Ensino e aprendizagem de língua inglesa

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Ensino e aprendizagem de língua inglesa

  1. 1. Ensino e aprendizagemde língua inglesaJohn Robert SchmitzLuciano Amaral Oliveira | Vera Lúcia Menezes de Oliveira e PaivaKanavillil Rajagopalan | Luciano Rodrigues Lima | Elizabeth RamosGiêdra Ferreira da Cruz | Joceli Rocha LimaDomingos Sávio Pimentel Siqueira | Ana Antonia de Assis-PetersonEladyr MaNoberto da Silva | Telma Gimenez | Vilson José LeffaDenise Scheyerl | Adelaide P. de Oliveira | Ricardo Augusto de SouzaMiriam Lúcia dos Santos Jorge | Hilário Inácio BohnDiógenes Cândido de Lima | Leda Maria Braga TomitchLeland Emerson McCleary | Melissa Santos FortesAna Maria Stahl ZillesDiógenes Cândido de Lima (org.)conversas com especialistas
  2. 2. SumárioAgradecimentos ...................................................................................... 7Apresentação .......................................................................................... 9Ensino/aprendizagem das quatro habilidades linguísticas naescola pública: uma meta alcançável? Rute Moreira de Brito pergunta / John Robert Schmitz responde ........... 13Ensino de língua estrangeira para jovens e adultos na escola públicaJuliana Alves dos Santos pergunta / Luciano Amaral Oliveira responde .. 21O ensino de língua estrangeira e a questão da autonomiaAntonio Eliseu Lemos Leal Sena perguntaVera Lúcia Menezes de Oliveira e Paiva responde ................................... 31O inglês como língua internacional na prática docenteMaria Nilva Pereira pergunta / Kanavillil Rajagopalan responde .......... 39Texto e discurso no ensino de inglês como língua estrangeiraSinézio Cotrim Guimarães Jr. pergunta / Luciano Rodrigues Lima responde .. 47Transferência fonológica no ensino de língua inglesaShirley Guedes pergunta / Elizabeth Ramos responde ............................... 53O papel do centro de aprendizagem autônoma de línguasestrangeiras no desenvolvimento da autonomia dosalunos de letrasJoceli Rocha Lima pergunta / Giêdra Ferreira da Cruz responde .......... 59Correção de pronúncia e a identidade do aluno de letrasGiêdra Ferreira da Cruz pergunta / Joceli Rocha Lima responde .......... 69Como abordar questões ideológicas nas aulas de língua estrangeira?Gisvaldo B. Araújo-Silva pergunta / Domingos Sávio P. Siqueira responde... 79Alunos à margem das aulas de inglês: por uma prática inclusivaLiliana Ferraz dos Santos pergunta / Ana Antonia de Assis-Peterson eEladyr Maria Noberto da Silva respondem ............................................. 93
  3. 3. Ensino e aprendizagem de língua inglesa: conversas com especialistasEnsinar a aprender ou ensinar o que aprendeu?Tânia Drummond pergunta / Telma Gimenez responde ............................. 107Por um ensino de idiomas mais includente no contexto social atualGilberto Botelho pergunta / Vilson José Leffa responde ........................ 113Ensinar língua estrangeira em escolas públicas noturnasNeivande Dias da Silva pergunta / Denise Scheyerl responde .................. 125Abordagens alternativas no ensino de inglêsArisvaldo Benedito da Silva pergunta / Adelaide P. de Oliveira responde .. 141Aprendizagem/ensino de segunda língua e fossilizaçãoZelinda Almeida Souza Caires e Cláudio Moisés Lima Caires perguntamRicardo Augusto de Souza responde ...................................................... 151Preconceito contra o ensino de língua estrangeira na rede públicaMaria Bethânia Gomes Paes pergunta / Miriam Lúcia dos Santos Jorgeresponde ................................................................................................. 161O método “soberano” para o ensino e aprendizagem de língua inglesaMaria José Hagge pergunta / Hilário Inácio Bohn responde ................. 169O ensino de língua inglesa e a questão culturalCarla Dias Fernandes pergunta / Diógenes Cândido de Lima responde .. 