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1. A QUESTÃO CURRICULAR
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1. A QUESTÃO CURRICULAR
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3. “DAR CONTA DE UM TEMA”
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4. A QUESTÃO DA AVALIAÇÃO
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4. A QUESTÃO DA AVALIAÇÃO
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semestre, o estudante produzisse um
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4. A QUESTÃO DA AVALIAÇÃO
Deveria ser regra geral que, em cada
semestre, o estudante produzisse um
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DEMO, Pedro. Pesquisa : princípio
cientifico e educativo. 12. ed. Sao Paulo :
Cortez, 2006.
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  1. 1. TÓ PICO S FR ASAI A PESQ UISA CO M O PR IN CÍPIO CIEN TÍFICO E ED UCATIVO PEDRO DEM O M ETODOLOGIA DA INVESTIGAÇÃO EM EDUCAÇÃO LUIS OTÁVIO NOGUEIRA RODRIGUES
  2. 2. “A ATUAL INSTITUIÇÃO UNIVERSITÁRIA ESTÁ EM DECOMPOSIÇÃO HISTÓRICA, SEJA PORQUE SE MANTÉM MEDIEVAL, SOBRETUDO EM TERMOS DE IMPUNIDADE SOCIAL, DISTANCIAMENTO ELITISTA E ATRASO DIDÁTICO, SEJA PORQUE PERDEU A NOÇÃO ESSENCIAL DE MÉRITO ACADÊMICO EM TROCA DA BUROCRATIZAÇÃO FUNCIONAL, SEJA PORQUE É MUITO POUCO PRODUTIVA E CRIATIVA, CUSTANDO MUITO ALÉM DO QUE VALE PARA A SOCIEDADE QUE A SUSTENTA. TODAVIA, REPRESENTA INSTITUIÇÃO NECESSÁRIA NA SOCIEDADE, QUANDO MENOS PARA CULTIVAR ELITES INTELECTUAIS E TECNOLÓGICAS, QUE NÃO SE SABERIA DISPENSAR, TANTO PARA O PROCESSO PRODUTIVO, QUANTO PARA O PROCESSO POLÍTICO, ALÉM DE TÉCNICO EM GERAL.” DEMO (2006)
  3. 3. 1. A QUESTÃO CURRICULAR A noção de professor precisa ser totalmente revista, sem recair em preciosismos importados de fora. Os alunos necessitam de um autêntico mestre, compreendido como professor que tem o que dizer a partir da elaboração própria. O conceito desmitificado de pesquisa admite considerar pesquisador também quem tem apenas graduação, até porque a pesquisa é possível e necessária já na pré-escola.
  4. 4. 1. A QUESTÃO CURRICULAR Se a pesquisa é a razão do ensino, vale o reverso: o ensino é a razão da pesquisa. Transmitir conhecimento deve fazer parte do mesmo ato de pesquisa, seja sob a ótica de dar aulas, seja como socialização do saber, seja como divulgação socialmente relevante.
  5. 5. 2. A QUESTÃO DA TEORIA & PRÁTICA Toda prática necessita ser teoricamente elaborada, e isto deve fazer parte da organização curricular. Prática não é ir ver, passar perto, mas a união do fazer com a teoria do fazer. No confronto entre a teoria e a prática e vice-versa, motiva- se o verdadeiro especialista, sempre pesquisador.
  6. 6. 3. “DAR CONTA DE UM TEMA” “Não há professor que não seja em primeiro lugar construtor de ciência.” A verdadeira aprendizagem é aquela construída com esforço próprio através de elaboração pessoal. O segundo passo é iniciar a elaborar, devagar e sempre, fazendo tentativas aproximativas, até sentir-se mais ou menos seguro de que é capaz de dar conta de um tema. O primeiro passo é aprender a aprender, que significa não imitar, copiar, reproduzir.
  7. 7. 4. A QUESTÃO DA AVALIAÇÃO A avaliação pode conter o desafio da própria pesquisa, como realimentação do processo de produção científica, como busca de redirecionamentos, superações, alternativas, como respeito a compromissos assumidos com a sociedade em planos e políticas. A avaliação é um dos desafios científicos que mais escancaram os limites da ciência, tanto na dificuldade de avaliar “isentamente”, pois no fundo é impraticável, como na impossibilidade concreta de encontrar critérios consensuais e definitivos.
  8. 8. 4. A QUESTÃO DA AVALIAÇÃO Deveria ser regra geral que, em cada semestre, o estudante produzisse um número de elaborações próprias, que seriam a base fundamental de avaliação. Em muitos casos, cabe o exercício, para aprender instrumentações formais sobretudo, como estatística, econometria, lógica, servindo, não como reprodução decorada, mas como expediente de internalização digerida.
  9. 9. 4. A QUESTÃO DA AVALIAÇÃO Deveria ser regra geral que, em cada semestre, o estudante produzisse um número de elaborações próprias, que seriam a base fundamental de avaliação. Em muitos casos, cabe o exercício, para aprender instrumentações formais sobretudo, como estatística, econometria, lógica, servindo, não como reprodução decorada, mas como expediente de internalização digerida.
  10. 10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DEMO, Pedro. Pesquisa : princípio cientifico e educativo. 12. ed. Sao Paulo : Cortez, 2006.

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