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Como se constrói o conhecimento científico? 
Ciência como processo dinâmico de investigação e...
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Como se constrói o conhecimento científico? 
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Fundamentos epistemológicos 
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O conhecimento científico tem uma estrutura...
Fundamentos epistemológicos 
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nível elevado? 
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Fundamentos psicológicos 
Desenvolvimento de funções mentais de nível elevado 
Um processo eficiente de ensino/aprendizage...
Apenas quando os alunos desenvolvem capacidades 
simples, como a memorização de determinados factos 
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Taxonomia revista de Bloom 
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Currículos de nível elevado no ensino das ciências 
Marzano  Kendall, 2007 
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Fundamentos sociológicos 
Quem deve ter acesso ao conhecimento científico? 
Princípio de igualdade social 
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Fundamentos sociológicos 
Princípios ideológicos na construção curricular 
O modo como o conhecimento educacional formal é...
Exigência conceptual e estrutura do conhecimento no 
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Nível de exigência 
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Referências 
Afonso, M., Alveirinho, D., Tomás, H., Calado, S., Ferreira, S., Silva, P.,  Alves, V. (2013). Que ciência se...
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Holton, G.,  Roller, D. (1958). Foundations of modern physical science. Cambridge, MA: Addison-Wesley 
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Conceptualização do conhecimento e das capacidades em currículos: Pressupostos teóricos e modelos de análise

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Comunicação apresentada no Seminário “Currículos de nível elevado no ensino das ciências: Conceptualização do conhecimento e das capacidades”, a 27 de outubro de 2014 no Conselho Nacional de Educação

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Conceptualização do conhecimento e das capacidades em currículos: Pressupostos teóricos e modelos de análise

  1. 1. CURRÍCULOS DE NÍVEL ELEVADO NO ENSINO DAS CIÊNCIAS CONCEPTUALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO E DAS CAPACIDADES 27 . OUTUBRO . 2014 Conselho Nacional de Educação Ana Maria Morais Isabel Pestana Neves Instituto de Educação, Universidade de Lisboa Sílvia Ferreira EBI do Carregado / IE, UL
  2. 2. CONCEPTUALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO E DAS CAPACIDADES EM CURRÍCULOS PRESSUPOSTOS TEÓRICOS E MODELOS DE ANÁLISE
  3. 3. O que é um currículo exigente para todos?
  4. 4. Currículos de ciências conceptualmente exigentes Pressupostos teóricos Fundamentos epistemológicos Fundamentos psicológicos Fundamentos sociológicos Modelos de análise de currículos de ciências
  5. 5. CONCEPTUALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO E DAS CAPACIDADES EM CURRÍCULOS PRESSUPOSTOS TEÓRICOS
  6. 6. Exigência conceptual O QUE Conhecimento científico Capacidades cognitivas Currículos de nível elevado no ensino das ciências O COMO Relação entre discursos Exigência conceptual
  7. 7. Exigência conceptual Nível de complexidade em educação científica traduzido pela complexidade do conhecimento científico e das relações entre conhecimentos distintos de uma dada disciplina científica e também pela complexidade das capacidades cognitivas. Currículos de nível elevado no ensino das ciências Morais Neves, 2012
  8. 8. Fundamentos epistemológicos Como se constrói o conhecimento científico? Ciência como processo dinâmico de investigação e como corpo de conhecimento rigoroso. Holton Roller, 1958 O conhecimento científico pode ser encarado como um sistema de teorias… A meta é descobrir teorias que, à luz da discussão crítica, cheguem mais perto da verdade. Currículos de nível elevado no ensino das ciências Popper, 1959
  9. 9. Fundamentos epistemológicos Como se constrói o conhecimento científico? Quando uma hipótese, que passou por testes rigorosos, é falsificada, surge um novo problema. Este novo problema exige a invenção de novas hipóteses, seguida de nova crítica e de novos testes. Currículos de nível elevado no ensino das ciências Popper, 1959, in Chalmers, 1999 No desenvolvimento da ciência normal, os problemas científicos transformam-se em enigmas que a comunidade científica vai procurando resolver dentro do quadro do paradigma vigente. Kuhn, 1962
