Gilva leitura e escrita

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Slides de compreensão e demonstração da Leitura e Escrita para o deficiente intelectual

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  • ANALISE DO DESEMPENHO DOS ALUNOS Crianças que apresentam dificuldade de atenção e concentração, cujo comportamento se caracteriza por constantes dispersões, agitação e desinteresse por atividades , ao fazer análise de seu desempenho deve se contemplar não somente os avanços da escrita, mas também os ganhos na aquisição de atitudes: Cooperação, participação e interação no grupo, interesse por leitura e contação de história, registros orais e escritos, desenho, modelagem, jogos pedagógicos,uso de letras móveis, fichas com palavras.
  • Gilva leitura e escrita

    1. 1. Dificuldade de Aprendizagem Contribuições da Educação Inclusiva TEMA: A LEITURA E ESCRITA PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS Profª. de Recurso:Gilva Adriana
    2. 2. CONSTITUIÇÃO FEDERAL <ul><li>Art. 205 – Educação é direito de TODOS </li></ul>
    3. 3. <ul><li>Concepção de ensino-aprendizagem </li></ul>
    4. 4. DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
    5. 5. Dificuldade de Aprendizagem <ul><li>“ É um termo genérico que abrange um grupo heterogêneo de problemas capazes de alterar as possibilidades de a criança aprender, independentemente de suas condições neurológicas para fazê-lo”. </li></ul><ul><li>Rota, N. T. et al., 2006 </li></ul>
    6. 6. <ul><li>Fatores envolvidos nas dificuldades de aprendizagem </li></ul><ul><li>Fatores relacionados com a escola </li></ul><ul><li>Fatores relacionados com a família </li></ul><ul><li>Fatores relacionados com a criança </li></ul><ul><li>Alterações sensoriais (problemas visuais e auditivos) e físicos (desnutrição, p.ex); </li></ul><ul><li>Problemas psicológicos (timidez, baixa auto-estima, ansiedade, desmotivação, etc); </li></ul><ul><li>Problemas neurológicos </li></ul><ul><li>Paralisia cerebral, Transtornos Globais, bem como Deficiência Intelectual. </li></ul>
    7. 7. Distúrbio de aprendizagem <ul><li>Inteligência normal ou não </li></ul><ul><li>Histórico anterior de distúrbio de linguagem oral </li></ul><ul><li>Distúrbio fonológico, falha nas habilidades sintáticas, semânticas e pragmáticas das linguagens oral e escrita </li></ul><ul><li>Dificuldade na linguagem em suas modalidades oral e escrita nos períodos pré-escolar e escolar </li></ul><ul><li>Habilidade narrativa comprometida para a contagem, recontagem e compreensão de histórias(uso dos processos de atenção, memória e percepção), ou seja, dificuldade quanto ao número de frases completas, à organização do texto, ao uso de ligações coesivas entre as frases ao sequenciamento lógico de eventos do texto e dificuldade em responder a perguntas inferências presentes na estrutura textual </li></ul><ul><li>Déficits na função receptiva, expressiva e alteração no processamento de informações auditivas e visuais </li></ul><ul><li>Dificuldade em organizar, planejar e executar atividades matemáticas isoladas e com leitura prévia </li></ul><ul><li>Não ocorre diferença do nível cognitivo verbal (QIV) = nível cognitivo de execução(QIE ) estarão rebaixados se comparados à idade e a escolaridade das crianças. </li></ul>
    8. 9. <ul><li>LINGUAGEM </li></ul><ul><li>Para Vygotsky e Bakhtin a linguagem é o principal instrumento de mediação e é por meio dela e nela, na interação dialógica, que o homem se constitui como sujeito consciente, capaz de criar e modificar seu meio sociocultural. “A linguagem falada diferencia a nossa espécie de todas as outras criaturas já existentes”. </li></ul>
    9. 10. LINGUAGENS: GESTOS O CORPO FALA.
