Case IDDS Plano de Negocios

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Elaboração do Business Plan do IDDS - Instituto de Desenvolvimento do Design Sustentável. É a estruturação das diretrizes da organização: organizacional, produtos/serviços, estratégia de marketing, processos, plano financeiro.

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Case IDDS Plano de Negocios

  1. 1. PLANO DE NEGÓCIOS 2008 – 2012 idds – Instituto de Design para Desenvolvimento Sustentável Colaboração: Sérgio Nunes / Consultor Parceiro
  2. 2. 1. RESUMO EXECUTIVO 32. DESCRIÇÃO GERAL DA EMPRESA 2.1. Histórico da Empresa 5 2.2. A missão da Empresa 6 2.3. Valores e Visão da Empresa 2.4. Estrutura Organizacional e Legal (organograma) 7 2.5. Parcerias 2.5.1. Parcerias já realizadas 12 2.5.2. Parcerias de interesse (a realizar) 13 2.6. Projeção Financeira 173. O Plano de Serviços 3.1. Serviços oferecidos pelo IDDS 18 3.1.1. InC / Consultoria 3.1.2. InC / P&D 3.1.3. InE / InFormação – Capacitação 19 3.1.4. InE / InFormação – Seminários / Palestras 3.1.5. InE / InFormação – Traduções 3.1.6. InE / InFormação – Eventos Temáticos 3.1.7. Associados 3.2. Preços 3.2.1. Na Comunidade Empreendedorial InC 20 3.2.2. Na Comunidade Empreendedorial InE 21 3.2.2.1. Capacitação 3.2.2.2. Seminários 3.2.2.3. Traduções (Agenciamento) 3.2.2.4. Eventos Temáticos 3.2.2.5. Associados4. O Plano de Marketing 4.1. Panorama Global – Premissas do Negócio 22 4.2. Panorama no Brasil – Continuação das Premissas do Negócio 29 4.3. Análise do Mercado – Oportunidades 33 4.4. Análise de Mercado – Ameaças 36 4.5. Concorrência 37 4.6. Estratégias de Marketing 39 4.6.1. Estratégia de Marketing a Curto Prazo Objetivos e Metas a Curto Prazo 41 4.6.2. Estratégia de Marketing a Médio Prazo Objetivos e Metas a Médio Prazo 45 4.6.3. Estratégia de Marketing a Longo Prazo Objetivos a Longo Prazo 47 4.6.4. Publicidade 495. O PLANO GERENCIAL 5.1. Responsabilidade dos Sócios 52 5.2. Cargos diretivos da empresa 5.3. Cargos Auxiliares 54 5.4. Terceirização 55 5.5. Quadro de Conselheiros 5.6. Forma de Remuneração 56 5.7. Benefícios 57 5.8. Processo Decisório 5.9. Sistema de Trabalho 58 5.10. Treinamento e Desenvolvimento 5.11. Responsabilidade Social 756. O PLANO OPERACIONAL 6.1. Processo de Produção dos Serviços 61 6.2. Processos de Apoio 64 6.3. Instalações 657. O PLANO FINANCEIRO 66 7.1. Investimentos 67 7.2. Projeção de Resultados 68 7.3. Despesas 69 7.4. Mão de Obra e Dividendos 70 7.5. Investimentos, Depreciação e Seguros 71 7.6. Receitas 72 7.7. Impostos & Taxas 73 7.8. Alocação de Recursos por Produto 74 7.9. DRE por Produto 75 7.10. Empréstimos 85 7.11. Fontes e Usos 86 7.12. Projeção do Fluxo de Caixa 87 7.13. Projeção de Balanço 90 7.14. Ponto de Equilíbrio 91 7.14. Análise de Investimentos 92 2
  3. 3. 1. RESUMO EXECUTIVOA expressão SUSTENTABILIDADE é, hoje, uma das mais utilizadas pela mídia e pelomeio empresarial. A população, no Brasil, se vê diariamente bombardeada com otermo, embora ainda estejamos longe da conscientização atingida pela sociedademundial.A compreensão dos conceitos de sustentabilidade é imperiosa e urgente porque ohomem se deu conta de que os atuais modelos de desenvolvimento são falhos nosentido de longevidade e qualidade.Quase tudo que está a nossa volta é desperdiçado no fim do ciclo de vida, devido àforma pela qual são projetados (produtos e serviços), numa contribuição assombrosapara os grandes problemas globais – aquecimento global, desflorestamento, chuvasácidas, contaminação dos rios e lagos com materiais químicos, desemprego,desigualdade social, trabalho escravo, baixos índices de educação, cidadania eresponsabilidade social.Organismos governamentais, Ongs, instituições multisetoriais, grandes corporações eparte da sociedade mundial, vêm ao logo das últimas 04 décadas trabalhando nosentido de encontrar soluções emergenciais e fixar políticas socioambientais em todoo planeta, mas a percepção para o problema ainda é pequena, principalmente quandoolhamos os números estatísticos do Brasil.O IDDS – Instituto de Design para o Desenvolvimento Sustentável surge sob essecontexto, para suprir o hiato entre o discurso e a efetiva necessidade de confrontar oproblema através da Pesquisa e Inovação Tecnológica, utilizando a ferramenta doDESIGN SUSTENTÁVEL.Design Sustentável porque é o único meio de atuar nos sistemas de desenvolvimentoeconômico e no comportamento humano, afetando-os de modo a trazer mudanças esoluções para equilibrar esse cenário.Sob o comando de Fábio Souza, Pós-Graduado em Design Sustentável na Inglaterrana Surrey Institute, University College, e por um Quadro de Conselheiros, Consultores,Empresas, Entidades e Instituições parceiros, estruturadas em uma rede nacional einternacional, o IDDS quer ser um pólo de pesquisa, desenvolvimento e inovação, paracontribuir com a sociedade do novo milênio. 3
  4. 4. Para atingir seus objetivos e implementar suas principais ferramentas de trabalho oIDDS entende que antes há a necessidade de conscientizar, divulgar e educar asociedade quanto aos conceitos de SUSTENTABILIDADE e do DESIGNSUSTENTÁVEL, alertando quanto às eminentes e devastadoras conseqüências casoo mundo não mude a forma de produzir e consumir atual.Por esse motivo, o caminho para o Desenvolvimento de Produtos e Serviços, viadesign, passa em primeiro lugar pelas salas de aula e pelos cursos, treinamentos,workshops, concursos temáticos e seminários organizados pelo IDDS, caracterizadosagora como produtos de apoio.A partir da alavancagem promovida por tais produtos de apoio, é que o IDDS pretendeatingir seu foco de negócio: sistema de produção e consumo, através dadisponibilização de serviços de Consultoria de Gestão Sustentável (Processos eSistemas) e P&D (Produtos e Serviços).Pelos baixos índices de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico registrados noBrasil (menos de 1% do PIB contra taxas de 8% a 10% no mercado mundial), omercado de atuação do IDDS mostra-se promissor e com estruturação profissionalincipiente.Projetamos para os próximos 05 anos, vendas totais da ordem de R$ 3,5 milhões, comuma TIR (Taxa Interna de Retorno) de 47,73% e Rentabilidade sobre o Patrimônio de0,607, havendo necessidade de financiamento para expansão da ordem de R$ 17 milno primeiro semestre de 2.009.O Plano de Negócios que se segue demonstra as pretensões do IDDS em suaatuação no mercado, mas também é base para refletir uma administração responsávele orientada para servir e lucrar dentro dos padrões sociais, ambientais e econômicos. 4
  5. 5. 2. DESCRIÇÃO GERAL DA EMPRESA 2.1. Histórico da EmpresaO IDDS – Instituto de Design para o Desenvolvimento Sustentável é uma empresaque surgiu com o objetivo de acelerar, compartilhar e potencializar ações,conhecimentos e interesses, tal como difusores de informação, interligando agentes enecessidades em torno da construção de um novo paradigma de produção e consumoamparado pelo DESIGN SUSTENTÁVEL.Com esse papel, cabe ao IDDS projetar e desenvolver soluções, sejam elasestratégias, produtos, sistemas, serviços e processos, oferecendo melhorias para oâmbito macro. Trabalhar para que a SUSTENTABILIDADE seja uma realidade efomentar a inovação e o desenvolvimento responsáveis.Desde a sua fase embrionária, em 2005, onde começou a tomar forma com acompilação de dados e a identificação de profissionais e instituições referências naárea de DESIGN SUSTENTÁVEL, os empreendedores do IDDS tinham a exatadimensão de que o caminho do Brasil rumo aos padrões desejáveis desustentabilidade, além de não ter atalhos fáceis, encontrava-se apenas no começo.Basicamente porque falar em SUSTENTABILIDADE remete-nos a uma profundaalteração do modelo de produção e consumo que vivenciamos atualmente. Trata-se,portanto, de assunto de difícil percepção imediata. Mais ainda, quando alocamos oferramental do Design como resolução do problema, vez que a grande maioria dasociedade desconhece seus atributos.O tamanho de mercado a atingir é da mesma proporção das imposições da sociedadeinternacional, na cobrança por atitudes e modificações no sistema tradicional deconsumo. O sentido de sobrevivência nos diz que é preciso mudar tudo.Assim, em 2007, já estruturado, nacional e internacionalmente, nasce o IDDS –Instituto de Design para o Desenvolvimento Sustentável.Seu produto principal, PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS, éincipiente no Brasil, razão pela qual o IDDS formatou serviços de CAPACITAÇÃO /TREINAMENTO e CONSULTORIA DE GESTÃO SUSTENTÁVEL, como alicercespara atingir seu objetivo. 5
  6. 6. Entenda-se “produto” – como bem físico ou como serviço – e deve ser visto demaneira sistêmica, constituído de partes, fases ou etapas interativas einterdependentes.Excetuando-se organizações multisetoriais e não-governamentais (embora tenhamuma atuação eminentemente institucional), a concorrência é dispersa, na medida emque adotaram uma especialização específica como CAPACITAÇÃO ou comoCONSULTORIA.Essa é a vantagem competitiva do IDDS, pois ao reunir uma rede social e profissionalcolaborativa sob seu endosso, agrega valor de informação, conhecimento edispositivos tecnológicos em um único ponto, o que possibilita soluções integradas aomercado. 2.2. A Missão da EmpresaDesenvolvimento, para evoluir.Sustentabilidade, para perdurar.Design sustentável, para viabilizar.A missão do IDDS é desenvolver soluções que ajudem o homem a se adequar àrealidade do novo milênio, diante de um novo padrão de cultura, conceitos e formas deinteragir, e contribuir para construção de uma sociedade consciente de seu papelneste processo. 2.3. Valores e Visão da EmpresaO IDDS se orienta fortemente por uma série de valores e pensamentos, quejuntamente com as regras e conceitos de sustentabilidade formam a base de suaatuação e existência. São eles: Ética e Moral; Compartilhamento, e não reter; Integrar, e não dispersar; Cooperar, e não competir; Qualidade, e não quantidade; Parceria, e não dominação; 6
