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Grupo B1 Grupo B2 
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 Durante as práticas foram trabalhadas as diferentes 
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 Para a abordagem dos temas foram usadas 
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 A técnica mais utilizada nessas práticas foi a 
Roda de Conversa que segundo SILVA E 
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 Segundo NASCIMENTO & SILVA, 2009 roda de 
conversa é um método de participação 
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• É um conjunto de trocas de: 
 Experiências; 
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 Visitas à Secretaria Municipal de Saúde: 
 24/08/2011 – B2 
 31/08/2011 – B1 
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Estudo do caso 
 Divisão em dois grupos na UBS Pitanguinha 
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Abandono do tratamento e suas causas 
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Notificação (SINAN) 
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Aspectos Biológicos: 
 Refere-se a um quadro de pressão arterial 
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Aspectos Epidemiológicos 
 Prevalência de HAS no Brasil – 35%; (IBGE – 2004) 
 Em Alagoas – cerca de 240 mil portadores ...
Fatores de Risco 
 Idade; 
 Hereditariedade; 
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Tabagismo 
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50.00% 
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30.00% 
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Sim Não 
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 Aspectos biológicos; 
 Aspectos epidemiológicos; 
 Fatores de risco;
GRÁFICO 01: Amostra da porcentagem de portadores de Diabetes 
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GRÁFICO 02: Amostra do número de portadores de Hipertensão 
Arterial Sistêmica, de Diabetes Mellitus ou de ambas doenças 
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GRÁFICO 03: Amostra da porcentagem de Praticantes de Exercício 
Físico no Bairro da Pitanguinha, Maceió/AL, 2011.2 
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Comunidade Pitanguinha; 
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• As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são 
consideradas como um dos problemas de saúde 
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• Realizada na Unidade Básica de Saúde (UBS) da 
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Acadêmicos de Medicina e moradores da comunidade da Pitanguinha 
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 As atividades realizadas permitiram: 
- Aquisição de conhecimento sobre doenças 
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 Foram realizadas atividades educativas com os 
temas: 
- Saúde bucal; 
- Educação sexual; 
- DSTs; 
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permitiu: 
- Enriquecimento do conhecimento sobre o 
Sistema de Informação; 
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 Melhor comunicação entre professores, alunos 
e funcionários da UBS; 
 Melhoria nas condições das práticas de 
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• SILVA, PETRONILHA BEATRIZ GONÇALVES E; BERNARDES, NARA MARIA 
GUAZZELLI. Roda de conversas – Excelência acadêmica é a di...
 Caderneta de Saúde do Adolescente. Ministério da Saúde, 2009 
 Ministério da Saúde. Disponível em: <http://www.aids.gov...
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Saúde e Sociedade - Atividades Práticas Unidade Básica de Saúde

  1. 1. Trabalho de conclusão da disciplina de Saúde e Sociedade 3 do Eixo de Aproximação a Prática Médica e Comunidade da FAMED - UFAL orientado pelos professores João Klínio Cavalcante, Maria Edna Silva Bezerra e Jairo Calado Cavalcante. Turma B
  2. 2. Turma B Grupo B1 Grupo B2 Halbate Barbosa Leila Araújo Karlla Gabrielly Leonardo Lopes Lívia Lessa Luana Carmélia Luane Lira Paula Pires Márcio Ighor Priscilla Alves Maraysa Barros Rafaela Acácio Marília Magalhães Renata Leonel Nathália Campos Luciano Menezes Renata Plech Raissa Jardelino Simone Dias Sheyla Amorim 
  3. 3.  Serão expostas as atividades práticas da disciplina Saúde e Sociedade 3 que abordam os temas dos módulos de Saúde Coletiva, Bioestatística e Educação e Comunicação em Saúde.  As práticas foram realizadas na Secretaria Municipal de Saúde e na comunidade do Feitosa, vinculada a Unidade Básica de Saúde e a Escola Estadual Profº Sebastão da Hora da Pitanguinha que é localizada no Bairro da Pitanguinha, na cidade de Maceió, Alagoas.
