Evolução biológica

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Evolução biológica
Biologia Geologia 11º Ano

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Evolução biológica

  1. 1. Eirolução biológica 1. Unicelularidade e multicelularidade Atendendo ao registo fóssil, a vida tera' surgido na Terra ha cerca de 3800 M. a., nos oceanos primitivos. Os primeiros seres vivos teriam uma estrutura comparável à dos organismos actuais mais simples. seres unicelulares e de organização procarioticzi - procariontes. O registo fóssil documenta o aparecimento, hzi cerca de 1800 lida. , de lormas celulares maiores e mais complexas, os . sc-res ttnicelularcs dc organização cucariotica - eucariontes. Este acontecimento marcou um processo de ziragcm que abriu novas portas ao ClCSCÍIVOlVÍ- mento dos seres vivos e esteve na base de uma nova explosão de formas eucarioticas e multice- lulares que surgiram há, aproximadamente, 600 lvLa. Origem das células eucarióticas Existem dois modelos em discussão para explicar o ziparecimento de celulas eucarioticas a partir de celulas procarioticas. f_ -* 1* a [k _j A . _V "T5Í›-›r. ,-. ,. of) a ~ gs_ , ;@y/5í: a.ax: ;'ir l. . _H MLIUCÚHCWG Õ * *dm r_' , '- ã f_ Í #D _' I El y ¡ z . . * 5 C a ' P 3 , Lã C Iiruüulasto * ÚOIS rwduizys exrízatiuis «TH Jr gem das : :lulas aurzçrrut : as D esqui: na A representa o 'nccelo exidossimhnt : o e o B o mccain au: cçene« tico A exisiéticxa de DNA piccaiíúheo em muncfinñrias e clarcplaszuw susãewta u trader: cnrioszsivnb utico.
  2. 2. - Modelo autogenético Segundo o modelo autogenetico, alguma'. celulas procarióricas ter-se-iam tomado progressiva- mente mais complexas. Prolongamentos da membrana citoplasmzitica deslocaram-se para o interior do citoplasma, originando compartimentos. separados do resto do citoplasma, que viriam a consti- tuir os cirganelos celulares. Como resultado dessa compartimentação, foi possivel as celulas fazer uma divisão interna das suas funções. Os defensores deste modelo sugerem que o primeiro compar~ timento a surgir dentro da celula loi o involuero nuclear. Como resultado do aumento do numero de organelos celulares. estas celulas sofreram um aumento de tamanho muito acentuado › t 0 Modelo endossimbiótico O modelo cndossimbiólico, actualmente o mais aceite, admite que celulas procarioticas pri- mitivas teriam estabelecido entre si multiplas associações nttm processo que conduziu ao aumento de complexidade estrutural e funcional das celulas. Por processos idênticos aos da fagocitose, algumas celulas procarioticas teriam englobando outras celulas procarioticas de menores dimensões com as quais passaram a estabelecer relações de simbiose. Existe, actualmente, um consenso : alargado no sentido de aceitar este modelo para a origem dos cloroplastos e das mitocóndriais. Estes organelos teriam resultado de associações simbióti- cas entre uma celula procaricitica e procariontes fotossinteticos idênticos às cianobacterias actuais ou entre uma celula procariotica e procariontes aeróbios (com respiração aierobia). Alguns procariontes fotossinteticos fagocitztdos nào teriam sofrido digestão e teriam come- çado a fomecer a célula materia orgânica resultante da sua actividade fotossinteticzi e a receber em troca protecção, água e dióxido de carbono necessarios à fotossíntese. Gradualmente, loi-se estabelecendo uma relação de simbiose intracelular (endossimbiose), com proveito mútuo_ que tornou essas duas células numa estrutura indissociável, na qual a celula englohada teria evo- luído para Cloroplasto. Por um processo similar, a fagocitose de procariontes aerobios, eficazes na utilização do oxigénio nos processos de produção de energia, teria levado ao aparecimento das mitocôndrias De entre as rairias evidências que parecem confirmar este modelo salientam-se: - As mitocônclrizis e os cloroplasros possuem o seu proprio DNA (uma molecula circular semelhante ao DNA procariotico). - Tanto os çloroplastos como as mitocondrias dividem-se por bipartiçzio_ de lonna indepen~ dente do resto da celula eucaríótica. - Ambos os organelos possuem ribossomas idênticos aos que CXÍSICIII nos seres procarioticos actuais. Apesar disto, lia muitos aspectos da organização eucariotica para os quais este modelo ainda nào apresenta respostas consensuais, nomeadamente. a origem do núcleo e dos restantes orga- nclos membranares. .Alguns autores admitem, por isso, uma síntese dos dois modelos, suge- rindo processos autogenicos para explicar a origem destes constituintes. Origem da multicelularidade Num extentual ¡irocesso evolutivo, o aumento de volume das celulas não seria acompanhado por um aumento (ÍOYYCSPOIIÓCHIC da superficie membranar necessario para garantir as trocas metaboli- cas decorrentes dessa alteração de volume. Este facto limita a dimensão das células e a sua evolução. Face a impossibilidade de aumentarem indelinidztmente de tamanho. os eucariontes unieelulares seguiram vias evolutivas que haveriam de originar a organização em colônias e, postcriomiente, a pluricelularidade ou multieelularidaitle. Pag. 2
  3. 3. A associação de seres unicelttlares em estruturas maiores e mais complexas - as colônias - bem como o aparecimento de seres pluricelulares vieram ¡iennitir o aumento do volume. man- tendo elevada a superfície de contacto das celulas com o seu exterior. Desta forma, garantida a eficacia das trocas c a eficiência do seu metabolismo, o processo evolutivo póde prosseguir no sentido do aumento de volume do organismo. A alga Volvox e um ser colonial Constituído por uma esfera oca dc células billageladas mergu- lhadas numa matriz gelatinosa que as une v i s . Os llagelos estao localizados para o exterior da esfera e permitem o ntovimento da colónia. As celulas mantem a sua independencia, apcesar de existirem ligações citoplasmaticas entre elas. Algumas celulas de maiores dimensões tem fun- cao reprodutiva. o que indicia uma incipiente especialização celular. Apesar do aumento gradual de complexidade e de interligação entre as suas celulas que a vi›lvti. r (rxemplifica, os organismos coloniais não constituem seres pluricelulares. uma vez que a diferenciação celular ou nao existe ou e tnuito reduzida. Admite›se que os primeiros seres multicelulares tenham surgido na sequencia de um aumento de complexidade e diferenciação celular nos seres coloniais. (loloniais semelhantes ao ÍDlVtW poderão, por esta via, ter dado origem as algas verdes multicelulares. O elevado grau dc interligação entre as suas células e a diferenciação celular abriram. posteriormente, caminho ao aparecimento dos tecidos e dos cirgiicis que caracterizam a maioria dos seres multicelulares. . . * A 'ctz . u . ,- * ' f'- 't p ú, _ . ri-ZL. rzr ITi ltnceluldr IB) ND 5G' Cnñnsal. c» (Vau de vterdvjponrtâwtia das células e a sua riiinrencis-. ça-; i 'sao 'eduzucas no so' r; |Jl : eluar BsISlB uma pnrurña mterligaçau ente as crllufas e m1 elevar: : nivel «ic d inrencnaçêu celuar arr tvízmr. ra. mqáos O aparecimento da multicelularidade permitiu uma . serie de tendências evolutivas que aca- baram por conferir vantagens aos respectix-'os organismos: o A diferenciação celular, com a consequente especialização no desempenho de determinadas funçoes. conduziu a uma diminuição da taxa metabólica e a uma utilização mais eficaz da energia. ° O aparecimento dc seres de maiores dimensões conduziu a: - uma maior diversidade de formas. o que permitiu uma melhor adaptação aos diferentes ambientes; - um aumento de complexidade e interacção entre os sistemas de orgãos, o que permitiu uma maior autonomia do meio interno em relação ao meio externo. e um maior equilíbrio (ltomeostasia) face as flutuações do meio externo. 2. Mecanismos de evolução Actualmente, existem milhoes de especies, desde os seres unicelttlares até aos pluricelulares mais evoluídos. A explicaçao para a origem desta diversidade desafiou o pensamento humano_ tendo sur- gido explicacoes de natureza mítica ou cientifica que procuraram dar resposta a essa interrogação.