  10. 10. Fundamentos epistemológicos Estrutura hierárquica do conhecimento científico O conhecimento científico tem uma estrutura hierárquica caracterizada pela articulação entre níveis de conhecimento no sentido do desenvolvimento de teorias sucessivamente mais gerais e integradoras. Currículos de nível elevado no ensino das ciências Bernstein, 1999
  11. 11. Fundamentos epistemológicos Discurso Horizontal Vertical Estruturas hierárquicas de conhecimento ex. Biologia, Física Currículos de nível elevado no ensino das ciências Estruturas horizontais de conhecimento Gramáticas fracas ex. Sociologia Gramáticas fortes ex. Economia Bernstein, 1999 Estrutura do conhecimento
  12. 12. Fundamentos psicológicos Como se pode ter acesso a um conhecimento de nível elevado? O currículo deve ser estruturado para que o aluno possa reanalisar o conhecimento adquirido, mas de uma forma mais aprofundada e com um nível de representação mais avançado. Currículos de nível elevado no ensino das ciências Bruner, 1963 Currículo em espiral
  13. 13. Um currículo em espiral, ao apresentar conceitos semelhantes em contextos novos e crescentemente mais complexos, oferece mais oportunidades para a repetição necessária a uma aprendizagem efetiva e eficaz. Na conceção de um currículo, a profundidade deve sobrepor-se à abrangência, com prioridade sobre o conhecimento central. Geake, 2009
  14. 14. Fundamentos psicológicos Desenvolvimento de funções mentais de nível elevado Um processo eficiente de ensino/aprendizagem de conceitos deve proporcionar o desenvolvimento de capacidades cognitivas que conduzam a funções mentais de nível elevado. Currículos de nível elevado no ensino das ciências Vygotsky, 1978
  15. 15. Apenas quando os alunos desenvolvem capacidades simples, como a memorização de determinados factos e conceitos, podem simultaneamente desenvolver capacidades complexas, como a aplicação desses conceitos a novas situações. Geake, 2009; Morais Neves, 2012
  16. 16. Fundamentos psicológicos Taxonomia revista de Bloom Criar Avaliar Analisar Aplicar Compreender Envolve a associação de elementos para formar um todo coerente ou funcional ou a reorganização de elementos num novo padrão ou estrutura: formular hipóteses, planear. Envolve fazer julgamentos com base em critérios e padrões: criticar, julgar, argumentar. Envolve discriminar os vários elementos constituintes da informação e determinar como esses elementos se relacionam entre si e com a estrutura/finalidade global: analisar, categorizar, questionar. Envolve o desenvolvimento ou utilização de informação numa determinada situação: aplicar, demonstrar, discutir. Envolve a construção de significado de mensagens instrucionais, incluindo comunicação oral, escrita e gráfica: descrever, explicar, inferir. Envolve a evocação de conhecimento da memória de longo prazo: Memorizar definir, identificar, enumerar. Currículos de nível elevado no ensino das ciências Nível crescente de complexidade Anderson et al., 2001
  17. 17. Fundamentos psicológicos Currículos de nível elevado no ensino das ciências Marzano Kendall, 2007 Taxonomia de Marzano
  18. 18. Fundamentos sociológicos Quem deve ter acesso ao conhecimento científico? Princípio de igualdade social O sucesso escolar numa sociedade democrática pressupõe o acesso de todos os alunos ao conhecimento legitimado pela comunidade científica e pela sociedade, permitindo-lhes assim o acesso ao discurso do poder e ao poder do discurso. Currículos de nível elevado no ensino das ciências Morais, 2002
  19. 19. Fundamentos sociológicos Princípios ideológicos na construção curricular O modo como o conhecimento educacional formal é selecionado, distribuído e transmitido reflete a distribuição de poder e os princípios de controlo social. Por isso, as diferenças e a mudança na organização, transmissão e avaliação do conhecimento educacional devem ser uma área fundamental de interesse sociológico da educação. Currículos de nível elevado no ensino das ciências Bernstein, 1990
  20. 20. Exigência conceptual e estrutura do conhecimento no contexto educacional das ciências Conhecimento científico DIMENSÃO PEDAGÓGICA Currículos de nível elevado no ensino das ciências DIMENSÃO EPISTEMOLÓGICA Transmissão do conhecimento Estrutura do conhecimento Nível de exigência conceptual Discurso vertical com estrutura hierárquica limita o acesso facilita o acesso elevado baixo Morais Neves, 2012