  4. 4.  Durante as práticas foram trabalhadas as diferentes concepções do processo saúde-doença, como também do seu perfil epidemiológico, aproximando-os da prática médica e das dificuldades enfrentadas pelos profissionais de saúde, além de informar, educar e conscientizar a comunidade acerca de hábitos ou informações para a melhoria de sua saúde.  Foram abordados os temas:  Hipertensos  Diabéticos  Saúde Bucal  Aleitamento Materno e Pré-natal  Educação Sexual  Tabagismo e hábitos saudáveis de vida  Drogas  Dengue  DST
  5. 5.  Para a abordagem dos temas foram usadas técnicas de Educomunicação que segundo SOARES é definida como: [...] ações inerentes ao planejamento, implementação e avaliação de processos, programas e produtos destinados a criar e fortalecer ecossistemas comunicativos em espaços educativos presenciais ou virtuais, tais como escolas, centros culturais, emissoras de TV e rádio educativo, centro produtores de materiais educativos analógicos e digitais, centros de coordenação de educação à distância ou e-learning e outros [...] (p. 12)  Prezando sempre a Educação em Saúde que é um processo de trocas de saberes e experiências entre a população como um todo, incluindo usuários, profissionais e gestores de saúde. Cada pessoa é valorizada como dono de um saber, um aprendiz e um educador.
  6. 6.  A técnica mais utilizada nessas práticas foi a Roda de Conversa que segundo SILVA E BERNARDES (2007) pode ser definida como: “... é um meio profícuo de coletar informações, esclarecer idéias e posições, discutir temas emergentes e/ou polêmicos. Caracteriza-se como uma oportunidade de aprendizagem e de exploraçãode argumentos, sem a exigência de elaborações conclusivas. A conversa desenvolve-se num clima de informalidade, criando possibilidades de elaborações provocadas por falas e indagações.”  Assim, deixa claro que realizar a Educação em Saúde através das rodas de conversas é bastante válido, uma vez que, essa técnica permite uma aprendizagem horizontal, onde não há certo e errado ou verdadeiro e falso, o que ocorre é um diálogo em que os dois lados aprendem e não há superioridade entre eles.
  7. 7.  Objetivos Gerais Relatar práticas realizadas na disciplina de saúde e sociedade 3, buscando a aproximação à prática profissional e a aquisição de conhecimentos.  Objetivos Específicos Compreender princípios e estratégias do processo de educação e comunicação com o usuário/comunidade; aplicar práticas educativas na comunidade como estratégia de promoção à saúde; conhecer das principais morbidades que afetam a população da comunidade estudada.
  8. 8.  Estratégias de comunicação nas atividades realizadas: Apresentação de vídeos e fotos;  Exibição de peça teatral; Rodas de conversa; Dinâmicas interativas;  Aplicação do conhecimento na realidade das pessoas.
  9. 9.  Recursos visuais:  pontos de apoio numa apresentação;  pois permite organizar o material exposto verbalmente e acompanhar uma linha de pensamento;  Utilização como “roteiro” para permanecer na trilha, sem se desviar do assunto ou estender-se além do tempo previsto;  Ilustrar pontos importantes para a compreensão do assunto.
  10. 10.  Segundo NASCIMENTO & SILVA, 2009 roda de conversa é um método de participação coletiva de debates acerca de uma temática através do diálogo.
  11. 11. • É um conjunto de trocas de:  Experiências;  Conversas;  Discussão  Divulgação de conhecimentos entre os envolvidos nesta metodologia. (NASCIMENTO & SILVA, 2009)
  12. 12.  Visitas à Secretaria Municipal de Saúde:  24/08/2011 – B2  31/08/2011 – B1  23/11/2011 – Reposição  Orientada por Jairo Calado;  Objetivo: Conhecimento dos SIS:  SIM  SINAN  SINASC  SISHIPERDIA  SIAB
  13. 13.  Fluxo de Informação;  Instrumentos; Secretaria Municipal de Saúde  Dificuldades;  Falta de informações obrigatórias;  Má caligrafia na DO; Secretaria Estadual de Saúde  Demora na devolutiva dos instrumentos na secretaria;  Falhas no preenchimento das fichas; Ministério da Saúde  Avaliação do SIAB:  Menor procura pelos hospitais e maior procura pelas UBS;
  14. 14. Estudo do caso  Divisão em dois grupos na UBS Pitanguinha para fazer a historia da doença do paciente;  Foi dada ênfase para sinais e sintomas dessas doenças, e a evolução do tratamento;  Foi observado em ambos os casos abandono do tratamento
  15. 15. Abandono do tratamento e suas causas  Brasil possui um alto índice de abandono no tratamento dessas doenças, dentre as causas encontramos:  Tratamento de hanseníase e tuberculose dura em média seis meses;  Regressão dos sintomas logo no inicio da terapêutica;  Falta de informação adequada aos pacientes
  16. 16. Importância da notificação correta  Preenchimento das correto das notificações é um dos principais problemas no sistema de saúde;  Nos casos analisados foi encontrado prontuários desorganizados, ausência de resultados de exames, falta de informações entre outros;  Sub-notificação atrapalha geração de dados e epidemiologia das doenças
  17. 17. Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN)  A utilização efetiva do SINAN permite a realização do diagnóstico dinâmico da população;  Fornece Base para explicar causas dos agravos de notificação compulsória;  Indispensável na epidemiologia e criação de estratégias para combater as doenças.