    10. 11. LINGUAGENS: DANÇA DÉBORA COLKER EM “CASA” (1999) O CORPO FALA. COREOGRAFIA VASOS DO ESPETÁCULO “4 POR 4” (2002)
    11. 12. LINGUAGENS: ESCULTURA “ Guiado pela minha primeira inspiração (Dante), imaginei um outro pensador, um homem nu, sentando em uma rocha, os pés encolhidos, ele sonha. O pensamento fértil devagar se desenvolve em seu cérebro. Ele não é mais um pensador, ele é criador. ” Auguste Rodin “ O Pensador” (Auguste Rodin) A ESCULTURA TATEIA.
    12. 13. LINGUAGENS: QUADRINHOS
    13. 14. LINGUAGENS: TRÂNSITO
    14. 15. LINGUAGENS: TEATRO Fernanda Montenegro ao lado de Fernando Torres, em cena da peça &quot;Dias Felizes&quot; (1985/6). O TEATRO ENCENA O VERBAL, O VISUAL E O SONORO.
    15. 16. LINGUAGEM É... <ul><li>... a atividade humana que, nas representações de mundo que constrói, revela aspectos históricos, sociais e culturais. É por meio da linguagem que o ser humano organiza e dá forma às suas experiências. Seu uso ocorre na interação social e pressupõe a existência de interlocutores*. São exemplos de diferentes linguagens utilizadas pelo ser humano as línguas, a pintura, a dança, os logotipos, os quadrinhos, os sistemas gestuais, entre outros. </li></ul>* Interlocutor: cada um dos participantes de um diálogo.
    16. 17. <ul><li>Fala de uma professora da Rede no CEE em 2006 </li></ul><ul><li>“ Sabe... ensinar um aluno com deficiência é assim, a gente descobre o trieiro para chegar perto do aluno, fica na espreita, em alguns casos como se estivesse de tocaia, não para pegar de surpresa, mas para observar atentamente a pessoa, sua vida, seu jeito, seus hábitos, mais que observar, para ad-mirar (olhar de fora com gosto, com sabor, com sabedoria, como se estivesse apaixonado). </li></ul>
    17. 18. <ul><li>De repente nova brecha se abre e o professor-admirador aproveita, provoca – do latim joga sua voz para frente para ter retorno, aproxima, se o outro permite, baixa a guarda - entra na vida daquele ser humano. Quando isso acontece a gente pensa: agora vou professar as minhas regras de ensino. Mas as minhas normas, didáticas, pedagogias não funcionam naquele mundo. Tudo vira de ponta cabeça, pois entrar na vida do outro é conviver – viver juntos. </li></ul>
    18. 19. <ul><li>Aí acontece a transmutação, aquele que professa (que é profissional, que é professor) passa a ser educador, aquele que alimenta, que é comensal – que come junto, que tira de dentro, faz parto, aquele que conduz ao conhecimento, não por ele, mas com ele. Conduzir é acompanhar, é cuidar. Lembro sempre de uma gravura do tempo de criança: um anjo cuidando-amparando-protegendo uma menina na travessia de uma pinguela em uma noite de tempestade. O objetivo é chegar do outro lado. </li></ul>
    19. 20. <ul><li>Quando a gente chega lá a surpresa: o mundo da pessoa deficiente é único e belo também. Dá-se aquilo que ninguém esperava. O mundo da pessoa com deficiência mudou as regras do mundo da eficiência. Quando a gente entra no mundo dele todo o nosso mundo muda.” </li></ul>
    20. 21. <ul><li>É ver o outro (aluno com deficiência) como potencial latente, como sujeito aprendente e com capacidade diferente para criar. </li></ul><ul><li>“ Eu sou um outro você”! </li></ul>
    21. 22. CONCEPÇÃO INTERACIONISTA <ul><li>É uma dinâmica que envolve uma construção cognitiva, na qual há interferência da afetividade e das relações sociais. Propõem textos autênticos, completos, em situações reais de uso, respeitando suas necessidades e desejos. A leitura é um processo interativo entre os conhecimentos do leitor e aqueles que emergem do texto. Assim ler é interpretar o que o outro nos quer dizer. </li></ul>
    22. 23. As práticas pedagógicas que visem o desenvolvimento da leitura e escrita valorizando a construção de um sujeito autônomo e reflexivo devem, portanto, estar direcionadas a problematizar as situações do cotidiano que compõe o saber já construído pelos educandos (nível de desenvolvimento real) e problematizar novos desafios para que devido as interações dos mediadores, o educando consiga construir novos saberes (nível de desenvolvimento potencial). Constata-se, assim, que ler e escrever bem requer esforço e dedicação do aluno, mas também a orientação e a mediação segura do professor
