Slides disfuncoes musculoesqueleticas

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Disciplina disfunções musculoesqueléticas.
UCB Rio de Janeiro
vagner.fisioterapeuta@gmail.com

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Slides disfuncoes musculoesqueleticas

  1. 1. DISFUNÇÕESMUSCULOESQUELÉTICAS Prof. Vagner Sá UCB-RJ savagner@ig.com.br
  2. 2. LESÃO É o dano causado por trauma físico ou químico, sofrido pelos tecidos do corpo. O sistema musculoesquelético, como qualquer sistema biológico, não é estático. Está em um estado de equilíbrio constante, que é denominado homeostase.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  3. 3. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  4. 4. PRENTICE, Voight, 2003.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  5. 5. LESÃO PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA  Na lesão primária, a lesão é uma conseqüência direta e imediata do traumatismo. Uma fratura de crânio por traumatismo contuso ou uma ruptura do ligamento colateral medial do joelho em virtude de um impacto lateral violento são exemplos.  Na lesão secundária a manifestação ocorre algum tempo após o traumatismo inicial. Uma mulher, com entorse de tornozelo, pode alterar sua marcha e colocar cargas excessivas sobre articulações e tecidos tanto ipsilaterais quanto contralaterais.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  6. 6. Os tecidos corporais experimentam cargascontinuamente durante as atividades normais sem qualquer lesão óbvia. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  7. 7. A probabilidade de lesão aumenta quando ascargas ultrapassam a gama fisiológica. Neste caso o tecido experimenta uma sobrecarga. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  8. 8. A lesão pode resultar quando uma únicasobrecarga ultrapassa a tolerância máxima do tecido.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  9. 9. A sobrecarga repetida corresponde ao uso excessivo (overuse). Como por exemplos, atendinite e a síndrome do túnel do carpo, que são classificadas como distúrbios por traumatismos cumulativos ou síndrome de estresse repetitivo. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  10. 10. MECANISMOS DE LESÕES DIRETO  A força se aplica no local da lesão. Ex. contusão. INDIRETO  A força se aplica em um local diferente do local da lesão. Ex. entorse.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  11. 11. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  12. 12. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  13. 13. LESÃO CRÔNICA E AGUDA As lesões podem resultar de um único insulto (lesão aguda) ou de cargas repetidas à longo prazo (lesão crônica). Os insultos crônicos persistentes dos tecidos podem resultar progressivamente em condições degenerativas que preparam o “palco” para uma lesão aguda.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  14. 14. MICRO E MACROTRAUMA A lesão crônica pode começar com danos microscópicos das estruturas dos tecidos tendinosos e ósseo. Se não forem tratadas, as microlacerações tendinosas prenunciam a ruptura do tendão, e o osso sofrerá uma fratura por estresse.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  15. 15. MACROTRAUMASPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  16. 16. OUTROS FATORES DETERMINANTES PARA OCORRÊNCIA DE LESÃOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  17. 17. E STRUTURA T ECIDUALPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  18. 18. I DADEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  19. 19. G ÊNEROPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  20. 20. G ENÉTICAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  21. 21. E STADO F ISIOLÓGICO E F ÍSICOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  22. 22. NUTRIÇÃO
  23. 23. OUTROS... Estado psicológico: estresse, distração, fadiga, depressão, fatores de personalidade. Fadiga física Ambiente Equipamento de Proteção Individual – EPI Lesão prévia e doenças PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  24. 24. EPIPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  25. 25. EPIPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  26. 26. EPI ?PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  27. 27. C ADÊ O EPI?PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  28. 28. TIPOS DE LESÕESABERTAS  A pele está danificada. Possuem comunicação com o meio externo. Ex. escoriação e ferida.Escoriação: lesão superficial (atinge somente a epiderme)Ferida: lesão mais profunda, atingindo epiderme e derme (tecido celular subcutâneo). FECHADAS  A pele está integra. Não possuem comunicação com o meio externo. Ex. contusão. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  29. 29. E SCORIAÇÕESPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  30. 30. FERIDAS PUNTIFORME: até 1 cm, com bordas regulares e arredondadas. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  31. 31.  PERFURANTE: acima de 1 cm, com bordas regulares e arredondadas. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  32. 32.  INCISA: mesma profundidade do início ao fim da lesão, com bordas regulares. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  33. 33. INCISAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  34. 34.  CORTANTE: bordas um pouco irregulares, mais profunda no início da lesão.Ex. corte com faca. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  35. 35.  CONTUSA: bordas e profundidade irregulares,potencialmente contaminada.Ex. pedrada. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  36. 36.  CORTO-CONTUSA: lesão mista, afeta partes moles.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  37. 37.  PÉRFURO-CONTUSA: lesão mista, também afeta partes moles.Ex. perfuração por arma de fogo (PAF) PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  38. 