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Sirius: infraestrutura de Ciência, Tecnologia e Inovação                               para um Brasil competitivo• Capacid...
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Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação
Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação                   4 - Promoção da Inovação / Innovation
Estratégia Nacional 2012 – 2015            Ciência, Tecnologia e Inovação                   Subvenção Econômica para a Ino...
Estratégia Nacional 2012 – 2015         Ciência, Tecnologia e InovaçãoMais de 2 mil empresas diretamente apoiadas peloFNDC...
Estratégia Nacional 2012 – 2015         Ciência, Tecnologia e Inovação Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industria...
Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação                                 5 – Parcerias Internacionais...
Estratégia Nacional 2012 – 2015  Ciência, Tecnologia e InovaçãoFortalecer parcerias internacionais            ESO ( Europe...
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Estratégia Nacional 2012 – 2015            Ciência, Tecnologia e Inovação           Estimativa de recursos                ...
Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação                                 7 – Ferramentas e Instrument...
Estratégia Nacional 2012 – 2015            Ciência, Tecnologia e Inovação                        Incentivos da Lei do Bem ...
Estratégia Nacional 2012 – 2015          Ciência, Tecnologia e Inovação                      Incentivos da Lei do Bem     ...
Estratégia Nacional 2012 – 2015     Ciência, Tecnologia e Inovação     O que é P&D para a Lei do Bem ?   Aplica-se aos dis...
Lei do Bem: incentivos fiscais à inovação tecnológicaRenúncia Fiscal decorrente dos Investimentos em P&D Investimentos Rea...
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Tendências, diretrizes e desafios governamentais em pesquisa, desenvolvimento e inovação no setor de energia para os próximos anos - PARTE 2

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Tendências, diretrizes e desafios governamentais em pesquisa, desenvolvimento e inovação no setor de energia para os próximos anos - PARTE 2 - Palestrante: Eng° Eduardo Soriano – Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação – MCTI / Brasil.

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Tendências, diretrizes e desafios governamentais em pesquisa, desenvolvimento e inovação no setor de energia para os próximos anos - PARTE 2

  1. 1. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação SUMARIO/SUMMARY1. A situação // The situation2. A Estratégia Nacional de CT&I ePol’iticas IndustrialST&I National Strategy and IndustrialPolicy3. Caraterísticas do Setor de Energia BrasileiroEnergy Sector at Glance4. PD&I em Energia // Energy R&D
  2. 2. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação 1 – Estratégias/Strategies
  3. 3. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação Marco Estratégico
  4. 4. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Mapa Estratégico Desenvolvimento C,T&I como eixo estruturante do desenvolvimento do Brasil Sustentável Redução da Expansão e Ampliação das Consolidação Superação da defasagem consolidação bases para a do novo pobreza e científica e da liderança sustentabilidade Enfrentamento dos tecnológica que brasileira na ambiental e o padrão de redução das Desafios inserção desigualdades ainda separa o Brasil economia do desenvolvimento internacional sociais e das nações mais conhecimento de uma economia do Brasil regionais desenvolvidas natural de baixo carbonoFortalecimento da Base Fortalecimento da Formação e pesquisa e da de Sustentação da Promoção da inovação capacitação de infraestrutura científica e Política de C,T&I recursos humanos tecnológica Aperfeiçoamento dos Aperfeiçoamento do Aperfeiçoamento e expansão marco regulatório de da estrutura de financiamento Fortalecimento doInstrumentos da Política do desenvolvimento científico Sistema Nacional de C,T&I fomento à inovação de C,T&I e tecnológico
  5. 5. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação Política Industrial (Brasil Maior)