    23. 24. Os aspectos de aprendizagem da leitura e escrita <ul><li>Letramento: Conjunto de práticas sociais que usam a escrita enquanto sistema simbólico em contextos e objetivos específicos. </li></ul><ul><li>À dimensão desejante : Partir de seus interesses, respeitando suas possibilidades motoras, cognitivas e afetivas, com solicitações que promovam o avanço conceitual desse aluno. </li></ul><ul><li>Às expectativas do entorno, ensino e interações escolares: As relações sociais estabelecidas deverão considerar a criança com deficiência como uma pessoa ativa, interativa e capaz de aprender. </li></ul>
    24. 25. CONCEITUANDO MEDIAÇÃO <ul><li>A mediação pedagógica são as intervenções feitas no sentido de apoiar o aluno no desenvolvimento das atividades ou, estimulá-lo no sentido de despertar seu interesse quando esse se mostra desmotivado para sua realização. </li></ul><ul><li>A mediação pedagógica é mais significativa e eficiente quando resulta na combinação de estratégias variadas, orientadas em função das dificuldades e potencialidades dos sujeitos e da situação-problema. </li></ul>
    25. 26. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM <ul><li>Relação entre desenho e texto. </li></ul><ul><li>. 1. O sentido do texto esta no desenho. </li></ul><ul><li>. 2. O sentido do desenho esta ora no desenho, ora no texto. </li></ul><ul><li>. 3. Atribuem o sentido ao texto </li></ul><ul><li>Estratégias de leitura. </li></ul><ul><li>. 1. Estratégia com base no contexto. </li></ul><ul><li>. 2. Estratégia de associação de letras. </li></ul><ul><li>. 3. Estratégias de decodificação, com e sem compreensão. </li></ul>
    26. 27. EVOLUÇÃO DA ESCRITA <ul><li>Produção de riscos e/ou rabiscos típicos da escrita que tem como forma básica (modelo): </li></ul><ul><li>Modelo letra imprensa: rabiscos separados, retas e curvas. </li></ul><ul><li>Modelo letra cursiva: grafismos ondulados ou ligados </li></ul>Sub-fase (mais evoluída) Descoberta de que coisas diferentes têm nomes diferentes. Diferenças nas grafias mudando a ordem das letras. Utilização de mesmos sinais gráficos para escrever o que deseja. Eixo qualitativo: Para ler ou escrever uma palavra torna-se necessário uma variedade de caracteres gráficos. Correspondência global: lê palavras ou orações sem atentar ainda para as partes. Não há correspondência termo a termo entre o que fala e o que está escrito Realismo Nominal: O nome das coisas ou pessoas tem relação com o seu tamanho ou idade. (Pessoa grande = nome grande) (Pessoa pequena = nome pequeno) <ul><li>Fatos conceituais que se observa: </li></ul><ul><li>variedade mínima de 3 letras para ser uma palavra (critério interno de quantidade) </li></ul>LAR GATO PE O Processo de Alfabetização deve ser visto do ponto de vista de quem aprende e não daquele que ensina. PRÉ – SILÁBICO NÍVEL 1 A A
    27. 28. A criança trabalha com a hipótese de que a escrita representa partes sonoras da fala. Para ela, cada letra vale por uma sílaba, sem valor sonoro. As exigências de quantidade e variedade de letras podem desaparecer momentaneamente, mas quando a criança faz a leitura de algo que escreveu, pode acrescentar mais letras à palavra e estranhar a escrita com símbolos gráficos. A escrita silábica é um grande avanço e é um dos mais importantes esquemas construídos pela criança durante o seu desenvolvimento. Silábico evoluído / Restrito Os conflitos levarão a criança a novos avanços A criança tem seu processo próprio de aprender, independente do que o professor ensinou SILÁBICO NÍVEL 2
    28. 29. O conflito entre a hipótese silábica e a exigência de um mínimo de letras, leva a criança a abandonar a hipótese silábica e a fazer uma análise além da sílaba. A criança escreve usando sílabas completas e outras incompletas. Ex: MAIA PUL MARIA PAULA SANA SUZANA CAVLU CAVALO Nessa fase, costuma-se pensar que a criança está omitindo letras. Na verdade está acrescentando letras à sua escrita da fase anterior. SILÁBICO - ALFABÉTICO NÍVEL 3
    29. 30. ALFABÉTICO NÍVEL 4 A criança venceu as barreiras do sistema de representação da linguagem escrita. É capaz de fazer uma análise sonora dos fonemas e das palavras que escreve. Venceu a barreira do código, porém não os da ortografia. A criança escreve como fala: MACACU Os conflitos levam a criança a reformular suas hipóteses, até chegar à descoberta das leis que regulam o sistema.
