Cão é a vida (adeus, amiga!) (MAM)

1.321 visualizações

Publicada em

Amizade que dura para toda a vida e além.
Por Marcelo Alexandre Marchi.

Publicada em: Estilo de vida
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.321
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
4
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Cão é a vida (adeus, amiga!) (MAM)

  1. 1. CÃO É A VIDA(ADEUS, AMIGA!)
  2. 2. Aqueles que optam por cuidar e serem cuidadospor um cachorro, sem perceber, apropriam-se doverdadeiro significado de suas próprias vidas. Odono acompanha todas as etapas da vidadaquele que depende inteiramente dele. Quandopequeno, tem suas noites maldormidas, já que ofilhote sente muita falta de sua mãe.
  3. 3. Há o período de aclimatação e apresentação,quando ambos começam a se entender eperceber que a troca pode favorecer a ambos.Logo, em seguida, mais à vontade, o novo peludoe rechonchudo habitante da casa começa a roerchinelos, fazer xixi fora do local estipulado, é avida que se principia.
  4. 4. Depois vem a adolescência, o cachorro querbrincar, passear, rolar na grama, esquentar o pelono calor do sol e fugir do refresco do banhodepois. Nesse período, tudo é novidade edescoberta. Começa a atração pelo sexo oposto.E o dono tem que tomar uma decisão dura:castrar ou não. Disso vai depender a qualidadede vida futura do cão. Para aqueles que optarempela segunda opção, receberão mais uma marcaindelével da vida: a cria da sua cria.
  5. 5. Posteriormente acontece um fenômeno que nãotemos a possibilidade de acompanhar como sereshumanos. Nem mesmo os pais - com a revelaçãoda concepção, criação e tutoria educacional -podem passar por esse processo. Já que elescriam os filhos para o mundo e depois ficam àsombra daqueles, com a sensação de missãocumprida.
  6. 6. Nesse caso da relação homem cão, o “pai” setorna “filho”. As relações se invertem. Agora ocãozinho inspira cuidados e preocupações.Começam a aparecer bicos de papagaio, notam-se agora as dificuldades para superar os degrausdas escadas, o sono aumentado, os pelosbrancos que aparecem principalmente na face, otempo que vai polindo o animalzinho conforme oseu desejo.
  7. 7. A caminhada final são as preocupações naturaisdo gostar. Algumas doenças senis caninas dão umsusto nos donos, mas os cães não desistem. Omelhor exemplo é o do Acidente VascularEncefálico (AVE), quando o cachorro é acometidopor essa doença tende a se recuperar melhor queo ser humano. Neste ponto, o dono começa apensar na possibilidade do fim da parceria.
  8. 8. Aqui o homem se apropria da brevidade da vida,da do animal e da sua própria. Aquele serquerido é um reflexo do que vai se dar na suavida e na de tantos outros queridos familiares eamigos. A vida é uma sucessão de bons e mausmomentos, até que se encontra o que osjogadores procuram tanto nos games, o final.
  9. 9. Mas depois fica a presença eterna do animal. Suavida se modificou tanto. Aprendeu tanto com elee vice-versa, que é impossível excluí-lo parasempre da memória. A morte nos rouba acompanheira, todavia não faz o mesmo com aslembranças. Objetos, momentos, situações, tudofaz pensar que valeu a pena. E que alma giganteque ela tinha, o próprio Pessoa iria seimpressionar. Descanse em paz, querida Maggie,pois seus últimos momentos foram duríssimos.
  10. 10. Maggie“De vira-lata a senhora de si que ensinou como a vida é bonita atoda uma família”01/09/1997 – 27/05/2013Postado originalmente no blogSurpresas Animais http://surpresasanimais.blogspot.com.br

×