  6. 6. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Macrometas 2015 1. Elevar dispêndio nacional em P&D 2. Elevar dispêndio empresarial em P&D (compartilhada com o Plano Brasil Maior) P&D nacional/PIB P&D empresarial/PIB Meta 2014: 1,80% Meta 2014: 0,90% Posição 2010: 1,19% Posição 2010: 0,56% 4. Aumentar o número de empresas que 3. Aumentar a taxa de inovação fazem P&D contínuo Meta 2014: 48,6% Meta 2014: 5.000 empresas Posição 2008: 38,6 % (PINTEC) Posição 2008: 3.425 empresas (PINTEC, excluindo as instituições governamentais de P&D) 5. Aumentar o percentual de empresasinovadoras que utilizam ao menos um dos 6. Aumentar o número de bolsas do CNPq em diferentes instrumentos de apoio todas as modalidades governamental à Inovação Meta 2014: 120.000 Meta 2014: 30% Posição 2010: 84.000 Posição 2010: 22,3%
  7. 7. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação Política Industrial (Brasil Maior)
  8. 8. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação Política Industrial (Brasil Maior)
  9. 9. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Programas prioritários• TICs – Tecnologias da Informação e • Fomento a economia verde Comunicação - Energias renováveis - Mudanças Climáticas Fármacos e Complexo Industrial da - Biodiversidade Saúde - Oceanos e zonas costeiras Petróleo e Gás • C,T&I para o Desenvolvimento• Complexo Industrial da Defesa Social Aeroespacial - Popularização da C,T&I e Melhoria• Nuclear do Ensino de Ciências - Inclusão Produtiva e Tecnologia• Fronteiras para a Inovação Social - Biotecnologia - Tecnologias para cidades - Nanotecnologia sustentáveis Setores - Plano Brasil Maior
  10. 10. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Política Industrial (Brasil Maior) Eólica Solar Etanol Biodiesel HidroSmart CarvãoGrids Mineral
  11. 11. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação 2 - Formação e capacitação de recursos humanos // Human Resources
  12. 12. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Ciência sem Fronteiras Objetivos do Programa Áreas Prioritárias • Engenharias e demais áreas tecnológicas;•Oferecer 100 mil bolsas de estudo no • Ciências Exatas e da Terra: Física, Química, exterior para estudantes de graduação, Geociências pós-graduação e pesquisadores • Biologia, Ciências Biomédicas e da Saúde brasileiros. • Computação e tecnologias da informação;•Promover o avanço da ciência, • Tecnologia Aeroespacial; • Fármacos; tecnologia, inovação e competitividade • Produção Agrícola Sustentável; industrial através da expansão da • Petróleo, Gás e Carvão Mineral; mobilidade internacional. • Energias Renováveis;•Aumentar a presença de estudantes e • Tecnologia Mineral; pesquisadores brasileiros em instituições • Tecnologia Nuclear; de excelência no exterior. • Biotecnologia; • Nanotecnologia e Novos materiais;•Fortalecer a internacionalização das • Tecnologias de Prevenção e Mitigação de universidades brasileiras. Desastres Naturais;•Aumentar o conhecimento inovador das • Tecnologias de transição para a economia verde; indústrias brasileiras. • Biodiversidade e Bioprospecção; • Ciências do Mar;•Atrair jovens talentos e pesquisadores • Indústria criativa; altamente qualificados para trabalhar • Novas Tecnologias de Engenharia Construtiva no Brasil. • Formação de Tecnólogos.
  13. 13. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Ciência sem Fronteiras Modalidades de Bolsas Modalidades de Bolsas e Metas Globais (2011 – 2015)Bolsa Brasil Graduação (1 ano) 27.100Bolsa Brasil Doutorado (1 ano) 24.600Bolsa Brasil Doutorado Integral (4 anos) 9.790Bolsa Brasil Pós-doutorado ( 1 ou 2 anos) 8.900Bolsa Brasil Jovens cientistas de grande talento (3 anos) 860Pesquisadores Visitantes Especiais no Brasil (3 anos) 390Outras modalidades de bolsas 3.360Total de bolsas do governo 75.000Total de bolsas das empresas (distribuídas entre as modalidades) 26.000Total de bolsas 101.000
  14. 14. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Ciência sem Fronteiras Distribuição das Bolsas de Estudo Bolsas já acordadas com os países Empresas e entidades que estão referentes à primeira chamada aderindo ao Programa País Quantidade de bolsas Empresa Quantidade de bolsasEUA 18.000 Febraban 6.500Reino Unido 10.000 CNI 6.000Alemanha 10.200 ABDIB 5.000França 10.000 Petrobras 5.000Itália 6.000 Eletrobrás 2.500Canada 12.000 VALE 1.000 TOTAL 26.000 Outros países em fase de negociação de acordo Outras empresas em fase de negociaçãoHolanda, Bélgica, Espanha, Portugal, Austrália, British Gas, SAAB, Boeing, Fund. Lehman, Suécia, Portugal Telecom/Oi, Telecom Itália/TIM Coréia, China, Índia, Japão e outros.