38.  FERIDA PENETRANTE: quando uma cavidade é atingida.Ex. facada ou PAF penetrando a cavidade peritonial ou cavidade medular. FERIDA TRANSFIXANTE: tem porta de entrada e saída.Ex. PAF PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  39. 39. QUEIMADURASPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  40. 40. LESÕES FECHADAS CONTUSÃO: lesão fechada causada por trauma direto em tecidos moles. Presença de sinais flogísticos (dor, calor, edema, rubor e impotência funcional). E de acordo com a energia do trauma, podemos encontrar também equimose ou hematoma. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  41. 41. M ÁCULAS H EMORRÁGICAS Equimose: hemorragia de pequenos vasos, tendo como consequência o aparecimento de uma mácula (mancha) hemorrágica visível na pele. Hematoma: hemorragia com maior volume de sangue abaixo da pele, com o aparecimento de um abaulamento na mesma. Às vezes é necessário drenagem, pois pode se tornar meio de cultura de bactérias. Petéquias: Se a quantidade de sangue é muito pequena, mas as pequeninas manchas são em grande número costuma-se chamá-las de petéquias PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  42. 42. E QUIMOSEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  43. 43. HEMATOMAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  44. 44. PETÉQUIASPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  45. 45. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  46. 46. A NOMALIAS G ENERALIZADASPROF. VAGNER SÁ -SAVAGNER@IG.COM.BR
  47. 47. S IAMESESPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  48. 48. “ MENINA SEREIA ” C HILEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  49. 49. G ÊMEAS SIAMESASPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  50. 50. O STEOGÊNESE I MPERFEITA Caracteriza-se por fragilidade óssea resultante de um defeito primário na matriz óssea, com alterações tanto na qualidade quanto na quantidade do colágeno. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  51. 51. O STEOGÊNESE I MPERFEITAHá cinco tipos de osteogênese imperfeita: Tipo I - mais comum, com herança autossômica dominante, caracterizadapor fragilidade óssea leve a moderada, osteoporose, esclerótica azul,estatura normal e deficiência auditiva. É subdividida em tipo A, se adentinogênese é normal, e B, se imperfeita; Tipo II - mais grave e letal. Apresenta herança autossômica dominante,esclera azul, face triangular, desproporção crânio-facial, membros curtos emúltiplas fraturas; Tipo III - forma progressiva grave, autossômica dominante,caracterizando-se por osteopenia, múltiplas fraturas com deformidade ósseae na coluna. As escleras apresentam uma coloração azul-pálido na infância etornam-se normais posteriormente; Tipo IV - é raro, com herança autossômica, apresentando osteoporose,fragilidade óssea e deformidade leve. A esclera tem coloração normal e ocomprometimento da audição é leve; Tipo V - semelhante ao tipo IV, diferenciando-se apenas por formação decalos ósseos exuberantes e calcificações na membrana interóssea doantebraço. . PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  52. 52. O STEOGÊNESE I MPERFEITAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  53. 53. T RATAMENTO Tratamento medicamentoso: na tentativa de se obter um aumento na resistência óssea, porém sem ser específica para resultados absolutos. Prevenção das fraturas Fisioterapia e terapia ocupacionalPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  54. 54. A NOMALIAS CONGÊNITAS DACOLUNA VERTEBRALPROF. VAGNER SÁ -SAVAGNER@IG.COM.BR
  55. 55. TORCICOLO M USCULAR CONGÊNITOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  56. 56. T RATAMENTO CONSERVADOR Fisioterapia com 3 semanas de idade; Alongamento ECOM Fortalecimento ECOM contra-lateral Alinhamento da cabeça Adotar postura contra-lateral para dormir Orientações aos pais PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  57. 57. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  58. 58. T RATAMENTO CIRÚRGICOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  59. 59. K LIPPEL -F EILPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  60. 60. K LIPPEL -F EIL A SSOCIADO À E SCÁPULA A LTA C ONGÊNITAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  61. 61. E SCOLIOSEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  62. 62. ESCOLIOSEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  63. 63. E SCOLIOSE C URVA C OMPENSADAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  64. 64. T ESTE A DAMS G IBOSIDADEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  65. 65. E SCOLIOSE I DIOPÁTICAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  66. 66. E SCOLIOSE POR N EUROFIBROMATOSEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  67. 67. E SCOLIOSE A NTÁLGICAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  68. 68. E SCOLIOSE POR A SSIMETRIAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  69. 69. V ÉRTEBRAS E RROS DE F ORMAÇÃOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  70. 70. E SCOLIOSE C ONGÊNITA Curva congênita de ângulo agudo e rígido, com o tronco encurtado e deformidades da caixa torácica, com corcova costal proeminente.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  71. 71. M ÉTODO DE COBBPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  72. 72. C LASSIFICAÇÃO DE RISSERPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  73. 73. C OLETE DE M ILWAUKEEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  74. 74. C IRURGIA C ORRETIVAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  75. 75. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  76. 76. C IFOSE C ONGÊNITA Deve-se a um defeito de segmentação da coluna embrionária, resultando em fusão de corpos vertebrais.