179Aquisição da leitura em língua inglesaClara Carolina Souza Santos perguntaLeda Maria Braga Tomitch responde ...................................................... 191O ensino de língua estrangeira e a questão da diversidadeKarine Patrícia Dias Cardoso perguntaLeland Emerson McCleary responde ...................................................... 203Avaliação: uma reflexãoEdna Pires Correia perguntaMelissa Santos Fortes e Ana Maria Stahl Zilles respondem ..................... 221Bibliografia geral....................................................................................... 235Biodata....................................................................................................... 246
  4. 4. AgradecimentosA organização de um livro dialógico tem como objetivo estabeleceruma conversa entre pessoas em torno de um tema de interesse co-mum. Daí o envolvimento de vários(as) participantes. Gostaríamosde agradecer a todos e a todas que participaram deste projeto e queacreditaram em sua concretização. Expressamos nossos sincerosagradecimentos aos (às) proponentes dos casos aqui apresentadospara análise e aos (às) especialistas que se prontificaram a analisá-los. Essas pessoas não mediram esforços em dar sua parcela de con-tribuição, não como detentores do saber, mas como estudiosos(as)interessados(as) em socializar o conhecimento produzido. Este li-vro não teria se concretizado não fossem as valiosas contribuiçõesdesses(as) acadêmicos(as) e pesquisadores(as).Queremos expressar nossa gratidão à funcionária do Centro deAprendizagem Autônoma de Línguas Estrangeiras (CAALE), daUniversidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Karine P. D.Cardoso, pelo constante apoio logístico a este projeto e a muitos ou-tros desenvolvidos pelos membros da Área de Línguas Estrangeirase Literaturas (ALEL), do Departamento de Estudos Linguísticos eLiterários (DELL), da UESB.Diógenes Cândido de Lima
  5. 5. ApresentaçãoA necessidade de aprender a língua inglesa tem se justificado porrazões que vão de status à real exigência de dialogar com um mun-do sem fronteiras. O rápido processo de globalização tem exigidoque as pessoas se qualifiquem e se preparem para acompanhar aevolução deste mundo, que vem se desenvolvendo a passos largos eque tem alcançado um patamar de sofisticação nunca visto na his-tória da humanidade. A aprendizagem de uma língua estrangeira,principalmente da língua inglesa, passa a ser uma exigência paraque as pessoas possam lidar com essa rápida evolução e com essecrescente desenvolvimento.Contudo, o crescimento exacerbado do uso da língua inglesa tem cau-sado muita controvérsia e suscitado muita polêmica. Por exemplo, porum lado, acredita-se que essa evolução esteja fazendo com que mui-tas línguas minoritárias desapareçam. Por outro, está oportunizandoo crescimento socioeconômico para alguns e permitindo que as pessoaspossam se comunicar, em pé de igualdade, com o mundo que as cerca.Daí se dizer que o destino da língua inglesa não está nas mãos dosfalantes nativos, mas nas daqueles que a falam como língua estran-geira (le). A expansão do inglês como le tem feito com que váriasescolas e vários departamentos de formação de professores de in-glês como língua estrangeira (ile) tenham sido criados e venhamatraindo uma grande quantidade de professores nativos, que sãocontratados para lecionar em universidades e centros de idiomas,principalmente em regiões consideradas periféricas, como é o casoda Europa Oriental, África, Ásia e América Latina.No Brasil, essa prática não poderia ser diferente. O ensino de lín-gua inglesa tem se consolidado e se tornado grande fonte de renda
