Semiótica

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Trabalho realizado em 2014/2 para unidade curricular de semiótica, colocando ideias principais dos textos referenciados na lauda e a importância do designer e o processo de design na arte do ver.

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  1. 1. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS FLORIANÓPOLIS DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE METAL MECÂNICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE PRODUTO UNIDADE CURRICULAR: SEMIÓTICA PROFESSORA: JUCELIA S. GIACOMINI SILVA ALUNAS: OSÍRIS PRADO e STHÉFANY CECHINEL LER AS COISAS Os autores Alves e Sant’Anna nos textos “A complicada arte de ver” e “Ler o mundo” abordam sobre leitura, sabendo que, tudo ao nosso entorno pode ser lido, cada objeto, imagem, símbolo, etc. Ressaltam a importância do aprender a ver e interpretar, ou sejam não basta conhecer os signos, tem-se que utiliza-los de alguma forma, com a interpretação feita por nós. A partir dessa ciência de que tudo é leitura e decifração, é de extrema importância que saibamos que as coisas transmitem significados, assim sendo, estas coisas estão transmitindo mensagens, e para recebê- las temos que estar preparados. Estamos expostos a diversos estímulos visuais o tempo inteiro e, justamente por nossa visão se acomodar facilmente, vemos com olhos de ferramentas, ou seja , um olhar superficial, e não tentamos entender essa informação por partes, apenas como um todo. Não buscamos o contexto, vemos por ver, sem analisar ou enxergar. Nossa percepção acaba tornando-se “indiferente”, talvéz porque somos colocados diantes de uma gama de informações. O processo do ver é algo para se aprender, para ser construído, e para que isso aconteça temos que desconstruir. Descreve como em várias profissões ou situações existentes em cada qual um conjunto de signos que possibilita a leitura e diagnósticos do mundo cada qual com a sua óptica. Como a mesma comenta “só escreve bem quem ao escrever sobre si mesmo também lê o mundo”. Vários fatores estão envolvidos, cada um lê o mundo de acordo com sua bagagem e experiência de vida, mas muitas vezes é necessário desvincular-se e colocar-se no lugar do outro, aprendendo assim novas perspectivas.
  2. 2. A arte de ver e transpor ideias é importante para o designer e para o processo de design porque essa área não foge do panorama, ele também comunica. O designer tem que ter a capacidade de sintetizar forma e função em um objeto de maneira a proporcionar bem estar, conforto, qualidade e funcionalidade através do seu projeto. São vários os fatores e variáveis que envolvem essa definição, saber desvendar o que o usuário quer melhorar as condições de uso do objeto, adequar estas a necessidade da indústria e seus processos de produção , normas de segurança e fabricação , colocar o produto no mercado de maneira competitiva são tarefas que só um designer bem treinado na leitura do macro processo e dos mínimos detalhes vai poder captar a alma ou essência dessa necessidade . Todas essas necessidades ainda tem que ser transpostas para linguagem do desenho da criatividade ,da forma. Um designer, quando aprende a ver o mundo , passa a analisar todas as questões do mundo sob a sua óptica de designer não só as que tem que resolver no seu trabalho mas também no seu dia a dia, no transito, na sua casa, quando cozinha está pensando sobre a funcionalidade dos utensílios,enfim vê o mundo como um desafio a resolver. Tarefa árdua mas deliciosamente bela!

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