  7. 7. Movimento, e não inércia; Diversão, e não obrigação; Holístico, e não reducionista; Intuitivo e Emocional, e não racional; Sintético (que olha o conjunto, a totalidade dos elementos), e não analítico; Não linear, em vez de linear; Inovar, e não copiar; Agir, e não reagir; Reduzir, Otimizar e Potencializar, e não aumentar, refazer ou fazer a mais; Construir, e não destruir; Regenerar, e não desperdiçar; Conservar, e não expandir.O IDDS deseja ser um referencial em desenvolvimento de soluções sustentáveis paraa sociedade através da aplicação do design.Nossa visão é de que ao final de 10 anos, nosso negócio esteja com o seguinte perfil: Estar consolidado no mercado nacional e internacional, como pólo de referência em inovação sustentável; Uma verdadeira indústria de pesquisa, desenvolvimento, inovação e apoio a estes; Produtos próprios consolidados no mercado que garantam a sustentabilidade da empresa, sem que necessite buscar recursos financeiros junto aos órgãos públicos de fomento; Estável financeiramente para investir continuamente em desenvolvimento de projetos inovadores; Reconhecido por desenvolver soluções diferenciadas e inovadoras de grande impacto positivo nos sistemas sociais, ambientais e econômicos; Estável junto aos parceiros estratégicos e profissionais. 2.4. Estrutura Organizacional e Legal (organograma)A sociedade foi constituída em 09/Março/2007 sob a forma jurídica de SOCIEDADELIMITADA, onde cada sócio responde por obrigações no limite do valor das cotas quesubscreve. 7
  8. 8. Com a denominação social de BERGSON CONSULTORIA EM DESIGNSUSTENTÁVEL LTDA, tem sede em São Paulo/SP, na Rua Thirso Martins nº 100, cj.618, Edifício Astúria Tropical, bairro Vila Mariana, CEP 04120-050.A sociedade tem como objetivo social a consultoria de gestão em design esustentabilidade.A administração da sociedade é exercida unicamente pelo sócio FÁBIO RODRIGOCOELHO DE SOUZA, o qual detém 99% das cotas do capital social, sendo que o Sr.JOSÉ AUGUSTO participa na sociedade com 1% do capital social apenas paracompor o quadro societário.A estrutura organizacional idealizada obedece ao enfoque holístico, procurandosuperar o paradigma da gestão dos Recursos Humanos que tem na figura do homem,um mero recurso dentro do processo produtivo.A abordagem de administração sob essa visão determina que: A Governança será a forma de gestão em lugar do Management, da Gerência, da Supervisão, da Superintendência, etc; A Holarquia será predominante em lugar da Hierarquia Funcional. No máximo será tolerável uma hierarquia de processos, mas não será fator preponderante o especialista funcional; O Cluster Hologrâmico da estrutura empresarial ou organizacional em lugar do quadro funcional por departamento; O Homem Integral e multiespecializado e racionalmente aberto em lugar do Homem Funcional e racionalmente fechado; Comunidades Empreendedoriais Internas em lugar dos Departamentos Especialistas detém o poder decisório em suas áreas de atuação obedecendo aos critérios estratégicos da Gestão Integral; Intuição e Criatividade em lugar do Senso Comum, Padronização, e Conservação de modelos; O Saber Profundo em lugar da especialização limitada; A Visão Antropológica e Ecológica da Empresa em lugar da Visão Psicológica e Sociológica Limitadas; O Sentido Holístico em lugar do Sentido Funcional.Observados tais conceitos, enumeramos as seguintes áreas de competênciaorganizacional: 8
  9. 9. Gestão Integral – hólon de governança do IDDS e ponto de interseção de linhas das comunidades empreendedoriais internas. Elemento de aglutinação e disseminação de informações, orientado para ações estratégicas nos seguintes ativos: Ativos humanos: pessoas, habilidades, planos de carreira, treinamento, relatório, mentoring, competências, etc. Ativos financeiros: dinheiro, investimentos, passivo, fluxo de caixa, contas a receber etc. Ativos físicos: Instalações, equipamentos, manutenção, segurança, utilização, etc. Ativos de PI: Propriedade Intelectual (PI), incluindo o know-how de produtos, serviços e processos. Ativos de informação e TI: dados digitalizados, informações e conhecimentos sobre clientes, desempenho de processos, sistemas de informação, etc. Ativos de relacionamento: relacionamentos dentro da empresa, bem como relacionamentos, marca e reputação junto a clientes, fornecedores, unidades de negócio, parceiros, órgãos reguladores, concorrentes, etc.Quadro de Conselheiros – formado por eminentespersonalidades do meio acadêmico, empresarial, organizaçõesgovernamentais e não governamentais, tanto no Brasil quanto noexterior. Representam, dentro de suas diversas áreas deatuação, excepcionais formadores de opinião e exponenciaisdisseminadores internacionais do conceito de sustentabilidade edo design. InD Integração e Desenvolvimento Estratégico – Comunidade que detém a competência para atrair parcerias nos mais diversos segmentos, formatando uma network e canalizando informações relevantes no contexto de sustentabilidade. A formatação de tais 9
  10. 10. parcerias se constitui assim em Comunidades Empreendedoriais Virtuais, formadasprincipalmente por instituições, entidades e profissionais multidisciplinares járenomados, espalhados pelos cinco continentes, cujas informações variadas e dequalidade são o alicerce para novos pensamentos em design. O desenho dessaComunidade tem o intuito de criar um poderoso agente de propulsão e divulgação dosconceitos de uma sociedade sustentável.Os Clusters Hologrâmicos dessa estrutura organizacional subdividem-se em: InSinergia: programa para compartilhar e potencializar ações, conhecimento e interesses, interligando agentes – atuantes ou não na área de Design Sustentável – e necessidades por meio do mapeamento e registro de profissionais em banco de dados do IDDS; SDC – Sustainable Design Circle: rede multidisciplinar de parceiros que contribuem com o compartilhamento de informações e serviços;InE – Informação e Educação – Comunidade Empreendedorialcom a capacidade de captar, reunir e organizar informaçõespertinentes ao objetivo do IDDS, advindas do meio externo, doseu Quadro de Conselheiros e do InD, gerando e promovendoconstante atualização de um banco de dados, fonte de recursospara planejamentos, projetos, formatação de cursos,treinamentos e desenvolvimento de produtos diversos que sejam convergentes aotema de sustentabilidade.Os Clusters Hologrâmicos dessa estrutura organizacional subdividem-se em: In formação – orientado para formatação de cursos diferenciados nas áreas de Design Sustentável e Eco-Design, bem como palestras, oficinas e treinamentos, tanto criados e desenvolvidos pelo IDDS quanto por parceiros da nossa rede. Inter Atividade – blogs sobre assuntos mais atuais e comentados das áreas de Design Sustentável e Eco-Design, assim como práticas, ações e temas correlacionados que, de alguma forma, influenciam as duas áreas. Banco de Dados – inserção de arquivos e referências em geral, disponível para consultas. Constam informações sobre profissionais, empresas, instituições, “cases” e análises setoriais. Green IPTV – serviço online gratuito, disponibilizado em associação com a Green TV, especializada no oferecimento de conteúdo verde em formato de vídeo para internet. 10
  11. 11. InC – Inteligência, P&D e Consultoria – Comunidade que se propõe a ser um elo entre o Design e a Sustentabilidade dentro da cadeia produtiva, oferecendo soluções processadas através das informações adquiridas pelo InE e pela captação dos recursos humanos via InD, utilizando-as para assessoria a empresas e no desenvolvimento de projetos internos ouexternos. Com atuação direta sobre os conceitos de fabricação, o InC subdivide-senos seguintes Clusters Hologrâmicos: Pesquisa e Desenvolvimento – elaborar programas, projetos e estudos nos campos da Engenharia, Física, Biologia e Química. Disponibilizar serviços de P&D para a indústria nacional, orientado para a inovação e com a prerrogativa da sustentabilidade. Comunidade formada por profissionais e instituições de ponta na área do Design Sustentável. As ações dessa comunidade incluem produtos, serviços, sistemas, estratégias, planejamentos e processos para as mais diversas áreas, desde transportes, marketing e design gráfico, passando por arquitetura e urbanismo, até embalagens e produtos diversos. GCS – Global Customized Solution – programa de consultoria focado no modelo de produção e consumo. Centro de inteligência e pesquisa para desenvolvimento de soluções para empresas, governo e sociedade em geral, que objetiva a correção do desperdício e a má-utilização de matérias.Assuntos Internos – Comunidade Empreendedorial com aresponsabilidade de gestão sobre as diversas atividades voltadasao funcionamento e manutenção do IDDS. Como ClustersHologrâmicos, hólons voltados a administração edesenvolvimento de RH; atividades de apoio em Design Gráfico;atribuições gerais de House Keeping; e controle de finançasatravés do Back-office. Área de Negócios – Comunidade que se investe como agente facilitador na captação de parcerias via InD e disponibilização dos serviços através do InC. Atua ainda na gestão dos relacionamentos externos, prospects e clientes, divulgando os serviços do IDDS e sendo um disseminador do conceito de Design Sustentável. 11
  12. 12. A materialização dessa estrutura organizacional resulta na formatação do seguinteSistema Estratégico: InD Quadro Integração e de Desenvolvimento Estratégico Conselheiros IDDS Área InE de Informação Gestão Negócios e Educação Integral InC Assuntos Inteligência Internos P&D e Consultoria 2.5. ParceriasConstituí-se no fator crítico de sucesso do IDDS, uma vez que as parcerias nessecaso funcionam como Comunidades Empreendedoriais Virtuais agregando valor aosserviços oferecidos. A atuação dos mesmos pode se revelar, entre as partes, comoinstitucional ou efetivamente operacional.Sob o ponto de vista operacional, as empresas, IDDS e seus parceiros, podem atuarem conjunto em determinado projeto, assim como também funcionar comoagenciadores mútuos de serviços específicos. 2.5.1. Parcerias já realizadas: ABCV – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CICLO DE VIDA: Órgão articulador da disseminação da ferramenta ACV (Análise do Ciclo de Vida) no Brasil, junto a empresas, institutos acadêmicos e profissionais. Organiza eventos, palestras e seminários. Também atua no desenvolvimento de ferramentas para melhor utilização da ACV e capacitando profissionais por meio de cursos. 12