  15. 15. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação 3 - Alguns Programas e Projetos Prioritários Some priority programs and projects
  16. 16. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Tecnologias da Informação e Comunicação – TICsMercado Brasileiro Gasto de TIC na América Latina 7º mercado de TICs Participação no total global 8% 3º mercado de computadores Maior crescimento de 2010 8,8% 5º mercado de celularesMercado de TIC no Brasil (2010) Déficit comercial do setor Total TI U$S85,1 bilhões Comunicação U$S 80,6 bilhões Em 2010: US$ 18,9 bilhões Total U$S 165,7 bilhões
  17. 17. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação Complexo Industrial da Saúde Mercado Mundial : US$ 1 trilhão Brasil: 1,2% do mercado mundial Déficit comercial (2010): ~ US$ 10,2 bilhões Mercado Público de Saúde: 50% do mercado de saúde 25% da aquisição de medicamentos Compras públicas do complexo da saúde: R$ 8 bilhões Compras Governamentais (pendente de regulamentação) Aquisição de bens e serviços nacionais com margem de preferência de até 25% sobre produtos importados Futuro: Investir nos medicamentos biológicos
  18. 18. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Política Espacial Brasileira Satélites2012 2013 2014 2015 2016 2018 2019CBERS-3 CBERS-4 Amazonia-1 Amazonia-1B Sabia-MAR Amazonia-2 ITASAT IBAS GEO-COM-2 GEO-COM GEO-MET SAR
  19. 19. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação Política Espacial Brasileira Foguetes 1600kg @ GTO 800kg @ 800km 140kg @ 250kg @ 500kg @ 300km 700km 750kmVLM VLS-1 VLS-Alfa VLS-Beta Cyclone-42014 2012 2016, 2017 2018 2013 2019 2014 2018, 2020 2014 2020
  20. 20. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação A Indústria de Petróleo e Gás – Pré-Sal Empresas brasileiras atuam há mais de 50 anos em projetos para a indústria de Topside Petróleo e Gás, incluindo plataformas de produção Necessidade de obter Subsea participação de Empresas nacionais para atuação no setor subsea e downhole Downhole Uso do poder de compra do + Estado + financiamento a inovação de forma integrada20
  21. 21. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Energia LimpaEnergia Eólica e SolarPlanta piloto de CSPCadeia produtiva solar fotovoltáico (silício,waffer,..)Partes,peças e equipamentos para eólicaHidroeletricidade e Energias OceânicasNovas arquiteturas de barragens , Turbinas de baixa queda,Turbinas hidrocinéticas, Máquinas Elétricas e HidráulicaOndas e MarésBioenergiaEtanol: Hidrolise Enzimática, Variedades Cana, PalhaBiodiesel : Algas, Diversificação de Matérias PrimasBiogás, Gaseificação, Pirólise,….Smart Grid , Transmissão EnergiaLaboratórios Smart Grids, Estudos, Laboratório de Extra Alta Tensão,….Cooperação InternacionalUK, Canada, Alemanha,…..
  22. 22. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Projeto SiriusA próxima geração de fonte de luz síncrotron no Brasil• Investimento para permitir manter a competitividade do Brasil em áreas estratégicas e portadoras de futuro como nanociência, biologia molecular estrutural (base para o desenvolvimento de fármacos ), materiais avançados e energias alternativas• Fonte de Luz Síncrotron de 3ª geração• Novos horizontes para as técnicas de caracterização de materiais sintéticos e biológicos
  23. 23. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Laboratório Nacional de Luz Síncrotron Primeira fonte de luz síncrotron no Hemisfério Sul• Estrutura única na América Latina, mais de 85% feito no Brasil;• Atende mais de 2.700 pesquisadores do País e do exterior, de instituições de pesquisa e de empresas;• Construído entre 1987 e 1997, com recursos do MCTI;• Possui diversos acordos de cooperação com outros países
  24. 24. Anel de armazenamento Síncrotron O que é?• A Luz Síncrotron é a radiação eletromagnética produzida por feixes de elétrons de alta energia, que circulam em um anel de armazenamento com velocidade próxima à da luz, quando têm sua órbita No LNLS se desvenda a estrutura da matéria curvada pela ação de um usando radiação eletromagnética (luz síncrotron) campo magnético. para pesquisas, aplicações e inovações nas áreas de:• A radiação eletromagnética, • energia (catalisadores, baterias, células a extraída tangencialmente da combustível, etc.); trajetória dos elétrons, é • microeletrônica e semicondutores; utilizada para experimentos • petroquímica e química fina; nas linhas de luz. • petróleo e gás; • estudos ambientais; • mineração e metalurgia; dentre muitas outras.
