Web 2.0 Grupo 2

470 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
470
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
3
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Web 2.0 Grupo 2

  1. 1. Mídia em transe: entendendo o desejo pela revolução digital. Benjamin L. Franklin Doutorando EGC-MC Carlos Augusto Remor Dr-UFSC
  2. 2. Entender as forças que operam a revolução digital ... como um conjunto de “tendências”
  3. 3. Indústria Fonográfica Associação Brasileira dos Produtores de Discos Vendas por ano (Milhões) 70 60 50 40 Unidades 30 20 10 0 2003,5 2004 2004,5 2005 2005,5 2006 2006,5 2007 2007,5 Ano
  4. 4. Morte da indústria fonográfica RIIA (Recording Industry Association of America), tem anunciado perdas de mais de 10% de vendas em Cds anualmente, e tem culpado a utilização de sistemas de compartilhamento de arquivos ponto à ponto, na internet, que tem triplicado o número de usuários.
  5. 5. VOIP
  6. 6. IPTV Youtube produz mais horas de audiovisual em seis meses do que as três principais redes de entretenimento americanas juntas em cinqüenta anos (WESCH, 2009)
  7. 7. O que é uma máquina? A máquina é qualquer dispositivo que usa energia para realizar alguma atividade. Em seu uso comum, isso significa um dispositivo que possui peças que operam ou auxiliam em tarefas em qualquer tipo de trabalho. Uma máquina simples é um dispositivo que transforma a direção ou a magnitude de uma força sem consumir qualquer energia. A palavra “máquina” deriva da palavra latina “machina” (WIKIPEDIA)
  8. 8. Máquina e Poder o divórcio entre a máquina e a lei
  9. 9. Exterioridade - Arkhê Arquivo: identidade e repetição
  10. 10. Como criar efeitos de repetição ...? A=A
  11. 11. Logos ● O lugar público define as igualdades ● Oratória ● Performance ● Pessoal ● Abstrato = coisa em si
  12. 12. Sociedade da Soberania clássica Poder Tecnologia ●Emana da presença viva ●Artesanato ●Controle pela força bruta ●Singular – utilização das forças naturais ●A Conhecimento é revelado pelos ●Obra de arte ●Fabricação restrita Deuses ●A escritura é a coisa em si ●Transmissão oral - representação ● Existe a verdadeira abstração
  13. 13. A Escritura (Lei) ● O lugar escrito define as igualdades ● Argumento ● Maestria ● Impessoal ● Abstrato = escritura
  14. 14. Tecnologia e escritura Divindade (ocidental) cessa gradualmente de se manifestar
  15. 15. Escritura Sagrada
  16. 16. O Universal ● A graça define a igualdade ● Fora da argumentação ● Dom ● Transcendental ● Abstrato = Evento
  17. 17. Sociedade Disciplinar séc XVII Poder Tecnologia ●Emana da lei escrita ●Industrial ●Controle pela regra ●Repetição – forças produtivas ●A Conhecimento é lei natural ●Reprodução técnica ●A escritura é matematizada ●Fabricação em massa (Original # Cópia) ●Deciframento das leis naturais ●Transmissão escrita - simulação
  18. 18. Escritura e Leitura
  19. 19. Escritura que defende verdade Impessoal
  20. 20. Mídia Panóptica ? ● ● Entretenimento Comunicação ● Política
  21. 21. Panóptico
  22. 22. Modernidade + +
  23. 23. Escritura Produz realidade
  24. 24. Princípio do prazer Princípio energético homeostático Permanecer o mundo estruturado (Repetição – ordem simbólica)
  25. 25. Universal e o negativo O que estrutura a ordem simbólica é o gozo do corpo (gozo fálico)
  26. 26. Gozo (Repetição invariante) está para além do princípio do prazer, é Sustentado pelo corpo (fora das palavras)
  27. 27. Phallus Lacan: significante mestre (erige a ordem simbólica e está fora dela)
  28. 28. Pós-estruturalismo