  4. 4. 2.1. Evolucionismo versus fixismo . Mc mundos du seculo XIX, a divcxsidandc do mundo vivo cm explicada, fundJmcntalunc-ntr. como rcwhadn dc um acto dc rriaçfu) dmnn, mJnu-ndo-sc ; u dllcruntrs uxpuics ¡nallcraams . tu lnngçn do n-mpn duhdt' u mumcnm du sua criado. Dc ; acordo com um pcnpcunu L'x¡. ›ç¡ur1¡›¡. ;1_ a: c>pccics _xau [mu c inmmxcis u_ como ml, nao «wfrmn nltrraçñcs hm ¡*'pÍh'.1(; Én_ mnhrcuci. ; mma lixismo. vomtdcra ; a Nalurczu cmnu um Shlcnu 'utdcnuduv c csLncl, onda; Lunda form. : viva, criada para um dctcrminadn fim, esta ¡wrfciumwnu- Jddplad. ; Sc hcm quc- . as rnízca dn cvnhlcinnismn mvmulhcm nas ¡Llu-. Ls du Arlüa . xumrcs dm. _scuulm ll c XVIII, quc dclcndmnl ; x Lrarufnnnaçfu) dis cspuurn, fu¡ nu wcuhw IX qu( 215 ¡Jctas lr; u1_~§Ln'I11¡s12s g1nha1x1n1 força. acJhuIWduw pnr nmpvn' 0 ("YHILICIAWHÍQTFIO mmn parzaduçrnn du (Irigcm o: dlvcrsluhdc LLLS cspvcws. Du ruin: m pzmclpal: dcluunro mtu ¡dcxçcs dc cvnluçan LÍCN(JÇ. ITIT~1' LanI-. Irck ç Darwin . .~ suas ! caxias (lcfcndcln . a mndtfiçaqnxx lvmn c grnrlual dns cer-mm . m lungu du lrmpn, dnlcnndu nn; mcczumamns pnvpnaldvs pan¡ e-xpluzxr n pmcussu cvululnç». O cvultlçivnisnlzn_ ao defenda qua; as mptãcws cvuluclt¡ c dao (nigum n mms cspcgins. esta cm clara . apnsig-. icw mm 0 Í"<¡°-'“IW. 1.41.1. «wpoai- czm [7T11'<k'Oll _Iuünrntins (írhaicã qua* w «i'm prü| t)lli. ;.ldt . nc ; ma nussa: dl. l.~. Olldc zurguizzunlnn dc muurcz. : cicnnÍica _sim connfrunlmlcm com ; ugunxcnuws dc nsuurczx l't“lÍ_¡11üt~. l. P. ¡r. -. _nlhm dmm ÍITTIH' dc deh-ste. que Icm sidn lbmc d? alguma trnxàuv xhtml_ n cxulLncionrLsxnu çununttu J : tl objecto dc : In-sn drhgm' ncnlíílcn, mbrcludn quunln m» ¡ncuulisnlavs wühllixos Lamarckismo Em IBUQ, jcnn Bnplislc lamarck pmpm uma cxphuçzuu ¡uru ; a LTLPILIÇJL' dos scrc: vims. Admnm uma PTUgFCShÍIxI Lulblunlc c gmdunl dos L›¡g_. nn›n1u~ mais simples» par. : os mu». mm- plcws. Exu ¡_lug$c>: -.I. uwnxnx scgundn dñh prinupxns ' te¡ do uso e do desuso Para Lzmurrk, n ; nmbicnlc c u pnnçqul ; IÊÇIJKIIC rcspcvnaivcl ¡. c~| .1 cx nluçnn : im : cms uma. .› nvnts- mdgdc quc us : um scnlctn dc SC gzdnpxgr a novas (nndiçñrs . amhivnl. as_ rcnulunlcs du . xllcntçüc- du Jmhxcnur, cnndu: ao uso nu an Lh-, susn cnnunmn dc curtos vrgans Dcsic nmdn. a Íungnn quc n nrgfm daully-; nhu . Lutlxnzn por dcIcnninJr . I. m: : cstmumz «ínmn Ibnm dr . uLpl. |-; [Iu ; m rmzm. Dc ; Icordaw (um vsm Íri_ podem fazer-sc . u. seguintes IHÍCÍPÍCÍJÇÚCS - A Iuupc¡r. a pclm _scus lHlbÍlOs _slIh[L'I'r'Jl1C05_ fa: pnucn mn da main_ n qua: Inrnuu u: su» Lvlhns pcqnxcnos c pouco Íunçinnals - utmím du «›rg. ›_.1u~ sub inHLnuu-na do meio_ - O pcncfn-'gu ; ulnnggudn du CIMI( sus-gm _gntças ao habito de esta ; zu- mcqzulhzar pruÍundJlnclllL' ; e cahrçu cm busc-. c das larvas ; nquúlicxas (h- quc w . nluncnlu - dcscnvolvimcnlnü do urgw pCÍJ DQTPRÉÍÓEÚC do ndxplaçàtv uu nwm. 0 Lei da herança de caracteres adquiridos Lanmrck considcl'avn que . is Imnslkmmxzuçfwc» solnLLm. pxuvoczldzls pelo amhicnlc. qucr nn sfnllíln) dn dcscnvulvumcnxtu do ur-, giznn qucr da sua alrofiaã : :um lransmilldm. .-1 dcsccndcrxcn¡ - lu da hcrancn dc (xrractcrcs aciquxridns. [sua pcqucnms lruxbÍL)lltI;1gL'c>. ;m ; acumularcm~sc ; m longo (lc grraçócs succssha», prmocJruu1n o . IpJICCÍIHUDIU de nmum vspvcu-s, lunclunJndu ; Lxtsllll : :uma o pxincryutl hum' dc Lxoluçau . ~ (com de lnmarrk_ ; puxar dc chamxr .1 ; atençao ¡N11! o Ícnúmcno dc adaptação no . lmbncmr. c cnnlcsmdu, pula . su c curto que u usu duscnvolxc ; as estruturas - Im do uso -. ;u mu c plJllshtl _ dircr-sc que a dmcençlcncia ln-rdxra CR-uln rslrulurdx cum : :asc _uniu dc diÍ5Cn'Ol"Íln('nÍL) - I-: i ah p , - hrmnça dc carnclcrcs . xdqusridxb. How, _snhc-SL' que .15 altemçíwrs que w Iransmnlvm . z dum-n- dana-m 5.11- . upa-tus Jquelux' que xluc«. ›rn§n1 dc mndillraçtõva . m tnvcl du nhlluíal gcnuum dm gAmeúnn r nàn ; H quc são prUVU-Cndun pclu um ou dcsuw dr ccruw : Irgans nu cñlnnums z ag.
