Suw Charman

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Suw Charman

  1. 1. The Changing Role of Journalists in a World Where Everyone Can Publish Suw Charman Sofia Lobato
  2. 2. <ul><li>«The historic role of gatekeeper, played until now by professional journalists, is obsolete» </li></ul><ul><li>Suw Charman </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Citizen journalism </li></ul><ul><li>«Execução de comportamentos jornalísticos, como investigar, confirmar factos e publicar notícias, por parte do público em geral, normalmente na Internet» </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Não interessa onde são exibidos esses comportamentos – se num blog, na wiki, num site independente ou de um jornal – nem interessa sequer quem os executa </li></ul><ul><li>O que interessa é que todos têm agora a capacidade de investigar e verificar factos a todos os níveis (nacional e internacional), quer por curiosidade quer para contribuírem para o bem da sociedade onde se inserem ou mesmo para fins pessoais </li></ul>
  5. 5. Que comportamentos? <ul><li>Investigação distribuída </li></ul><ul><li>Um grupo investiga um determinado tema, obtendo pequenas parcelas de informação que, quando publicadas em conjunto, permitem dar um certo panorama da realidade </li></ul><ul><li>“ Original reporting” </li></ul><ul><li>Reportam-se as notícias à medida que elas vão acontecendo (no local e em directo), com ou sem a presença dos medias de referência </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Verificação de factos </li></ul><ul><li>Os cidadãos, normalmente bloggers, reagem à informação avançada por um media, por um político ou por outra fonte e determinam se aquela é ou não verdade </li></ul><ul><li>“ Crowdsourcing” </li></ul><ul><li>Os media pedem frequentemente ao público para lhes enviarem material fotográfico, vídeos ou textos sobre a sua experiência numa história específica </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de histórias </li></ul><ul><li>Muitos jornalistas tratam o material ou as ideias enviadas pelo público e utilizam-nos no seu próprio trabalho, solicitando não só o feedback do público mas mais e mais ideias </li></ul>
  7. 7. Críticas… <ul><li>Há quem não goste da designação de jornalismo participativo porque… </li></ul><ul><li>Cria uma falsa dicotomia entre o jornalista profissional e o participativo; </li></ul><ul><li>Coloca a ambição (que muitas vezes não existe) do jornalista participativo se tornar profissional </li></ul><ul><li>O termo encoraja juízos de valor, como se houvesse um jornalismo “real” e um jornalismo participativo, como se o antigo tivesse mais valor que este último </li></ul>
  8. 8. … E elogios <ul><li>«Os conteúdos gerados pelos utilizadores têm o potencial de desempenhar um papel crucial no jornalismo» </li></ul><ul><li>Mitch Gelman, produtor executivo do CNN Exchange (edition.cnn.com/exchange) </li></ul><ul><li>São disso exemplos as imagens dos atentados de Londres, do tsunami do sudeste asiático ou, numa escala nacional, das cheias de Inverno… </li></ul>
  9. 9. Explosão de informação <ul><li>«We have plenty of information. What is scarce is attention» </li></ul><ul><li>Para que as notícias continuem a fazer sentido é importante que não nos deixemos inundar com dados, mas que se procure a melhor informação sobre assuntos importantes para nós </li></ul>
  10. 10. Como não nos dispersarmos <ul><li>Algoritmos para filtrar notícias </li></ul><ul><li>Comparam os artigos que procuramos/lemos com o que outros cibernautas lêem para “prever” o que nos possa interessar, MAS… </li></ul><ul><ul><ul><li>Não nos dizem quais os artigos importantes </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Não dão sumários da informação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Não sabem escolher as melhores fontes </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>São apenas ADIVINHATÓRIOS! </li></ul></ul></ul>
  11. 11. Precisam-se curadores de informação! <ul><li>É preciso quem “tome conta” da informação e nos ajude a entender o vasto contexto das estórias, que analise, faça ligações e explique os conteúdos complexos com metáforas e analogias </li></ul><ul><li>Em algumas áreas, já se encontram curadores (explo: blogs de tecnologias ou cinema) </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Jornalistas podem ajudar os leitores a compreender a notícia... </li></ul><ul><ul><li>Fornecendo links sobre a temática </li></ul></ul><ul><ul><li>Publicando a sua pesquisa </li></ul></ul><ul><ul><li>Criticando as fontes </li></ul></ul><ul><ul><li>Revelando ao leitor documentos não publicados no seu trabalho, mas igualmente interessantes sobre o tema </li></ul></ul>
  13. 13. Facilitadores <ul><li>Nos EUA, são muitos os media que ajudam as comunidades locais a publicarem as suas histórias e discussões, o que pode ser considerado... </li></ul><ul><ul><li>Pouco lucrativo, por só interessarem a uma pequena comunidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Muito lucrativo, ao estreitarem relações com a sua audiência, obtendo mais pageviews , o que faz com que vendam mais espaço publicitário </li></ul></ul>
  14. 14. Assim... <ul><li>O jornalismo participativo é uma parte fundamental da democracia, com os cidadãos a tomarem parte do debate público, o que faz com que os media não possam agir mais como únicos gatekeepers, MAS... </li></ul><ul><li>Não poderá tornar-se o jornalismo participativo uma falsidade? </li></ul><ul><li>(“How long before citizen journalism is faked?” </li></ul><ul><li>www.ibrian.co.uk/23-07-2007/how-long-before-citizen-journalism-is-faked/) </li></ul>

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