Termoeletroterapia Aplicada

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Aula termoterapia para alunos UCB-RJ. Prof. Vagner Sá.

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Termoeletroterapia Aplicada

  1. 1. TERMOTERAPIA<br />Prof. Vagner Sá<br />
  2. 2. Agentes Térmicos<br />
  3. 3.  <br />TERMOTERAPIA<br />Hipotermoterapia<br />Crioterapia<br />HIPERTERMOTERAPIA<br />Profunda<br />Superficial<br />Classificação<br />
  4. 4. Dica Clínica<br />“Os agentes físicos geralmente são utilizados com outras intervenções, e não como uma intervenção isolada”.<br />
  5. 5. Seleção dos Agentes Térmicos<br />
  6. 6. Transferência de Energia Térmica Entre Corpos<br />
  7. 7. Condução<br />
  8. 8. Dica Clínica<br />“A transferência de calor por condução ocorre apenas entre materiais que estiverem em diferentes temperaturas e em contato direto um com o outro”.<br />
  9. 9. Convecção<br />
  10. 10. Dica Clínica<br />“A transferência de calor por convecção ocorre entre materiais que estiverem em diferentes temperaturas e com a presença de fluídos (ar ou água) transferindo energia calórica”.<br />
  11. 11. Conversão<br />
  12. 12. Dica Clínica<br />“A transferência de calor por conversão ocorre quando uma energia (sonora, eletromagnética, etc) se transforma em energia calórica ao passar pelos tecidos corporais”.<br />
  13. 13. Radiação<br />http://images.tribe.net/tribe/upload/photo/b00/da9/b00da912-0608-4a98-adf5-1cf23f0e14d5<br />
  14. 14. Dica Clínica<br />“A transferência de calor por radiação ocorre entre materiais que estiverem em diferentes temperaturas sem a necessidade de um meio interveniente ou de contato entre eles”.<br />
  15. 15. crioterapia<br />
  16. 16. Uso terapêutico do frio!<br />http://www.fortalezaec.net<br />Crioterapia <br />Cirurgia hepática - INCA<br />Crioterapia <br />Cirurgia dermatológica<br />Resfriamento com Nitrogênio <br />
  17. 17. Efeitos Hemodinâmicos<br />Cameron, 2009<br />
  18. 18. Vasodilatação Induzida pelo Frio<br />Inicialmente reportada por Lewis (1930);<br />Quando do resfriamento por períodos prolongados ou quando o tecido atinge menos de 10º C.<br />Cameron, 2009<br />
  19. 19. Dica Clínica<br />“Quando o objetivo da intervenção for a vasodilatação, não se recomenda o uso da crioterapia, que não apresenta esse efeito de forma consistente”.<br />
  20. 20. Curva de dissociação oxigênio-hemoglobina<br />Cameron, 2009<br />
  21. 21. Efeitos Neuromusculares<br />Queda na velocidade de condução nervosa<br />Elevação do limiar de dor<br />Diminuição da espasticidade<br />Modificação da geração da força muscular<br />
  22. 22. Modificações na Força Muscular<br />Cameron, 2009<br />
  23. 23. Dica Clínica<br />“Como a força muscular pode ser temporariamente influenciada pela crioterapia, o teste de força deve ser, de preferência, realizado antes do tratamento”.<br />
  24. 24. Efeitos Metabólicos<br />O resfriamento diminui a velocidade de todas as reações metabólicas, incluindo as inflamações e processos de cura.<br />A atividade das enzimas degradadoras de cartilagens (colagenase, elastase, hialuronidase e protease), são inibidas pela queda da temperatura das articulações; sendo altamente recomendado o uso nas doenças inflamatórias articulares como artrose e artrite reumatóide.<br />
  25. 25. Indicações <br />Controle de inflamações<br />Controle de edemas<br />Controle da dor<br />Modificação da espasticidade<br />Facilitação neuromuscular periférica (Rood)<br />
  26. 26. Técnicas<br />Crioinibição<br />Crioestimulação<br />Criocinética<br />Crioalongamento<br />Banho de contraste<br />Imersão corporal<br />
  27. 27. PROTOCOLO GERAL<br />FRIO<br />COMPRESSÃO<br />ELEVAÇÃO<br />REPOUSO<br />
  28. 28. Criocinética<br />
  29. 29. Crioinibição<br />
  30. 30. Crioinibição<br />
  31. 31. Crioinibição<br />
  32. 32. Crioalongamento<br />
  33. 33. Crioimersão<br />
  34. 34. Contra-idicações<br />Urticária causada pelo frio<br />Intolerância ao frio<br />Crioglobulinemia<br />Hemoglobinúria paroxística fria<br />Doença ou fenômeno de Raynauld<br />Sobre nervos periféricos em regeneração<br />Sobre área com comprometimento circulatório ou doença vascular periférica<br />