  13. 13. GRAT – GROUP FOR APPROPRIATE TECHNOLOGY: Centro de Pesquisa da Universidade de Viena. Especializado principalmente no desenvolvimento de pesquisas e soluções sustentáveis. Um dos centros de maior reconhecimento internacional na área de PSS (Product Service System), ferramenta de grande importância para o design sustentável com diversos materiais publicados. GREEN TV: trata-se de um canal de TV via web dedicado ao meio ambiente. O objetivo do Green.TV é estimular a conscientização sobre questões ambientais, especialmente sobre a mudança de clima no planeta. O IDDS utiliza essa parceria para atingir seu objetivo de voltar os sistemas da sociedade para modelos mais sustentáveis, pois considera que essa mudança passa principalmente pela informação e conscientização dos cidadãos. PLAY RETHINK GAMES: Empresa dedicada ao desenvolvimento e produção de jogos educacionais, direcionados para a utilização e orientação das ferramentas, estratégias e conceitos de eco-design e design sustentável. SNDI – SÉRGIO NUNES DESENVOLVIMENTO DE IDÉIAS: voltada a planejamentos estratégicos, consultoria de processos, gestão empresarial e Business Plan.2.5.2. Parcerias de interesse (a realizar): ABRE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMBALAGEM www.abre.org.br A representatividade da ABRE abrange toda a cadeia produtiva de embalagem, fabricantes de máquinas e equipamentos, fornecedores de matérias-primas e insumos, convertedores e usuários de embalagem, agências de design, instituições de ensino e entidades setoriais. A ABRE promove eventos de atualização e formação para a indústria de embalagem, encontros e reuniões periódicas dos Comitês onde são discutidos temas pertinentes ao setor. O Centro de Informações da Associação dispõe de dados de mercado e de um extenso cadastro de fabricantes de embalagens, seus equipamentos e acessórios. INSTITUTO ETHOS www.ethos.org.br Organização não governamental, criada com a missão de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade sustentável e justa. Possui 1.226 associados (informação colhida no site), de diferentes portes e setores, que tem faturamento anual equivalente a 35% do PIB brasileiro e empregam cerca de 2 milhões de pessoas. A questão da Responsabilidade Social evoluiu e hoje, vai muito além de quanto às empresas podem contribuir para a melhoria das condições sociais de uma cidade, região ou país. É também a forma como as empresas se colocam diante de seus acionistas, do meio ambiente, dos 13
  14. 14. clientes, consumidores, fornecedores e empregados. ResponsabilidadeSocial tornou-se, então, sustentabilidade.SBDI – SOCIEDADE BRASILEIRA DE DESIGN DA INFORMAÇÃOwww.sbdi.org.brEntidade de caráter científico que congrega pesquisadores, docentes eprofissionais da área de design gráfico, e que atuam em sistemas deinformação e comunicação analógicos e digitais, na gestão e produção dainformação, visando a otimização dos processos de aquisição egerenciamento da informação visual.Promove eventos que visam contribuir para o desenvolvimento do Designda Informação; implementando e facilitando a cooperação entreprofissionais, docentes e pesquisadores, e fomentando o interesse deestudantes pelo Design da Informação, contribuindo assim para suaformação profissional e intelectual.ADP – ASSOCIAÇÃO DOS DESIGNERS DE PRODUTOwww.adp.org.brA ADP é uma sociedade civil sem fins lucrativos, de caráter cultural e deâmbito nacional que tem o objetivo de aproximar os profissionais,estudantes, instituições e empresas atuantes na área com a finalidade dedesenvolver, promover, divulgar, regulamentar e apoiar a atividade dodesign no Brasil.ADG BRASIL – ASSOCIAÇÃO DE DESIGNERS GRÁFICOSwww.adg.org.brAssociação de profissionais de design, disseminadora da prática eprofissionalização do setor no Brasil, reconhecida no âmbito empresarial egovernamental.ANPROTEC – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENTIDADESPROMOTORAS DE EMPREENDIMENTOS INOVADORESwww.anprotec.org.brAtua diretamente na promoção do empreendedorismo inovador no Brasil,por meio do apoio ao Movimento Nacional de Parques Tecnológicos eIncubadoras de Empresas. Para isso desenvolve diversas ações decapacitação, divulgação, geração de conhecimento e articulação deparcerias e programas de apoio ao setor de incubação de empresas. 14
  15. 15. CEBDS – CONSELHO EMPRESARIAL BRASILEIRO PARA ODESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.www.cebds.org.brFundado em 1997, é a coalizão dos maiores e mais expressivos gruposempresariais do Brasil. Representante do World Business Council forSustainable Development (WBCSD), que conta com a participação de 185grupos multinacionais. O CEBDS integra uma rede global de mais de 50conselhos nacionais que trabalham para disseminar uma nova maneira defazer negócios ao redor do mundo.ANPEI – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTOE ENGENHARIA DE EMPRESAS INOVADORAS.www.anpei.org.brTrabalha para estimular a competitividade do País, por meio da promoçãoda inovação tecnológica nas empresas brasileiras.Como entidade representativa do segmento das empresas e instituiçõesinovadoras dos mais variados setores da economia, a ANPEI atua junto àsinstâncias de governo e a formadores de opinião, visando elevar a inovaçãotecnológica à condição de fator estratégico da política econômica e deciência e tecnologia do Brasil.CNPq – CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO ETECNOLÓGICOwww.cnpq.brO Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)é uma fundação vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT),que apóia à pesquisa brasileira, contribuindo diretamente para a formaçãode pesquisadores, o que o torna uma das maiores e mais sólidas estruturaspúblicas de incentivo à Ciência, Tecnologia e Inovação dos países emdesenvolvimento.FINEP – FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS www.finep.gov.brÉ uma empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia(MCT), que tem a missão de promover e financiar a inovação e a pesquisacientífica e tecnológica em universidades, institutos tecnológicos e outrasinstituições, por meio da mobilização de recursos financeiros, com oobjetivo de integrar instrumentos para o desenvolvimento econômico esocial do país.SEBRAE – SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENASEMPRESASwww.sebrae.com.brTrabalha pelo desenvolvimento sustentável das empresas de pequenoporte. Para isso, promove cursos de capacitação, facilita o acesso aserviços financeiros, estimula a cooperação entre as empresas e incentiva 15
  16. 16. o desenvolvimento de atividades que contribuem para a geração deemprego e renda.MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIAwww.mct.gov.brResponsável pela formulação e implementação da Política Nacional deCiência e Tecnologia.ABDI – AGÊNCIA BRASILEIRA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIALwww.abdi.com.brÉ uma pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos, de interessecoletivo e de utilidade pública. Instituída como Serviço Social Autônomo, aABDI tem como missão promover o desenvolvimento industrial etecnológico brasileiro por meio do aumento da competitividade e dainovação.CNI – CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIAIEL – INSTITUTO EUVALDO LODIwww.cni.org.brwww.iel.org.brA Confederação Nacional da Indústria (CNI) é a entidade máxima derepresentação do setor industrial brasileiro e tem dois objetivos principais:atuar na defesa dos interesses da indústria e prestar serviços. O InstitutoEuvaldo Lodi (IEL) faz parte do Sistema CNI. O IEL tem foco nacapacitação empresarial e no aperfeiçoamento da gestão.BNDES – BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO ESOCIALwww.bndes.gov.brO Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES é umórgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e ComércioExterior e tem como objetivo apoiar empreendimentos que contribuam parao desenvolvimento do país. Desta ação resultam a melhoria dacompetitividade da economia brasileira e a elevação da qualidade de vidada sua população.Vem financiando ao longo de sua trajetória, os grandes empreendimentosindustriais e de infra-estrutura tendo marcante posição no apoio aosinvestimentos na agricultura, no comércio e serviço e nas micro, pequenase médias empresas, e aos investimentos sociais, direcionados para aeducação e saúde, agricultura familiar, saneamento básico e ambiental etransporte coletivo de massa. 16
  17. 17. 2.6. Projeção FinanceiraResumo das Projeções Financeiras, para os próximos 5 anos, em relação a: Vendas: R$ 3.555.300,00 Margem Bruta: 65,80% Receita Líquida após Impostos : R$ 3.129.636,42 Rentabilidade sobre Patrimônio: 0,607 Retorno sobre Ativos: 0,494 Pay-Back : 11 meses Capital disponibilizado pelos sócios: R$ 60.000,00 Investimento Inicial: (R$ 37.856,93) Projeção atual do Fluxo Caixa (VP): R$ 60.936,37 Valor Presente Líquido: R$ 23.079,44 TIR 5 anos: 47,73% a.a. TIR 10 anos: 62,74% a.a. Liquidez Geral (5º ano): 4,588 17