  25. 25. Sirius: infraestrutura de Ciência, Tecnologia e Inovação para um Brasil competitivo• Capacidade para mais de 40 linhas de luz• Projeto inicial: 13 linhas de luz, cobrindo diferentes técnicas epermitindo atuação em diferentes áreas
  26. 26. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Reator Multipropósito Brasileiro (RMB)• Reator nuclear de pesquisa de núcleo aberto de potência térmica máxima de 30 MW• Principais aplicações: o Apoio à medicina nuclear no Brasil – atendimento integral da demanda nacional por radioisótopos para aplicações médicas o Fluxo de nêutrons para aplicações em pesquisa básica e tecnológica o Suporte à formação de recursos humanos e realização de atividades de P&D nas áreas de geração de energia, propulsão nuclear e aplicações, dentre outras• Custo do projeto estimado em R$ 850 milhões• Prazo estimado de construção de 6 anos após a disponibilização dos recursos• Cooperação com a Argentina para desenvolvimento conjunto da engenharia de projeto
  27. 27. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação Edifício do RMB ARAMAR - IPERÓ RMB
  28. 28. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Projeto Nano• Transição para modos de produção sustentáveis• Aplicação das nanotecnologias desenvolvidas nos últimos anos e as que estão sendo criadas em laboratórios de todo o mundo, inclusive do Brasil, na transformação de matérias-primas derivadas da biomassa, especialmente os resíduos da produção agrícola, bem como materiais abundantes, em materiais para todos os setores da indústria, agronegócio, mineração e serviços;• Parceria com a FAPESP• Recursos: R$ 144 milhões em 4 anos R$ 30 milhões FAPESP
  29. 29. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Terras Raras: grupo de 17 elementos (lantanídeos + escândio + ítrio). MUNDO Ciência, Tecnologia e Inovação Apresentam propriedades físico-químicas semelhantes, são difíceis de serem encontrados com alto grau de pureza e concentração. MineraçãoConcentração Aplicação em produtos de alta tecnologia. Depósitos e ocorrências Proposta de ação estruturante (R$ 100 milhões): Apoio a P,D&I, infraestrutura laboratorial e formação de RH para o desenvolvimento da cadeia produtiva de terras raras no País, nas etapas experimental e piloto para produção de óxidos e desenvolvimento de produtos de alta tecnologia
  30. 30. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação
  31. 31. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação 4 - Promoção da Inovação / Innovation
  32. 32. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Subvenção Econômica para a Inovação Tecnológica2006 2010Valor do edital: R$ 300 milhões Valor do edital: R$ 500 milhõesDemanda: 1.100 projetos, R$ 1,9 bilhão Demanda: 993 projetos, R$ 1,9 bilhãoResultado: 145 propostas aprovadas, Resultado: 105 propostas aprovadas, R$ 272,5 milhões R$ 242 milhões2007Valor do edital : R$ 450 milhões Distribuição % dos recursosDemanda: 2.567 projetos, R$ 4,9 bilhões por temas - 2010Resultado: 174 propostas aprovadas, R$ 313,8 milhões TICs2008 19% biotecnologia saúde 19%Valor do edital: R$ 450 milhõesDemanda: 2.665 projetos, R$ 6,0 bilhões 17%Resultado: 245 propostas aprovadas, R$ 514,6 milhões2009Valor do edital: R$ 450 milhõesDemanda: 2.558 projetos, R$ 5,2 bilhões 13% 21% energia desenvolvimentoResultado: 261 propostas aprovadas, 11% social R$ 466 milhões defesa
  33. 33. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e InovaçãoMais de 2 mil empresas diretamente apoiadas peloFNDCT até 2012 Nº. de empresas Apoio mapeadas no estudo (2000 a 2008) Direto do FNDCT 1.435 Interação com pesquisadores apoiados pelo FNDCT 1.652 (transbordamento) Fonte: Pesquisa IPEA/CEDEPLAR de 2010 O efeito de transbordamento da produção científica para o setor produtivo é ainda maior
  34. 34. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial EMBRAPII (projeto piloto em implantação)Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT•BionanotecnologiaInstituto Nacional de Tecnologia - INT•Energia e SaúdeCimatec/SENAI•Automação e manufaturas
  35. 35. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação 5 – Parcerias Internacionais International Partnerships