  18. 18. Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos
  19. 19. Aspectos Biológicos:  Refere-se a um quadro de pressão arterial elevada;  Considera-se hipertenso o indivíduo que mantém uma pressão arterial acima de 140 por 90mmHg durante seguidos exames médicos;  Os sintomas, quando ocorrem, são: dor de cabeça, tontura, cansaço, falta de ar e sangramentos nasais.
  20. 20. Aspectos Epidemiológicos  Prevalência de HAS no Brasil – 35%; (IBGE – 2004)  Em Alagoas – cerca de 240 mil portadores de HAS em 2008, o equivalente a 22% da população acima de 30 anos; (MS – 2008)  Em Maceió – o percentual de hipertensos é de 24,3% da população adulta.
  21. 21. Fatores de Risco  Idade;  Hereditariedade;  Sexo;  Tabagismo;  Consumo de álcool;  Sedentarismo e obesidade.
  22. 22. Hereditariedade 53.00% 52.00% 51.00% 50.00% 49.00% 48.00% 47.00% 46.00% 45.00% 44.00% Histórico familiar de doença cardiovascular 52.80% Sim Não 47.20% GRÁFICO 01 : Amostra do número de hipertensos com histórico familiar de doença cardiovascular no Bairro da Pitanguinha, Maceió/AL, 2011.2
  23. 23. Tabagismo 90.00% 80.00% 70.00% 60.00% 50.00% 40.00% 30.00% 20.00% 10.00% 0.00% 17.10% Sim Não 82.90% Hipertensos tabagistas GRÁFICO 02: Amostra da porcentagem de Tabagistas no Bairro da Pitanguinha, Maceió/AL, 2011.2
  24. 24. Sedentarismo e Obesidade 80.00% 70.00% 60.00% 50.00% 40.00% 30.00% 20.00% 10.00% 0.00% 29.50% Sim Não 70.50% Prática de Exercício Físico GRÁFICO 03: Amostra da porcentagem de Praticantes de Exercício Físico no Bairro da Pitanguinha, Maceió/AL, 2011.2
  25. 25.  Aspectos biológicos;  Aspectos epidemiológicos;  Fatores de risco;
  26. 26. GRÁFICO 01: Amostra da porcentagem de portadores de Diabetes Mellitus, entre os entrevistados, no Bairro da Pitanguinha, 60.00% 50.00% 40.00% 30.00% 20.00% 10.00% 0.00% Maceió/AL, 2011.2 41.30% Sim Não 58.70% Portador de Diabetes
  27. 27. GRÁFICO 02: Amostra do número de portadores de Hipertensão Arterial Sistêmica, de Diabetes Mellitus ou de ambas doenças associadas, no Bairro da Pitanguinha, Maceió/AL, 2011.2 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 47 Portadores de HAS e/ou DM 1 32 HAS DM HAS + DM
  28. 28. GRÁFICO 03: Amostra da porcentagem de Praticantes de Exercício Físico no Bairro da Pitanguinha, Maceió/AL, 2011.2 80.00% 70.00% 60.00% 50.00% 40.00% 30.00% 20.00% 10.00% 0.00% Prática de Exercício Físico 29.50% 70.50% Sim Não
  29. 29.  Com o intuito de analisar a opinião dos alunos acerca das práticas do Eixo de Saúde e Sociedade 3, foi feita uma síntese de todos os relatos feitos nos diários de campo, avaliando as atividades realizadas nos módulos de Saúde Coletiva, EduComunicação e Bioestatística.  Os diários de campo constavam de relatos, os quais eram distribuídos de acordo com a tabela abaixo, levando em consideração a Aprendizagem Adquirida, os Pontos Positivos e Negativos e, por fim, as Sugestões. Aprendizagem Adquirida Pontos Positivos Pontos Negativos Sugestões
  30. 30.  Com as práticas, os alunos tiveram uma maior oportunidade de interagir diretamente com os pacientes, colocando seus conhecimentos em prática através da aferição da pressão arterial de cada paciente visitado;  No geral, a atividade foi proveitosa, mas muitos alunos relataram ter sido parcialmente realizada, uma vez que uma grande maioria não conseguiu preencher o número de fichas adequado, devido à ausência dos pacientes em suas residências e ao horário, visto que a atividade começou em atraso.
