Motivação nos alunos de Graduação nas disciplinas de Quiímica

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Motivação nos alunos de Graduação nas disciplinas de Quiímica

  1. 1. THIAGO WESLEI DE ALMEIDA SOUSA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I LICENCIATURA EM QUÍMICA PROFESSOR ORIENTADOR: CARLOS PEREIRA Agosto de 2014
  2. 2. Importância da motivação na Aprendizagem; Escassez de pesquisas relacionadas a alunos do Ensino Superior; Importância da Autorregulação: monitoramento, regulação e controle do comportamento e motivação.
  3. 3. “Amotivação,ouomotivo,éaquiloquemoveumapessoaouqueapõeemaçãoouafazmudardecurso...Televaàumaescolha, instiga,faziniciarumcomportamentodirecionadoaumobjetivo”. Bzuneck(2000 -2004)
  4. 4. Amotivaçãoaprendizadoedesenvolvimentodosalunos. Alunos de Engenharia Agrícola e Engenharia Civil. Disciplinas de Química. MSLQ-MotivatedStrategiesfor Learning Questionnaire”
  5. 5. Se essas diferenças existem, como explicá-las e que pode ser feito para mudar esse fluxo? Quais são as verdadeiras motivações dos alunos de engenharia civil e agrícola para aprender Química? Há diferenças entre o rendimento dos dois cursos?
  6. 6. MotivaçãodeuniversitáriosxMotivaçãoemcriançaseadolescentes. Comportamento,motivaçãoecognição. Aprendizagemautorreguladaéimportantetantoparaocontextoacadêmicoquantoparaavidaprofissional.
  7. 7. Desempenho dos alunos da Engenharia Civil e Agrícola da UEG Química Motivação. Identificar os aspectos socioeconômicos que representam a realidade dos acadêmicos desses dois cursos; Compreender as dificuldades dos alunos em realizar as atividades propostas; Analisar como os alunos veem a disciplina de química e quais as principais características atribuem á disciplina segundo suas perspectivas; Entrevistar a coordenação dos dois cursos para obter informações adicionais de como é o perfil destes alunos frente a outras disciplinas; Tomarconhecimentododesempenhodosalunosemoutrasdisciplinasexatasetambémhumanas; Analisar as ementas empregadas nas disciplinas, de forma crítica, buscando torna-la mais aplicável aos cursos de engenharia.
  8. 8. PesquisaqualitativaTrabalhodeCampo. Dadosdescritivosecorrelacionadoscomodesempenhodosalunos. EngenhariacivileagrícoladaUEG-UnUCET,analisadosos1º,2º,3ºe4ºperíodo. Faladoscoordenadoresdosprofessoresdeoutrasdisciplinas.
  9. 9. FatorSocioeconômico:questionáriocom23perguntas. Ambientedasaladeaula:analiseocomportamento. Fatoresinternosdosalunos:questionáriosubjetivoeentrevista.
  10. 10. A análise de resultados será realizada a partir do documento de Pintrich(1991) e outras fontes para confirmar ou entrar em oposição com este. Propor contribuição. Ferramentas Quantitativas X Ferramentas Quantitativas. Abordagem quantitativa depende da qualidade teórica.
  11. 11. Comportamento distinto nas disciplinas de Química. Contexto Sócio e Educacional. -Falta de compromisso com as atividades extraclasse -Presença apenas física nas aulas -Falta de preparação para os exames -Indisciplina em sala de aula Rendimento proporcional à motivação.
  12. 12. O adolescente ingressa no nível universitário a sua motivação diminui e o resultado disso é um engajamento fraco nas atividades acadêmicas. Neste sentido seria importante saber que fatores de fato interferem na motivação de adolescentes para assim apontar possíveis caminhos para melhorar essa realidade. (BZUNECK; CAVENAGHI, 2009).
  13. 13. CRONOGRAMA MÊS ATIVIDADE MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV Pesquisa Bibliográfica X X X X Elaboração de Questionários X X Escrita e Qualificação do TC I X Aplicação dos Questionários X Entrevistas X X Intervenção X Análise dos Dados X X X Revisão Bibliográfica X Escrita E Defesa do TC II X X X
  14. 14. BZUNECK, J. A. As crenças de auto-eficáciados professores. In: F.F. Sisto, G. de Oliveira, & L. D. T. Fini(Orgs.). Leituras de psicologia para formação de professores. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2000. CAVENAGHI, A. R. A.; BZUNECK, J. A. MOTIVAÇÃO DE ALUNOS ADOLESCENTES ENQUANTO DESAFIO NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR. III EncontroSulBrasileirode Psicopedagogia. PUCPR, 2009. DEMBO, M. H.Motivation and learning strategies for college success: a self-management approach. Mahwah, New Jersey. Lawrence ErlbaumAssociates Publishers. 2000. GATTI, B. A. Estudos quantitativos em educação. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.30, n.1, p. 11-30, jan./abr. 2004. GUIMARÃES, S. E. R.; BORUCHOVITCH, E. O Estilo Motivacional do Professor e a Motivação Intrínseca dos Estudantes: Uma Perspectiva da Teoria da Autodeterminação. Psicologia: Reflexão e Crítica, 2004, 17(2), pp.143-150. JOLY, C. R. A.; DIAS, A. S.;ALMEIDA, L. S.; FRANCO, A. Autorregulaçãona Universidade. II Seminário Internacional “Contributos da Psicologia em Contextos Educativos”. Braga: Universidade do Minho, 2012. LUDKE, M; ANDRÉ, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. . MERCURI, E. & POLYDORO, S. A. J. Org.Estudante universitário: características e experiências de formação. Taubaté: Cabral Editorae LivrariaUniversitária. 2004. PINTRICH, P., SMITH, D., GARCIA, T. & MCKEACHIE, W. A manual for the use of the motivated strategies for learning questionnaire (MSLQ). National Center for Research to Improve Post secondary Teaching and Learning, 1991. PINTRICH, P.R. The role of goal orientation in self-regulated learning. İçindeBoekartersM., PintrichP.R. veZeidnerM. (Eds), (2005, sf: 452-502) Handbook of Self Regulation, San Diego: Academic Press. RIBEIRO, R. A.; FONSECA, F. S. A.;SILVA, P. N. Estudantes do Ensino Médio e a motivação para estudar Química. XXVI CongresoLatinoamericanode Química. 30 de Maio a 02 de Junho de 2004. RUIZ, M. V. (a) Motivação na Universidade. Revista Estudos de Psicologia, PUC-Campinas, v. 20, n. 2, p. 15-24, 2003 RUIZ, M. V. (b) Aprendizagem em universitários: variáveis motivacionais. Tese de Doutorado. Campinas, São Paulo. 2005 SASSI, A. G.; MARTINELLI, S. C. Relações entre Autoeficáciae Motivação Acadêmica. Revista PSICOLOGIA CIÊNCIA E PROFISSÃO, 2010, 30 (4), 780-791.

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