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  77. 77. D ORSO C URVO J UVENIL E S CHEUERMANNPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  78. 78. HIPERLORDOSEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  79. 79. Â NGULO F ERGUSONPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  80. 80. P ECTUS C ARINATUMPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  81. 81. Ó RTESESPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  82. 82. P ECTUS E XCAVATUMPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  83. 83. P ECTUS E XCAVATUM Ó RTESEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  84. 84. P RÉ E PÓSPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  85. 85. P RÉ E P ÓSPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  86. 86. D EFORMIDADE DE S PRENGELPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  87. 87. F OCOMELIAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  88. 88. A USÊNCIA C ONGÊNITA R ÁDIOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  89. 89. A USÊNCIA C ONGÊNITA U LNAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  90. 90. B ANDA DE C ONSTRICÇÃOARLINDO G. PARDINI JR. ACTA ORTOP BRAS 9(2) - ABR/JUN, 2001 PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  91. 91. ARLINDO G. PARDINI JR. ACTA ORTOP BRAS 9(2) - ABR/JUN, 2001 PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  92. 92. A MPUTAÇÃO CONGÊNITAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  93. 93. A MPUTAÇÃO CONGÊNITAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  94. 94. M ÃO F ENDIDAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  95. 95. S INDACTILIA C OMPLEXAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  96. 96. S INDACTILIA S IMPLESPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  97. 97. A NOMALIAS CONGÊNITAS DOSMEMBROS INFERIORESPROF. VAGNER SÁ -SAVAGNER@IG.COM.BR
  98. 98. D ISPLASIA DO QUADRILL UXAÇÃO C ONGÊNITA Q UADRIL PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  99. 99. D ISPLASIA DO QUADRILL UXAÇÃO C ONGÊNITA Q UADRIL PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  100. 100. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  101. 101. Í NDICE A CETABULARPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  102. 102. IMAGEMPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  103. 103. Â NGULO DE A BDUÇÃO Q UADRILPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  104. 104. S USPENSÓRIO PAVLIKPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  105. 105. A LMOFADA F REJKAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  106. 106. P OLIDACTILIAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  107. 107. A MPUTAÇÃO C ONGÊNITA DOS D EDOS E A RTELHOSPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  108. 108. C OXA VARA C ONGÊNITAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  109. 109. F ÊMUR C URTO C ONGÊNITOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  110. 110. F ÊMUR C URTO C ONGÊNITO P ROTETIZAÇÃOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  111. 111. F ÊMUR C URTO C ONGÊNITOC IRURGIA PARA P ROTETIZAÇÃO PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  112. 112. G ENO VARO F ISIOLÓGICOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  113. 113. T ÍBIA VARA C ONGÊNITAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  114. 114. G ENO VALGO U NILATERALPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  115. 115. G ENO VALGO BILATERALPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  116. 116. G ENO VARO U NILATERALPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  117. 117. P É E QUINOVAROPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  118. 118. P É TORTO C ONGÊNITOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  119. 119. P É TORTO C ONGÊNITO C IRURGIAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  120. 120. T ÁLUS I NVERTIDOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  121. 121. H ÁLUX VALGO A DQUIRIDOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  122. 122. A MPUTAÇÃO C ONGÊNITA P ÉPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  123. 123. S INDACTILIA P ÉPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  124. 124. B ANDA DE C ONSTRICÇÃO P ERNAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  125. 125. D ISTÚRBIOS METABÓLICOSPROF. VAGNER SÁ -SAVAGNER@IG.COM.BR
  126. 126. R AQUITISMOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  127. 127. C LASSIFICAÇÃOa) Raquitismo carencial: deficiência de vitamina D, cálcio e fosfato.b) Raquitismo secundário a tubulopatias renais.c) Raquitismo associado a má absorção gastrintestinal.d) Raquitismo secundário a distúrbios do metabolismo da vitamina D.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  128. 128. A SPECTOS C LÍNICOS Irritabilidade / apatia Achatamento do crânio Alargamento da porção cartilaginosa das suturas do crânio Dentinogênese retardada ou defeituosa Articulações costocondrais proeminentes (rosário raquítico) pectus carinatum Fraqueza muscular, Distensão abdominal, Frouxidão ligamentar Encurvamento dos ossos longos Cifoscoliose Baixa estatura, secundária as deformidades ósseas PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  129. 129. I MPORTANTE !! A vitamina D é fundamental para a absorção do cálcio pelo seu organismo. Deve ser consumido sempre em quantidades adequadas, evitando faltas e excessos. A quantidade de vitamina D que um adulto precisa varia, de acordo com a idade, de 5mg a 10mg, chegando a 15mg em idosos com mais de 70 anos. A exposição ao sol é importante para a obtenção de vitamina D, mas alguns alimentos também representam uma fonte desta vitamina. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  130. 130. F ONTES DE V ITAMINA DGema ovo Fígado manteiga cavala sardinha arenque PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  131. 