  31. 31.  No geral, as atividades tiveram um saldo positivo, uma vez que, além de nos possibilitar a aprender como deve se comportar um médico educomunicador, o qual deve sempre valorizar a relação horizontal entre médico e paciente, também nos deu a oportunidade de aprofundar nossos conhecimentos sobre os diversos temas abordados.  Além disso, devemos destacar também a grande interação que obtivemos, visto que em praticamente todas as práticas, mesmo que não fosse o público-alvo adequado para aquela atividade específica, o público interagiu conosco, tentando expor seus conhecimentos prévios e, assim, enriquecer nossa roda de conversa.
  32. 32. Como pontos negativos, foram destacados, principalmente: - Inadequação de espaço físico; - Falta de apoio financeiro; - Inadequação do público em algumas atividades.
  33. 33. Aprendizado adquirido  Entendimento acerca do funcionamento e processamento de dados no SIM, SINAM, SINASC e SISHIPERDIA, além de aspectos envolvidos nas declarações de óbito e nascimento; Pontos positivos  Boa receptividade e explicação do professor e funcionários da Secretaria Municipal de Saúde; Pontos Negativos  Falta de estrutura do local para a acomodação dos alunos;  Falta de organização acerca das atividades a serem realizadas; Sugestões  Faz-se necessário uma melhora na organização das atividades programadas;  Faz-se necessário a realização mais aulas práticas de bioestatística.
  34. 34.  Realizada no dia 22 de Setembro na Escola Municipal Sebastião da Hora;  Público alvo: adolescentes de 11 a 14 anos;  Etapas da prática: - Dinâmica de apresentação; - Roda de conversa com tais temas abordados: Desenvolvimento do corpo (1° menstruação, polução noturna, masturbação), ficar x namorar, métodos contraceptivos, gravidez.
  35. 35.  Etapas da prática (cont.): - Demonstração do correto uso da camisinha (acadêmicos e adolescentes); - Dinâmica da Bola de Assopro (simulação de uma gravidez); - Dinâmica da caixa de perguntas; - Lanche.
  36. 36.  Realizada no dia 14 de Setembro no Posto da Comunidade Pitanguinha;  Público alvo: diabéticos e hipertensos da comunidade Pitanguinha;  Etapas da prática: - Dinâmica de apresentação; - Roda de conversa  definições, fatores de risco e medidas preventivas (estilo de vida); - Dinâmica sobre mitos e verdades sobre as doenças; - Dinâmica com cartaz interativo (hábitos saudáveis x hábitos errados); - Aferições de Pressão; - Café da manhã saudável.
  37. 37.  Saúde Bucal  Ainda há necessidade de participação dos profissionais de saúde como educadores, os quais não devem se restringir apenas a “agentes multiplicadores de conhecimentos”.
  38. 38.  Atividades Práticas – Saúde Bucal • Foram realizadas no dia 14/09/2011 com os alunos de 7-8 anos da Escola Estadual Sebastião da Hora do bairro da Pitanguinha; • Foram empregadas metodologias audiovisuais e recreativo-pedagógicas variadas: • Explanação interativa sobre a importância da saúde bucal e da escovação correta, através da utilização de um modelo expositivo; • Pequena peça teatral – Abordagem: importância de se prevenir doenças bucais resultantes da má higiene, além da necessidade da visita regular ao dentista. • Utilização de paródias;
  39. 39.  Atividades de perguntas e respostas, baseadas nas brincadeiras da corrida de saco, passa-bola, dança das cadeiras e caça-palavras;  Distribuição de conjuntos de higiene bucal contendo escova e pasta de dentes, além de cartilhas para colorir. Os acadêmicos acompanharam as crianças durante a escovação, objetivando que o procedimento fosse realizado de maneira correta.  Transmissão de vídeo educativo - valorização de múltiplos sentidos (visual, auditivo e cinestésico), possibilitando, assim, um maior aprendizado pelas crianças.
