Edição36 Comida Japonesa

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Harmonização e curiosidades sobre a comida japonesa.

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Edição36 Comida Japonesa

  1. 1. Outubro , 2013N 3B 'SAJ' 'Jan _t_ ; no . : : nunuuu: s 1"” . a ; link- : m: ' ' mta: :mu: 'Jari 2 É' | _. 15H' t* : ~ L". - . v- " _QFÍ MVHA_ , A ; K x 'n' - 1.x . x , ' 'x ' Nox I . . N-M_ . 's ' _ n' »E 3 ~ ', i» v x- _ 'o 5 5. o ' L 5p _ 31:4 : :IÊJQR I: fa' n: 4. ^ Cacau PTOÍáSÍO nem só de comédia vive a eterna Zezé de “íâvenida Brasil"
  2. 2. Tradição | Sushi l 4 r ' r ' v, _ u , e 7 . lb, ' ›_~4_. lfjl_ __ ' a , l e r r ~ u 4 N) by_ 7 ¡ ri . ' 4 N j , l _ x “a l i5_ ñ 1 ! É 'v. . 61k , 'JI ~ i ta] _ÍR r_ R _ _ É_ Y v# 'l 24 t( 'à IÍ l 'i a Í¡ z- . *â . h Pá: ;Éh
  3. 3. /' Bras abriria a maior colónia iaponesa fora do . Japão. São _j mais de miliãia de japorie ses espalhados pelo pais e São Paulo e a cidade que mais ciuiicenlra essa população. corn cerca de um milliãci de nrqrantes orientais, Corn Tanta gente trazendo a cultura de seu pais. a cullnarsa foi um dos aspect: : due teve a maior inñuéncia e caiu no dos to do brasileiro. De accrclci com a chef responsave' e proprieiaria do Restaurante Azuk Sabores do Japao, Marilia Gulp. os ijririclpais temperos da Cklililáfia ¡apo- nesa são os ixinaçires e saques, “o _Cie-m é rniilto usado na forma das se mentes torradas e moidas e tanwbem como ij-eci. Tem ainda ri shoyu. 'rl/ EiSâDl i3» rienriibre", enumera Marilia. Ela conta oue esses temperos são util - zados tamo nos pratos quentes corria: nos frios. "O oiea de Çierçielim compõe alçiuns niolios e o riengibire e utilizado para dar sabor. Os wlanaçires, saques e : i shoyu também são incluídos no prepar dispensável HD ; repara dos peixes i: 'Ie molhos. Já o wasabr' e in crus. como sirsriis e sashinvis". exe plica a chel. Aieiri dos temperos. atuims ingredien- tes são indispensáveis na : oz-nha ia- DCIPBSÕ. A massa do tipo lamen. para P O arroz é cozido em panela especial e reservado. para esfriar bem. Só depois ele é temperado com vinagre japonês, saquê e açúcar Marilia Culpi, chef W” wi-Úwmáue
  4. 4. D Trad iÇÍ 0 fazer pratos como o _vak/ ssoba. e um deles, O arroz também não pode faltar. Chamado de qohan, o arroz Japonês faz par- te do preparo dos sushis e serve como aconwpanhamentci de pratos quentes. preparados com frutos do mar ou carnes e acompanhados de alguns legumes especificos como o pepino iaponês, a beriniela japonesa (nirá) e brócolis (cara). O arroz merece atenção especial. "Primeiramente ele e' co~ zido em panela especial e reservado. para esfriar bem. Só depois ele é temperado com vinagre japonês, saque e açú- car". detalha Marília. Tradição e cuidados Assim como a cultura japonesa, a culinária engloba algu› mas tradições milenares que são mantidas até hoje. Uma delas e o fato de sushis e sashirnis serem preparados e›<~ clusnvamente por homens. "A tradição diz que as mãos das mulheres são mais quentes