  18. 18. 3. O Plano de Serviços 3.1. Os serviços oferecidos pelo IDDS, concentram-se nos seguintes itens: 3.1.1. InC / Consultoria: Baseado em 02 programas: i2 (inovação inteligente), que utiliza conceitos, ferramentas, estratégias e conhecimento para desenvolver soluções apropriadas e pertinentes para cada contexto. Esse sistema aperfeiçoa os resultados, otimizando recursos financeiros e ambientais. GCS – Global Customized Solution cujo foco são as relações entre sistemas de produção e consumo. Os conceitos de design sustentável aplicados aos processos produtivos e às percepções das necessidades de um consumo ético, proporcionam um novo olhar sobre estas questões. Dessa forma, empresas de serviço e indústria podem contar com processos mais eficazes e melhor trabalhar suas margens de lucro, aumentando o giro de seus produtos nos mercados e democratizando o consumo de forma inteligente através de um modelo econômico e produtivo mais justo e equilibrado. A rede global de consultores do IDDS está estruturada para a pesquisa de novas tecnologias de concepção de produtos e serviços, desenvolvimento de processos, estratégias de negócios e focada na constante busca por soluções sustentáveis adequadas às necessidades do mercado. 3.1.2. InC / P&D: serviços disponibilizados sob demanda, por uma rede de consultores e pesquisadores, formada por profissionais com habilidades multidisciplinares e por instituições de ponta na área do Design Sustentável que trabalham diretamente com pesquisa e desenvolvimento de produtos e serviços. Trata-se de um centro de inteligência e pesquisa para desenvolvimento de soluções para empresas, governo e sociedade em geral. 3.1.3. InE / InFormação – Capacitação: formatado através de Cursos Presenciais (regulares ou in company), E-Learning, Workshops, Oficinas e Treinamentos Específicos abordando temas estreitamente ligados à Design Sustentável, Eco-Design e Sustentabilidade. O IDDS também irá 18
  19. 19. disponibilizar Cursos de Especialização na Área de Design Sustentável (Módulos MBA e Mestrado). Assim, os produtos dentro de tal escopo são: 3.1.3.1. Cursos Presenciais / Workshops 3.1.3.2. E-Learning 3.1.3.3. Cursos de Especialização3.1.4. InE / InFormação – Seminários / Palestras: Eventos produzidos pelo IDDS com elementos de seu Quadro de Conselheiros, Parceiros ou Personalidades de renome dentro do contexto de Sustentabilidade e Design Sustentável. Conta-se, no entanto, somente a produção intelectual do evento, visto que a estruturação e verbas remuneratórias dos convidados serão conduzidas através da busca de patrocínio externo. Dividem-se em: 3.1.4.1. Seminários Nacionais 3.1.4.2. Seminários Internacionais3.1.5. InE / InFormação – Traduções: Agenciamento da tradução e publicação dos principais livros e materiais bibliográficos do mundo na área de Eco-design e Design Sustentável;3.1.6. InE / InFormação – Eventos Temáticos: Eventos produzidos pelo IDDS objetivando a implementação de redes temáticas de pesquisa junto ao meio acadêmico e científico. Conta-se, no entanto, somente a produção intelectual e a estruturação do evento, visto que a divulgação e premiações serão conduzidas através da busca de patrocínio externo;3.1.7. Associados: forma colaborativa para manutenção de algumas atividades que visam a auxiliar as empresas, instituições de ensino superior, estudantes, pesquisadores e organizações públicas e privadas de pesquisa a compreender e a incorporar em sua gestão o conceito de Sustentabilidade, mobilizando-as na implementação de políticas e práticas. Aos associados o IDDS oferece prioridade na recepção das informações produzidas, além de participarem de fóruns de discussão restritos a elas. Entre estas atividades estão publicações de apoio à implementação dos conceitos de sustentabilidade nas empresas; disponibilização de vídeos sobre o tema; formação de banco de dados de excelência sobre práticas 19
  20. 20. sustentáveis; sensibilização da mídia para o tema; organização de informações sobre a cobertura jornalística da aplicação do Design Sustentável no Brasil e no exterior e o aprofundamento do estudo desta temática pelas universidades. 3.2. PreçosConsiderando a diversidade dos serviços oferecidos, os preços são balizados poraqueles praticados no mercado para cada item específico, assim considerado: 3.2.1. Na Comunidade Empreendedorial InC Aqui considerados os serviços de Consultoria, P&D e Desenvolvimento de Produtos. Podem originar as seguintes formas de remuneração: 3.2.1.1. Fee mensal fixo - formato que remunera o IDDS como um todo (diagnóstico, planejamento, atendimento, desenvolvimento e operação/implementação) através de um valor fixo mensal, previamente acertado com o cliente e relativo a um calendário de ações a serem desenvolvidas num determinado tempo. Periodicamente, deve ser realizado um "balance" pelo IDDS para avaliar o volume de trabalho x a remuneração compatível; 3.2.1.2. Fee Integrado - além de um "Fee" mensal básico (diagnóstico, planejamento, atendimento e desenvolvimento) o IDDS cobrará uma taxa de 15% (quinze por cento) aplicada sobre os serviços de terceiros contratados para cobrir o item operação/implementação do projeto; 3.2.1.3. Time Sheet - neste caso a remuneração do IDDS será pelo controle rígido das horas despendidas pelo grupo envolvido. Considera-se que o valor hora/profissional é sempre equivalente a um conjunto de valores da empresa, não somente ao aspecto salarial do profissional, mas a sua visão estratégica, a bagagem contida na proposta, fatos que agregam valor ao trabalho. 3.2.1.4. Success Fee - modalidade que prevê a complementação da remuneração quando baseada em qualquer dos itens anteriores, agregando-se premiações adicionais aos resultados alcançados ou para metas pré-estabelecidas em contrato. Os resultados podem ser através de volume de vendas global, vendas por área, faturamento, adimplência, etc. SERVIÇOS HORA / PROFISSIONALConsultoria em Gestão Sustentável (Sistemas e 170,00Processos)Pesquisa & Desenvolvimento (Prods e Serviços) 210,00 20
  21. 21. 3.2.2. Na Comunidade Empreendedorial InE 3.2.2.1. Capacitação – valor individual, orientado pela prática de mercado, sendo: 3.2.2.1.1. Cursos Presenciais/Treinamentos e Workshops – R$ 450,00 (Quatrocentos e cinqüenta reais) – valor individual; 3.2.2.1.2. Cursos E-Learning: R$350,00 (Trezentos reais) – valor individual; 3.2.2.1.3. Especialização (MBA e Mestrado) – valor anual estimado em R$ 60.000,00 (Sessenta mil reais) 3.2.2.2. Seminários – considerando somente a produção intelectual do evento, sendo: 3.2.2.2.1. Eventos Nacionais – Valor de R$ 12.000,00 (Doze mil reais); 3.2.2.2.2. Eventos Internacionais – Valor de R$ 25.000,00 (Vinte e cinco mil reais); 3.2.2.3. Traduções (Agenciamento) – por unidade traduzida, cobrar o equivalente a R$ 10.000,00 (Dez mil reais); 3.2.2.4. Eventos Temáticos – considerando somente a produção intelectual, valor total equivalente a R$ 25.000,00 / evento (vinte e cinco mil reais); 3.2.2.5. Associados – os associados do IDDS contribuem com um valor que varia de acordo com o faturamento. Os valores de contribuição são definidos de forma a não onerar as empresas e a contribuir para a sustentabilidade das atividades do IDDS. A Tabela abaixo contempla ainda a contribuição formatada para estudantes:Faturamento anual (R$ milhões) Contribuição mensal (R$) Contribuição semestral (R$) Contribuição anual (R$)Até 1,2 30,00 180,00 360,00De 1,201 até 5 40,00 240,00 480,00De 5,001 até 10 60,00 360,00 720,00De 10,001 a 50 80,00 480,00 960,00Acima de 50 150,00 900,00 1.800,00 Estudantes Contribuição mensal (R$) Contribuição semestral (R$) Contribuição anual (R$)Todos 10,00 60,00 120,00 21
  22. 22. 4. O Plano de MarketingDiante da informação difusa sobre o assunto, o IDDS se alongou neste capítulo pararesgatar fatos recentes da história, de forma a tornar mais claro a todos aqueles quetiverem a oportunidade de ler este documento, o conceito de SUSTENTABILIDADE edo DESIGN SUSTENTÁVEL. 4.1. Panorama Global – Premissas do NegócioHá quase 4 décadas, a Organização das Nações Unidas (ONU) promoveu aConferência de Estocolmo (1972) para discutir os males que a natureza vinhasofrendo em razão do crescimento desordenado. O documento publicado à época,“Declaração sobre o Ambiente Humano”, alertava e afirmava que ”o crescimentoeconômico do mundo e o uso dos recursos naturais deveriam ser limitados e, antes demais nada, deveriam respeitar e preservar o meio ambiente...... e que não apenas asgerações de hoje, mas também as futuras, precisariam ter reconhecido seu direito àvida num ambiente sadio....” (grifos nossos).No ano seguinte à tragédia de Chernobyl, na Ucrânia, em 1987, a ONU publicou orelatório da Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, OurCommom Future ou Nosso Futuro Comum, também chamado de Relatório Brundtland,um verdadeiro libelo contra os países ricos, os maiores responsáveis pela destruiçãoda natureza.O documento também consagrava a expressão “desenvolvimento sustentável”, a prioricitada em 1980 na publicação World Conservation Strategy: living resourceconservation for sustainable development, elaborada pela International Union forConservation of Nature and Natural Resources (IUCN).Com a participação de mais de 180 países, o Brasil em 1992 redimensionou suaparticipação na política ambiental internacional. No Rio de Janeiro, com a realizaçãoda Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, muitospaíses signatários da AGENDA 21 passaram a trabalhar reunidos no compromisso eno desafio de concretizar, em suas políticas públicas, as noções de sustentabilidade ede desenvolvimento sustentado com metas para a melhoria das condições ambientaisdo planeta. 22