  35. 35. hipertermoterapia<br />
  36. 36. Uso terapêutico do calor!<br />
  37. 37. Efeitos Hemodinâmicos<br />Cameron, 2009<br />
  38. 38. Dica Clínica<br />“Agentes superficiais de calor não aquecem até a profundidade da maior parte dos músculos. Para isso ocorrer, deve-se prescrever o uso de exercícios ou modalidades de calor profundo”.<br />
  39. 39. Efeitos do calor nos tecidos<br />Aumento da velocidade de condução nervosa<br />Redução do espasmo muscular<br />Aumento do limiar de dor<br />Variações na força muscular (diminuição até 30 m após aplicação; e aumento de 30m a 2 h)<br />Aumento do metabolismo (13% para cada 1 grau)<br />Aumento da velocidade das reações enzimáticas<br />Aumento da extensibilidade do colágeno<br />
  40. 40. Indicações Gerais<br />Controle da dor<br />Aumento da amplitude dos movimentos<br />Lesões sub-agudas e crônicas musculares e ligamentares<br />
  41. 41. Contra-indicações<br />Hemorragia recente<br />Lesão inflamatória aguda<br />Tromboflebite<br />Alterações da sensibilidade<br />Déficit cognitivo<br />Tumor malígno<br />Olhos e gônadas<br />Déficit circulatório<br />
  42. 42. Efeitos Adversos da Termoterapia<br />Queimaduras<br />Desmaios<br />Sangramento em pacientes hemofílicos<br />
  43. 43. Compressas Quentes<br />Esfriam com o passar do tempo.<br />De 15 a 20 minutos.<br />reutilizáveis.<br />Envolver a compressa com toalhas secas.<br />Baixo custo.<br />
  44. 44. Parafinagem<br />Temperatura entre 45 e 54 graus.<br />Dosimetria de 15 a 30 minutos.<br />Aplicação direta.<br />Técnicas de imersão e pincelamento.<br />Uso mais comum em extremidades.<br />
  45. 45. RadiaçãoInfravermelha<br />Aplicação direta<br />Sem uso de toalha.<br />IV não luminoso e luminoso.<br />Dosimetria de 15 a 30 minutos.<br />Aplicação sempre em 90 graus.<br />Manter distância entre 40 e 60 cm.<br />
  46. 46. Forno de Bier<br />Aplicação direta<br />Sem uso de toalha.<br />Atualmente em desuso pelos fisioterapeutas.<br />Dosimetria de 15 a 30 minutos.<br />
  47. 47. O queescolher?<br />Adaptado de Cameron, 2009<br />* Existemestudosinformandomelhora. <br />
  48. 48. DIATERMIA<br />Ondas Curtas e Microondas<br />
  49. 49. Introdução<br />Produção de aquecimento tecidual com a utilização do ondas curtas ou microondas com finalidades terapêuticas.<br />
  50. 50. Espectro eletromagnético<br />
  51. 51. Fenômeno de d’Arsonval<br />A passagem de corrente elétrica de alta freqüência causa aquecimento tecidual sem estimular o complexo neuromuscular<br />http://www.electrotherapymuseum.com/Articles/HighFrequencyCurrents.htm<br />
  52. 52. Freqüências <br />27 MHz<br />2450 MHz<br />60 Hz<br />
  53. 53. Dica Clínica<br />“A diatermia aquece mais profundamente do que bolsas térmicas e aquece uma maior área do que o ultrassom”.<br />
  54. 54. Técnicas de aplicação Ondas Curtas<br />CONTRAPLANAR<br />COPLANAR<br />LONGITUDINAL<br />
  55. 55. Técnicas Microondas<br />
  56. 56. Efeitos Térmicos<br />Quando aplicado de forma continua<br />Aquecimento profundo<br />Vasodilatação<br />Aumento do metabolismo e fluxo sanguíneo<br />Aumento da extensibilidade do colágeno<br />Relaxamento muscular<br />Entre outros...<br />
  57. 57. Efeitos não térmicos – ondas curtas<br />Quando aplicado de forma pulsada<br />Maior perfusão microvascular<br />Melhora da função da membrana celular<br />
  58. 58. Indicações<br />Aceleração da cicatrização tecidual<br />Diminuição da rigidez articular (osteoartrite)<br />Diminuição da tensão muscular (lombalgias)<br />Controle da dor e edema crônico<br />
  59. 59. Contra-indicações<br />Marcapassos cardíacos<br />Infecção<br />Gestação<br />Implantes metálicos<br />Malignidades (tumores, câncer)<br />Olhos<br />Testículos<br />Áreas isquêmicas<br />
  60. 60. Precauções <br />Obesidade<br />Esqueleto imaturo<br />
  61. 61. Referências Básicas<br />Cameron, M. Agentes físicos na reabilitação. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.<br />Low and Reed. Eletroterapiaexplicada. 4ed, 2009.<br />Bazin, S. Eletroterapiabaseadaemevidências. 11 ed. 2003.<br />

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