131. R AQUITISMO NORMAL PATOLÓGICOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  132. 132. A NTES E A PÓS T RATAMENTOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  133. 133. R ADIOGRAFIASPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  134. 134. R AQUITISMO PUNHOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  135. 135. R AQUITISMO N UTRICIONALPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  136. 136. OSTEOMALÁCIA A osteomalácia é o raquitismo no adulto. Ela ocorre quando o paciente por um período na vida se alimenta com um nível baixo de cálcio. Hoje, felizmente, a patologia é rara. Ela foi freqüente durante a Segunda Guerra Mundial. Nessa época, o preso não tomava banhos de sol e a alimentação era deficiente. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  137. 137. E SCORBUTO Deficiência de ácido levoexurônico (ácido ascórbico – vitamina C). Altera a formação de colágeno e a resistência dos capilares que orientam a mineralização óssea. O quadro clínico inclui: irritabilidade, parestesias, hipotonia muscular principalmente dos membros inferiores, obrigando o paciente a permanecer com as articulações fletidas. Também encontra-se febre e hemorragias das gengivas e do tecido subcutâneo além de dor óssea e articular. O tratamento é relativamente simples com ingesta de vitamina C, principalmente porque doses maciças não levam a intoxicação. Se o tratamento for instituído no início, provavelmente não acarretará em seqüelas.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  138. 138. F ONTES DE V ITAMINA CPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  139. 139. OSTEOPENIAS E OSTEOPOROSE É a perda de massa óssea provocada pelo decréscimo rápido do estrogênio e progesterona, influenciando diretamente na atividade osteoblástica normal. Sabemos que com a chegada da menopausa nas mulheres, os níveis hormonais decrescem rapidamente, em torno de 5 a 10 anos após sua instalação. Nos homens os níveis de hormônios sexuais diminuem em faixa etária mais elevada, em torno dos 65 anos, e esse fato é responsável pela manutenção da massa óssea do sexo masculino. Na osteoporose, a massa óssea diminui, apesar de a estrutura permanecer aparentemente normal. Na senilidade, todos os seres humanos são acometidos pela perda de tecido ósseo (osteoporose primária). O termo osteoporose secundária é utilizado para designar esse processo quando ele inicia em faixa etária menor e apresenta um fator predisponente. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  140. 140. FATORES DE RISCO PARA A OSTEOPOROSE História familiar Raça branca Escoliose Osteogênese imperfeita Menopausa precoce Alcoolismo TabagismoPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  141. 141. FATORES DE RISCO PARA A OSTEOPOROSE inatividade e sedentarismo má nutrição amenorréia induzida por excesso de exercício dieta com alta ingestão de fibras dieta com alta ingestão de fosfatos dieta com alta ingestão de proteínasPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  142. 142. O UTRAS I NFORMAÇÕES QUADRO CLÍNICO A doença é assintomática, a não ser que ocorra uma fratura É muito importante avaliar a história para correlacionar com o uso de medicamentos como: corticóides, anticonvulsivos, medicação para tireóide, antiácidos e heparina. LOCAIS COMUNS DE FRATURA Fratura por compressão vertebral Fratura do punho Fratura do quadril/fêmur proximal Fratura dos arcos costais, pelve e úmero PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  143. 143. O STEOPOROSEsaudável osteoporótico PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  144. 144. D ENSITOMETRIA Ó SSEAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  145. 145. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  146. 146. O STEOPOROSEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  147. 147. O STEOPOROSEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  148. 148. O STEOPOROSE - P REVENÇÃOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  149. 149. O STEÍTE DEFORMANTE DOENÇA DE PAGET A doença de Paget é uma alteração do processo de remodelação do esqueleto, iniciada por um aumento da reabsorção óssea mediada pelos osteoclastos. A deformidade e o aumento de volume dos ossos pode causar compressão de estruturas nervosas adjacentes, como por exemplo, os pares cranianos causando diminuição da acuidade auditiva. A compressão de raízes nervosas pelo aumento de volume ósseo, pode ser a causa de lombalgia ou lombociatalgia, por estenose do canal vertebral ou do forame intervertebral. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  150. 150. D ISTÚRBIOS I NFECCIOSOS EINFLAMATÓRIOS DE O SSOS EA RTICULAÇÕESPROF. VAGNER SÁ -SAVAGNER@IG.COM.BR
  151. 151. OSTEOMIELITE  Infecção óssea  Aguda, sub-aguda ou crônicaPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  152. 152. Q UADRO CLÍNICO Dor óssea (edema, calor, rubor) Febre Prostração Anorexia Impotência funcionalPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  153. 153. TRATAMENTO Identificação do agente Antibioticoterapia Antiinflamatórios Repouso Drenagem cirúrgica Suporte nutricional PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  154. 154. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  155. 155. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  156. 156. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  157. 157. O STEOMIELITE CRÔNICAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  158. 158. A RTRITE SÉPTICA É uma infecção de uma articulação causada por bactérias piogênicas, podendo levar a destruição da cartilagem, subluxação e até a perda da articulação.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  159. 159. A RTRITE SÉPTICAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  160. 