Jazz

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  1. 1. f ; mim-nm 1 ! bus-num : I¡¡IIx'I-. ¡vu~Q| dI2-. I¡L* nuunmr i HÍI-wJüIvutku-inw [ngpnxmh-i-íknxânadkttrg, n-@Ígn q-uni- Int-Nem a un 'Quiz-w : wi-situam u ; Gun ' w mu: hang o» »u »find uns» ¡m! nm-»xàndmsi W uuuqyul nugxunuunlií-u z . “sur-nnpx-iamuup! L *kl-m "Íítlfllll-Wñ unuqunnuqçnnln¡ uam-u ua . t. Q. ¡ ¡m- ; am-a-mnâmnmnn-nis-nuun-Iigic-i u- : IMI-nn a ' ruína-tmn” gnu-m¡ kmw-. xgatggt em a' -fflhdl-iiu- ; um Õunuíun-ü xudinuláhw-Itl- Inn I ucmqtkiuurg-iifñgdvltàigct¡um xcuynlhnmu-qgu» (numa-uniram. 5h01. à ' "ui- n i #amam (nx-ac) iodji-¡iñtlvdlh aluujíüFv : u 'L wii-ih. . ql-¡Lgaijfqxrqu-¡tl-(íhild ; mam -120 ANOS DE JAZZ 0 MAIS DE 500 CANÇÕES ° 75 ENTREVISTAS - 2.400 FOTOGRAFIAS - 2.000 FILMAGENS RARAS ›. ,¡wu1', a NP]17.! rtlvülxrumtnlríw) NN H í -| 'h -| H/ VHHH WN g I i lim um: :: Lulu cl» l- - n limu
  2. 2. ,J ligntmlb¡ i1 4 A liixsxünurquumignunuü%xv<f“aikwuu Ã; ^ 1 i , ~ tubxíuvw ' ' a1 1 41:2, 1 1' *lv ' * u m? , 'v 1 W a x 1 1 l 'VA ! j RT, I' '› À _ / _ Í i _ 4% À. _.4' : Ji ' _ Ãlloxqumunmitm di: : [em laura# "n11 ' ! Dim/ Nr r II . ..v 1 a '. "HI
  3. 3. .xl IMÁRIO um¡ mu u m MHNIWHHM! 1›4nu'H1Hx'1() 'zm 1 1¡_. .m_. 1 1 u CALDEIRÃO ÉTNICU ¡«, CU¡ 'HIRAL DF, NIWX/ ouunxxx (Ídsmn Hu¡ Iing ( _u Im IKUDIJY l1()LI)| -N. |'| (|ÀII Illu Hu n! ' > 1)()/ /1.'. '/ ()| _/ / w H u 1' ¡mu! (iUARD/ Alluunu m. m» um u= || 71H11 mu! wHw nxlxguh «www n» «u» «Hum Com Nascimmta em New Orleanr, o primeiro de 12 episódios de Jazz, o documentarista e historiador Ken Burns apresenta a gênese da manifestação musi- cal que surgiu no século XIX, marcou profundamen- te o XX c renasccu no XXI. New Orieans já era cosmopolita nos anos 1890. con- dição primária parao surgimento de um tipo de mI'I› sica destinado a conquistar o mundo e se replicar. Sua diversidade dccorrín. entre outros fatores. da convivência entre descendentes de europeus (espe- cialmente franceses e espanhóis), africanos e ameri- canos. A cidade respirava c transpirava sons e ritmos que eram próprios a cada grupo, e as bandas e ins- trumentistas sc incorporavan¡ ao cenario urbano. É dificil precisar o momento em que tudo se con- verteu em jan. , quando na época nem havia um nome para o que estava em curso. Existia o blues, mistura de ritmos si copados, sentimentos aními› cos z religiosidade. Depois dele, tudo seria possível. O primeiro episodio desta série mostra os jauístas pioneiros, como Buddy Bolden, Jelly Roll Morton, Sidney Bezchet e Freddie Keppard.