  5. 5. E vu-'ucí ! v- da» 099151-3) pézr-nu N; ; m-: ntun Lian-ms de: adm» : nr-n »ço cura. Fim cl [jantm ao a mewto n c. aro: : 5m. :Mura: CL-"Lnuqmrn1r< ¡ fjn; f'll'| ."t'~ y. ,_ . cannce de o t' u: : d: : : y H ! là/ J nnuvul* 1:5. . mm. 10:9 do; :n-. .r m v' * › , ÍFn I 0 cm p! -r mm : :o pszamcú : :na v e"l'u 0'; Iran/ mms da: cupul: :ncnstraus das g : Jazz . 1*. me 5 Lang: : g r mc-Vnov 40-'. rn-Tvjã . .as amarra. [um : cruas a9 UV¡ Cdr? $n: ›:rrn'.1.: 'r« " 'warn a Caixa' dt'. tenda-nur'. '* Ç- Ivulcq 'u 0.'. ' ler¡ cm; Qué aplrr- I? e riwçxztr ça nzmqc. cg: gmxtn; õvdwndgn: com c «nr- ? CVHETBHI PI' aaveu Br? ) pru: : cu -uuL : :m cha . A *. _.'-' u ¡wrng- mui¡ 1.3; LJIHH . '¡! :w, VYr1[1Ld'U3fC¡IÀIA: U.1I'. '."ÓBI Darwinismo O cvu| uUnn1sI11L› . ncahntx por ec impur no mundo Clcnlihçu _gracas a (Íhurlcs Darwin_ Dc cmn- O) VJHU: wnirihuux para . ¡ sua Icon. : R. ¡ÍÍ('nl; 'Illl~›L' os dasdc» rcwlhxdm durantc unm n.1- gvm dc circu¡n-n. n'rg. ¡ç; u:› c . as xvhaa-rv.1ç(ínc< vçÍccltlddas, cm cspc-unl nu ; arquipclaggw dos (Íalapa- _um Esta, dmns pcrmitinzurx . a Darmn propor ; z sclcccào natural mmn u nmcztnisrnu Cssvnclal quc Lllllgt' ; a cmlucàu. Dc amrdn cum cslc prnvessxv, u: Stftb uma mais : rpm: dc uma pçuptllzuçàu mhrc-vivcxw¡ c ¡runSmitcnI US (Jrnlucrrs mniá ÍJVLI. IL'I. ~. Dddn que 0 . unbxcmv nim pmsui os rcruráos nurs- urios para a ; ulnw-rzvcncia dc ludua m. lnd¡'| dl| n5 quc nasvcm_ dcxcm «vcnrrrr umJ ! um pcla SOhYCHVCIICÀJ durante a qua¡ . scràt)('Í! n1In. iLÍO› u; Incnua aptas ~ ¡cunu dc Darwin ¡wcdc . scr rrsumiaí: : no suguuilc ruincínio. - TnLLLs . u. espécies . aprcsçnum, dvmru- dc uma dada pnpulaguv_ ¡ndmduos com pcqucmzs Jrmçcívs nus mas c: nr; aclcns. °1:c.1<_ comu. pm cxcmplo. n. I Íurnlgz. nn mnmnhn c u. ; mr - Em. : 'vez que ; as cspcuus nngmuln um: dL-_scrndcnlcs dv que aqueles que ; mk-m snhrm r vcr. ns dcscc-ndcnxc» quo posucn) xanaçúcs vamajoun_ rclannx-. zmrnte , m muu cm qu: : v: cnmntmm_ [em rxmuvr : axa dc sobra¡ n üncm. Num luta pda snhrcvrwéncia . sim chminados m¡ mdnvníum qua' pue-. HIICHI llfkutvts dc'aí. l'or; l'cis I_›L1hrc'i'cn<íia difczuixcul¡ ' . Àlnnxs dc>lc ¡na-cani5m<› do; ›clucçàu natural_ o . unlncnrr condiciona . n . xuhrcvix~'cncia dus (ÍÍÍCI'CIIC› ¡ndnríduns d. ) ps1pul4çixo. Os indinalut» purl; nln1'c› dc vurmçníc-z Cn Ofúvtlb xohxrx'ivcxxx. lransmilintlo ; ta sua: carartcnâlica: :c dusccnclrm: in ¡Kpruduçáu chita-ngm! I, 'n