160. A RTRITE S ÉPTICAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  161. 161. M AL DE POTT Tuberculose vertebral PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  162. 162. A RTRITE REUMATÓIDE  A artrite reumatóide não é transmissível. As causas da doença ainda não são totalmente conhecidas. Porém, sabe-se que o sistema imunológico exerce um importante papel na inflamação e nos danos das articulações. Na artrite reumatóide, o sistema imunológico não funciona corretamente e pode atacar as próprias articulações e alguns órgãos do corpo.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  163. 163. A RTRITE GOTOSA A gota é uma doença reumatológica, inflamatória e metabólica, que cursa com hiperuricemia (elevação dos níveis de ácido úrico no sangue) e é resultante da deposição de cristais do ácido nos tecidos e articulações. A forma primária é de causa desconhecida e tem algum componente genético (hereditário), sendo a mais comum. Já a gota secundária desenvolve em consequência de outra doença ou alguns medicamentos. A ingestão de bebida alcoólica e dieta rica em proteínas e gorduras é também uma causa comum de hiperuricemia, podendo causar a gota. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  164. 164. O STEOARTRITE - ARTROSE Doença degenerativa, em geral articular, que ocorre sobretudo em pessoas idosas e do sexo feminino. O elemento fundamentalmente lesado é a cartilagem articular, que apresenta fenotípica e genotipicamente uma fragilidade, a qual predispõe o processo artrósico.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  165. 165. CLASSIFICAÇÃO Primária. Quando o processo degenerativo ocorre com o envelhecimento ou com o uso excessivo das articulações ou ainda pela concomitância destas duas eventualidades. Secundária. Quando em decorrência de uma patologia pré-existente, que ao acometer a articulação ou a região peri- articular predispõe a degeneração articular. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  166. 166. S INAIS E SINTOMAS Dor, às vezes, em repouso que se intensifica com movimentos e as atividades físicas. Dor à palpação, em determinados pontos, habitualmente nas margens da articulação. Rigidez, principalmente após um tempo de repouso ou inatividade. Perda de movimentos. Limitação funcional. Crepitação. Sensação de insegurança ou de instabilidade e presença de falseio. Aumento de volume com derrame articular. Diminuição da função muscular. P .V ROF S - @ . AGNER . Á SAVAGNER IG COM BR
  167. 167. O STEOARTRITE - ARTROSEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  168. 168. A RTROSE MÃOSPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  169. 169. A RTROSE OMBROPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  170. 170. A RTROSE QUADRILPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  171. 171. A RTROPLASTIA PARCIALPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  172. 172. A RTROPLASTIA PARCIALPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  173. 173. A RTROPLASTIA TOTALPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  174. 174. A RTROSE JOELHOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  175. 175. A RTROPLASTIA TOTALPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  176. 176. D ISTÚRBIOS DAS E PÍFISES E DOC RESCIMENTO E PIFISÁRIOPROF. VAGNER SÁ -SAVAGNER@IG.COM.BR
  177. 177. OSTEOCONDROSES Leg-Calvè-Perthes, Scheurmann, Sever, Osgood-Schlatter e KienbockPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  178. 178. L EGG -P ERTHES -C ALVÈPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  179. 179. L EGG -P ERTHES -C ALVÈPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  180. 180. L EGG -P ERTHES -C ALVÈPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  181. 181. L EGG -P ERTHES -C ALVÈPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  182. 182. FASES LEGG - PERTHES - CALVÉ Inicial ou necrose óssea. Pela perda da vascularização da cabeça femoral, ocorre necrose (mortificação) em parte ou em toda a cabeça femoral. Fragmentação ou revascularização. Com a revascularização da cabeça femoral tem início a absorção do tecido necrosado, aparecendo áreas de fragmentação. Reossificação. Forma-se novo tecido ósseo. Deformidade residual ou cura sem seqüelas. Fase final. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  183. 183. S CHEUERMANN TARDIAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  184. 184. Ó RTESES CIFOSEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  185. 185. SÈVERPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  186. 186. O SGOOD - SCHLATTERPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  187. 187. K IENBÖCKPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  188. 188. ESPONDILÓLISEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  189. 189. ESPONDILOLISTESEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  190. 190. I MAGEM DE LACHAPELLEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  191. 191. LACHAPELLEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  192. 192. E PIFISIÓLISE CABEÇA FEMORAL  Epifisiolistese  Coxa-vara do adolescente  Coxa vara epifisáriaPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  193. 193. CLASSIFICAÇÃOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  194. 194. T RATAMENTO CIRÚRGICOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  195. 195. P RINCIPAIS N EOPLASIAS DOST ECIDOS MUSCULOESQUELÉTICOSPROF. VAGNER SÁ -SAVAGNER@IG.COM.BR