  4. 4. "ronumental documeniét ng DE KEN BURNS Por Zuza Homem de Mello n Inrmpvtku Louis Armstrong Enfadado e desiludido com o mma açumrado tomado por Benny Goodman. seu amigo e parcialmente rsponsável pelo sumso do “rei do swing”, o milionário john Hammond, sa- ga: desoobridord: talentos nojazz. sintonizar: o poderoso n'- dio Motorola de seu automóvel na emissora W9XBY, em S50 quilohzm. O programa uansrnitía a apresentação ao vivo de uma banda no Reno Club em Kansas City, a centenas de mi- lhas da rua de Chiago por onde ele rodava nessa noite. Ficou tão : mpolydo que docidiu levar aquela big band de músicos sensacionais a Nova York. A orquestra : n d: Count Basic. a qu: elevou a lrvm do swing a seu ponto admin-rante. A narrativa desse caso. na convincente r: imponente voz grave do ator Keith David, é um dos momentos marcantes na copias: série dc 12 episódios que Conta a historia do jan na visão de Ken Burns. diretor da obra cincmarográfia que agora e lançada na Íntegra no Brasil.
  5. 5. EPISÓDIO 1 A grande virtude desse documentário cm relação a ou- tros - como 77:: :: my ofjmzz. dirigido pm- Marrliew Seig. ou os caprichados cinco capítulos de 100 ano: dejuzz, de origem Francesa, exibidos pela TV Culrura em de- zcmbro dc 1993 ~ é ter sabido relacionar o conteúdo musical com a vida do povo americano e com a história dos Estados Unidos. O : mt/ r de 1929 c a Depressão que se seguiu provocaram a necessidade de criar um mode- lo de programa de rádio que proporcionassc aos empu- brecidos americanos desempregados um entretenimen- to doméstico. Os ouvintes clançavam em casa ao som (las big band Foi como o swing tomou conta do país, comu n jazz deixou d: pertencer a New Orleans para ser dos Estados Unidos. dc cosm a costa. Nos 12 episódios, há momentos que surpreendem até os ma ires experts Contando com um extraordinário acervo de trechos clc filmes que, através da ediçao, se encaixam com tal acer» to que parecem ter sido produzidos especificamente para o documcnrário. Ken Burns soube como enriquecer o processo, tão habitual no género, dc entremcar depoi- mentos atuais com vell-ias imagens cincmamgráñcaa. Seu documentário vai além desse binômio. por isso sobram¡ emprega uma técnica de movimentar a camera In¡ _ de fotografias estáticas, criando uma cinétlu brilhanrcmcnre o problema de suprir com Acrealzlazzliand, de"KIng"0Ilven Em 1911 lha gravação de áudio. Dessa maneira, o documentario tem um encanto único, tanto para o exigente comiam-zur como para quem deseja conhecer a história do jazz e com- preender sua cstérica. Paralelamente, depuimenms dc profundos conhecedores. cujo raciocinio é mostrado sem intcrmpçñcs ou cortes inconvenientes, se tornam um grande predicado da série de Ken Burns. Entre eles, cabe destacar as intervenções de Stanley Croucli, Gary Gidclins e Albert Murray, que dao verdadeiras aulas sobre jazz espalhadas pclos i2 episódios. Depois do lançamento em VHS, o documentário sus- cirou al umas inda a ões ertinenteLComoi noraro É É 9 E eníal ianista Erroll Gamer ou o decisivo trom etisra É P ClifTord Brown? O destaque que ambos, além de ou- tros, mereceriam c não receberam c' compensado lar- gamente com cenas comovedoras, como as do Cotton Club nn episódio 3, ou a do célebre concerto de Benny Goodman no Carnegie Hall em 1937 ou, ainda. a da sensacional or uestra de ¡mmie Lunceford m) e isó« Cl dio 5, antecipando o som estereofônico. Em cada um
  6. 6. EFISODIO 1 do. . 12 cpixódios há mumcnmx capazes de surpn-ccnulcr BiHIeNohdaYW : né os gmndes rxpcm. Qucsríonmrsc também¡ pur qu( 0.a sn ; mm mais ¡rush- rm ncupzuxul¡ . npcnzla um nvn, .- os. so : mm : nucriurus rcnuh-rsln¡ n . ~,»¡. .'