  40. 40. Acadêmicos de Medicina e alunos da Escola Estadual Sebastião da Hora na atividade prática de Educomunicação – Saúde Bucal.
  41. 41.  Aleitamento Materno e Pré-Natal • A realização de ações educativas no decorrer de todas as etapas do ciclo grávido-puerperal é muito importante, mas é no pré-natal que a mulher deverá ser melhor orientada para que possa viver o parto de forma positiva, ter menos riscos de complicações no puerpério e mais sucesso na amamentação; • Tais ações devem, preferencialmente, ser realizadas através de metodologias participativas, garantindo assim, que o conhecimento que as mulheres já possuem possa ser intercambiado dentro dos grupos formados nos serviços de saúde; • Os profissionais de saúde devem assumir a postura de educadores que compartilham saberes, buscando devolver à mulher sua autoconfiança para viver a gestação, o parto e o puerpério (RIOS, 2007).
  42. 42.  Atividades Práticas - Aleitamento Materno e Pré-Natal • As atividades foram desenvolvidas na Unidade Básica de Saúde da Pitanguinha, do município de Maceió (AL) no dia 21/09/2011; • Objetivo principal: orientar as gestantes sobre a importância do Pré-Natal no acompanhamento da gravidez, do aleitamento no pós-natal, além desmistificar costumes atrelados às raízes culturais. • Consistiram em sete diferentes momentos: • Apresentação dos acadêmicos junto às mães, seguida da distribuição de crachás como forma de identificação, objetivando, assim, a comunicação e envolvimento das gestantes nas atividades que seriam realizadas; • Explanação interativa sobre a importância da realização do Pré-natal;
  43. 43. • Troca de experiências, na qual cada mãe participante pôde contribuir com uma parcela significativa para o crescimento e construção do aprendizado durante a dinâmica; • Pequena explanação sobre amamentação, destacando aspectos como: técnicas que garantissem maior aproveitamento na mamada (utilizando-se para isso a demonstração de um boneco-modelo), a importância do leite materno tanto para a proteção do bebê como para o estabelecimento da conexão mãe-filho, dentre outros; • Roda de conversa sobre as principais dúvidas e erros referentes ao pré-natal e aleitamento materno;
  44. 44. • Lanche interativo, contendo salada de frutas, sucos e pães de queijo, evidenciando a importância de uma alimentação saudável durante o período da gravidez; • Sorteio de kits de higiene infantil, cada qual contendo um pacote de fraldas, lenços umedecidos e sabonetes próprios para bebê.
  45. 45.  Tabagismo e hábitos de vida saudável • A Organização Mundial de Saúde (OMS) identifica o tabagismo como um fator de risco à vida a ser combatido com alta prioridade. • Práticas educativas sobre esse tema (tabagismo ) é importante devido às co-morbidades relacionadas ao uso do tabaco. • Orientar sobre a importância dos hábitos saudáveis de alimentação relacionados ao controle e prevenção de doenças.
  46. 46.  Atividades Práticas - Tabagismo e hábitos de vida saudável • As atividades foram desenvolvidas na Unidade Básica de Saúde da Pitanguinha, do município de Maceió (AL) no dia 26/11/2011; • Desenvolveu-se da seguinte forma: o Apresentação dos acadêmicos aos presentes na sala de espera da unidade básica de saúde; o Um primeiro momento de ginástica laboral; o Explanação sobre o tabagismo, suas consequências, dependência.
  47. 47.  Atividades Práticas - Tabagismo e hábitos de vida saudável o Troca de experiências; o Roda de conversa sobre alimentação saudável que é acessível e não é cara, valoriza a variedade e naturalmente colorida. Com a apresentação dos 10 passos para uma alimentação saudável. o Troca de experiências sobre alimentos e modo de preparo. o Explanação sobre o estresse que é um mau prognóstico para uma boa qualidade de vida;
  48. 48.  Atividades Práticas - Tabagismo e hábitos de vida saudável o Momento ginástica laboral; o Encerramento com um lanche interativo
  49. 49.  Drogas • As drogas são substâncias que produzem mudanças nas sensações, no grau de consciência e no estado emocional das pessoas. (BRASIL,2004) • A necessidade de se abordar esse tema nas escolas em virtude da vulnerabilidade dos menores com o objetivo de alertar sobre as consequências de uso de entorpecentes.