  196. 196. OSTEOSSARCOMA É um dos tumores ósseos mais malignos, atingindo adolescentes e adultos jovens na faixa etária preferencial entre 10 e 20 anos. Radiograficamente, são lesões predominantemente osteolíticas, destrutivas, bordas indistintas, com lesão da cortical, ruptura do periósteo e invasão de partes moles. A localização mais comum do osteossarcoma é na metáfise superior da tíbia e úmero e na metáfise inferior do fêmur e rádio, com predomínio ao redor do joelho. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  197. 197. OSTEOSSARCOMAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  198. 198. CONDROSSARCOMA É uma lesão que atinge o tecido cartilaginoso, região metafisária ou diafisária, maligna, que ocorre primariamente no adulto e raramente é encontrada na adolescência e na infância. Radiograficamente, o condrossarcoma primário evidencia espessamento de cortical, irregularidades e ondulações endostais e o aparecimento de calcificações algodonosas.Tratamento O tratamento de escolha é cirúrgico com ressecção. As chances de recidiva são grandes, razão pela qual as margens de ressecção devem ser amplas. Não responde à quimioterapia e à radioterapia. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  199. 199. CONDROSSARCOMAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  200. 200. OSTEOCONDROMA É o tumor benigno mais comum, aproximadamente 10% de todos os tumores ósseos e 30% dos benignos. O osteocondroma é uma exostose óssea, coberta por uma camada de cartilagem. A localização é metafisária, principalmente ao redor do joelho, metáfise proximal do úmero e do fêmur. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  201. 201. TRAUMATOLOGIAPROF. VAGNER SÁ -SAVAGNER@IG.COM.BR
  202. 202.  ENTORSE: lesão aguda do ligamento, causando perda temporária da congruência articular, causado por trauma indireto. Grau I  não há ruptura, apenas um esgarçamento. Grau II  ruptura parcial. Grau III  ruptura total. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  203. 203. M ECANISMOS DE E NTORSEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  204. 204.  LUXAÇÃO: perda definitiva ou permanente da congruência articular, causado por trauma indireto. A luxação exige uma manobra de redução para restaurar anatomicamente uma articulação através de manobras técnicas utilizadas por profissionais habilitados. Redução incruenta: redução fechada. Redução cruenta: redução aberta ou cirúrgica. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  205. 205. L UXAÇÃO TRAUMÁTICAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  206. 206. S ÍNFISE PÚBICAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  207. 207. L UXAÇÃO DO Q UADRILPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  208. 208. L UXAÇÃO PATELAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  209. 209. R EALINHAMENTO PATELARPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  210. 210. L UXAÇÃO O MBROPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  211. 211. L UXAÇÃO A CRÔMIO - C LAVICULARPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  212. 212. L ESÕES M ÚSCULO - E SQUELÉTICAS DISTENSÃO: Indica que houve algum grau de ruptura nas fibras musculares, na junção músculo-tendão. Alongamento excessivo, excesso de exercício, excesso de uso do tecido mole, podem ser causas de distensão; tende a ser menos grave que uma entorse. Ocorre devido a trauma leve ou traumas não usuais repetidos de grau mínimo.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  213. 213. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  214. 214.  RUPTURA OU LACERAÇÃO ENTRE MÚSCULO E TENDÃO: Se a ruptura ou laceração é parcial, ocorre dor na região da fissura quando o músculo é alongado ou quando se contrai contra resistência. Se a ruptura ou laceração é completa, o músculo não traciona o local lesionado, de modo que alongamento ou contração do músculo não causa dor. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  215. 215. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  216. 216. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  217. 217.  TENOSINOVITE: É uma inflamação da bainha sinovial que cobre um tendão. TENDINITE: É a inflamação de um tendão; pode ocorrer a formação de cicatriz ou deposição de cálcio em um tendão. TENOVAGINITE: É uma inflamação com espessamento da bainha tendínea. TENDINOSE: É uma degeneração do tendão devido a microtraumas repetitivos. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  218. 218. D E QUERVAIN Tendinite do abdutor longo e extensor curto do polegar.  Teste Finkelstein PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  219. 219. CIRURGIAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  220. 220. T ENDINITE CALCÁRIAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  221. 221. D EDO EM GATILHOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  222. 222. C ISTO SINOVIAL Tratamento conservador: 1) punção; 2) transfixação e infiltração com corticóide; 3) destruição por pressão. Tratamento cirúrgico: 1) ressecção simples do cisto sinovial; 2) ressecção do cisto sinovial e a sutura do pedículo quando for artrosinovial - local de origem; 3) sinovectomia parcial, com a ressecção do cisto e da sinovial.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  223. 223. E NTESITE - EPICONDILITE Processo inflamatório que atinge os pontos de origem e inserção dos tendões. As entesites e as epicondilites freqüentemente são determinadas por movimentos repetitivos de tração. Elas também estão relacionadas a processos reumáticos.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  224. 224. BURSITES Processo inflamatório que acomete a bolsa sinovial de algumas articulações e provoca dor e impotência funcional. Dentre elas, destacam-se a bursite subacromial, a bursite subcutânea do olécrano, a bursite patelar (rotuliana) e a bursite trocantérica.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  225. 225. FRATURASPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  226. 226. FASE INFLAMATÓRIAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  227. 227. FASE REPARATIVA “CALO MOLE”PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  228. 