  6. 6. - A sclcccm) natural, amuanrln ; in lnligi) dc llitllliis gcmçcic-s. conduz . i . l(lll17lll. !›,4~l“(llÍ r; ir.1c› ltllslltilá que. nn «ou coniuniu, pudcrim x ir . i originar NOVAS cspm im A principal critica ; io darwinismo . ViwUnLl no Lido dc nunca (cr explicado s. Unai ; lb '. -.ir¡. ›i. '<. a nos ÍULilIYILlUih de uma pçipiilnçan Argumentos a lavor do evolucionismo Apcãnr dos mr-ixmismns pelo: qthlh as esperta origimm nm ; Ls capcclôb , sr-rem : linda dia : .4- _~ dU>. encontra-sc ¡. i cnnsnlídiidu ; l lLlCLI dc quc (las ác modificam c cvulucin ; io longo do iunip-. n l, Dcxdc D. _invin . nr . io pri-some. os LLILÍU) iccolhidos por unos ramua da Biologia c da Gculogz. : p; ii'eccni confirmar o í''i"ilut'll)lllàn| l)_ ° Argumentos paleonmlógícos - O ("slutlü du rcgisii) imail confirm: : : i plTíCnÇál de; cspccics cxlinios, o qiir contraria LI idem (lC llnuhllHlKlJLlc' das CSPCLIUS im. : (llnÚhS-lllrns. .imoniuw c irilohiicsl - A (lfhftibFflll dc ~crics uu scqucncios' ilc lüãkfls lluhlüllll . b modilicxicncw ailriilas . iu longo dc um processo L*'(. luli't› por clcrcriiiinziclne _igrupox icx. . scrlc do cavalo) i ~ A cxisicncia dr Law-n dc lfLUlhlÇCItJ ou lamina ainirwicas siigcrc . i existencia di? amcpiissa- dos comiin». para dilcrcnics grupos dc seres Vivos, l «nos ÍiZiss-. cis Llpltbtllldm carncicríãnitzis dc Llül: grupo» (lis-tintos, como, por cxcmplo. o il"t'llíli'l. 'pfl'f_X. que ; iprcscnia caracteres ciriiiuns aos Rcpicis'. demos r Fsfillndh. c . is Arca_ pcnas t” : líih . Ng- 'yu' v. v m1,», Mu n_ ! Hj , um r'/ Í_Z. » e MmsÇUUrvhiivii l j ¡Ecrxppusi ; a _ l 3M i' › ~ 'HJ Ill¡ : um lv Iijii 'l , I IHI: :| 11; . Movin «t1 '1N"i'rn › 'M vv uÓJi_ g_'i'_e'_uíh_›v', i : l'
  7. 7. - Argumentos anatómicos A . Indtnnlizi COIIIpJYaIdJ hlrclã-: C no cmtdu cnntpumdn das Íurnlas u cslnlluntx dos urg4nis~ mms cum u fim dc cshtbcltccr pussivcis lE]. lL'CIC: ~ dc purcntcscn cntrv ria». . pracnç. ; de org-at» Ia-; Ilttúlugum Jnnlogc» o; uligittas sim pratas ttnpurlutttcs quu cvtdcnctam FCLIÇÕC» ftlngcnóttcn: uu dc pmlclllcsutt cntrc difrnltlc: CSPCCICB. rculgxmdo LI unídudv taxista-nn- mm* as cíifcrrnten lumm: : dc vtda cunstdcntdus. Orgão-a ou estruturas hnmólogas sim . prgínns qtuà [cm a mama oragmn. a nlcslnn hlluluhl bnstçu¡ r POSIÇÃO ldfnlifxi no tmqgmismo. podendo desempenhar funç-ucs diÍcrrnlcu A sua t. '.Ís! C'l'l› cia rxplica-sc . z lu; do cvolttcitmtsmn por Icnmnrnos (lc dixtrgcncia. .- medida quc u: mdn lduus de uma papulacizo tnicml ec iam ;1d.1pt. u1ait ; l difcrctttc-s atmbitntu. ato Órgão: cvulutrxm dc ! hmm dilcrctttc .1 partir dc uma cstruutra : tmcsttutl wmunt Ncasc: uuntcxu» ; tmhu-ntuta_ FKNAW LWgCtOi p; z›s. tx: m) ; l dcsctnpcnhnt' funçoes dxlktctttca, u quc rullcctc unm evolução divrrgcntc. Exctnpk» dc cnrgttum hvlllttlttgxts _xztn U> mcmbrus . tntcrtutu das Yurtchradw. [harbamna d. : hnlcis_ ASA du tuulctgu ou