  50. 50.  Atividades Práticas – drogas • Atividade realizada no dia 16/11/2011 na Escola Estadual Sebastião da Hora no bairro Pitanguinha em Maceió, Al • A atividade se deu da seguinte forma: o Apresentação dos acadêmicos aos alunos do 7º ano da escola. o Metodologia: dividimos os alunos em dois grupos vermelho e amarelo; o Explanação sobre as principais drogas: maconha, cocaína, crack, ecstasy, heroína, oxe.
  51. 51.  Atividades Práticas – drogas o Abordamos os principais efeitos e as consequências das drogas no organismo; o Troca de experiências; o Falamos sobre o poder da amizade: bom e mau; o E do projeto Acolhe Alagoas iniciativa da Secretaria do Estado da Promoção da Paz; o Dinâmicas: caça-palavras e jogo do tabuleiro com perguntas e respostas;
  52. 52.  Atividades Práticas – drogas o atividade sobre Drogas, na Escola Estadual Sebastião da Hora no dia 16 de novembro para os alunos do 7ºano.
  53. 53.  DST • As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são consideradas como um dos problemas de saúde pública mais comum em todo o mundo.” (BRASIL, 2011); • No Brasil, foram registrados 66.114 casos de SIDA entre jovens de 13 a 24 anos até junho de 2009. (BRASIL, 2011); • Importância da articulação das políticas, nas escolas, voltadas para adolescentes e jovens, com o objetivo de informar e diminuir a vulnerabilidade deste grupo às DST, à infecção pelo HIV e à gravidez não planejada.
  54. 54.  Atividade Prática – DST • Realizada no dia 09 de novembro de 2011, com alunos de 11 a 14 anos da Escola Estadual Sebastião da Hora, no bairro Pitanguinha em Maceió-Al; o Objetivos: • Promoção da saúde sexual e da saúde reprodutiva dos adolescentes; • Focar nas estratégias de prevenção primária (uso do preservativo) e secundária (diagnóstico e tratamento) das DST.
  55. 55.  Atividade Prática – DST o Consistiu nas seguintes etapas: • Dinâmica de apresentação; • Mini-palestra sobre as principais DST, enfatizando: • Como se pega, quem acomete, principais sintomas, complicações e como evitá-las; • O uso de preservativos em qualquer tipo de relação sexual – previne as DST e gravidez indesejada; • A importância da consulta médica ao menos uma vez ao ano.
  56. 56.  Atividade Prática – DST • Interação com os adolescentes - esclarecer todas as dúvidas e mitos em relação ao assunto abordado. • Dinâmica: “Negociando o uso de preservativo”- gerando debates que enriqueceram a discussão. • Lanche.
  57. 57.  Dengue • É uma doença infecciosa febril aguda que afeta mais de 100 milhões de pessoas por ano no mundo. (BRASIL, 2011); • As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos; • A Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas divulgou em março de 2011 o boletim epidemiológico, apontando que já foram notificados 1.190 casos de doença em 2011 – o que representa um aumento de 56% no número total.
  58. 58.  Atividade Prática – Dengue • Realizada na Unidade Básica de Saúde (UBS) da Pitanguinha, do município de Maceió (AL) no dia 16 de novembro de 2011. o Objetivos: • Despertar a consciência da responsabilidade de cada um no processo de prevenção e combate à dengue; • Promover a mudança de comportamento da comunidade, levando-a a tomar atitudes concretas no combate à doença;
  59. 59.  Atividade Prática – Dengue o Consistiu nas seguintes etapas: • Apresentação dos acadêmicos aos presentes na sala de espera da UBS; • Roda de conversa para analisar os conhecimentos prévios acerca da doença; • Explanação rápida e objetiva com o auxílio de imagens– complementando e acrescentando novas informações, enfatizando: - Medidas básicas de prevenção; - Os principais sintomas e a gravidade da Dengue; - Quais medidas tomar nos casos suspeitos e confirmados da doença.