    30. 31. Disortografia: demais erros <ul><li>Advinhações; bilhetes, </li></ul><ul><li>Descrições; Listas; Registros de acontecimentos </li></ul><ul><li>Absurdos;Comparações; </li></ul><ul><li>Problemas, Charadas; </li></ul><ul><li>Soletração, Escrita conjunta; </li></ul><ul><li>Jogos; Caça palavras ;Cruzadinha; </li></ul><ul><li>Acróstico; Fazer rimas; </li></ul><ul><li>Bingo; Dominó; </li></ul><ul><li>Completar letras;Confecção de agenda ou diário;Substituir palavras mantendo estrutura gramatical;Correção da fala do gibi do Chico Bento, etc. </li></ul>
    31. 32. ANALISE DO DESEMPENHO DOS ALUNOS Crianças que apresentam dificuldade de atenção e concentração, cujo comportamento se caracteriza por constantes dispersões, agitação e desinteresse por atividades, ao fazer análise de seu desempenho deve se contemplar não somente os avanços da escrita, mas também os ganhos na aquisição de atitudes: Cooperação, participação e interação no grupo, interesse por leitura e contação de histórias, registros orais e escritos, desenho, modelagem, jogos pedagógicos, uso de letras móveis, fichas com palavras,escrita do nome próprio, pois a medida que avançam nas atitudes, favorecem a aquisição da escrita.
    32. 33. Como a escola pode ajudar? <ul><li>Destacamos algumas sugestões que consideramos importantes para que ele se sinta seguro, querido e aceito pelo professor e pelos colegas. </li></ul><ul><li>O aluno com deficiência tem uma história de fracassos e cobranças que o fazem sentir-se incapaz. Motivá-lo, exigirá da escola mais esforço e disponibilidade do que dispensamos aos demais; </li></ul><ul><li>Não receie que seu apoio ou atenção vá acomodar o aluno ou fazê-lo sentir-se menos responsável. Depois de tantos insucessos e auto-estima rebaixada, ele tende a demorar mais a reagir para acreditar nele mesmo; </li></ul>
    33. 34. Melhorando a auto-estima <ul><li>Incentive o aluno a restaurar o confiança em si próprio, valorizando o que ele gosta e faz bem feito; </li></ul><ul><li>Ressalte os acertos , ainda que pequenos, e não enfatize os erros; </li></ul><ul><li>Valorize o esforço e interesse do aluno; </li></ul><ul><li>Atribua-lhe tarefas que possam fazê-lo sentir-se útil; </li></ul><ul><li>Evite usar a expressão &quot;tente esforçar-se&quot; ou outras semelhantes, pois o que ele faz é o que ele é capaz de fazer no momento; </li></ul><ul><li>Fale francamente sobre suas dificuldades sem, porém, fazê-lo sentir-se incapaz, mas auxiliando-o a superá-las; </li></ul><ul><li>Respeite o seu ritmo , pois a criança com dificuldade de linguagem tem problemas de processamento da informação. Ela precisa de mais tempo para pensar, para dar sentido ao que ela viu e ouviu; </li></ul><ul><li>Um professor pode elevar a auto-estima de um aluno estando interessado nele como pessoa; </li></ul><ul><li>     Nós não aprendemos pelo fracasso, mas sim pelos sucessos. </li></ul>
    34. 35. <ul><li>Dê explicações de &quot;como fazer&quot; sempre que possível, posicionando-se ao seu lado; </li></ul><ul><li>Utilize o computador , mas certifique-se de que o programa é adequado ao seu nível. Crianças com dificuldade de linguagem são mais sensíveis às críticas, e o computador, quando usado com programas que emitem sons estranhos cada vez que a criança erra, só reforçará as idéias negativas que elas tem de si mesmas e aumentará sua ansiedade; </li></ul><ul><li>Esquematize o conteúdo das aulas quando o assunto for muito difícil para o aluno. Assim, a professora terá a garantia de que ele está adquirindo os principais conceitos da matéria através de esquemas claros e didáticos; </li></ul>