  23. 23. Passaram-se mais 15 anos para que, finalmente, a expressão “desenvolvimentosustentável”, conceito hoje também denominado SUSTENTABILIDADE, tomasseproporções espetacularmente impactantes, a ponto de promover a uma ruptura emdiversas esferas da vida empresarial e pública em todo o mundo.Em parte, a crescente demanda da sociedade por uma atitude mais responsável anteaos riscos alardeados por embaixadores de catástrofes globais, é responsável pelasalterações estruturais por todo o mundo. Premissa 1 – A sociedade, principalmente a internacional, está criando uma demanda. Essa pressão nos principais centros mundiais tem reflexo nas grandes corporações que, ao buscarem a defesa de mercado, criam uma nova cadeia produtiva.Se não por convicção, mas por puro pragmatismo e senso de sobrevivência, umnúmero cada vez maior de empresas no mundo vem se convertendo à causa. Paramuitos, essa é uma oportunidade de negócio e deve ser levada ao centro da estratégiadas corporações.O conceito de SUSTENTABILIDADE se apóia, na visão empresarial, no globalmenteconhecido ícone chamado Triple Button Line (TBL) que se reporta a integração dosaspectos ambiental, social e econômico-financeiro, ou seja, crescer com ganhoseconômicos, preservação ambiental e respeito social.À luz da Comissão de Desenvolvimento Sustentável – CDS, das Nações Unidas,inclui-se o aspecto institucional que diz respeito à indispensável orientação política,capacidade e esforço despendido pelos Governos para as mudanças requeridas euma efetiva implementação do desenvolvimento sustentável. Refere-se ainda aoinvestimento do Poder Público, em ciência e novas tecnologias de processos eprodutos além de programas de proteção ao ambiente, importantes chaves para buscadas alternativas para o desenvolvimento sustentável. Premissa 2 – Apesar da desenvoltura do setor privado, a consolidação do conceito de sustentabilidade tem alto grau de dependência do aparato institucional que não está desenhado para tomada de decisões.Nesta nova ótica, a noção de desenvolvimento, por muito tempo sinônimo deprogresso econômico, extrapola o domínio da economia através da sua integraçãocom as dimensões social, ambiental e institucional, apoiando-se em novosparadigmas. 23
  24. 24. Impõe-se uma premente alteração do modelo de desenvolvimento. Exige-se umareadequação na área de produção e consumo. O metabolismo industrial tem demudar.Criou-se um modelo em que, para sustentação do padrão de vida metropolitano, épreciso produzir cada vez mais. A humanidade passou a consumir o capital natural enão somente os frutos gerados por ele.Na Europa, por exemplo, um simples iogurte consome em média 17 vezes maisenergia para chegar à mesa do consumidor do que o poder calórico que contém. NaChina, o impacto das atividades humanas no meio ambiente é de 1,6 hectares porpessoa, embora os recursos naturais do país permitam o consumo de apenas 0,8hectares por pessoa. Assim, para se desenvolver, a China tem que buscar, pelocomércio, a capacidade bioprodutiva de outros países. Premissa 3 – O uso da informação é a alimentação natural desse mercado.Tal desequilíbrio é notado ao observarmos qualquer sistema de produção e consumo,que tem como característica comum à linearidade: a matéria prima utilizada e osprodutos feitos tornam-se resíduo inútil. Em sua quase totalidade, tudo o que éproduzido e está presente em nossas vidas é desperdiçado no fim do ciclo de vida,devido à forma como são projetados.Ao contrário, os sistemas naturais são sustentáveis, pois a matéria prima serve comonutriente em um ciclo produtivo da cadeia ecológica. São equilibrados e auto-regenerativos e essencialmente, não há desperdício.Para as empresas, conseguir crescer, lucrar e, ao mesmo tempo, fechar ciclosprodutivos de maneira virtuosa garantindo o menor impacto ambiental possível emtodas as etapas de seu processo (da concepção do produto à sua fabricação,chegando até ao modo como ele será descartado pelo consumidor), constitui-se emum monumental desafio.Em escala mundial, observa-se um caldeirão de idéias, projetos e empreendimentos,apontando saídas e soluções de mercado inovadoras na direção da energia renovável;do uso da biodiversidade; da gestão dos recursos hídricos; dos produtos orgânicos ecertificados; da ecoeficiência; da produção mais limpa; dos serviços ambientais noscampos do mercado de carbono, da água e do ecoturismo; e dos serviços financeirosna esfera do microcrédito. 24
  25. 25. A SUSTENTABILIDADE, no entanto, requer, muito além de tal conjunto de medidas, aaplicação de conceitos pertinentes como a Desmaterialização e algumas de suasferramentas – PSS – Product Service System, Multifuncionalidade, Minimalismo eMiniaturização, entre outras –, associada à adoção de regras e valores queprivilegiam o sentido de preservação, a cooperação, o movimento, o não desperdício euma série de outros.Requer ainda, uma profunda e drástica alteração da forma usualmente utilizada paraprojetar produtos, serviços, sistemas e processos.Tal responsabilidade recai sobre o “design”, cuja aplicação geral é a de desenvolversoluções que possam atender determinada necessidade. Essas soluções trazemaperfeiçoamento no que diz respeito à qualidade de vida e à competitividade.O termo “design” está diretamente relacionado ao conceito de sociedade inclusiva.Aqui se consideram todas as possibilidades de uso, por usuários muito diferentes. Issoinclui questões sociais, históricas, antropológicas, econômicas, políticas, tecnológicas,ergonômicas e usabilidade.Quando design e sustentabilidade se fundem, formando a expressão DESIGNSUSTENTÁVEL, uma solução para determinada demanda imediata será projetada,sendo a melhoria e longevidade as características mais privilegiadas, ecoando nasdimensões econômica, social e ambiental.Nas palavras de Fernando Mascaro DESIGN SUSTENTÁVEL “é consciência, atitude etem o compromisso de ir além da forma e da função”. Significa “fazer mais commenos” – desde os recursos intangíveis, como os intelectuais e temporais, até ostangíveis como o consumo de matérias-primas, água, eletricidade, distribuição, etc. 25
  26. 26. O desenvolvimento e a produção com tal base, otimizam tempo e recursos. A empresaque tem um sistema de produção e consumo mais eficaz, trabalha melhor suasmargens de lucro, aumenta o giro de seus produtos e/ou serviços no mercado,democratizando o consumo e gerando um modelo econômico mais justo e equilibrado.O DESIGN SUSTENTÁVEL, portanto, torna possível o combate aos problemas globaisinimigos do desenvolvimento sustentável, como a desigualdade econômica, os baixosníveis de inserção e responsabilidade social, e as mudanças climáticas e seusinúmeros impactos. Premissa 4 – O design torna-se a principal ferramenta na condução do conceito da sustentabilidade.Decerto que a série de implicações político-econômicas e culturais que a mudança nopadrão de consumo impõe no atual modelo urbano-industrial, seja um exponencialinibidor para profundas alterações. O mercado é conservador, trabalha porestatísticas, por matemática probabilística.E, embora os sinais da crise ambiental global remontem há décadas, a percepção énova. Enquanto o interesse da humanidade ainda não for amplamente percebido, omeio empresarial se comporta reativamente defendendo seu business plandestacando o “capitalismo verde”, dosado gradualmente, com produtosambientalmente corretos, práticas empresariais menos poluidoras, selos e certificadosque agregam valor, ganham mercado e adiam a tragédia para outras gerações.Decididamente, tempo é um luxo que a humanidade não dispõe. Daí as críticas vistoque, em grande parte, os esforços empreendidos até agora ajudam as empresas atornarem-se mais competitivas, mas não são suficientes. O arquiteto WilliamMcDonough e o químico Michael Braungart, autores do livro Cradle To Cradle (2002),e Fernando Almeida – presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para oDesenvolvimento Sustentável (CEBDS) – engrossam o coro dos combatentes dessalinha de conduta.Para esses críticos, as corporações bem-sucedidas serão aquelas que definiremestratégias mais radicais.Sob uma avaliação macro, portanto, as ações dirigidas à SUSTENTABILIDADEmostram um mercado perdido num mar de informações desconexas e que nemsempre refletem o verdadeiro significado e extensão do termo.Por todo o mundo, se propaga através da mídia destaques das atividades das grandescorporações. 26
  27. 27. Os tradicionais Balanços Sociais – criados como uma espécie de vitrine para as boasações das companhias – estão evoluindo para complexos relatórios deSUSTENTABILIDADE, que têm como objetivo descrever para acionistas, clientes,consumidores e investidores, as ações e resultados das empresas no campo do TripleButton Line (ambiental, social e econômico-financeiro). SUSTENTABILIDADE étratada como vantagem competitiva e oportunidade de negócio.As companhias se empenham para fazer parte da carteira de índices desustentabilidade, como o DJSI (Dow Jones Sustainability Indexes) da bolsa de NovaYork. Na teoria, a participação num índice dessa natureza é como um atestado de quea corporação possui boas práticas de governança corporativa, de gestão ambiental ede relacionamento com consumidores, funcionários e fornecedores, entre outros.Estima-se que só nos Estados Unidos esses fundos movimentem mais de 1 trilhão dedólares por ano. Premissa 5 – A convicção de que cada vez mais os consumidores refletirão sobre como suas decisões de compra podem afetar o meio ambiente, tem impulsionado fundos de capital de risco, em todo o mundo, a investir em negócios sustentáveis. No último ano, o setor de venture capital injetou cerca de 3 bilhões de dólares em pequenas empresas de negócios “verdes” nos Estados Unidos, tendência acompanhada pelo Brasil de acordo com a Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (ABVCAP).Tal visibilidade deu origem a outros índices – Londres e Johanesburgo – pousando noBrasil, via Bovespa, com o título de Índice de Sustentabilidade Empresarial daBovespa (ISE) em 2005. Respondido um questionário de avaliação e 40 seletasempresas compõe a carteira do ISE. Porta aberta para investimentos vultosos.No entanto, boa parte da gestão dita “sustentável” trata do tema de formafragmentada, voltada a empresas preocupadas em gerir a sua imagem. Adequar-se arequisitos contextuais e apenas sublinhados pelo “termo” sustentabilidade,efetivamente não vai alterar significativamente o problema. Premissa 6 – A aplicabilidade do conceito de sustentabilidade ainda é incipiente e tem como prerrogativa o atendimento formal ao aspecto econômico.O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão científicovinculado às Nações Unidas, divulgado em Fevereiro deste ano, atribuiu o fenômeno 27