. a.u. ~ A cum uhjrgñrs punk xc amv trapo¡ mm inru-pn-uru 'un . n prnpuun du ¡Íuumlcnláriu sobrc aquilo quc [watson pulo crivo do tampa c mereceu do. - . Ipruciadnrcs › fo¡ u-fluir . xulm- n pu uma. n c asuuhmus uma avaliação conclusivn c rigorosa. Au mostrar annmerm grnvnçñcs . m íntegra. o que sc (mw no documuntírit¡ dc Ken Burns pmcm o conteúdo umocmnal em mda sum : nen n. Assegurar a gnlvnçfm por inrciro num nlouumcnníritu é uma : utimdc qm' pnr »írim «Lu nlala nzlllvll¡ mu) pici. ) ao ouvmcc inrcgmr-sc ao estado dc c lnusical. Ken Burns e seu grupo dc pmduç Ihcr a dedo o qu: : dm mm : er “mui”. IcaunApoHo em 1917 Enmda da znúálio (uuun (lub, m¡ nenem, em 1911 JAZZ, DE KEN BURNS A . em acam- ; lc man a qur u iu: e u grande ane musica¡ quc nasceu c Horrancu nm Eszadm Unidos com buy; uu impuho do nrmn afrimno nlmdo a clcmcnrox du uurms prnccdéncias, m; como cançón . o sotaque cspmhol, manhas luilitnrus franc sms. c muco: do. cauuvua c dc num. rcligixmxx, n ¡Lmvn espírito Lubunu. Em rcaumn, .q híbrida de instrumcmos c harmonins cu rnpcias com . . nlnu aufriçun; e quc . m. . m iralian ¡. ¡7,7 1 ForçA viral da criatividad: c da líbcrdadc, razão de sua existência. Essa' u acnndu mais cumovcnrc do manu» munul documcnrárío da série dc Km¡ Bunn. . Zuu Homcm dc MrHn, wnnuiñlxn. numa. ” [num/ um, rxuvwtrrbrryuzz . w. mr. ,¡. .., .,1,. Mutum/ Ia u , manu mmarm/ m. . 4.» 1m rm raspar/ IN rom. . d¡ Nm: l' unlw d( 1mm lurnn, mm u: qua: : A rm dm ! exnvm 13011 ¡/ r Muuu . . «Jorn umbm , (1.1 54mm. u I'm : mudar . u. (Irma 11m um, /àmun d( ; na 4.12.7 amu. «Iv/ a r 195w ( 4» 1mm. Pmnul, m. , mu, n». innml, um : impar/ Irma «um m me
  7. 7. EP|5oD| o1 JAZZ DE KEN BURNS 0 caldeirão étnico e cultural de New Orleans Por Cássio Starllng Carlos o berço do jazz não rcrn cara ncnirninn de nrnrcrninncic. Mais parece um caldeirão. Ncw Orleans era a cidade mais cosmopolita do país, (alv vez do mundo. Fundada pclos Ílnncescs crn 171 s, rn¡ go- vernada brevemente pela Espanha. retomada pela França, visitada por navios de todo o mundo, invadida de modo mais ou menos pacíñco por americanos e ñnalmcnte ven- dida. como pari: do terrirório da Louisiana, para os Esta- dos Unidos. O negócio foi fechado em 1803. A essas constantes mudanças de dumlnio correspondeu uma mistura étnica e social muito mais intensa que cm outras regiões da América. Sob controle francês, a cidade , . . Em 1905, uma misturava descendentes dos primeiros ocupantes. colonos damndmue oriundos do Canadá c rcfngzndnr da França nssulndn pelas , amumm turbulências da Revolução Francesa c das guerras Impala umoricrns . ..au. .¡. ... ~.. .., - n. ., «.. ,.. ..›r. ... . .
  8. 8. ônlcas. Ao longo do século 19, a esses se juntaram fugi- OWWÚINPW tivos de rebeliões de escravos nas colônias. como Haiti c “m” 'M1535 São Domingos. Antes deles, o território ocupado pela cidade era habitado por índios choctaw e natchez. Tomou-se lat das ondas sucessivas de imigrantes vindos dos Balcãs (dálmatas. sér- vios, montenegrinos. gregos e albaneses) e ñlipinos. chi- neses e malaios. Na segunda metade do seculo 19. passou a abrigar volumosas levas de alemães, irlandescs e sicilia- nos. Com tudo isso, na decada de 1860, 40% dos habi- tantes de New Orleans eram estrangeiros. Com um porto quc desempenhava função de centro do mercado de escravos nos estados do Sul. a cidade agregou a essa multiplicidade étnica uma presença dominante de negros, que depois só aumentou com a abolição comple- ta da escravatura após a Guerra Civil (1861-1865). E la' sc concentrava a próspera comunidade "ctéole", formada por mestiços livres, filhos da união de colonos franceses e suas amantes de origem negra ou india, Eles falavam francês, e os filhos dos mais ricos estudavam em Paris. '11 ' Tj2 s_ Reinmsde 'rréoles" tirados em 1865 P” --. s.. .., ... .. , w rp JAZZ DE KEN BURNS O turbilhão de tantas correntes humanas encontrou na música um idioma comum para o entendimento. Segun- do inúmeros testemunhos da época, havia gente tocando instrumentos por roda parte: nos bordéis e nas residên- cias, nas bandas que animaram paradas de rua e na casa de ópera, nos bailes, nos bares, no porto. nos salões de belem e em piqueniques. Para unir todos esses ritmos, havia a onipresença negra, que agiu como elemento catalisador na fusão de música e dança, durante as práticas de rituais religiosos e pagãos. Mesmo durante a época da escravidão, os afro-americanas já ocupavam um espaço próprio para praticar suas tradi- ções na Congo Square (hoje parque Louis Armstrong). nome popular dado ao lugar onde se reuniam aos domin- gos para tocar, escutar música e dançar.
