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  1. 1. Fonte:http://ugotheart.blogspot.pt/2010_10_01_archive.html: Ética e Deontologia 2011/2012 Susana Barata Sara Loureiro; 2º ano
  2. 2. Definição de imagem corporal• “A noção do corpo está no centro do sentido de mais ou menos disponibilidade e adaptação que temos de nosso corpo e está no centro da relação entre o vivido e o universo. É nosso espelho afetivo-somático ante uma imagem de nós mesmos, do outro e dos objetos.” (RAMOS & MATARUNA, p 02, 2004). Ilustração 1: Bebé a ter noção do corpo Fonte: http://anekids.blogspot.pt/2011/08/o-espelho-e-o-bebe- quando-eles-se.html
  3. 3. Mecanismos de defesa• Negação• Depressão• Luto• Desmotivação Ilustração 2: Homem deprimido Fonte: http://passofirme.wordpress.com/2012/03/09/como-dar- apoio-psicologico-a-pacientes-amputados/• Diminuição do desempenho
  4. 4. Resumo• O paciente deve entender a amputação como uma nova fase e não como o final da sua vida, para isso o tratamento fisioterapêutico deve ser o mais precoce possível, porque disso depende o sucesso da intervenção do Fisioterapeuta.• Não nos podemos esquecer é que o fisioterapeuta não faz nada sozinho mas o fisioterapeuta em conjunto com o paciente neste processo de saúde emocional- físico- social fazem muito. (PINHEIRO, 2003).
  5. 5. Alterações• A imagem corporal do amputado, exige uma constante necessidade de adaptação ao aspeto visual (FREITAS, 2008). Se perdemos um segmento do corpo, modificamos o apoio e o esquema corporal, isto pelas diferentes situações vividas. Uma destas é a sensação e a dor do membro fantasma, na qual sua aparição chega a 100% dos casos nos primeiros dias de amputação (OLARRA; LONGARELA, 2007). Ilustração 3: Ilustração de sensação fantasma Fonte: http://ortopediascd.blogspot.pt/2011/06/como-se-preparar-para- uma-boa.html
  6. 6. Alterações• “Ás vezes vou levantar e parece que ele está ali.” Córtex - Para Merleau-Ponty & Almeida e Souza (2009), na sua filosofia, emerge um mundo percebido através do corpo e vivido pelo corpo, um corpo que experiência e constrói o próprio mundo do sujeito.• Não nos podemos é esquecer que a reabilitação de um paciente amputado nada tem haver com a reabilitação protésica, porque a prótese é sempre desejada, mas nem sempre indicada.
  7. 7. Estudos• Segundo Pucher e Frischenschlager• Segundo Racy Ilustração 4: Menina a sonhar Fonte: http://poesias-daiavidanova.blogspot.pt/2011/04/sonhos- sonhos-sao-sonhos-repletos-de.html• Encaixe de peças em quebra cabeças
  8. 8. A intervenção da Fisioterapia como ponto de viragem• A Fisioterapia tem um papel importante na reabilitação do paciente no pré e pós-amputação, pois é a partir da qualidade do coto, seu posicionamento, fortalecimento é que favorecerão o amputado para a colocação da prótese tornando-se assim, mais independente para suas atividades de vida diária, adaptando-se a sua nova imagem corporal. Ilustração 5: Representação de duas jovens amputadas Fonte: gammatelier.free.fr
  9. 9. A intervenção da Fisioterapia como ponto de viragem• A presença da sensação fantasma decorrente da amputação pode também alterar o comportamento motor, sensação de sentir um membro imaginário pode ocasionar quedas, ao fazer com que o amputado não organize sua nova imagem corporal e aqui a fisioterapia entre fazendo exercícios que eliminem esta mesma sensação. Ilustração 6: Coto trans-femural do membro inferior direito Fonte: http://www.discapacidadonline.com/guia- amputados.html
  10. 10. A intervenção da Fisioterapia como ponto de viragem• Durante a avaliação, o exame do coto deve ser deixado para último lugar para que o paciente tenha a ideia de que o mais importante é o que foi visto em 1º lugar, isto é, suas capacidades, ocorrendo assim um relacionamento positivo entre o paciente e sua imagem corporal ( BOCOLINI, 2000).• Em alguns casos, a meta do fisioterapeuta está direcionada em apenas ensinar o paciente a mudar o decúbito na cama, ou passar da cama para a cadeira de rodas representando uma condição de vida mais independente para o paciente.