  29. 29. Formas de estruturalidade Perda da presença do corpo, no registro do real Linguagem Escritura Máquina Aumento de reversibilidade – maior gozo fálico, maior identidade e ordem simbólica. Apagamento do real, mais controle, mais virtualidade (potência) Máquina: escritura que defende a si mesma
  30. 30. Formas de Negatividade Retorno de algo não assimilável pela estruturalidade Morte - indizível Entropia Pulsão de morte
  31. 31. Máquina Torna o mundo mais reversível (esconde a morte como irreversibilidade radical) Esconde o trabalho que sujeita o corpo à estruturalidade Simulacro de presença
  32. 32. Externalidade ● Aquilo que não cabe na elegância da função simbólica (entropia, pulsão de morte, catástrofe ...)
  33. 33. Contemporâneo Denegação do Negativo Retirar a negatividade da externalidade
  34. 34. Leibniz: Monismo Sem externalidade
  35. 35. Maquina de Turing
  36. 36. Computador: Proto-máquina ou Leitor Universal 0010101010 1010110101 010101
  37. 37. Simulacro ? 001010101010 101101010101 01
  38. 38. Sociedade de Controle séc XXI Poder Tecnologia ●Império: acêntrico ●Era do conhecimento ●Controle pela bio-política ●Massificação personalizada ●O conhecimento produz naturezas ●Reprodução por virtualização ●A escritura é computacional ●Fluxo de informação ●Codificação das leis naturais ●Transmissão computacional - simulacro (convergência digital)
  39. 39. HyperModernidade Império: ●Controle financeiro ●Informação ●Comunicação ●Código
  40. 40. Complexidade ● Sem externalidade ● Informação como neutralidade ● Emergência (a- significante) ● Reversível
  41. 41. Ubiquidade entre corpo e código
  42. 42. Natureza sustentável
  43. 43. Reversibilidade
  44. 44. Última parada do código
  45. 45. Ordem simbólica contemporânea Sentido Reversibilidade
  46. 46. Rizoma
  47. 47. Sedução do Código ● Tudo pode ser reduzido a uma identidade informacional ● Tudo pode ser infinitamente trocado ● A troca não implica em perda ● A perda não implica em morte ● A diferença não implica em ausência de relação ● O espírito prevalece sobre a carne: “no princípio era o verbo”
  48. 48. Hyper-real ● Mais real do que o real ● Reversibilidade radical ● Abdica do sentido – (troca total) apagamento do real ● Não se apóia em ontologias, mas no fascínio do código enquanto alfabeto radical ● Torna irrelevante a distinção entre Original/Cópia ● Transdisciplinar (Cogno, Nano, Info e Bio)
  49. 49. Disciplinar a sociedade de Controle
  50. 50. Império (antigo) contra-ataca ● Fórmulas de poder da Sociedade disciplinar aplicadas a sociedade de controle – Censura (Internet Chinesa, caso Cicarelli) ● Fácil de detectar e burlar – Direito autoral (RIIA, sen. Azeredo) ● Creative Commons – Neutralidade da Rede (Telecom) ● Traffic shaping – Exclusão digital ● Terminará em breve
  51. 51. Conclusão ● Revolução digital não tem raízes tenológicas ● Responde a uma forma de gozo do corpo viabilizado pela modernidade ● A-significação da função fálica, apesar de romper com a produção de sentido, torna reversíveis as formas simbólicas ● O real causa horror assimilável e necessário a ordem simbólica contemporânea ● Fundamentalismo ocidental
  52. 52. Links ● Neutralidade da Rede: crise da mídia e sociedade de controle – http://www.cibersociedad.com/congres2006/gts/comunicacio.php?llengua=ga&id=633 ● Traffic shaping: entenda a polêmica sobre restrição de banda larga – http://idgnow.uol.com.br/telecom/2008/04/16/traffic-shaping-entenda-a-polemica-sobre-restricao-de-banda-larga ● Salve a Internet – http://www.youtube.com/watch?v=7kT27VNtYfM ● Além das redes de colaboração – http://rn.softwarelivre.org/alemdasredes/ ● Blog Sérgio Amadeu – http://samadeu.blogspot.com/ ● Contato: – Benjamin L. Franklin: belfranklin@hotmail.com – ● Blog – To bit or not to bit http://tobitornottobit.blogspot.com/

×