  9. 9. EFISÓDlO 'l JAZZ DE KEN BURNS Fruto também da matriz europeia, em particular da mú- sica feita para piano, o ragrim: tornou-se, desde o fim do século 19 até pouco depois da Primeira Guerra Mun- . dial, um dos mais populares e difundidos estilos musi- Cais. Neste caso, o processo começou com improvisação sobre bases do repertório de marchas e de óperas ligeiras e culminou com melodias fortemente sincopadas. Seus mestres, compositores negros como Scott Joplin eJarnes O que depois viria a ser batizado com o sonoro nome Lapasdtpinituras Scott, forçaram o tom da mestiçagem. Con-i seu ritmo "jazz" tem suas origens associadas a esse caldeirão socio- mlmk°5d° “Elmadm ° “Fim” P355” a 5°' rcmnmcid” °°m° “m cultural, rui apropriação das tradições melódicns vindas "WM , ,,, ,,. ,,, ,,, ,,, ,d, das mais tvídentcs matrizes do imr que 5° fim nora' de todos os cantos e de sua expressão por meio de hábitos váiiasetnlasem ainda com mais Força décadas adiantar quando a swing difundidos m, cidade_ erigenlmdeaçiltar pôs tudo para balançar. Em sua História sizcialdnjnzz, Eric Hobsbnwit identifica entre as iniiuéncias fundamentais a intersecção das tra- diçôes culturais espanhola, francesa e anglo-saxã, cada uma gerando um tipo característico de fusão afro-ame- ricana Da vertente hispânica e latino-americana foram absorvidos ritmos como a : engana e a Éabanem. Da ma- » triz angIo-saxã, veio a acentuada musicalidade dos spiri- ' mai: e do Mim, incorporada c transformada em novos ritos e ritmos. Ja a matriz francesa exerceu impacto ainda mais dire- to graças ao papel desempenhado pelos “creoles”, que a transmitiram aos negros das classes inferiores quando a ênfase ria segregação, a partir dos anos 1330, prlvDu os mestiços do status social que antes detinham.
  10. 10. Íwmvwmslv! Íl/ FIHLIHU hunxhmm N» v dr' Hu' [wulurqdü um hmm Nmgçnnwv¡ . _ _u_ qwmmhu n; n. *w um_ «unqm HII". «ÍMJ(›«ÍI1I| UIMI. IÍnni» m. ; x m NULU! ) NJU 1,. . ¡. _.. ... .. mm llI(vlI|1I. |«. 'H. l . iu . u;. ,.. |._1.. ¡Lüauuqllx . n Huunu um. ; . m. . .nham. u. .. xmqrnvu¡ . *x ! ingm . . . ... ..n.4.. .¡. v.. ... . . .um A. . . ,..1.u_.1.. .. . I.. ..mu. .. . h . ~_. u..1.. .›, 1V. wu. ..-. .n. .. ..| u.›». ..,1.__ _. .., ».. L.. ,n-x. .. . .._: ;.4.. ,.. .. ma. , .4. __. w.1.. ... . m . ..um JnmHwnL¡¡vuw Ívumu». Jmwm . t. mm . ..w u, _. .~. ;›. L.. ... ..U. .L nhvvnlmh . ..mu~¡. ... h.¡_, ... nr n» . w. . - mm . .m . .¡y. m.. ... .L. Hmum 12.. .. z ¡_¡. ~_h_. ~. .1. . x.w. ... c.u. u.. › nnmunluw. _m_ mum» Hummí uma umha! ) ~. ... ..I u . .,›. u.-. u.. .›. u.› . t. um¡ hmm Numa. ; . - . .uu_, u› Iminnlu I. .muun. nn1n. ¡ . m.m. .¡. n,ux. .' N¡ xmgun, .n. mu qu_ m_ Jm mnhu. Lu. .. . um. .mw . W vuumm . y u HmHvu x mu_ . .uma . ._. ... ... ... . u . .um mwlnlnunluxunmnnHwHIUuAvÍuHHn. ' . ,.. .