  21. 21. RELAÇÕES SOCIAIS DA ATIVIDADE PEDAGÓGICA Textos Contextos LINGUAGEM EXTERNA DE DESCRIÇÃO Modelos Proposições LINGUAGEM INTERNA DE DESCRIÇÃO Modelos Conceitos Morais Neves, 2001 (adaptado de Bernstein, 1996)
  22. 22. CONCEPTUALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO E DAS CAPACIDADES EM CURRÍCULOS MODELOS DE ANÁLISE
  23. 23. CURRÍCULOS (DPO) Nível de exigência conceptual Currículos de nível elevado no ensino das ciências Morais Neves, 2012 Exigência conceptual e investigação no contexto educacional das ciências Complexidade do conhecimento científico Complexidade da relação entre discursos Complexidade das capacidades cognitivas Princípios específicos do currículo Princípios gerais do currículo Processos de recontextualização Processos de recontextualização MANUAIS ESCOLARES DPR PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
  24. 24. Análise curricular Capacidades cognitivas Indicadores Grau 1 Grau 2 Grau 3 Grau 4 Conhecimentos Finalidades Orientações metodológicas Avaliação Grau de complexidade de acordo com a Taxonomia revista de Bloom / Taxonomia de Marzano Currículos de nível elevado no ensino das ciências Afonso et al., 2013 Calado, Neves Morais, 2013 Ferreira Morais, 2014
  25. 25. Análise curricular Capacidades cognitivas Secção: Orientações metodológicas Grau 1 Grau 2 Grau 3 Grau 4 Currículos de nível elevado no ensino das ciências Afonso et al., 2013 São referidas capacidades com um nível de complexidade superior ao grau 1, como compreender mensagens instrucionais complexas e aplicar a um nível baixo. São referidas capacidades com um nível de complexidade superior ao grau 2, envolvendo as capacidades de aplicar, a um nível elevado, e de analisar. São referidas capacidades com um nível de complexidade muito elevado, como as capacidades de avaliar e de criar. São referidas capacidades de baixo nível de complexidade, envolvendo processos que implicam adquirir e armazenar informação e compreender mensagens instrucionais simples.
  26. 26. Análise curricular Capacidades cognitivas Currículos de nível elevado no ensino das ciências Grau 1 Grau 4 Os alunos devem conhecer a localização do material genético na célula, o que pode ser concretizado com recurso a esquemas da constituição celular. (Orientações Curriculares 3º ciclo, Orientações metodológicas, p.33) Uma atividade a realizar consiste na análise de documentos previamente selecionados pelo professor que evidenciem conflitos de interesses inerentes a estas questões. Esta temática favorece a promoção de ambientes de aprendizagem baseados na resolução de problemas e em exercícios de tomada de decisão. (Orientações Curriculares 3º ciclo, Orientações metodológicas, p.29) Afonso et al., 2013
  27. 27. Análise curricular Capacidades cognitivas Currículos de nível elevado no ensino das ciências Grau 2 Grau 3 Certos conceitos, como produtor, consumidor e nível trófico, podem ser referidos mediante a exploração de cadeias alimentares simples. Pode ser pedido aos alunos que construam cadeias alimentares, em texto ou desenho, de forma a serem interpretadas pelos colegas. (Orientações Curriculares 3º ciclo, Orientações metodológicas, p.24) A pesquisa de informação sobre o trabalho de cientistas que contribuíram para o conhecimento do organismo humano e para o desenvolvimento de procedimentos médicos e cirúrgicos… (Orientações Curriculares 3º ciclo, Finalidades, p.36) Afonso et al., 2013
  28. 28. Análise curricular Conhecimentos científicos Indicadores Grau 1 Grau 2 Grau 3 Grau 4 Conhecimentos Finalidades Orientações metodológicas Avaliação Grau de complexidade crescente: factos, conceitos simples, conceitos complexos e temas unificadores/ teorias (ex., Anderson et al., 2001; Cantu Currículos de nível elevado no ensino das ciências Herron, 1978). Afonso et al., 2013 Ferreira Morais, 2014
  29. 29. Análise curricular Conhecimentos científicos Secção: Orientações metodológicas Grau 1 Grau 2 Grau 3 Grau 4 Currículos de nível elevado no ensino das ciências Afonso et al., 2013 Ferreira Morais, 2014 É referido conhecimento de baixo nível de complexidade, como factos. É referido conhecimento de nível de complexidade superior ao grau 1, como conceitos simples. É referido conhecimento de nível de complexidade superior ao grau 2, envolvendo conceitos complexos. É referido conhecimento de nível de complexidade muito elevado, envolvendo temas unificadores e/ou teorias.