    35. 36. <ul><li>&quot;Uma imagem vale mais que mil palavras&quot; : demonstrações e filmes podem ser utilizados para enfatizar as aulas, variar as estratégias e motivá-los. Auxiliam na integração da modalidade auditiva e visual , e a discussão em sala que se segue auxilia o aluno organizar a informação. Por exemplo: para explicar a mudança do estado físico da água líquida para gasosa, faça-o visualizar uma chaleira com a água fervendo; </li></ul><ul><li>Não insista para que o aluno leia em voz alta perante a turma , pois ele tem consciência de seus erros. A maioria dos textos de seu nível é difícil para ele; </li></ul><ul><li>     Alunos com deficiência podem ser bem sucedidos em uma classe regular. O sucesso dependerá do cuidado em relação à sua leitura e das estratégias usadas. </li></ul>
    36. 37. Monitoramento na tarefas <ul><li>Certifique-se de que as tarefas de casa foram compreendidas e anotadas corretamente; </li></ul><ul><li>Certifique-se de que seu aluno pode ler e compreender o enunciado ou a questão. Caso contrário, leia as instruções para ele; </li></ul><ul><li>Leve em conta as dificuldades específicas do aluno e as dificuldades da nossa língua quando corrigir os deveres; </li></ul><ul><li>Estimule a expressão verbal do aluno; </li></ul><ul><li>Dê instruções e orientações curtas e simples que evitem confusões; </li></ul><ul><li>Dê &quot;dicas&quot; específicas de como o aluno pode aprender ou estudar a sua disciplina; </li></ul><ul><li>Oriente o aluno sobre como organizar-se no tempo e no espaço ; </li></ul><ul><li>Não insista em exercícios de fixação repetitivos e numerosos, pois isso não diminui a sua dificuldade; </li></ul>
    37. 38. Avaliação <ul><li>As crian ç as com dificuldade de linguagem têm problemas com testes e provas: Em geral, não conseguem ler todas as palavras das questões do teste e não estão certas sobre o que est á sendo solicitado. - Elas têm dificuldade de escrever as respostas; - Sua escrita é lenta, e não conseguem terminar dentro do tempo estipulado </li></ul><ul><li>Recomendamos que, ao elaborar, aplicar e corrigir as avalia ç ões do aluno , especialmente as realizadas em sala de aula, adote os seguintes procedimentos: - Leia as questões/problemas junto com o aluno, de maneira que ele entenda o que est á sendo perguntado; - Explicite sua disponibilidade para esclarecer-lhe eventuais d ú vidas sobre o que est á sendo perguntado; - Dê-lhe tempo necess á rio para fazer a prova com calma; - Ao recolhê-la, verifique as respostas e, caso seja necess á rio, confirme com o aluno o que ele quis dizer com o que escreveu, anotando sua(s) resposta(s) - Ao corrigi-la, valorize ao m á ximo a produ ç ão do aluno, pois frases aparentemente sem sentido e palavras incompletas ou gramaticalmente erradas não representam conceitos ou informa ç ões erradas; - Você pode e deve realizar avalia ç ões orais tamb é m. </li></ul><ul><li>     Se o aluno não pode aprender do jeito que ensinamos, temos que ensinar do jeito que ele aprende. </li></ul>
    38. 39. O professor deve proporcionar o trabalho com variados gêneros textuais para que os alunos possam se apropriar da estrutura e características de cada um deles, pois o contato com a leitura melhora a escrita.