  6. 6. 10 Ensino e aprendizagem de língua inglesa: conversas com especialistaspara aqueles que enveredaram por essa tão promissora área, mas,também, tão cheia de obstáculos, frustrações e, acima de tudo, demuitas dúvidas e questionamentos.Na condição de professor de língua inglesa, por mais de trinta anos, eminstituições públicas de ensino superior, atuando, principalmente, emdepartamento de formação de professor de língua estrangeira, temostestemunhado várias discussões sobre o assunto e trabalhado com vá-rios métodos e abordagens que guiam o ensino e a aprendizagem dessalíngua, cujo nível de internacionalização tem se acentuado a cada dia.Infelizmente, independentemente dos métodos e das abordagens utili-zadas, a verdade é que a grande maioria dos departamentos de forma-ção de professor(a) de língua inglesa, mormente aqueles que oferecemdupla habilitação, tem falhado na preparação de professores. Assim,acabam colocando no mercado de trabalho profissionais inexperien-tes, inseguros, sem ou com pouca fluência na língua estudada, por-tanto despreparados e com muita dificuldade para exercer a docência.Paradoxalmente, é o exercício dessa docência que tem levado muitosprofessores de língua inglesa a nos contatar, na esperança de que pos-samos, enquanto professores mais experientes, esclarecer suas dúvi-das e buscar respostas para os seus questionamentos.Os constantes questionamentos que nos são dirigidos por parte dealunos(as) e ex-alunos(as), muitos deles professores de língua ingle-sa que atuam na rede pública e/ou privada de ensino, levaram-nosa organizar este livro, cuja finalidade é estabelecer um espaço dedebates, provocações e reflexões sobre o processo de ensino e apren-dizagem de inglês como língua estrangeira e internacional.Motivadosporessasconstantesconsultas,solicitamosdessesalunos(as)/professores(as) que colocassem no papel suas dúvidas, seus questio-namentos, suas inquietações, enfim as indagações para as quais eles/elas necessitassem de algum esclarecimento, a fim de que pudessemdesenvolver seu trabalho com mais segurança, com mais profissiona-lismo e, obviamente, que lhes trouxesse um resultado satisfatório epromissor, por meio de um diálogo com especialistas.
  7. 7. Apresentação 11Essa solicitação resultou em uma série de perguntas que versamsobre questões de autonomia, leitura em língua estrangeira, relaçãoentre os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) e o ensino delínguas, avaliação de aprendizagem, motivação, inclusão e intera-ção social, preconceito e diversidade linguística, linguística aplica-da crítica, interlíngua, aspectos culturais e ideológicos relacionadoscom o ensino e a aprendizagem de língua estrangeira, métodos etécnicas de ensino, além, naturalmente, dos questionamentos sobreas quatro habilidades linguísticas de ouvir, falar, ler e escrever.Para comentar essas questões convidamos especialistas de váriaspartes do Brasil, os quais acreditaram em nossa proposta e, gentil-mente, aceitaram o desafio de dialogar com esses jovens professorese professoras, tão ansiosos(as) em desenvolver um trabalho sério ede qualidade nas escolas em que lecionam. Muitos desses e dessasespecialistas, que se prontificaram a dar sua parcela de contribui-ção, são renomados(as) professores(as) e pesquisadores(as) da áreade linguística e linguística aplicada, enquanto outros(as), apesar denão serem tão conhecidos(as) são, também, profissionais igualmen-te competentes e, portanto, qualificados(as) para o desempenho dasolicitação que lhes foi feita.Naverdade,aoemitiropiniãosobreosquestionamentosaquisuscitados,os(as) especialistas não se posicionam, absolutamente, como donos(as)da verdade, mas, sobretudo, como quem tem se debruçado sobre o as-sunto e desenvolvido consolidada pesquisa na área em que atua.Assim, espera-se que o presente livro, com perguntas e respostas re-lacionadas ao ensino e à aprendizagem da língua inglesa, organizadode forma leve e bastante prática – sem, contudo, fugir dos preceitosque regem o rigor acadêmico – sirva de subsídios e embasamentopara aqueles que trilham o árduo, porém fascinante, caminho deensinar e aprender línguas estrangeiras em contexto formal.Diógenes Cândido de Lima

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