  30. 30. Análise curricular Conhecimentos científicos Currículos de nível elevado no ensino das ciências Grau 1 Grau 4 Os alunos podem pesquisar materiais de que são feitas a maior parte das nossas roupas que atualmente substituem cada vez mais os materiais naturais como algodão, lã, seda, ou borracha. A verificação de etiquetas de vestuário será uma estratégia […]. (Orientações Curriculares 3º ciclo, Orientações metodológicas, p.28) Sugere-se a análise e discussão de evidências, situações problemáticas, que permitam ao aluno adquirir conhecimento científico apropriado, de modo a interpretar e compreender leis e modelos científicos, reconhecendo as limitações da Ciência e da Tecnologia na resolução de problemas, pessoais, sociais e ambientais. (Orientações Curriculares 3º ciclo, Orientações metodológicas, p.6) Afonso et al., 2013
  31. 31. Análise curricular Conhecimentos científicos Currículos de nível elevado no ensino das ciências Grau 2 Grau 3 A questão ‘Como interagem os seres vivos com o ambiente?’ pressupõe que os alunos compreendam que do ambiente fazem parte não só as condições físico-químicas, mas também todos os factores que interatuam com os seres vivos em causa – fatores abióticos e bióticos. (Orientações curriculares 3º ciclo, Finalidades, p.23) Para se iniciar o estudo dos ecossistemas, sugere se o visionamento de um filme sobre a vida animal e vegetal com a correspondente discussão na aula. Os alunos devem compreender os conceitos de ecossistema, espécie, comunidade, população e habitat. […] (Orientações Curriculares 3º ciclo, Orientações metodológicas, p.23) Afonso et al., 2013
  32. 32. Análise curricular Relações intradisciplinares Indicadores Grau 1 Grau 2 Grau 3 Grau 4 Conhecimentos Finalidades Orientações metodológicas Avaliação C++ C+ C- C- - Conceito de classificação de Bernstein (1990, 2000) Currículos de nível elevado no ensino das ciências Calado, Neves Morais, 2013
  33. 33. Secção: Orientações metodológicas Grau 1 C++ Grau 2 C+ Currículos de nível elevado no ensino das ciências Grau 3 C-Grau 4 C- - Análise curricular Relações intradisciplinares Afonso et al., 2013 Calado, Neves Morais, 2013 São sugeridas estratégias/ metodologias que apelam à relação entre conhecimentos de ordem simples dentro do mesmo tema. São sugeridas estratégias/ metodologias que apelam à relação entre conhecimentos de ordem simples de temas diferentes. São sugeridas estratégias/ metodologias que apelam à relação entre conhecimentos de ordem complexa, ou entre estes e conhecimentos de ordem simples, dentro do mesmo tema. São sugeridas estratégias/ metodologias que apelam à relação entre conhecimentos de ordem complexa, ou entre estes e conhecimentos de ordem simples, de temas diferentes. Ou Nas estratégias/ metodologias sugeridas é omisso conhecimento científico indispensável à compreensão da relação entre conhecimentos dentro do mesmo tema.
  34. 34. Análise curricular Relações intradisciplinares Currículos de nível elevado no ensino das ciências Grau 1 C++ Grau 4 C- - Os alunos podem pesquisar o valor energético de vários alimentos nos rótulos ou em listas dietéticas e interpretar dados que relacionem gastos energéticos do organismo em diferentes condições físicas. (Orientações Curriculares 3º ciclo, Orientações metodológicas, p.36) Tomando como exemplo uma questão anteriormente sugerida, relativa à alteração do ritmo cardíaco, a sua exploração implica, essencialmente, noções relativas aos sistemas circulatório, respiratório e metabolismo (caso a situação que origina essa alteração seja, por exemplo, a prática desportiva), ou aos sistemas circulatório, nervoso e hormonal (caso seja uma situação que cause ansiedade ou que origine um susto). (Orientações Curriculares 3º ciclo, Conhecimentos, p.34) Afonso et al., 2013 Calado, Neves Morais, 2013
  35. 35. Análise curricular Relações intradisciplinares Currículos de nível elevado no ensino das ciências Grau 2 C+ Grau 3 C-Os alunos devem conhecer certos efeitos do consumo de álcool, tabaco e droga e de alterações na prática de actividade física e nos hábitos de higiene sobre a integridade física e/ou psíquica do organismo. (Orientações Curriculares 3º ciclo, Finalidades, p.36) Partindo de situações familiares aos alunos (picadas, queimaduras, nervosismo em situação de avaliação), e realçando o carácter voluntário ou involuntário das reações, deve ser referido o papel do sistema nervoso (central e periférico) e do sistema hormonal na coordenação do organismo.* (Orientações Curriculares 3º ciclo, Orientações metodológicas, p.34) *Os sistemas nervoso e hormonal fazem parte da mesma unidade de ensino do currículo. Afonso et al., 2013 Calado, Neves Morais, 2013
