuu.com/oEstandarteDeCristo A Milícia da Fé Por A. W. Pink Há alguns que ensinam que os Cristãos que se envolvem no combate espiritual estão vi-– vendo abaixo de seus privilégios. Eles insistem que Deus está disposto a fazer todo o nosso combate por nós. Seu slogan de estimação é: “Deixe acontecer, e deixe Deus agir” Eles di- zem que o Cristão deve deixar a batalha para Cristo. Há uma meia verdade nisso, mas uma meia verdade quando levada a extremos, torna-se erro. A meia verdade é que o filho de Deus não tem a força em si mesmo, Cristo diz aos Seus discípulos: “Sem Mim, nada podeis fazer” (João 15:5). No entanto, isso não significa que devemos ser meramente passivos, ou que o estado ideal na vida é simplesmente ser autômatos galvanizados. Há também um lado positivo, ativo e agressivo na vida Cristã, que apela para o exercício dos nossos maio- res esforços, para o uso de todas as faculdades, uma cooperação pessoal e racional com Cristo. Não há pouco do que é conhecido como “a vida vitoriosa” sendo ensinado que é virtualmen- te uma negação da responsabilidade do Cristão. É desequilibrada. Embora enfatizando um aspecto da verdade, infelizmente ignora outros aspectos igualmente necessários e impor- tantes, a serem mantidos diante de nós. A Palavra de Deus declara que “Porque cada qual levará a sua própria carga” (Gálatas 6:5), o que significa que ele deve cumprir sua obrigação pessoal. Santos são convocados: “purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espí- rito” (2 Coríntios 7:1), e a “guardar-se da corrupção do mundo” (Tiago 1:27). Somos exorta- dos a “vencer o mal como bem” (Romanos 12:21). O apóstolo Paulo declarou: “Antes subju- go o meu corpo, e o reduzo à servidão” (1 Coríntios 9:27). Assim, negar que o Cristão é chamado a se envolver em uma guerra incessante contra a carne, o mundo e o diabo, é fugir diante da face de muitas evidentes Escrituras. Há uma dualidade muito real para a vida Cristã, e cada aspecto da verdade divina é equili- brado por sua contraparte. A Piedade prática é um paradoxo misterioso, que é in-compre- ensível para o homem natural. O Cristão é mais forte quando ele é mais fraco, mais rico quando é mais pobre, mais feliz quando mais miserável. Sendo desconhecido (1 João 3:1); contudo, ele é bem conhecido (Gálatas 4:9). Embora morrendo diariamente (1 Coríntios 15:31), sim, morto; no entanto, eis que ele vive (Colossenses 3:3-4). Apesar de não ter na- da, ele possui todas as coisas (2 Coríntios 6:10). Embora perseguido, ele não está desam- parado; abatido, porém não destruído. Ele é chamado a “alegrar-se com tremor” (Salmo 2:11), e é assegurado: “Bem-aventurados vós, que agora chorais” (Lucas 6:21). Embora o Senhor o leva a deitar-se em verdes pastos e o guie às águas tranquilas, ele ainda está no deserto, e “em uma terra seca e cansada, onde não há água” (Salmo 63:1). Embora sejam
  4. 4. Issuu.com/oEstandarteDeCristo os seguidores do Príncipe da paz, os Cristãos devem suportar “as aflições, como bom sol- dado de Jesus Cristo” (2 Timóteo 2:3); e embora “mais que vencedores”, eles muitas vezes são derrotados. “Milita a boa milícia da fé” (1 Timóteo 6:12). Somos chamados a nos envolvermos em uma guerra incessante. A vida Cristã deve ser vivida no campo de batalha. Podemos não gostar disso, podemos desejar que isto não fosse assim, mas foi assim que Deus ordenou. E o nosso pior inimigo, nosso inimigo mais perigoso, é o nosso próprio eu, “o velho homem”, que quer sempre seguir seu caminho, que se rebela contra o “jugo” de Cristo, que odeia a “cruz”; este “velho homem”, que se opõe a todos os desejos do “novo homem”, que não gosta da Palavra de Deus e sempre quer substituir a palavra do homem. Mas o “eu” tem que ser “negado” (Mateus 16:24), suas paixões e concupiscências “crucificadas” (Gálatas 5:24). Contudo, isso não é de forma alguma uma tarefa fácil. É um conflito que está sempre acontecendo dentro do verdadeiro Cristão. É verdade, existem momentos em que o “velho homem” finge estar dormindo ou morto, mas logo ele revive e está mais vigoroso do que nunca emoposição ao “novo homem”. É então que o verdadeiro Cristão pergunta seriamen- te: “Se é assim (que eu realmente sou um filho de Deus), por que eu sou assim?” Esse era o intrigante problema de Rebeca quando “os filhos lutavam dentro dela” (Gênesis 25:22). Esta parábola é colocada diante de nós na Escritura acima! Será que precisamos de qual- quer intérprete? O Cristão não tem a chave que explica esta parábola nas experiências conflitantes de sua alma? Sim, a sequência que ocorreu com a pobre Rebeca não é a mes- ma com você e comigo? “Ela foi perguntar ao Senhor”. Ah, seu marido não poderia resolver este mistério para ela; nenhum homem poderia, nem ela poderia repousar sobre o seu pró- prio entendimento e julgar e explicar isso. Não, a luta dentro dela era tão grande e feroz que ela precisava assegurar-se da garantia Divina. E Deus não a desapontou ou a deixou na escuridão. “E o Senhor lhe disse: Duas nações há no teu ventre, e doispovos se dividirão das tuas entranhas, e um povo será mais forte do que o outro povo, e o maior servirá ao menor” (Gênesis 25:23). Mas o significado de tal versículo está escondido daqueles que são, em seus próprios conceitos “sábios e prudentes”. Mas, com a bênção de Deus, isto é revelado àqueles que, sendo ensinados pelo Espírito, são levados a perceber que eles são bebês, ou seja, que discernem que são ignorantes, fracos e impotentes, pois é isto o que os “bebês” são. E quem eram as duas nações que “lutavam” dentro Rebeca? Esaú e Jacó, de quem dois países muito diferentes se originaram, a saber, Edom e Israel. Agora observem atentamen- te o que se segue: “e um povo será mais forte do que o outro”; sim, Esaú era tão forte que Jacó tinha medo dele, e fugiu de sua presença. Assim é espiritualmente, o “velho homem” é mais forte do que o “novo homem”. Como é estranho que seja assim! Será que não deve-
  5. 5. Issuu.com/oEstandarteDeCristo mos naturalmente concluir que aquele que é “nascido do Espírito” é mais forte do que aque- le que é “nascido da carne” (João 3:6)? É claro que pensado naturalmente seria assim, pois “o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus” (1 Coríntios 2:14). Mas considere o assunto do ponto de vista do discernimento espiritual. Suponha que o “novo homem” fosse mais forte que o “velho homem”, e então? Assim o Cristão seria autossufi- ciente, orgulhoso e altivo. Mas Deus, em Sua infinita sabedoria, permite que o “novo ho- mem” em Seus filhos seja mais fraco do que o “velho homem”. Por quê? Para que eles pos- sam depender dEle. Mas uma coisa é saber disto teoricamente, e outra bem diferente é colocá-la em prática. Uma coisa é acreditar que o “novo homem” (Jacó) é mais fraco, do que o “velho homem” (Esaú, que nasceu primeiro!), e é completamente outra coisa buscar diariamente e obter de Deus a força necessária para “lutar” contra o “velho homem”. É por isso que é chamado de “bom combate da fé”, pois a fé lida com Deus. “Milita a boa milícia da fé” (1 Timóteo 6:12). Nossas circunstâncias são o campo de batalha. A “carne” nunca está satisfeita com as “circunstâncias” em que Deus nos coloca, mas sem- pre quer mudá-las, ou entrar em um outro lugar além do que estamos agora inseridos. As- sim foi com o antigo Israel. As “circunstâncias” às quais Deus levou os filhos de Israel era o deserto, e eles murmuraram, e desejaram voltar ao Egito. E isso está escrito como um a- lerta para nós! A tendência das circunstâncias é ligar os nossos corações à terra, quando prósperos, para fazer-nos satisfeitos com as coisas; quando adversas, para nos fazer mur- murar ou cobiçar as coisas que nós não temos. Nada além do exercício da verdadeira fé pode erguer nossos corações acima das circunstâncias, pois a fé olha além de todas as coisas visíveis, pelo que o coração se deleita e encontra a sua paz e alegria no Senhor (Salmo 37:4). Isso nunca é fácil para qualquer um de nós; é sempre uma luta, e somente a graça Divina (buscada diligentemente) pode nos dar a vitória. Muitas vezes falhamos; quan- do o fazemos, isso deve ser confessado a Deus (1 João 1:9), e deve haver um recomeço. Nada mais que a fé pode nos permitir subir acima das “circunstâncias”, este foi o caso de dois apóstolos, que, com os pés no tronco, com costas sangrando e doendo, cantavam lou- vores a Deus no calabouço de Filipos; aquela fé foi vitoriosa sobre a maioria das circuns- tâncias desagradáveis. Quase podemos imaginar cada leitor dizendo: “Ai de mim, minha fé é tão fraca”: Ah, pondere novamente nesta palavra: “Milita a boa milícia da fé” — note a repetição! Não é fácil para a fé o superar as circunstâncias; não, não é. É difícil, por vezes, extremamente difícil; assim o escritor o tem encontrado ser. Mas lembre-se, um “combate” não é concluído em um momento, por um golpe; muitas vezes, o vencedor recebe muitas feridas e é gravemente ferido antes que ele finalmente conquiste seu inimigo. Então, nós temos encontrado combates e ainda encontraremos. O grande inimigo, a “carne” (o “eu”) inflige ao “novo homem” muitos golpes dolorosos, muitas quedas; mas, pela graça, conti-
  6. 6. Issuu.com/oEstandarteDeCristo nuamos a lutar. Amiúde o “novo homem” começa a vencer, por vezes, o “velho homem” pa- rece vencer. “Porque sete vezes cairá o justo, e se levantará” (Provérbios 24:16). Sim, caro leitor, cada verdadeiro Cristão temum“combate” emsuas mãos: o eu é o principal inimigo que tem que ser conquistado; nossas circunstâncias, o campo de batalha, onde o combate deve ser travado. E cada um de nós gostaria muito de mudar o campo de batalha. Há coisas desagradáveis que, às vezes, tentam extremamente cada um de nós, até que somos tentados a bradar com o salmista aflito: “Oh! quem me dera asas como de pomba! Então voaria, e estaria em descanso” (Salmo 55:6). Sim, é triste dizer: o escritor tem feito a mesma coisa. Mas, quando ele está em seu juízo perfeito (espiritualmente), ele é grato por essas mesmas “circunstâncias”. Por quê? Porque elas oferecem uma oportunidade pa- ra sua fé agir e superá-las, e para nós encontrarmos a nossa paz, a nossa alegria, a nossa satisfação, não em um ambiente agradável, não em amigos agradáveis, nem mesmo na doce comunhão com os irmãos e irmãs em Cristo; mas em Deus! Ele pode satisfazer a al- ma. Ele nunca abandona aqueles que verdadeiramente confiam nEle. Todavia é uma luta fazer isto. Sim, uma verdadeira luta, longa e árdua. No entanto, se clamamos a Deus por ajuda, por força e determinação, Ele não nos faltará, mas nos fará “mais que vencedores” [Romanos 8:37]. Há em cada um de nós o desejo de agir como um covarde, e fugir do