Luaçu Ítutlklllú¡ w . Orgãos ou cslrulums analogas sit) Órgãos quv tem ungrm, estrutura e poxiutx (cl-ativa diíu runlcs_ dcscmpcniuttdta uma nua-sm: : funçiua [um ttrgàtus Sllrgcltl quando cãpccic; ana-aluna dtlurcrttcs cnluntmm hahttnts -wmr1h. intrs. adquinncin ndaplngnc› stmclhrullcs. Este Ícnutncrtn conduz a uma cmlucàn mnvcrgcntc. Lxvmplm de twrgnus analogvs . sim ; t cauda d. : bulcu c a _ barhatanu CJlKLtI do pciw ou, nas plantas_ n› cspinltos dos uacws c us dm. uuhnht-. .s Asa ur m¡ A: : dr. - an' mr. , ; t Ata m- watch; ' : :xaninha : lr: “a1 [nur ? NNW 1;» z '~ vnn? Orgàoa ou cslruturzLs vcstigiais ngm nrgíans que rtszultam da ; ttrofn dc um (agiu prltnitnxx- tncnu: dcruclníllvldu. Nuslcs órgãos, .z svlecçitn actua em ; amido rcgtcsstvo, prn¡lc; _1at1dt› us tndn-¡duus qm' ptv-mllfm estes órgíms na sua forma menus dcacn(›l'td; t. Exemplos alt-nuns orgãos no ser httnmno sao; o . tpcndicc inzuatinu! , A5 crlcbrus (Judals, os; mttscttltws : turtcttlarcs c' n (icms do . Riso, - Argumentos citológicos A [corn cclular ; durma que todns ns sora. vivos san cnnstitutdog por Çcltlhis, O faut) dc cms- ur uma cena uniformidade nos prai-Gemma c mecanismos cclulaua das »cru dm uma» reinos (pur cxunplu. rmtmc v mctcvsv) constmu também um forte ; trgtttttcttto a Lu ur dc uma ongc-m comum para m «cn-s vivos. z ag.
  8. 8. 0 Argumentos bíoquimicos As prova; bmqunmuxas . Ipumm . a e-'woluçnu na mudxda a-m que ruíurgam .1 idci. : do: Ungfm mmum dm dnlrrcnlca grupos dc *CICS vn os. D: rnlrr esses ; uguntrnzns desuuzun-sr: - as mas mclnbolitas cmnum lux. ; Snllcst dr prnmnas. ¡Jurccssns respirnlunaw e modus dc . xcuuçãaa cia-a enzmmns), :I univcrsalixindç- do codigo grnclicu c du AT P como &Tlctgíd Innhãgica utilizad. ; p-? Lrs cclulax ~ ; l scmvlhzançzl ; xxiatcnlr rnlrc U3 cu¡np. ›~ln, ~ oruJx1iccvs cvicic-nçiada, por vxemplu. amu-cs das xcquülncnus dc ; eminmcndans da nuwnm prulcína rm (iifcrrnlcs orgmxaxnus nu da ax-qucncira dc HUHCOIÍLÍOS mm tudu-ms da mnlccul. : dc I)N. ›, que pcrmircm csçlnrcccr ; w rvlnçncs cwluuxxas cxietcmcs cnlrt' rir-a - . va rcacçcvcs sumhígicm». h-. a.~. c;1d;1s nas rcaivçtvcs dc . xg4l¡1nn. zç. z,n; › mm' ; nnltggc-nrs dç um ur-Aanuwnn e anticorpos de: outro, que pvmútcn¡ : mu su cunsnclxrrnr que csscs urgnnismua cmlunrnm dc um nnccxlrzal comum ma; Lnmit-ém csclarcccr . Ls rc-. .açxñrs filrgqcncuças cnm- clcs O Exrríccçe-a ao DNA G Hmmaaç-an [zcv-c -: 3 FgLW-(r 1 Ezpt¡ ›. :' A ; n um . .uma-w »m-wn-w. . -43 AL 4'. . _' . u. . »à . .-w -. .mm-pau vu-v u. uu___L u. v» . .hhLLLdI _n izsxrlmrwh' r¡ f-'üj 11.31.; 1 v n (A MU nbr): 11"* à cc u [D434 17.! 