¡. ¡_. _ mmum. «num www); nmmml mpm . L sum, mu» ¡. ... ... ,.. ._. un ~. n.». u.u. ..u mm. . pluuhnizn , um JAZZ DE KEN BURNS_ Âx' aunnnladc. dc Ncw Orlmus tratavam . V. ¡vmmluig o com n mesmo gnu¡ de ¡nluríuu uun qm' admitmn¡ u. dn Do mrxxnm ¡nmlu tmnloscLÍdlmJx dm L'N('Y.1'D§I!0|. |. 11m. um IX I 7. rcw¡ uwnIn u (apaga d. . < Íungn sqmrc pm m rimms nrgms. em usos u pnHuuI uwnstsnudnr Sidney Srory Aprnvnuu uma lc¡ quc manha . z prouínúçàn u. . qundriláluro linmadn pcLls runs (Êannl c Haxln, (Ímno . ircn nãn tinha nome, u ¡Inlílicn m. "Iu. nu-n; .gc. .4.»" por um decisão, e mdn . . mnn menu. . cnnccluxzuld n. | região 11ml. ; ünvyvúh'. pasmu u l m Slnnwilh', .n mísiu . mwnu u ¡nmumín dt xcu). ingu a . n nhugqs Nel. : «c rcuninln, ;num do Lnmóxcxu m- . m, mma» amu» mes. Luma) n iugu, ;nd| ng.1s, c : :na muuuz¡ . m drmnmu .1 convnmr . . msn. . pura dcixui-la mL. mau . uunLuLL A Iegiit) ¡urnun-. wc um impurmnn' almgn pAm 0x primur ms: mfuicus d( 137,7. gammxud. . condiçúcx ; L- “mu-w vÉnLiA umm . unsms colulumdux dc hnrnícl, O dmhuim m bom, e . . . univirxuu. cmmulanrc. N. . 7mm xcgnugudil, .. um m a: (xrigtm rwgm c -x-. emy sc xmslurumlu, c : n tradições' musicais de ud. . um cncmvtmran¡ um ¡crrcnn (em: nn qua] puderam pmllÍcrar. sempre que 5.» fala dm origem do inn. (mlunhrsc . Ipolr rar o e 'vilhunle anxlxícnrc de Sroryvxlle como um a: sum' - . .um fcrmunms. (Íonxudo. o quc sc ouxia . u. sc : :v
  11. 11. EPl5ÓDiO 1 mlhzva ranuhém rm meios não marginais. gmças ao cutu- smsmu Inca¡ ¡iclm . ... ... .. . i. . ... .. A diñiwãu das: lipo dc grupo . musical se intensificou nos : mos quc . .- ugliirilm v, ... ñ. .. . in t; ... ›.. -n c. .. . Ne. .. . ... ... .. innais em nliiilíis cidades foram contmratlns rcgcntcs pmñ. r insmunentistas que tocavam. cm todo tipo d: evento público. um rtprrlórin vutiadíssimo que par. . nrrtgimclllnr e eus¡ . ... ... .. muro . .s . ... .mms marchas como quadrilhas pulam. xote. .. mnzurctu r outros tipos dc ritmos dançnntcs. Cum . . . ... ... ..-. .. d. . . vxgtimr, a. .. ... ... . , ... mm . ... ... ..-. .. . . . ... n. . ... ... .. smcupJdos. utilizando músicas do reper- . .'. .~. .. . .-. ... ... ... ... . . ... ... ..- ›. '1;. I ; ipagmncmu dc .1._. ... ..t. ._. enlrc gêneros . ... ..mms r. .. . ..ndnncnmi para . . . ... ..nm si. : ingredientes . ... .- . ... .. ... em no . .. Aongnusuuena. immune, ... .aqi/ mr, em . aos BUDDY BOLDEN O PRIMEIRO ÍD u. .. . . ... .n r. . . u. ~*› . .n . .. . ... ... .. n . .. . - . ,.. ... ... ... ... ... ... . . . . ... ... ... ... ... .. ... ... ... ... .i. ... ... .. . ., . ¡. ~.. ... i.. ... .., .. ... . . ... ... ... ... .. ... ... . . ... ... ... i. . ... .. . ... ... .. . .. . ... ... .. . v . ... .. . _ . ..›. ... ... .. ... ... ... .