  28. 28. do aquecimento global à ação humana. Os danos são irreversíveis, mas poderemossobreviver usando adequadamente a tecnologia para reinventar nosso estilo de vida.No momento, as fichas estão apostadas globalmente nas chamadas “energiasalternativas”, que reduzem a emissão de gases de efeito estufa para a atmosfera.O Brasil desponta como uma potência mundial nesse sentido. Junto com os EstadosUnidos, divide em partes quase iguais a produção de mais de 70% do etanol doplaneta, estimada em torno de 49,8 bilhões de litros anuais. No âmbito nacional,espera-se aperfeiçoamentos tecnológicos em relação à hidrólise de celulose quepermitiria a fabricação de álcool a partir da palha e do bagaço.Diz-se que o Brasil tem uma vantagem competitiva diante dos Estados Unidos e domundo, pelos milhões de hectares disponíveis para o cultivo da cana-de-açúcar.No entanto, o conceito de SUSTENTABILIDADE, mesmo com toda a tecnologiacolocada a serviço do agronegócio, é fragilizado na medida em que avançamos oplantio da cana em grandes extensões do cerrado brasileiro, convertendo essabiodiversidade em canavial para vender mais etanol. Da mesma forma, em outroslocais de cultivo da cana-de-açúcar, ambientalmente corretos, depara-se comproblemas sociais. Trabalhadores que não são pagos de forma correta e vivem emcondições desumanas.O paradoxo então é de que estamos produzindo um substituto para energias fósseis enão renováveis (dimensão ambiental, social e econômica), o que é bom, masdestruindo uma biodiversidade (dimensão ambiental) e solapando a equidade, orendimento, a saúde, a segurança e a situação social (dimensão social), o que é ruim,na medida em que estamos infringindo os pilares da sustentabilidade. Sobrou apenaso aspecto econômico.É claro, a cana-de-açúcar ocupa menos de 10% da atual área cultivada do país eapenas 0,4% de todo o nosso território e há exemplos de indústrias de produtosderivados da cana-de-açúcar bem geridas e ambientalmente sensíveis, comapresentação de inovações tecnológicas viáveis economicamente.Essa é a orientação do DESIGN SUSTENTÁVEL: ir de encontro ao cidadão comum,às pessoas de negócios de todos os portes que, na maior parte das vezes, dispõemde soluções práticas.Através do DESIGN, pode-se trabalhar a redução ou eliminação de insumos emateriais em nossa sociedade. Ou então recicla-los, recuperando os já extraídos doslocais onde foram usados. 28
  29. 29. Através do DESIGN, pode-se mudar o modelo de negócio industrial convencional – omodelo de fazer e vender produtos – para o modelo de negócio de “economia desoluções” – um fluxo contínuo de valor e serviço, em que tudo se reaproveita. 4.2. Panorama no Brasil – Continuação das Premissas do NegócioNo Brasil, os melhores sinais de mudança de cultura e de paradigmas empresariaissão de empresas que introduziram o Sistema de Gestão Ambiental, especialmentecom certificação pela ISO14001. Em 2007, há cerca de 2.300 empresas certificadas.Além disso, 400 empresas obtiveram a certificação OHSAS 18001 e 150 atenderam àSA 8000, colocando o Brasil entre os países da América Latina com o maior númerode certificações no âmbito da gestão socioambiental.O Brasil tem dado contribuições importantes para a elaboração da futura diretrizinternacional de responsabilidade social – ISO 26000. Para muitos especialistas, oGrupo de Trabalho, liderado pelo Brasil e pela Suécia, responsável pela elaboração dafutura diretriz, tornou-se o principal fórum global de discussões multisetoriais sobreresponsabilidade corporativa.Apesar de isso ser considerado avançado, é importante mencionar a existência, noBrasil, de cerca de 5,5 milhões de empresas formais atuantes no ano de 2003. Alémdessas, há, aproximadamente, outras 5 milhões de propriedades agrícolas, em geralfamiliares e de baixa renda e número inimaginável de negócios informais, praticadospor uma ou duas pessoas sem acesso ao mercado de trabalho, estimulados pelosaltos custos fiscais e tributários para a empresa regular.Significa dizer que, mesmo com as sinalizações percebidas, não há evidênciasobjetivas de tendências para a orientação do consumo e produção regional e nacionalsustentáveis. O Brasil ainda não tem domínio sobre o assunto, que indiquem ainserção de práticas empresariais como as seguintes: Inserção da dimensão ambiental nas práticas de Qualidade Total para alcançar a Gestão de Qualidade Total e Ambiental – GQTA (Total Quality Environmental Management - TQEM); Intensidade e amplitude na incorporação de Produção Mais Limpa e de Ecoeficiência nas linhas de produção; Incorporação efetiva de práticas de Avaliação de Ciclo-de-Vida - ACV ou de Pensamento de Ciclo-de-Vida (Life-Cycle-Thinking) no desenvolvimento de produtos ambientalmente adequados (Ecodesign); 29
  30. 30. Articulação de práticas produtivas e atendimento aos indicadores de demandas sociais, como, por exemplo, os representados pelos Objetivos do Milênio - ODMs propostos pela ONU; Avaliação e reporte de Resultado Final Tríplice (Triple Button Line) como paradigma do Desenvolvimento Sustentável; Organização da Cadeia Produtiva (segundo o conceito de Porter) e concomitante transformação desta em Cadeia de Valor Sustentável, com Responsabilidade Sócio-ambiental – RSA. Neste caso, os impactos econômicos, ambientais e sociais são explicitamente considerados nas ações de todos os participantes – desde a extração de materiais, passando pelo uso de insumos, manufatura, distribuição, consumos (intermediários e finais), pós- consumo e retorno de materiais para o ambiente; Ações integradas de conscientização do consumidor para a demanda de produtos sustentáveis.Todo esse conjunto de ações dirigidas à sustentabilidade, demanda conhecimento,informação, educação.Enquanto o mundo trabalha a educação dentro de contextos de multidisciplinaridade etrasversalidade, nós ainda discutimos a melhoria do ensino básico público. Aeducação até hoje patina na má gestão de recursos e na falta de uma política públicaefetiva.A estrutura departamentalizada de nossas universidades não é adequada paraestudos multidisciplinares, em total descompasso com agências de fomento e depesquisa, como o FINEP (Financiamento de Estudos e Projetos), que incentivam amultidisciplinaridade. A universidade é extremamente conservadora. Os currículos sãoengessados e não se cria um ambiente propício para o empreendedor. Premissa 7 – A capacitação via instrumentos de disseminação do conhecimento do conceito de sustentabilidade (cursos de curta duração, workshops, seminários e congressos acadêmicos) constituem-se em demanda imediata. Para a formatação de cursos de especialização mais abrangentes, será necessário ultrapassar obstáculos institucionais.Aliado a outros fatores, chegamos ao resultado absurdo de que apenas 2% dosestudantes brasileiros alcançam as universidades.Nossa produção de ciência de fronteira do conhecimento é ínfima, considerando queparticipamos com apenas 1,9% das publicações científicas internacionais. Produzimos10.000 doutores por ano. Temos 158.000 cientistas qualificados, mas somente umdécimo deles é empregado em áreas de inovação tecnológica. 30
  31. 31. A Coréia do Sul, país com um terço da população brasileira, densidade industrialmenor e com rigorosamente o mesmo número de cientistas, emprega 90% desses emseu mercado interno, que se dedicam diariamente a desenvolver pesquisa edesenvolvimento. Premissa 8 – Todos os dados estatísticos disponíveis apontam para o crescimento e uma maior concentração da população na Ásia e na América do Sul, razão pela qual se entende que aí estará alocado o capital intelectual do século XXI e a grande geração de demanda por inovações.Falta-nos, portanto, educação para a ciência. O Brasil precisa dar fluidez aoconhecimento e despertar a curiosidade e a percepção para pesquisa da população,disponibilizando informação.Educação, conhecimento e informação são elementos de apoio do conceito deSUSTENTABILIDADE, visto que é preciso reunir muitos conhecimentos distintos antesde encaixar as peças desse quebra-cabeça. E, como nos lembra Eisten, não podemosresolver um problema usando o mesmo raciocínio que o criou.Na Conferência Rio-92, a Agenda 21 induz à modificação dos modelos de produção econsumo. Há um consenso em relação à agenda prospectiva empresarial relativa àtecnologia industrial. A dificuldade é passar do consensual para o operacional, poisnos falta a base fundamental da capacitação, do conhecimento e, conseqüentemente,carecemos de mecanismos legítimos para tomada de decisão consensual.A Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica (PINTEC) do IBGE de 2003 dá a exatadimensão dessa carência nacional.Somam-se irrisórias 21.795 pessoas ocupadas nas atividades de Pesquisa eDesenvolvimento das empresas que implementaram inovações, sendo 14,32% comnível de Pós-graduação e 85,68% Graduados. Premissa 9 – O inexpressivo número de profissionais voltados a atividades de P&D, abre espaço para consultorias e desenvolvimentos externos.Segundo as atividades das indústrias extrativas e de transformação, apenas 20,34%implementaram inovações de produtos e 26,89% relativo a inovações de processos.De produtos novos para o mercado nacional, no período de 2001-2003, a pesquisaaponta apenas 2,72%. Contam-se apenas 148 produtos novos, no mesmo período,colocados no mercado mundial. 31