'w mu, m¡ ü <-. x~ 4:1 1'. .rn mm 'Lr. v:. ›.1-: í›". rn'I1¡EL'w›.1Ev: .,I-. v, 5 x -vÍ'1'T'h: Y4.YÉwÇdí W¡ ' w -' 37 V113); ' ' 13H** F4 : I:_'; ;«; ,›: , n. : ¡mm-r : :n hnj (u, ;L (14 r. ; 34H: 'r I'.1". §:' ame »Lx »M4 rrrr' rm n» 'w 1 um : _nI' 7: (CUB IJLIE LL-, I 'A z* Neodarwínísmo 0 dC§(l1'O| 'lIT1CÍ1l0 dos cunhccimcnluá dc _gem-tica no caindo das pupulnçíxcs dc scrua mms c . v. novas dcscuhvrnls Subrc hs-rnrdil-. lrlcdudc pcnniulxuu rumtcrprcmr a lmrm da cvuluçíím) dc _ l“).1n~'in, snucnznnní-; N c; (Ul'! '('l;1(ÍfWn;1llLÍl| os divcrxb CLJIIHLTIIUÇIIIOS das : araras da guru-uva_ da ritohygia c d. ; hiuquuuzuxn. Dos: : *unica* surgiu. cm nwadns du século . '. '. uma lcorm uvnltxcwou1nstçl Hmh mnsistcnlc que fxcuu cnnhcçidu cumn teoria _ainlüticn da cwluçízuv ou ncodunvinísmo. quc ¡mdc rcsumlr-sc « . u no: .scéuint('< . Isptclust - Os rrmnrmsnmgua _mo ; as calrulums quc lrunspnrlnun c» gun-s rcspnn5-ax'cí› [VEIO dcscnmh ¡- mcmo dus uruclcrczs' du nndmdtno. - A LTCUIÍÚHLÍIJ dc nuu-. xçcacs, gcmu: c crnmnssoxnícaa, aumcnm a x-. nnahxlxdacic gunclicu, podendo conduzir ao ; qua-timento da: nnvns gcnca Ius¡.1ux1~. ;n'c“i5 pur ¡mvas caracmrlslicas. ' . n1tiu. ~L'. dummc a qua¡ ncnrrc a separação dos uonuzasnmaa Ílúlnúklgus r a (rossiug-nvrv. cündu; ;m : nparuxixrucnlxm dv naum cm11hinaaçcx-, x gcnclzcuas nos gJlncla: ~.. 0 A Íccundaçao da Lpztgcm a uma dusccndcnçia (um múltiplas' cnnnlnunnçñve gcncllcus. o que sc rcílrrlr numa clcvadn “.1l'l'. I|)lÍIdLidt' dc C2|I1IClcr¡›-ll('.1S (vazrialbilndudc mtra-c›pcc. '¡l'¡c. ú. ' A »clvcçízn natural : :uma sohrc ; t ; grande xaricdudc' dr dcsculdcnlcs civntm d. : pupuhçhy qua' r assin¡ influenciada pulo mcio amhicmc. ° . .s pnpulzngcvoça podem. 'assmL vrr nltcmdu u wu fundo gcnclicu_ nu SCjJ. u cnnjunlo dc grncs qm' curadoria; a pupulauçíuo. cx Dlllllldu dr um¡ funnn lcnm v gradual,
  9. 9. 2]_ Selecção natural, selecção artificial e variabilidade A cupuckhzic* dr ;1da¡›1ac; 'n› dc uma populaçao ; l dclvrnnnndç) . tmlncnlu dry-cndr da vurmlvnlndnaic quc ; l mc-. ma mnmícstu, tamo .4 nívc¡ _gcnéucu wmv . n nível ddr» : uma C: lr; IÇlcTÍ: -(Í(1l> llltiíÍuÍníghílñ c funcmnans. !em significa quu, numa situaçao) dc ! mudança hnlscu dus luzlnrctx' . ambicuuúa, ;1 '~›; *l¡'<^c;1n 114mm! pcn.1li: :;r; z cm nuuur gmu ; us pnptnlzxgcu ¡naLs unifmnhA, com mrnnr varinhilid. ndc c mcnnt czlpufld; lçhf de xidaplaaciu). Pur num) Indo. ;(5 ¡xzpulaçñcs cum maiur grau dc vnriabilimdc ¡mm-cqào rxhca serao ¡nunua . den-nadas, uma xe: qua'. nes-ac 0.150, surgzràu, pmvaixclrx1ux1lc, narjganisnn» um¡ salmo-s . lLÍA¡JlJl1'. Ls . adct]1l. ad. x› ; Is novas . NIKLLIÇIÂCS õalicl1u~›c quc. um pnptllaçcncz. baladas. and( sc vcnluzzm