-I. .. ... ... . , ... ... ... ... ... .x. .. n. .. . › . ... t. . ... ... .. . ..n . .. ... . . ... ... .. . ..Iv . ... ... .. . ... ... ... .. . .. ..-. ... ... ... .. . . . ... ... .›. ... .~, ... ... .. . ... ... -. . . . . . .. ... ... . . .. . ... . . ... ..nn . ..n . ..-. ... ... .. . . . ... .. . ... ... ¡.. ›.. - . I (m. .. . ... ... .. . ... ... .. . ... ... .. . ..n . .. . ... .. . .n , ... .~. ... ... . . .. . ... .. _. .. . n. . ,.~«. ... ... ... ... . . ... ... .. . .. . .. . .. . ... ... .¡. ..-. ... . . ... ... .. . . u . ... .. . .. . ... ... .. . . . ... ... .. . .. . .. ..A. .. ... .n lliiuliuii N. .. . ... ... .. . inu/ ... iuu . ... .um . .._. .. . . . ... ... .. . ... ... ... ... . . .. . ... ... ... ... ... ... ... .._ . ... ... ... ... ... ... ... ... ..1.. .. I). ...1.. ..I. .. .n-. .. . ... ... .. Lu. .. ... ... . Hllliiniipilk . ... ... .. . ... .¡. i.. .. . 1.. ... . . ... ... .. . .. x. .. r . ... .. . ... ... .. . .. . ... .. . ... .. . i.- . . HUN. .. . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . ... ... .. i . .. . HÍ47Ã1;¡NH. . ¡. ... -.. ... .1.. , . ... .. A. , ›. ..~. ,.. ... . . .. g . .. ... .t . .., ... . ... ...
  12. 12. EPiSÓDIO| Muitos músicos da primeira geração do que hoje chama- mos de jan. nunca chcgaram a gravar, ;a que se passaram quase 20 anos entre as habilidades miticas de Buddy Bol- den e o lançamento do primeiro disco. Neste intervalo, New Orleans viu emergir um punhado de músicos hoje residam», Entre esses nomes está o de “Pupa Jack" [zine, chefe das Relíance Brass Bands, uma rarmsças dc músicos brancos qu: podia se aprcscntarsi- multaneamente em vários lugares da cidade. Outro é o trompetista c bnndlecder Freddie Kcppatd, considerado o número 2 do jazz original de New Orleans, atrás apenas de Buddy Bulden. Ele fundou sua primeira banda, a Olympia Orchestra, cm 1906. Já na década se- guinte levou seu grupo de músicos da Original Ctéole Orchestra para alguns shows na Califórnia, tornando-se dessa forma o primeiro band/ cad" a “exportar” música nascida em New Orleans. Autlqinalüéul! Orthenra. Nu detalhe, anúrxia de apresentam JAZZ DE KEN BURNS Keppatd quase fo¡ pioneiro de outro marco histórico, mas o excesso de cautela acabou deixando-o fem da históti-. t oft- cial. Ele teria sido convidado para gravar aquclc quc seria o ptimeim disen de jazz de todos os tempos, No entanto, ao receber o convite para um (est: de gravação feito pela Vic- tor Talking Machine. o trompetista teria dito aos Compa- nheiros da banda: "Nada Feito. rapazes. Não vamos colour nossas coisas em discos para todo mundo roubarÍ O trombanista Edward “Kid” Ory, de origem “créoleÍ cresceu inventando Formas de tocar música com varios instrumentos improvisadns. Eram feitos a partir dc obic- tos do cutianu, como caixas d: : charuto c linhas dc pescar.