  36. 36. CURRÍCULOS (DPO) Nível de exigência conceptual Currículos de nível elevado no ensino das ciências Morais Neves, 2012 Exigência conceptual e investigação no contexto educacional das ciências Complexidade do conhecimento científico Complexidade da relação entre discursos Complexidade das capacidades cognitivas Princípios específicos do currículo Princípios gerais do currículo Processos de recontextualização Processos de recontextualização MANUAIS ESCOLARES DPR PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
  37. 37. Referências Afonso, M., Alveirinho, D., Tomás, H., Calado, S., Ferreira, S., Silva, P., Alves, V. (2013). Que ciência se aprende na escola? Uma avaliação do grau de exigência no ensino básico em Portugal. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. Anderson, L. W., Krathwohl, D. (Eds.), Airasian, P., Cruikshank, K., Mayer, R., Pintrich, P., Raths, J., Wittrock, M. (2001). A taxonomy for learning, teaching and assessing: A revision of Bloom’s Taxonomy of Educational Objectives. New York: Longman. Bernstein, B. (1990). Class, codes and control: Vol. IV, The structuring of pedagogic discourse. Londres: Routledge. Bernstein, B. (1999). Vertical and horizontal discourse: An essay, British Journal of Sociology of Education, 20(2), 157-173. Bernstein, B. (2000). Pedagogy, symbolic control and identity: Theory, research, critique (Revised edition). Nova Iorque: Rowman Littlefield. Bruner, J. (1963). The process of education. New York: Vintage Books. Calado, S., Neves, I. P., Morais, A. M. (2013). Conceptual demand of science curricula: A study at the middle school level. Pedagogies: An International Journal, 8(3), 255-277. Cantu, L. L., Herron, J. D. (1978). Concrete and formal Piagetian stages and science concept attainment. Journal of Research in Science Teaching, 15(2), 135-143. Chalmers, A. F. (1999). What is this thing called science? (3ª ed.). Indianapolis: Hackett Publishing Company. Ferreira, S., Morais, A. M. (2014). Conceptual demand of practical work in science curricula: A methodological approach. Research in Science Education, 44(1), 53-80. Geake, J. (2009). The brain at school: Educational neuroscience in the classroom. Berkshire, UK: Open University Press. Currículos de nível elevado no ensino das ciências
  38. 38. Referências Holton, G., Roller, D. (1958). Foundations of modern physical science. Cambridge, MA: Addison-Wesley Publishing. Kuhn, T. (1962). The structures of scientific revolutions. Chicago: Chicago University Press. Marzano, R. J., Kendall, J. S. (2007). The new taxonomy of educational objectives (2ª ed.). Thousand Oaks, CA: Corwin Press. Morais, A. M. (2002). Basil Bernstein at the micro level of the classroom. British Journal of Sociology of Education, 23(4), 559-569. Morais, A. M., Neves, I. P. (2001). Pedagogic social contexts: Studies for a sociology of learning. In A. Morais, I. Neves, B. Davies H. Daniels (Eds.), Towards a sociology of pedagogy: The contribution of Basil Bernstein to research (pp.185-221). New York: Peter Lang. Morais, A. M., Neves, I. P. (2003). Processos de intervenção e análise em contextos pedagógicos. Educação, Sociedade Culturas, 19, 49-87. Morais, A. M., Neves, I. P. (2007). Fazer investigação usando uma abordaem metodológica mista. Revista Portuguesa de Educação, 20(2), 75-104. Morais, A. M., Neves, I. P. (2012). Estruturas de conhecimento e exigência conceptual na educação em ciências. Revista Educação, Sociedade Culturas, 37, 63-88. Popper, K. (1959). The logic of scientific discovery. Londres: Hutchinson. Vygotsky, L. (1978). Mind in society: The development of higher psychological processes. Ed. M. Cole, V. John-Steiner, S. Scribner, E. Souberman. Cambridge, MA: Harvard University Press. Currículos de nível elevado no ensino das ciências

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