Silll. u_'u($ dc curmznatnitudadc. em que Os ruux-¡mc-nhws núgranuvríus- sim nnewistcnrcs. :não haxcndu_ pur iss-c), IYÚCJS dc genus com ¡ndnnduns cxlcriorcs a pupuluçízu, .n urialnihdqdc gcnclicn lcndc a (ÍIITIIIIUÍI (mn cansa» qucnuaa ¡u-gzatnuza na upncidulc dr EÍÍlEÍPÍÂÍÇÃÍkT da pnpul; ¡c. ¡u. O Humvm_ aum cs das. sua» : ccçúvs anbrc u ; xmblcnny Altura cqullubnns quc púdun cruncluzir . l mudilncaçncs nos Inttanlsmns dc ~c1c-c'çá(› nmlural. As uuuçcncs scgulnrrñ pudcnl cnnalinnir' cxcnnplns' (Iurss-. Is nllcuaçúcs. - 0 um indiscrinnxmdc» dc Pfãllcídilá c dc . xnlihinticns Icu . m . zparccilncnlu da' pc1pu| ¡as, c›u~ rmistcnlnas a caso¡ mCW-FIIOS produtos. . . .~. nrwzzs Canary-c» crmcizw passam . n dc*~'('n'0Í*Cl'-$c nn prcwnçz¡ duscs pmduttu_ o qua; prumca mudanças profundas nos mecanismos' dc srlcr- can naluntl. ' A Licsuuxçfsn de habitats c . -1 mtnxiuçfm dc Cspcclcs cstmnhns : m: ccnssistrnlas conduzem . I . Illuuçúcb nJs cadeias v um Ahmcnldrcs. :umpcndn cquihhruns usuhrlccinloa quc PIHICHI Íazu cum que ducrminadu c-sprcic, quc estava pvrfcíldnncnlc ; adaptada ;1 um ; amhicnux . içm- dc o cat-Jr c ãqu clmunadn pclrxs mwua mrcalnsnnc» dc svk-(çno mtuml qur mm Lmln sv csuhc-Icccurxn. DL-. sdc Icmpm . umigvs. ;umvíx do çrugatncrlln dc animam c planma, o scr humano produuu uricdudvs mm caranclcrmicus f; v.'ur.1c¡› aos mas. dix um): lms Por c-xcnnplo. .a abrem-Ao dc v-. IrIcd. uJa-s mm mmur Lupgcxtinrlc dc pluduçíztv dc ¡cilu ; nun-s da Cnl: ;ll1lcnu. s dc fcmma [Nus produtoras (lc lulu mm machos falhou dc cxcrlcntcs ¡vrudumras d: : Ícllc c çmmndo. pculcrxanr- mcnlr, entre _sz_ m drscrndc¡11('› conwdcnatlns nmlluurs prncíulnrts. Eslc lipo da: _~L~lcLc, .1L› ! um ¡wln scr humano dc ; Wurdú com u: .st-us line c intcrc. ~.~c› dcxigna-sc por selecção artificial. Au" : m scruln XX_ . n sclrcçfn) artifightl Íkzm-sv atraves do cummln dos cruzmuvnlns como x i. ; dc ¡nvlhu- rar n rcndxrzxcnlx» das vairlcdddcs. A partir dat. .n medida qua; 0:. CUHHCCÍHICHIO: dr _szcncnu ; Iunu-nlax-axlt. surgiram uuvzxs Iccnicas, como a hihndaçxo dc cspóues sclxuzgczaa dc plantas n. : nh1unç, h› d: : uncdAdcs hlhndm¡ muito nmLs rcnmvvLs. Para ; uk-m dcm lccnícu_ : ultra-sc ainda u nmnipuinçjo gcncaicu dc unas ccpccics dc pLsnlaü_ que pc¡ uuuu a ohtcnçao dc orgnntslxuis gnu» licxmrncnlc mndnficudu: (OGM) ESIJ ; tmdu por dctcnninur u impacto datas. varlrcindcs htbndus e as mndníituwdns guncluxnmrnrc' subir os ; ímhlCnlvÇá lLllllhlLs_ de que nlodo . du-mm ; Ls cudcuu» nl¡- mcnLarc-s dns ccusmstcmas c ¡nlcrfurcm nus pT'T((')S(”3 lumm r gr-. Iclugus d: : svlrcc-. m nmuml_ ' Irtm “ntAs4

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