  32. 32. Em relação às empresas que implementaram técnicas avançadas de gestãoambiental, uma porção esquálida de 0,34% do total pesquisado. Sob a ótica dasustentabilidade isso é uma afronta. Mais ainda, quando se observa as razões quelevaram as empresas à inovação: 2,01% do total das empresas foram motivados pelaRedução do Consumo de Água; 4,29%, pela Redução do Consumo de Energia e4,86%, pela Redução do Consumo de Matéria-Prima.O percentual de investimento em P&D em relação ao PIB, é de 0,8%, taxa quepermanece inalterada nos últimos 10 anos. A China, no mesmo período, duplicou seuinvestimento.Dentre as empresas que não implementaram inovações, destacam-se as seguintesrazões, pelo grau de importância dos problemas e obstáculos apontados: Riscos econômicos excessivos > 58,39% Elevados Custos de Inovação > 71,04% Escassez de fontes de financiamento > 45,68% Falta de pessoal qualificado > 18,66% Falta de informação sobre tecnologia > 8,86% Falta de informação sobre mercados > 8,02% Premissa 10 – A indústria nacional carece de uma cultura voltada à inovação. Há de se despertar essa habilidade.Pode se extrair uma infinidade de combinações da PINTEC-2003/IBGE, mas o certo éque os números nos mostram que a taxa de inovação das empresas brasileiras émuito baixa, muito inferior à de outros países industrializados.Mostra também a relativa pouca importância que as empresas brasileiras,principalmente as de menor porte, dão às atividades inovadoras.E, sob o espectro da urgente reformulação de conceitos, estratégias, processos emodelos de produção e consumo – obrigatórios na análise de SUSTENTABILIDADE –,vislumbra-se que o País precisa de uma espécie de reengenharia institucional. Hámuito que fazer. 32
  33. 33. 4.3. Análise do Mercado – OportunidadesNos últimos dez anos, a necessidade de políticas de consumo sustentável vem seexpressando cada vez mais no nível de políticas internacionais: A Declaração da Eco-92, sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento; A Agenda 21, que aborda o Consumo e Produção Sustentáveis (Cap 4); As Diretrizes das Nações Unidas para a Proteção do Consumidor, marco para o estabelecimento de políticas em prol de um consumo e produção mais sustentáveis; Por fim, em 2002, a Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, em Johannesburgo.O terceiro Capítulo do Plano de Implementação da Cúpula (JPol), convoca a todos adesenvolver um marco de 10 anos de programas (10YFP), para acelerar as mudançasem direção a padrões de consumo e produção sustentáveis (CPS).O aspecto-chave do consumo e da produção sustentáveis é a dimensão sócio-econômica. É necessário analisar formas inovadoras para atender as necessidadesbásicas do ser humano, sendo especialmente importante considerar a nova “classe deconsumidores globais” emergentes, que mostram padrões de consumo cada vez maissimilares em países em rápido desenvolvimento (Ex.: Brasil, China, Rússia e Índia).No Brasil, essa pressão ao crescimento vem das classes média e alta, equivalente a54% da população (2006) e figuram nos patamares A/B e C (LantinPanel). Essepúblico tem um poder de compra de R$680 bilhões (The Boston Consulting Group-BCG).Desvincular as pressões ambientais do crescimento econômico e, ao mesmo tempo,satisfazer as necessidades humanas é um desafio-chave, não só para o Brasil, maspara todos os países ao longo das próximas décadas.Para apoiar a região, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)– Divisão de Tecnologia, Indústria e Economia (DTIE), lançou um projeto de dois anos– Implementação de um Programa Regional sobre Produção e Consumo Sustentáveisna América Latina e Caribe – em maio de 2006, o que ficou conhecido comoProcesso de Marrakech.Este projeto visa apoiar os governos na região com o objetivo de desenvolver eimplementar políticas e projetos concretos. Consiste em onze atividadesindependentes voltadas para as seguintes áreas: 33
  34. 34. Desenvolvimento e adoção de estratégias nacionais de CPS; Apoio à elaboração e implementação de sistemas integrados de manejo de resíduos; Melhoria da base de conhecimento e de capacidades das micro, pequenas e médias empresas (PMEs) em relação a tecnologias ambientalmente adequadas; Apoio dos governos à implementação de programas de compras públicas sustentáveis; Aumento na conscientização ambiental relacional a CPS; Fortalecimento do Conselho Regional.Na esteira do Processo de Marrakech, O Conselho Internacional para IniciativasAmbientais Locais, criado em 1990, na ONU, formatou o ICLEI – Governos Locais pelaSustentabilidade, que hoje agrupa mais de 470 cidades, municípios e associações emuma comunidade que tem o compromisso com o desenvolvimento sustentável.Tem o propósito de ajudar os governos locais a promover a conscientização políticasobre questões-chave, estabelecendo planos de ação para atingir objetivos concretose mensuráveis e trabalhar para atingir metas através da implementação de projetos.O objetivo maior do ICLEI é integrar critérios de sustentabilidade em todas as fases doprocesso de compras públicas para reduzir o impacto da produção e do consumosobre a saúde humana e o meio ambiente, garantindo economias para aadministração, ao tempo em que estimula a criação de novos mercados para produtossustentáveis.No Brasil, os principais órgãos públicos orientados pelo ICLEI no processo de comprassustentáveis são: Prefeitura Municipal de São Paulo. Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Prefeitura Municipal de Criciúma. Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro. Governo do Estado de São Paulo. Governo do Estado do Acre.Compras públicas equivalem a cerca de 10% do PIB nacional. Tomando como base oPIB dos 100 principais municípios do País, chega-se a um mercado de R$ 98,4bilhões (base 2004 – IBGE). O ICLEI informa que no contexto atual, verificado osórgãos participantes, esse mercado atinge a marca de R$ 15 bilhões. 34
  35. 35. Ao Governo do Brasil, por razões implícitas nas iniciativas de seus órgãos (Ministériodo Meio Ambiente, Ministério da Ciência e Tecnologia e Ministério doDesenvolvimento, Indústria e Comércio), resta reconhecer e atender a relevância daproposta internacional para redirecionar as ações de consumo e produção emempresas produtoras de bens e serviços. Principalmente porque o objetivo global éimplementar o arcabouço de programas em 10 anos (2002-2012).Já o empresariado brasileiro, não pode se furtar a essa responsabilidade e, porquenão dizer, a oportunidades tão atrativas. A decisão dos dirigentes da AltaAdministração é o fator mais importante para superar qualquer que sejam os desafiospara reorientar o consumo e produção sustentável.Assim, diante de tal conjuntura, se forma o mercado de atuação pretendido pelo IDDS,resumido nas seguintes razões: Pressões internacionais e da sociedade global; Demanda por informação e conhecimento pela sociedade, empresas e órgãos governamentais; Necessidade em inovação tecnológica baseada nos conceitos de Design Sustentável e Eco-Design, gerando significativo aumento de investimentos na área de Pesquisa & Desenvolvimento; Readequação imediata, no meio empresarial, de conceitos, sistemas, estratégias e processos; Ampliação da base acadêmica para dar suporte à demanda industrial.Com base nos dados da PINTEC/IBGE-2003 (Indústrias Extrativas e deTransformação), sabe-se que foram realizados dispêndios, com base na ReceitaOperacional Líquida (ROL), relativos às atividades inovativas da seguinte ordem: Valor R$ Valor % Tipo de Dispêndio (milhão) (Base ROL)Atividades Internas de P&D 5.098,0 0,5346%Aquisição Externa de P&D 674,6 0,0707%Aquisição de outros conhecimentos 804,4 0,0844%externosTreinamento 474,7 0,0498%Introdução das Inovações 1.392,0 0,1460%tecnológicas no mercado 35
  36. 36. Os números demonstram a razão pela qual perdemos competitividade.Projetando um cenário futuro, dentro de um espaço máximo de 10 anos, a indústrianacional terá que, no mínimo e sob uma avaliação bem conservadora, quintuplicaressas taxas de investimento para acompanhar o mercado internacional.Isso nos leva a projetar um mercado potencial para a área de atuação do IDDS –Instituto de Design para Desenvolvimento Sustentável, da seguinte ordem: Projeção de Equivalência % Tipo de Dispêndio Mercado (R$) de InvestimentoAtividades Internas de P&D 28,610 bilhões 3%Aquisição Externa de P&DAquisição de outros conhecimentosexternos 9,500 bilhões 1%TreinamentoIntrodução das Inovações 7,630 bilhões 0,8%tecnológicas no mercado TOTAL 45,740 bilhões 4,8% 4.4. Análise de Mercado – AmeaçasAlgumas questões de fundo são destacadas, em relação aos desafios do presente edo futuro: Os obstáculos para mudança são de base organizacional e tecnológica e a empresa privada, sozinha, não irá superar os desafios. As iniciativas das empresas terão pouca ou nenhuma efetividade se não forem implementados instrumentos político-estratégicos, institucionais e operacionais capazes de aumentar a competitividade dos negócios, através de instrumentos de mercado efetivos para a redução de custos de produção/comercialização e estimuladores para a diferenciação do produto no mercado. A indústria terá que organizar as respectivas cadeias de valor sustentáveis e todos os integrantes terão que praticar os princípios de Responsabilidade Sócio-Ambientais, aqui envolvidos: órgãos de governo em todas as esferas político-administrativas; participantes do sistema produtivo propriamente dito, abrangendo empresas produtoras, prestadores de serviços, fornecedores, distribuidores, fornecedores de recursos financeiros e outros agentes estratégicos, clientes, consumidores e beneficiários. 36