campo de batalha, as nossas “circunstâncias”. Isto é o que Abraão fez (Gênesis 12:10), mas ele não ganhou nada com isso. Isto é o que fez Elias (1 Reis 19:3), e o Senhor o repreendeu por isso. E esses casos são registrados, “para nosso ensino” (Romanos 15:4), como advertência para consi- derarmos em nosso coração. Eles nos dizem que devemos resistir firmemente a esta incli- nação para o mal, e nos atentarmos para a exortação: “Vigiai, estai firmes na fé; portai-vos [ajam] varonilmente, e fortalecei-vos” (1 Coríntios 16:13). “Milita a boa milícia da fé”. O Senhor não nos convida a fazer algo do qual Ele foi dispen- sado. Oh! que “luta”, o Capitão de nossa salvação suportou! Veja-O lá no deserto: “quarenta dias, tentado por Satanás. E vivia entre as feras, e os anjos o serviam” (Marcos 1:13), e du- rante todo esse tempo sem comer (Mateus 4:2). Quão ferozmente o Diabo agrediu, e O ata- cou vez após vez. E o Salvador o enfrentou e o conquistou no terreno da fé, utilizando ape- nas a Palavra de Deus. Veja-O novamente no Getsêmani; ali a luta foi ainda mais feroz, e tão intensas eram Suas agonias que Ele suou grandes gotas de sangue. Não havia qual- quer conforto da parte de Seus discípulos, eles não podiam vigiar com Ele nem mesmo uma hora. No entanto, Ele triunfou nisto, no terreno da fé: “O qual, nos dias da sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia” (Hebreus 5:7).
  7. 7. Issuu.com/oEstandarteDeCristo Esses dois casos são registrados para nossa instrução, e, como sempre, a ordem é bem significativa. Elas nos ensinam como devemos militar “a boa milícia da fé”. O próprio Cristo “nos deixou um exemplo!” [1 Pedro 2:21] E o que podemos aprender com estes incidentes solenes e sagrados? Isso: a única arma que devemos usar é a Espada do Espírito; e, a vitória só pode ser obtida em nossos joelhos: “com grande clamor e lágrimas”. O Senhor graciosamente nos capacita a agir assim. Oh! que cada um de nós possa mais intensa- mente buscar a graça de militar a boa milícia da fé. Devemos ter uma feliz e pacífica co- munhão no Céu; mas antes de chegarmos lá, a “luta” temde ser travada e vencida ou nunca chegaremos lá de modo algum (2 Timóteo 4:6-8). Sola Scriptura! Sola Gratia! Sola Fide! Solus Christus! Soli Deo Gloria!
  8. 8.                                      10 Sermões — R. M. M’Cheyne Adoração — A. W. Pink Agonia de Cristo — J. Edwards Batismo, O — John Gill Batismo de Crentes por Imersão, Um Distintivo Neotestamentário e Batista — William R. Downing Bênçãos do Pacto — C. H. Spurgeon Biografia de A. W. Pink, Uma — Erroll Hulse Carta de George Whitefield a John Wesley Sobre a Doutrina da Eleição Cessacionismo, Provando que os Dons Carismáticos Cessaram — Peter Masters Como Saber se Sou um Eleito? ou A Percepção da Eleição — A. W. Pink Como Ser uma Mulher de Deus? — Paul Washer Como Toda a Doutrina da Predestinação é corrompida pelos Arminianos — J. Owen Confissão de Fé Batista de 1689 Conversão — John Gill Cristo É Tudo Em Todos — Jeremiah Burroughs Cristo, Totalmente Desejável — John Flavel Defesa do Calvinismo, Uma — C. H. Spurgeon Deus Salva Quem Ele Quer! — J. Edwards Discipulado no T empo dos Puritanos, O — W. Bevins Doutrina da Eleição, A — A. W. Pink Eleição & Vocação — R. M. M’Cheyne Eleição Particular — C. H. Spurgeon Especial Origem da Instituição da Igreja Evangélica, A — J. Owen Evangelismo Moderno — A. W. Pink Excelência de Cristo, A — J. Edwards Gloriosa Predestinação, A — C. H. Spurgeon Guia Para a Oração Fervorosa, Um — A. W. Pink Igrejas do Novo Testamento — A. W. Pink In Memoriam, a Canção dos Suspiros — Susannah Spurgeon Incomparável Excelência e Santidade de Deus, A — Jeremiah Burroughs Infinita Sabedoria de Deus Demonstrada na Salvação dos Pecadores, A — A. W. Pink Jesus! – C. H. Spurgeon Justificação,PropiciaçãoeDeclaração —C.H.Spurgeon Livre Graça, A — C. H. Spurgeon Marcas de Uma Verdadeira Conversão — G. Whitefield Mito do Livre-Arbítrio, O — Walter J. Chantry Natureza da Igreja Evangélica, A — John Gill OUTRAS LEITURAS QUE RECOMENDAMOS Baixe estes e outros e-books gratuitamente no site oEstandarteDeCristo.com. — Issuu.com/oEstandarteDeCristo Sola Fide • Sola Scriptura • Sola Gratia • Solus Christus • Soli Deo Gloria —  Natureza e a Necessidade da Nova Criatura, Sobre a — John Flavel  Necessário Vos é Nascer de Novo — Thomas Boston  Necessidade de Decidir-se Pela Verdade, A — C. H. Spurgeon  Objeções à Soberania de Deus Respondidas — A. W. Pink  Oração — Thomas Watson  Pacto da Graça, O — Mike Renihan  Paixão de Cristo, A — Thomas Adams  Pecadores nas Mãos de Um Deus Irado — J. Edwards  Pecaminosidade do Homem em Seu Estado Natural — Thomas Boston  Plenitude do Mediador, A — John Gill  Porção do Ímpios, A — J. Edwards  Pregação Chocante — Paul Washer  Prerrogativa Real, A — C. H. Spurgeon  Queda, a Depravação Total do Homem em seu Estado Natural..., A, Edição Comemorativa de Nº 200  Quem Deve Ser Batizado? — C. H. Spurgeon  Quem São Os Eleitos? — C. H. Spurgeon  Reformação Pessoal & na Oração Secreta — R. M. M'Cheyne  Regeneração ou Decisionismo? — Paul Washer  Salvação Pertence Ao Senhor, A — C. H. Spurgeon  Sangue, O — C. H. Spurgeon  Semper Idem — Thomas Adams  Sermões de Páscoa — Adams, Pink, Spurgeon, Gill, Owen e Charnock  Sermões Graciosos (15 Sermões sobre a Graça de Deus) — C. H. Spurgeon  Soberania da Deus na Salvação dos Homens, A — J. Edwards  Sobre aNossa Conversão a Deuse Como Essa Doutrina é Totalmente Corrompida Pelos Arminianos — J. Owen  Somente as Igrejas Congregacionais se Adequam aos Propósitos de Cristo na Instituição de Sua Igreja — J. Owen  Supremacia e o Poder de Deus, A — A. W. Pink  Teologia Pactual e Dispensacionalismo — William R. Downing  Tratado Sobre a Oração, Um — John Bunyan  Tratado Sobre o Amor de Deus, Um — Bernardo de Claraval  Um Cordão de Pérolas Soltas, Uma Jornada Teológica no Batismo de Crentes — Fred Malone
  9. 9. Issuu.com/oEstandarteDeCristo Ao conhecimento salvador de JESUS CRISTO. Sola Scriptura! Sola Gratia! Sola Fide! Solus Christus! Soli Deo Gloria2 Coríntios 4 1 2 Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, 3 4 entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória 5 Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus. 6 Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, 7 este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. 8 Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. 9 Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; 10 Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos; 11 E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal. 12 De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida. 13 E temos portanto o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos. 14 Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco. 15 Porque tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus. 16 Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. 17 Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; 18 Não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas.

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