do que as dos homens e que por tanto os sush/ s não ficariam na temperatura adequada", ex- plica Marília. Por isso, as cozinhas dos restaurantes japones ses são comandadas por homens. Aluiinias icCF“Ía5¡'c1pLiflESa5Iüialll eidaptairlais ao paladar brasõeirai. cui e ri caso do sushi oe banainai com canela DIA O arroz é cozido em panela especial e reservado. para esfriar bem. Só depois ele é temperado com vinagre japonês, saquê e açúcar Mari/ ia Culpi, chef No preparo dos SUSÍWS. os profissionais devem ter o cuidado de fazer os bolinhos de arroz no tamanho ideal para que eles não precisem ser cortados ou para oue não Fiquem muito _cirandes quando colocados na boca. “O tamanho ideal e cerv ca de dois centímetros", esclarece a chef. Algumas tradições estão presentes nas refeições dos imi- grantes. mas não se popularizaram entre os brasileiros. Marilia conta que a principal delas é a frase "| taclaikiinasLi". que seria o nosso “bom apetite". "Além disso, os jGDOHESGS
  5. 5. é' Ó . AIINOMOTO 4 í não uzr ~zam tanto shoyu quarwto Mós. Arwevas uma , omcefa- da" rente. A chef exp! ca que eles costumanw Ie ar os pratos ate' z. Os pratos e as CUIWDLJCES também 'em un* uso dife- E1.ê1v"«CL'vrTÍI'áI'Iw7 de nas. oue *uanntrs ate Wratr Doces c bebidas No Jaoào as ¡Jessoas não : em o Cosíuwe de oeoer sucos : JLI refruerantes durante a refençãzg. “Quawdu gebezn, é chá cru-eme", comenta Maríl a. ÉFTFE as : ebr-: ías alcócrlf- cas. w- : saque é o um: s r ~' ' e ; zuode ser sera» do cuew te» u qelacio. 'O saque ; pelado e s Para fra rzar. a: : s: n:)r'e'wesas w pómcas são : Jem suaves : :nn ¡vcfuco açucar. "A5 de que efes [W315 nostam são as fer- d ferente oara a nossa ; mv Thais Vaurof : as de arroz e fenjã um ternperv: : radrcmwal con"t)rr*açã›: r turaslerra , 7 › ¡AuNomnm A , uMÁ/ ,ÉQAÀÍÂL . aalvch - . uma FREPRRADU ABAM UlSALGRE-XO
  6. 6. 'fmrmnkytàtazero : um 'ara : irem q. 1313111121:"ímüiíains ¡ . vugmí ü; .var : .a: «-q¡. .¡an;2›. n^¡¡Jana. , , ~ : :um r: untfí“uâ~@manmk É ' . x A; / ' ~ gumim vom 'folínltll. l* uagLügiítÍKt aqui: : l : as 'f/ Lkiiraii ? (1a . nu : :vu . .zu 'uucuuhlñkwirüullílñilâükjp , _ 'A ip. : ; i . a . ¡Iffâafgiílilçânárklekggnr 73. Ly» ; -:, r -, nlqsuñhnutgguãfgalap, gmiíf '* x “n um? l «agugggagguqqgymggg-«uaggacggmuggez
  7. 7. , nha-c da como rrgr na mente Nmonsnu no Japão. ou sa- ouê no Bras e no r r» : e do mLwclo. essa tebrda 'rwrlenar' tem Conor_ sfadr carla vez 'na s; o 'HelTãíÍIÍr bras »e ru. O consuma: cresce Bum ao ano". Garante a saouê- sonarne IerYas- WIN YÉWBSHIV! ) &HYDEIIXEKHDFÉI UE. 