    39. 43. BOLHAS OLHA A BOLHA D’ÁGUA NO GALHO! OLHA O ORVALHO! OLHA A BOLHA DE VINHO NA ROLHA! OLHA A BOLHA! OLHA A BOLHA NA MÃO QUE TRABALHA! OLHA A BOLHA DE SABÃO NA PONTA DA PALHA: BRILHA, ESPELHA E SE ESPALHA. OLHA A BOLHA! OLHA A BOLHA QUE MOLHA A MÃO DO MENINO: A BOLHA DA CHUVA DA CALHA! MEIRELES, CECÍLIA. OU ISTO OU AQUILO. RIO DE JANEIRO: NOVA FRONTEIRA, 1991.
    40. 45. _ALÔ, TATU TÁ AÍ? _NÃO, TATU NÃO TÁ, MAS A MULHER DO TATU TANDO É A MESMA COISA DO TATU TÁ . UM, DOIS, FEIJÃO COM ARRO Z; TRÊS, QUATRO , MACARRÃONO PRATO; CINCO, SEIS, BOLO INGLÊS; SETE, OITO, CAFÉ COM BISCOITO; NOVE , DEZ, COMER PASTÉIS.
    41. 47. O GALO QUE LOGROU A RAPOSA Um velho galo matreiro, percebendo a aproximação da raposa, empoleirou-se numa árvore. A raposa, desapontada, murmurou consigo: “Deixe estar, seu malandro, que já te curo!...e em voz alta: — Amigo, venho contar uma grande novidade: acabou-se a guerra entre os animais. Lobo e cordeiro, gavião e pinto, onça e veado, raposa e galinhas, todos os bichos andam agora aos beijos como namorados. Desça desse poleiro e venha receber o meu abraço de paz e amor. — Muito bem! — exclamou o galo. Não imagina como tal notícia me alegra! Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, crueldade e traições! Vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas... como lá vêm vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que também eles tomem parte na confraternização. Ao ouvir falar em cachorro, Dona Raposa não quis saber de histórias, e tratou de pôr-se a fresco, dizendo: — Infelizmente, amigo có-ri-có-có, tenho pressa e não posso esperar pelos amigos cães. Fica para outra vez a festa, sim? Até logo. E raspou-se. Autor: Monteiro Lobato. Moral da História: “Contra esperteza, esperteza e meia” .
    42. 48. <ul><li>BRIGADEIRO </li></ul><ul><li>INGREDIENTES: </li></ul><ul><ul><li>1 lata de leite condensado </li></ul></ul><ul><ul><li>1 colher de sopa de margarina sem sal </li></ul></ul><ul><ul><li>7 colheres de sopa de Nescau ou 4 colheres de sopa de chocolate em pó </li></ul></ul><ul><ul><li>chocolate granulado para passar nas bolinhas </li></ul></ul><ul><li>MODO DE PREPARO: </li></ul><ul><ul><li>- Coloque em uma panela funda o leite condensado, </li></ul></ul><ul><ul><li>a margarina e o chocolate em pó </li></ul></ul><ul><ul><li>- Cozinhe em fogo médio e mexa sem parar com </li></ul></ul><ul><ul><li>uma colher de pau </li></ul></ul><ul><ul><li>3 -Cozinhe até que o brigadeiro comece a desgrudar da panela </li></ul></ul><ul><ul><li>4 -Deixe esfriar bem, então unte as mãos com margarina, faça bolinhas e envolva-as em chocolate granulado. </li></ul></ul>
    43. 50. A onça pintada Também conhecida como jaguar ou jaguaretê, vive mais de 20 anos. Atinge 1,2 metros de comprimento e pesa até 200 quilos, sendo o maior carnívoro das Américas. É um animal noturno, solitário e caçador de extrema agilidade. Sua caça favorita são os veados, as capivaras e as antas. Existem muitas lendas sobre a onça-pintada, contadas pelos índios e pantaneiros. Apesar de feroz, a onça só mata para defender ou saciar a fome. Devido a sua pele, é alvo dos caçadores profissionais. Isso e a deterioração das florestas estão ameaçando a onça de extinção no Brasil. Selvagem e preservação . São Paulo: Abril Cultural, 2.000) O ELEFANTE O elefante é o maior mamífero terrestre do mundo. É também um dos que vivem mais tempo: de cem a cento e vinte anos. Além do seu tamanho, outra característica que chama a atenção no elefante é a sua tromba. As pessoas costumam pensar que o elefante bebe água pela tromba, mas, isso não é verdade. Ela é o nariz do elefante e funciona como uma espécie de canudo. Ele puxa a água e esguincha-a dentro da boca para beber ou nas costas para se refrescar. Adaptado livro de Ciências 4º Ano Marcos - Belo Horizonte Março/ 2007