  11. 11. Conclusão• E por fim, não restam duvidas que é um longo e árduo caminho, o processo de reintegração corporal do paciente amputado até ele aceitar sua perda e aí traz uma riqueza inestimável: a possibilidade de voltar a se amar e a amar o seu corpo com a amputação e apesar dela. Ilustração 7: Demonstração de Carinho Fonte: http://www.aperfectworld.org/0195.html
  12. 12. Referências bibliográficas• ALBUQUERQUE, Letícia; FALKENBACH, Atos P. Imagem corporal em indivíduos amputados. Rev. Digital, Buenos Aires, Año 14, nº 131, 2009.• ALMEIDA e SOUZA, Ana I. C. A experiência vivida da pessoa com amputação através do corpo. U. Porto (Dissertação de Mestrado), Faculdade de Desporto,2009.• BARROS, Danilea, D. Imagem corporal: a descoberta de si mesmo. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, vol.12, n.02, Rio de Janeiro, 2005.• BECHELLI, L.P. de C.; SANTOS, M.A. Psicoterapia de grupo e considerações sobre o paciente como agente da própria mudança. Ver. Latino-Americana Enfermagem.• BENEDETTO, Kátia M; FORGIONE, Maria C.; ALVES, Vera L. Reintegração corporal em pacientes amputados e a dor- fantasma. Acta Fisiátrica, nº 9, vol. 02, p. 85-89, 2002.• BOCOLINI, F. Reabilitação: Amputados – Amputações – Próteses. 2ª ed. Robe editorial, 2000.• CARVALHO, André. Amputação de membros inferiores: em busca da plena reabilitação. Barueri:Manole, 2003.• CONCEIÇÃO, Maria Ines; GIMENES Lincoln da Silva. Uso de bioffedback em paciente tetraplégica com sensação de membro fantasma. Interação em Psicologia, Brasília, v.8, n.1, p.123-128, 2004.• DEMIDOFF, Alessandra; PACHECO, Fernanda; FRANCO, Alfred. Membro Fantasma: o que os olhos não vêem, o cérebro sente. Rev Ciências e Cognição, Rio de Janeiro, v.12, p. 234-239, 2007.• FREITAS, Neli K. Esquema corporal, imagem visual e representação do próprio corpo: questões teórico-conceituais. Rev Ciências e Cognição, Universidade de Santa Catarina, Florianópolis,SC v. 13, n.3, p. 318-324, 2008.• GABRIEL, M.R.S.; PETIT, J.D. Fisioterapia em Traumatologia, Ortopedia e Reumatologia. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.• KOTTKE, F.J.; LEHMANN, J.F. Tratado de Medicina Física e Reabilitação de Krusen. 4ª edição, São Paulo: Manole, 1994.• LIANZA, S. Medicina de Reabilitação. 3ª edição, Guanabara Koogan, 2001.• MACHADO, Sara; ROSADO, Pedro. Fantasma - A ciência por detrás dos mitos. THESIS, Faculdade de Ciências da Saúde, 2008.• MATARUNA, Leonardo. Corporal Image: slight knowledge and definitions. Rev. Digital, Buenos Aires, Año 10, nº 71, 2004.• MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da Percepção. Rio de Janeiro: Martins Fontes,1999, 662p.• OLARRA, José; LONGARELA, Ana Maria. Sensación de miembro fantasma y dolor de miembro residual tras 50 años de la amputación. Rev. Soc. Esp. Dolor, Madrid, v.14, n.6, p.428-431, 2007.• PINHEIRO, G.A. Aspectos Psicológicos do Paciente Amputado. Revista Fisio&Terapia – Ed. 8, 2003• SHILDER, P. A imagem do corpo: as energias construtivas da psique. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1886 -1940.

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