  36. 36. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e InovaçãoFortalecer parcerias internacionais ESO ( European Southern Observatory) DESY (Deutsches Elektronen-Synchrotron) CERN (Organização Europeia para Pesquisa Nuclear) Fraunhofer-Gesellschaft ……etc…
  37. 37. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação 6 – Recursos / $$$$$$
  38. 38. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Estimativa de recursos MEC/CAPES MDIC/INMETRO/ R$ 12,5 BNDES MCTI (16,8%) R$ 7,2 R$ 29,2 (9,7%) (39,1%) MME/PETROBRAS /ELETROBRAS R$ 6,6 (8,9%) MD R$ 4,0 (5,3%) MS R$ 2,1 (2,8%) Outras fontes MAPA/EMBRAPA FAPs R$ 0,8 R$ 1,9 R$ 10,2 (1,1%) (2,6%) (13,7%)Estimativa de recursos federais, de empresas estatais e defundações estaduais de amparo à pesquisa para 2012 – 2015R$ 74,6 bilhões
  39. 39. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação 7 – Ferramentas e Instrumentos// Tools and Instruments
  40. 40. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Incentivos da Lei do Bem Pesquisa Básica Pesquisa Aplicada Desenvol.Tecnológico Desenvol. de Protótipo Transporte ; Logística;Pesquisa de Mercado TIB/Apoio Técnico Linha de Produção Comercialização Fase de risco Tecnológico Não Atua Não Atua Não Atua Atua
  41. 41. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação Incentivos da Lei do Bem Deduções adicionais: Dedução da soma dos dispêndios de +60%, via exclusão;custeio para P&D na base de cálculo +20%, em função do nº dedo IRPJ e CSLL .............pesquisadores contratados com .............dedicação exclusiva em P&D; Redução de 50% do IPI – bens +20%, patente ou registro de cultivar. destinados à P&D Depreciação Acelerada Integral – bens Forma: novos destinados à P&D Usufruto automático dos dispêndios próprios em P&D, além daqueles Amortização Acelerada – intangíveis contratados no País com: vinculados à P&D - universidade, instituição de pesquisa; - inventor independente; ou Redução a zero da alíquota do - transferidas para MPE. imposto das remessas ao exterior Atende apenas as empresas que utilizam destinadas ao registro e manutenção o regime de Lucro Real (menos de 10%) de marcas, patentes e cultivares.
  42. 42. Estratégia Nacional 2012 – 2015 Ciência, Tecnologia e Inovação O que é P&D para a Lei do Bem ? Aplica-se aos dispêndios de P&D com recursos próprios e tambémaos contratados no País com universidade, instituição de pesquisa ouinventor independente, desde que a pessoa jurídica que efetuou odispêndio fique com a responsabilidade, o risco empresarial, a gestãoe o controle da utilização dos resultados dos dispêndios. Estimulo ao desenvolvimento de PD&I em microempresas eempresas de pequeno porte da cadeia produtiva e por inventoresindependente: As importâncias recebidas na forma de transferêncianão constituem receita das MPE, nem rendimento do inventorindependente, desde que utilizadas integralmente na realização dapesquisa ou desenvolvimento de inovação tecnológica
  43. 43. Lei do Bem: incentivos fiscais à inovação tecnológicaRenúncia Fiscal decorrente dos Investimentos em P&D Investimentos Realizados pelas por Modalidade de Incentivo Fiscal (R$ milhões) Empresas em P&D (R$ milhões) IR Ano CSLL IR Redução Total de Total de pagamentos Capital Custeio Calendário (9%) (25%) IPI Renuncia Investimentos exterior 2006 60 165 0,0 4 229 389 1.803 2.191 2007 226 628 0,3 29 884 558 4.580 5.138 2008 402 1.118 0,3 62 1.582 889 7.915 8.804 2009 356 990 0,2 36 1.383 217 8.114 8.332 2010 452 1.258 0,1 32 1.727 225 8.400 8.621• excluídas as empresas de informática até 2007 Fonte: MCTI 875 empresas cadastradas e 639 empresas beneficiadas em 2010, 391% a mais em relação a 2006 R$ 8,6 bilhões aplicados em P&D em 2010, 293% a mais em relação a 2006, crescimento de 0,09% PIB para 0,23% PIB
  44. 44. Estratégia Nacional 2012 – 2015Ciência, Tecnologia e Inovação A Estratégia Nacional está disponível em: The National Strategy is available on: www.mct.gov.br/upd_blob/0218/218981.pdf A Política Industrial (Brasil Maior) está disponível em: The Industrial Policy (Big Brazil) is available on: http://www.brasilmaior.mdic.gov.br/

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