228. FASE REPARATIVA “CALO DURO”PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  229. 229. FASE REMODELAGEMPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  230. 230. CLASSIFICAÇÃOTraumatismo direto:  Fraturas por impacto: ocorre quando uma força é aplicada em uma pequena área. A maior parte da energia é absorvida pelo osso, havendo pouca lesão de partes moles. Ex. chute e golpe com cassetete. Fraturas por esmagamento: apresentam extensa lesão de partes moles. O osso fica extensamente fragmentado ou fraturado transversalmente. Fraturas penetrantes (PAF): as feridas de alta velocidade dos rifles e fuzis, levam a extensas lesões de partes moles e fragmentos do osso. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  231. 231. Traumatismo indireto: Fraturas por angulação: produz uma linha de fratura transversa com presença ou não de um fragmento triangular no seu lado côncavo. Fraturas por tração ou tensão: produz uma linha de fratura transversal. Ex. patela, olécrano, maléolo tibial. Fraturas rotacionais: produz uma linha de fratura espiral que faz uma rotação completa no osso. Fraturas por compressão: a diáfise dura de um osso longo é impulsionada para dentro da extremidade esponjosa, dando origem a fratura em forma de T ou V. Ex. extremidade inferior de úmero ou fêmur. Fraturas devido a angulação, rotação e compressão axial: produz uma linha de tração oblíqua. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  232. 232. Q UANTO AO ESTADO DO OSSO Traumática: o osso estava em condições de normalidade estrutural. Patológica: o osso estava previamente afetado por uma patologia. Ex. osteoporose, osteomielite, tumor. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  233. 233. Q UANTO AO CONTATO COM O MEIO EXTERNO Fechada: não há contato. Aberta: há contato. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  234. 234. Q UANTO AO NÚMERO DE FRAGMENTOS Simples / Cominutiva PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  235. 235. Q UANTO À LOCALIZAÇÃO Ossos longos: epífise, diáfise e metáfise Ossos curtos e irregulares: citar o acidente anatômico envolvido. Ex. fratura do colo do escafóide.Fraturas com nomes especiais: ex. fratura de Colles, Bennett, etc.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  236. 236. Q UANTO À DIREÇÃO DO TRAÇO DE FRATURA PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  237. 237. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  238. 238. TRAUMATISMOS
  239. 239. FRATURA OBSTÉTRICA CLAVÍCULADIAGNÓSTICO: história (parto complicado - uso de fórceps, vácuo, etc.) tumefação discreta crepitação à palpação radiografia simples em apPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  240. 240. FRATURA DA CLAVÍCULALOCAIS MAIS FREQUENTES: a) segmento distal – próximo ao ligamento coracoacromial – 15 a 20% b) segmento intermediário – 75 a 80 % c) segmento proximal – 5%POSICIONAMENTO DOS FRAGMENTOS NA FRATURA INTERMEDIÁRIA: a) fragmento distal sofre depressão b) fragmento proximal sofre elevaçãoPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  241. 241. TRATAMENTO ORTOPÉDICObandagem de velpeau (ataduras elásticas) de 1 a 2 semanas.obs.: verificar se há comprometimento do plexo braquial através do teste de moro. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  242. 242. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  243. 243. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  244. 244. F RATURA - LUXAÇÃO OMBROPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  245. 245. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  246. 246. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  247. 247. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  248. 248. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  249. 249. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  250. 250. L ESÃO NERVOSA ASSOCIADAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  251. 251. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  252. 252. D EFORMIDADE COTOVELOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  253. 253. F RATURA - LUXAÇÃO COTOVELOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  254. 254. F RATURA -L UXAÇÃO G ALEAZZIPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  255. 255. M ONTEGGIAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  256. 256. C OLLESPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  257. 257. B ENNETTPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  258. 258. P SEUDO - ARTROSE ESCAFÓIDEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  259. 259. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  260. 260. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  261. 261. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  262. 262. T RANSTROCANTÉRICA E ACETÁBULOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  263. 263. SUBTROCANTÉRICAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  264. 264. DIÁFISEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  265. 265. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  266. 266. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  267. 267. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  268. 268. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  269. 269. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  270. 270. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  271. 271. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  272. 272. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  273. 273. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  274. 274. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  275. 275. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  276. 276. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  277. 277. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  278. 278. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  279. 279. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  280. 280. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  281. 281. P SEUDO - ARTROSE PATELAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  282. 282. PATELECTOMIAPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  283. 283. S INOVITE / HEMARTROSEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  284. 284. L ESÕES LIGAMENTARES NO JOELHO Ligamento colateral medial (LCM). Ligamento cruzado anterior (LCA). Ligamento cruzado posterior (LCP) Ligamento colateral lateral (LCL) PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  285. 285. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  286. 286. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  287. 287. L ESÕES LIGAMENTARES NO JOELHO Lesões isoladas do LCM podem ser tratadas sem cirurgia. Brace de suporte e mobilização imediata. O retorno aos esporte em média será de 3 a 6 meses.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  288. 288. Tendões flexores (mm. grácil e semitendíneo) já suturados e preparados em 4 feixes. Parafuso transverso absorvível de fixação femural - Cross-pin.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  289. 289. Tendões dos músculos grácil e semitendíneo - confecção do enxerto de tendões flexores. Tendões flexores já retirados. Ainda serão submetidos a limpeza e sutura para confecção do enxerto quádruplo.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  290. 290. Parafuso transverso de titânio - Transfix. Note que seu posicionamento é perpendicular ao do enxerto. Parafuso de interferência absorvível para fixação tibial - Extra-lock.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  291. 291. Posicionamento do parafuso no túnel tibial. Note que após traçãomanual, o parafuso é implantado paralelo ao tendão. Imagem que mostra feridas cirúrgicas sob síntese com mononylon. Note que não há mais incisão cirúrgica mediana anterior.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IGhttp://ortopediasemlimites.blogspot.com/2007_09_01_archive.html .COM.BR
  292. 292. L ESÕES NOS M ENISCOS Lesões comuns Dor, falseio e travamento do joelho em flexão. Tratamento com técnicas de prevenção dos meniscos. Cirurgia em último caso. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  293. 293. L ESÕES NOS M ENISCOS Risco de efusão e hemartrose. Correção cirúrgica com artroscopia. Fisioterapia pré e pós- cirurgia. Tempo de retorno médio para as lesões: 4 semanas.PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  294. 294. Momento em que, após amanipulação intra-articular porvídeo do menisco lesado (tipo alçade balde), estamos realizando aexérese do fragmento lesado.Todo o procedimento é realizadocom visualização pelo vídeo. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  295. 295. Note o grande fragmento retirada, que estava dobrada sobre si mesmo, travando de forma importante o joelho do paciente, tornando impossível sua extensão completa. Imagem final do procedimento. Note o discreto edema residual e os portais sintetizados com apenas um ponto (0,5 cm). http://ortopediasemlimites.blogspot.com/2007_09_01_archive.htmlPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  296. 296. M ENISCO DISCÓIDEPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  297. 297. TRATAMENTO Conservador. Opção para o menisco discóide de tamanho normal e fixo, e consta basicamente de reforço e alongamento dos estabilizadores dinâmicos do joelho. A persistência de sintomas leva à degeneração secundária da articulação com artrose havendo indicação de cirurgia. Cirúrgico. Ressecção do menisco por via artroscópica ou por artrotomia convencional. A ressecção do menisco pode ser: PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  298. 298. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  299. 299. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  300. 300. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  301. 301. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  302. 302. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  303. 303. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  304. 304. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  305. 305. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  306. 306. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  307. 307. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  308. 308. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  309. 309. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  310. 310. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  311. 311. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  312. 312. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  313. 313. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  314. 314. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  315. 315. ESPORÃOPROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  316. 316. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR
  317. 317. REFERÊNCIAS Ruaro AF. Ortopedia e traumatologia: temas fundamentais e reabilitação. Ed. Elenco, Umuarama – Paraná, 2004. Cohen M et al. Tratado de ortopedia. SBOT/ROCA, 2007. GREENER, W. NETTER. Ortopedia. 1ª ed - Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. HEBERT, S. Ortopedia e Traumatologia: princípios e prática. 4ª ed - Porto Alegre: Artmed, 2009. NETTER, FRANK H. Netter ortopedia. Rio de Janeiro: Elsevier: 2006. ROBBINS. Patologia Estrutural e Funcional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. SALTER, R., B. Distúrbios e Lesões do Sistema Musculoesquelético. 3ª ed - Rio de Janeiro. Medsi, 2001. PROF. VAGNER SÁ - SAVAGNER@IG.COM.BR

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