  60. 60.  Atividade Prática – Dengue • Distribuição dos panfletos educativos do Ministério da Saúde; • Dinâmica com a utilização de um cartaz interativo - dando a possibilidade de a população demonstrar seus conhecimentos adquiridos e esclarecer demais mitos e dúvidas; • Lanche.
  61. 61. Acadêmicos de Medicina e moradores da comunidade da Pitanguinha na atividade prática de Educomunicação – Dengue, na sala de espera da Unidade Básica de Sáude da Pitanguinha, no dia 16 de novembro de 2011.
  62. 62.  As atividades realizadas permitiram: - Aquisição de conhecimento sobre doenças crônicas, como hipertensão e diabetes mellitus; - Entendimento da complexidade da saúde pública na comunidade; - Conscientização para agir-se ativamente na prevenção e melhoria da qualidade de vida dos pacientes; - Aliar a teoria adquirida na sala de aula com a prática através do estudo de caso.
  63. 63.  Foram realizadas atividades educativas com os temas: - Saúde bucal; - Educação sexual; - DSTs; - Hábitos saudáveis e tabagismo; - Dengue; - Drogas; - Aleitamento materno e pré-natal;  Foi observado que ainda é preciso uma discussão mais ativa destes temas na comunidade com o auxilio dos agentes de saúde e outros profissionais;
  64. 64.  A visita à Secretaria Municipal de Saúde permitiu: - Enriquecimento do conhecimento sobre o Sistema de Informação; - Aprendizagem sobre a investigação epidemiológica e sobre a sub-notificação; - E principalmente o alerta sobre o preenchimento incorreto das fichas, prejudicando diretamente na saúde da comunidade;  As atividades permitiram que os alunos formulem suas próprias conclusões e reflexões na sua inserção social como futuro médico.
  65. 65.  Melhor comunicação entre professores, alunos e funcionários da UBS;  Melhoria nas condições das práticas de educação em saúde (principalmente na estrutura física);  Busca de grupos alvos adequados e interessados;  Melhoria nas rodas de conversa, pois não foram bem utilizadas;  Maior aproximação com a bioestatística.
  66. 66. • SILVA, PETRONILHA BEATRIZ GONÇALVES E; BERNARDES, NARA MARIA GUAZZELLI. Roda de conversas – Excelência acadêmica é a diversidade. Porto Alegre, 2006. • CAVALCANTE, João Klínio. Roda de Conversa como Estratégia de Ativação de Mudança na Formação Superior em Saúde. Maceió- AL, 2010. • PAULETO, Adriana Regina Colombo; PEREIRA, Maria Lúcia Torallesetal.Saúde bucal: uma revisão crítica sobre programações educativas para escolares. 2003. • VASCONCELOS, Raquel; MATTA, Maria Luiza et al. Escola: um espaço importante de informação em saúde bucal para a população infantil. PGR-Pós-Grad Ver FacOdontol São José dos Campos, v.4, n.3, set./dez. 2001. • PORTAL DA SAÚDE. Disponível em: http :portal.saude.gov.br/se/DATASUS/area/cfm. > Acessado em:16/11/2011 • Caderneta de Saúde da Adolescente. Ministério da Saúde, 2009 
  67. 67.  Caderneta de Saúde do Adolescente. Ministério da Saúde, 2009  Ministério da Saúde. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pagina/dst- 1> Acesso em: 18 nov. 2011.  Ministério da Saúde. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pagina/jovem> Acesso em: 18 nov. 2011.  Ministério da Saúde. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pagina/aids-0> Acesso em: 18 nov. 2011.  Ministério da Saúde. Disponível em:< http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/flash/cartilha_dengue.html> Acesso em: 18 nov. 2011.  Secretaria de Estado da Saúde. Disponível em:< http://www.saude.al.gov.br/sitecampanha/banner/dengue2010> Acesso em: 18 nov. 2011.  TEIXEIRA, M. G.; BARRETO, M.L.; GUERRA. Z. Epidemiologia e Medidas de Prevenção do dengue. Informe Epidemiológico do SUS, v. 8, n. 4, o u t./d e z. 1999. Disponível em: < http://scielo.iec.pa.gov.br/pdf/iesus/v8n4/v8n4a02.pdf> Acesso em: 18 nov. 2011.

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