'MEF : a J'L. '/'JD. I1JÍJ. ' 3 d Juravna “sake srçr n ? Rca lzehrda arcr '› rca ÚLI bebrda team mas de V# de teor alczaóírco. mas no Bras f e no resto do mundo e conhecr do COWTIÍJ o fernwentactr, de arroz. Para Dedrr um saque na . Japão , w rar N non-Shu", affrma a sommel er. Aoesar »de fTãIÍr se saoer exatamen- te onde a : :Jelírcia surr¡ u, no Jaoãn) CrLI na Cfwna. os Dr merrrds docarnentrgs "O saque era Cons : leram a ! geraida (fas EIDEIFBCEYH Pa' deuses. e reza uma EITÍÍE. que só oc» dra . ser : tnrwclrrzirfcw oor vnrwner' ÉS ; Jens ; Jor serem _DuFaEL Elas mastrua- vanw : :w arroz co: do 'rmrncg e custaram nc» tacrc». Era um prurdrst: puro do pra» cesso (Je fermentaçàwiv da ea! va, Ao Icxnr; xÍV' TERÃO! ? ESSE LÚFOCBSÍÉIJ UE: f, 'CI' dução rrmduu mui. . _ O arrru: e' Iavacic- e (cando a vaoor, Deo: : s e ter- 'nePfa-'iíc- Corn aqua. everfr; e : rn fun- §| IJ GSÇIECIÕ CME' . FÕHSTÍIYIWYG L" GWMCÍU (In QHTJZ em d» @se e a rj: cose em afcwl. Devo s de fernveníacía, a! ' Llfiadõ e c: @cada da e Htra-ria. pa DEVE¡ C CEIPSÕV' EHÍGS dE SEI' EHÇXEJTE' fada". exnl caYawwin. b Consumo de saquê no Brasil cresce 30% ao ano Yasmin Yonashiro, saquê somme/ ier facebook _rflerschmannbrasrl
  8. 8. Bebidas | Saque Degustação O teor alcoólico padrão da bebida é de 14% a 16%. mas o sa- quê pode chegar a 20%. Possui oito categorias e o que as dl- ferencia é o polimento do arroz. "Quanto mais polido (sem quebrar o grão). mais premium é a bebida. Além de utilizar mais matéria-prima, utilizam-se leveduras e procedimentos diferentes na produção. o que resulta em maior complexida- de. O local do engarrafamento do saquê é o que determina se ele é nacional ou importado". diz Yasmin. Por ser uma bebida versátil, o saquê pode ser consumido quente. trio ou em temperatura ambiente. A degustação pode ser feita em taças. Aliás. esta "é a forma como se per- cebe melhor o aroma. o sabor e a cor. Assim. o saquê é ana lisado de forma plena". ou em copos específicos, como o Choko, "copo mais utilizado no Japão para se tomar saquê". añ rma Yasmin. lx^iirlrr ir [HHHF r 48IDIA Harmonização Apesar de ser comumente harmonlzado com pratos orien› tais. a sommelier garante que a bebida também combina com comidas ocidentais. "Nos bares tradicionais do Japão. chamados de lzakaya, o saquê pode ser acompanhado por comidas fritas e gordurosas. Por isso, ao traduzir o consu- mo para o Brasil. podemos harmonlzá-lo perfeitamente com pastéis em bares onde se bebe saquerlnha". Em relação à combinação com frutas. as possibilidades são diversas. havendo restrição apenas ao limão. "Ele não pode ser macerado como nas caipirinhas de vodka ou cachaça, divido ao óleo amargo que a casca do limão solta e que não harmoniza com o saquê. Você deve misturar o suco de li- mão. para assim obter um resultado mais saboroso. Como é uma bebida leve. a maior parte da combinação com frutas dispensa até o uso do açúcar", garante_ porMaviane Maio o o É' õ o, 53 Ê
  9. 9. i ' i * i i l à i ii 'i i _ a : ea: s. .- Fresh Ingredientes: v i ii5i'i. ii~ e i°'i: t«iv v i F ii~' t* i': '~""i-«-i: i : e 'tWiVÍl' , M_ iii i NW . z ' i i Cmt . ri Modo de preparo: iii iiiiui_ i *i Jiivr' -: '|~, i*i~. ', Hdii w ›r*ii! ;1~'~ e um Jiii i iiigi, 1-; ,IEi -3'n: _i3 LQJJCI, VÍluig* Lxliivg i i2 L , ic i ~a. ii Ti [INT "ii Nie-ii . ~ii' i~ iiiiii1'i'ii>“"-^ 'riwewi -i: ii : :ir pri ii ; _. i'

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