    44. 52. O Mistério do casarão A rua estava deserta. Na noite fria e encoberta pela névoa, Tomás e seus irmãos caminhavam a passos largos. Apertavam o passo sempre que se aproximavam do velho casarão. Nesse momento, um grito cortou o silêncio da noite. Bia estancou... paralisada de medo. Curiosos, Tomás e Davi puxaram a irmã e se aproximaram do portão. — Esse casarão é mal assombrado! — sussurrou Davi, tentando esconder ... — Eu não acredito em assombração! — falou Tomás, o mais velho dos três. Outro grito. A voz lamuriosa vinha, provavelmente, do porão. — Quem será? Por que está gritando? O que vamos fazer? — disparou Davi, bombardeando os irmãos com perguntas e mais perguntas, como se eles soubessem mais do que ele. Ainda assustada e sem prestar atenção às perguntas do irmão, Bia disse: — Acho melhor irmos pra casa. Mamãe deve estar preocupada com a nossa... A menina não pôde completar, pois uma mão grande e peluda calou a e sorrateiramente levou-a para os fundos do casarão. Tomás e o irmão estavam tão distraídos com os gritos, que não perceberam nada. (...)
    45. 53. Macaco de espécie rara nasce no Rio Fernanda Pontes Especial para o Estado RIO – O Zoológico do Rio apresentou ontem um filhote de macaco caiarara branco (Cebus albifrons), animal em extinção que havia quinze anos não era reproduzido em cativeiro. O macaquinho, que nasceu no dia 28, foi batizado de Severino. Ele pesa 170 gramas e foi levado para a creche do zôo, já que sua mãe, Xuxa, teve um parto difícil, ficou estressada e abandonou o filhote. Severino está sendo alimentado com mamadeiras de leite, vitaminas e sais minerais. Segundo avaliação dos veterinários, em 60 dias Severino deve voltar a conviver com a família. De acordo com os biólogos, a reprodução do caiarara branco em cativeiro é difícil porque não se conhece bem essa espécie rara. O caiarara branco é natural dasflorestas tropicais da Colômbia, Bolívia, Peru e região amazônica do Brasil. A12 — GERAL QUINTA-FEIRA, 24 DE DEZEMBRO DE 1998 O ESTADO DE S. PAULO
    46. 54. BIBLIOGRAFIA <ul><li>Aprendizagem e desenvolvimento – um processo sócio-histórico - Vygotshy </li></ul><ul><li>A institucionalização invisível. </li></ul><ul><li>Crianças que não aprendem na Escola. </li></ul><ul><li>Pensamento e linguagem – Vygotsky </li></ul><ul><li>Fonaodiologia na escola. </li></ul><ul><li>O corpo fala. </li></ul><ul><li>A representação da escrita pela criança portadora de deficiência intelectual. Revista Brasileira de Educação Especial – v.3 nº 5 – 1999ª UMP. </li></ul><ul><li>A formação social da mente – Vygotsky. </li></ul><ul><li>Letramento: Um tema em três gêneros </li></ul><ul><li>Atendimento educacional Especializado – Deficiência Mental </li></ul>
    47. 55. Filmes sugeridos <ul><li>A professora maluquinha </li></ul><ul><li>O solista </li></ul><ul><li>Mente brilhantes </li></ul><ul><li>O leitor </li></ul><ul><li>O menino do pijama listrado </li></ul><ul><li>O estranho no ninho </li></ul><ul><li>O milagre de Ana Sulliva </li></ul><ul><li>Educação da pequena árvore </li></ul><ul><li>Nell </li></ul><ul><li>Meu pé esquerdo – def. física </li></ul><ul><li>A chave de casa – Def. múltiplas </li></ul><ul><li>Escritores da liberdade </li></ul>
    48. 56. “ Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.” Luís Fernando Veríssimo
    49. 57. <ul><li>Obrigada!!! </li></ul>

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