  37. 37. É neste contexto, portanto, que os desafios a seguir foram considerados. A ordem nalistagem poderá representar algum grau de hierarquia. Desafio conceitual. Empresários, governantes e membros da sociedade em geral devem construir o entendimento e a visão de Desenvolvimento Sustentável ou de Sustentabilidade, para promover crescimento com qualidade compatível com a capacidade de carga ou de suporte dos ecossistemas. Os demais elementos conceituais a serem incorporados na cultura empresarial referem-se às próprias tecnologias gerenciais e produtivas. Desafio institucional. Os dirigentes da Alta e Média gestão devem criar mecanismos e procedimentos para inserir a Visão de Sustentabilidade em projetos reais de processos produtivos e produtos. Desafios técnicos (habilidades) e tecnológicos (saber fazer e fazer bem). Trata-se de desenhar e implementar programas de aprendizagem organizacional e de gestão do conhecimento, através da educação (construção de conhecimento consciente), capacitação (aquisição de habilidades) e treinamento (domínio de métodos). Desafio contextual – A abrangência e extensão do objeto ou alvo das iniciativas de reorientação do consumo e produção sustentáveis encerram diferentes contextos, a começar pelo entendimento e delimitação do próprio binômio consumo e produção ou da redação inversa, produção e consumo. A expressão “consumo e produção” pode ser usada no contexto do sistema de produção, desde a fonte de materiais e de outros insumos (montante), até a saída de produtos para o mercado (jusante). No caso de “produção e consumo”, o fluxo poderá ser idêntico ao anterior, ou envolver, adicionalmente, as práticas e padrões de consumidores finais e ações pós-consumo. Por isso, o entendimento do binômio ultrapassa a questão semântica, por envolver diferentes implicações político-institucionais, ferramentas e procedimentos. 4.5. ConcorrênciaO conceito de SUSTENTABILIDADE privilegia, dentre outros, o sentido decooperação, razão pela qual entendemos que a aplicação do termo “concorrência”seja inadequada. Trataremos então os players congêneres como “referenciais” dessemercado, visto que, oportunamente, poderão se constituir em parceiros nodesenvolvimento e disseminação do já dito conceito.Basicamente o mercado nacional abriga empresas que contam com a interveniênciade entidades de classe, organizações não governamentais, coalizão de gruposempresariais e iniciativas de instituições de capacitação acadêmica.Tais corporações configuram em seu atendimento serviços em comum com nossaspropostas (relevância total ou parcial): design, capacitação e treinamento,comunicação e consultoria, com exceção dos serviços de P&D, quais sejam: 37
  38. 38. CesGV – Centro de Estudos em Sustentabilidade da EAESPhttp://ces.fgvsp.brUma iniciativa da Escola de Administração de Empresas de São Paulo daFundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), dedicada a disseminar o conceito desustentabilidade.Atuação concentrada em Pesquisa, Capacitação e Comunicação, a CesGV é umcentro de estudos das questões de sustentabilidade com aplicação institucionaljunto aos agentes econômicos.Parceria com o Programa New Ventures, do World Resources Institute (WRI),organização americana de apoio a empreendimentos promissores.APEL CONSULTING – Gestão de Projetoswww.apelconsult.com.brTem como destaque em seu portfólio a prestação de serviços em PlanejamentoEstratégico, Mercadológico e Arquitetura Organizacional para empresas públicase privadas incluindo terceiro setor. Nos últimos anos tem realizado projetos dedesenvolvimento sustentável, atuando basicamente em sistemas e estratégias.Parceria com o Instituto Ethos na criação de grupos de trabalho para empresasque inseriram o desenvolvimento sustentável como eixo principal de suasestratégias.AMCE – Negócios SustentáveisConsultoria de gestão estratégica, criada em 1997, especializada emsustentabilidade e responsabilidade corporativa.Clientes como: SADIA, CPFL, Votorantim Celulose e Papel, VISANET, AVON,KSR, ABRADEE.Mantém parceria com o CesGV e IMAFLORA. 38
  39. 39. 4.6. Estratégias de MarketingO propósito mais evidente de uma estratégia de marketing, adotada comumente pelascorporações, é enviar uma variedade de mensagens a uma audiência selecionadaatravés da utilização de diferentes veículos de comunicação. A grande empresaacessa o mercado com vultosos gastos em planos de marketing. Para a pequenaempresa é preciso um trabalho contínuo.Independente do porte, o objetivo da intenção estratégica é garantir cumulatividadenas decisões a curto, médio e longo prazo.Atualmente, há uma sucessiva alteração dos modelos de aplicação do marketing esuas estratégias, mesmo porque, na era do conhecimento perecível e continuado,todos nossos dogmas tem prazo de validade e não podemos utilizar as regras de hojeno jogo de amanhã. Resta-nos ir atrás de novas fórmulas para antecipar tendências esair na frente na busca da vantagem competitiva.Alguns produtos não viram assuntos. Não tem apelo. Não é esse o caso, pois a mídiacomo um todo tem explorado exaustivamente o termo SUSTENTABILIDADE. Este é oassunto em pauta, desde a pequena até a grande corporação. O IDDS se propõe arealizar serviços que garantam o conceito através do DESIGN SUSTENTÁVEL.Embora seus objetivos estejam permeando o tema que todo o mundo corporativo e asociedade fale, pense ou pergunte, o grande desafio para o IDDS é lançar sua marcae associá-la ao conceito, de forma responsável, firme e inovadora a ponto de gerar umefeito endêmico de comunicação.Para tanto, o IDDS se impõe à coerência entre suas ações com o discurso, balizadoem conceitos duradouros e éticos assumidos pela empresa e que garantam o valor doproduto final oferecido à sociedade.É imprescindível para o IDDS que sua imagem corporativa, através das informaçõestransmitidas, seja percebida pelo mercado de forma coesa não guardando diversidadeentre o que a empresa é, o que a empresa diz e o que a empresa faz.Na elaboração de suas estratégias de marketing o IDDS lança mão das premissascitadas nos itens 4.1 e 4.2, que entende ser, as diretrizes do negócio.A atuação da empresa dentro de tais parâmetros pressupõe um relacionamento entreas partes por um longo período de tempo pré e pós-compra. Configurar uma interfacecom o cliente demanda, pois, na inteligência aplicada ao relacionamento com pessoas. 39
  40. 40. Essa é, portanto, a principal prerrogativa da estratégia de marketing do IDDS:“encontrar pessoas por meio de pessoas”, que se constituem em seu público-alvo: Empresários de médio e pequeno porte; Diretores, Gerentes de empresas de médio e pequeno porte das áreas de P&D, Industrial, Marketing, Compras e Planejamento; Dirigentes de Instituições de Ensino Superior; Dirigentes de Instituições Públicas e Privadas de Pesquisa; Agentes Públicos de incentivo e apoio à inovação; Pesquisadores; Estudantes de Instituições de Ensino Superior.As condicionantes para atingir tal público são: Conscientizar, Divulgar e Educar; Ganhar capilaridade e visibilidade; Reforçar e ampliar a base de relacionamento.Para fazer face a tais condicionantes, o IDDS adota uma postura de construir umcaminho com ações pró-ativas a curto, médio e longo prazo. Ao longo desse processovamos transformando um grupo de suspects em prospects ou não, depois o grupo deprospects em leads e esses em clientes ativos. Mas é um processo de relacionamentoque demanda tempo. 40
  41. 41. 4.6.1. Estratégia de Marketing a Curto Prazo (2008)Adotar as máximas do Marketing Viral, para chegar a grupos específicos e fazê-losreverberar a mensagem, programada e controlada, ganhando o apelo necessário paraser disparada espontaneamente em redes sociais. Destacam-se, nesse sentido, osseguintes princípios: Explorar motivações e comportamentos de consumo naturais das pessoas; Utilizar redes de relacionamento já estabelecidas; Dar, gratuitamente, serviços; Garantir meios simples pelos quais a mensagem possa transitar; Tirar vantagem dos recursos alternativos de comunicação.A partir dessa tática, se faz necessário a identificação das fontes que poderão forneceros subsídios necessários para atender a tais princípios.A concentração, o encontro e a forma de disseminação da informação no meiocorporativo e acadêmico, dispõem de um universo de alternativas. Para consagrar aintenção estratégica de curto prazo, o IDDS focou os seguintes caminhos: Promovem atividades periódicas para reunirem associados. O formato de “Café”, “Almoço”, “Happy Hour”, objetiva, além doASSOCIAÇÕES E ENTIDADES DE interelacionamento entre os congêneres, aCLASSE troca de informações e atualização sobre o setor, palestras com abordagens de vários aspectos de caráter político, econômico ou corporativo. A Federação Brasileira de Convention & Visitors Bureaux relata que, hoje, são realizados 327 mil eventos por ano no país.FEIRAS / EVENTOS Só em São Paulo, acontece um evento a cada 12 minutos. 150 das principais feiras estão centradas em São Paulo, ocasião em que, paralelamente, ocorrem Seminários, Congressos, Palestras, Workshops. Método recente e inovador de realizar negócios e forte tendência de mercado. O modelo permite aos representantes dasRODADA DE NEGÓCIOS empresas, além da comercialização de produtos, obter e trocar informações e atualização sobre assuntos corporativos através de Palestras. 41
  42. 42. Com conteúdo focado na gestão corporativaPUBLICAÇÕES ESPECIALIZADAS as publicações especializadas dinamizam a informação sobre temas relevantes comoDO MEIO EMPRESARIAL estratégia, empreendedorismo, marketing, vendas, tecnologia, etc. O meio acadêmico, seja através dosINSTITUIÇÕES DE ENSINO docentes ou dos estudantes, tem grande força na formação de opinião deSUPERIOR comunidades e um grande potencial para disseminação de idéias e informações.Direcionar ações a estes grupos encontra razão pelo fato de que para cada promoçãorealizada, os mesmos contam com estratégias de divulgação própria, tais como: Anúncios e encartes nos principais jornais e revistas especializados de cada setor; Divulgação em guias e calendários nacionais e internacionais; Newsletter para mailing específico de empresas e profissionais de cada setor; Folheto promocional e mala-direta; Internet - portal de informações do evento e do mercado, com links para os sites das principais entidades que apóiam o evento ou que dele participarão; Programa de web jornalismo - captação de imagens dos eventos e seus principais destaques para a veiculação (em tempo real, em alguns eventos) na Internet ou para a formatação de vídeos, disponíveis nos sites dos organizadores e em outros materiais de divulgação em formato eletrônico. 4.6.1.1. Objetivos a Curto Prazo: Disseminação da informação sobre a matéria SUSTENTABILIDADE; Democratizar o conceito de DESIGN SUSTENTÁVEL; Delinear predisposição do mercado para o título INOVAÇÃO; Fomentar a implementação de redes temáticas de pesquisa junto ao meio acadêmico; Provocar alteração comportamental; Introduzir marca e imagem corporativa do IDDS; Alcançar espaço de mídia espontânea para divulgação da empresa. Estar presente nos principais mercados. 42

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