  13. 13. DOJASS A0 JAZZ, UM TERMO QUE GUARDA MUITOS SIGNIFICADOS I'. rcunllixl¡ qlmnm . r uligulv d_ r-nln n' . . Ulllnnluy_ . .no (uma rillllldkll¡ , ... -l «lmlgn u. .. N. . ma. . ¡gh! '. . uma. .., ,, ..s. ... ..1.. .lc um . . ¡¡u. .¡n. .-, ... , . ..nunka M. ., ..l. ..rl. . mm «nmcrmr li/ .ulm . u pnmum gmudrírvx mu» pul. ) Orlglnnl DÍAÍUlAINl Im liallrlluluwIinmr', .|HIn, sLw'u'1L*I. IAnil, m eu. .. muvullngiwx, ju/ z um rlmiwnlu . l.¡; ¡n», ,', .« u. qm rrlul . .um , r. .u. .._. .r. «.. .r›¡›r~. .,. .. lllllm|1(Ill)ll1(l. I(lL'(Will rmulhlallr . ç-. ..uu (ln um. . Arr. ..¡. ... r.. l. . I. . Amp / uu/ .rl. um. . pu ighu nn mlulruv/ l' Ímurllu «lv rlJII; n m¡ _Írlrn ¡mr »nlm : lr IHKIH. Drllrlrxlnlrln Il/ l')7'. '¡ll/ /'“Vl/ ll4 xuguv sn um. : rlcrixauuu «lu wulm lIAI1u/ l/it'/ 'l(. I_ Irflrlhllllílrllfl rum_ m unmrm, hmm 'llixplr . nur-linux . . ¡›. lx›. -,. .r. ..› um: ;m1, Irmun . ..“um” . Ir . u 1m». .um mm qm xlgnlllrl m un . ..“. .. . Iulxhuln. ml» , ..r~~. ;. .›. ¡. . . . Í/ .trn/ /luu/ rr' uam¡ xx' lnrmnan ill 7 Anugu qmm : Ia ¡lnlam 141.' m. Inslnllnñlvltvu, Im LIVIA¡ C nu dum M. ^¡. ~ ç um. : gl¡ . .m~. ..1.. ... .u. ¡mu¡. . »¡5;. .¡¡. _.. .¡. , naun , um . ... n. ¡um! Inn Lu_ Ulilulilil . L. smlrllurlu. Quunlln hill] um um. ; m. , plana. .., ¡vlxsnu . l w¡ . m. Irlnunnn ulm llll mlnhuilvvnuni _LLn1.| l|1rJilrxvu[. ¡l ilnrhhlllvtllldlglllliHlInLlr' . .. . .away llunlvüm . rm- ¡mnlniil. ulL' . um _HL v / IUÍ/ lw, m qu. nxmum . v. Lwery Enable em: fo¡ m¡ ¡uuxriunm : I Nm Orlrum cm r r' -nr-m É¡ lr/ UhCl lÉllVllLJ lur animal m. :nu ms' am um alegam qur' »rm . n. Lhlllllll. .r n- gmmlll maul. : ¡ml (lux. 1« . .um «ln mu. .. , nos zwm. .ululdiln ¡. ... ., rlmnm¡ 1._u| .. «lc swvnn. rl. ,.. u.. ,:. .. urmm . L. gnlln , um n '. wr-. ..Il. ¡.1.¡. .._. Vnlllplllnyl o _. .. . nu ^. r'| |.| l. 'o ggunnruul. .. .um . u . ..u uu¡ V. .., u' ¡Ím", »r: g|| r|dn›4v¡rnlnpcllah Xlllrunhlnmlllk -- nx-»r-lwmlrll' m 11x mu» . . l ; ... w¡ qm. um. ; llmrm' d. . r mu. .
  14. 14. Em 1922, em Los Angeles, su¡ banda romou-se a primeira constituida só de músicos negros a gravar um disco com jazz de New Orleans. Joe "King" Oliver foi o mentor do nrquifamoso louis Armstrong, que u deñniu como "u maior trompetista de New Orleans, o primeiro grande músico na minha vida c ainda o maior que conheci”, As bandas lideradas por Oliver, desde o inicio, tocavam utilizando uma série de . Entre outras : lc suas invenções consta u uso regular dc surdinas para produzir sons varia- dos com seu instrumento. A carreira da clarinetista Sidney Bcchct atravessou muitas gerações e estilos, desde us primórdios do ja1z em New Orleans, passando pelo swing, o bebo¡ e o resgate do jazz tradicional nos anos 1950. Segundo a lenda, aos 12 anos Bechet já era tratado como "magico" ao tocar com maes- ttia uma flauta barata d: lata. Aos 20, havia tocado com todos os band/ radar: mais conhecidos da cidade c pôs o pé 11:¡ estrada, dando inicio a uma trajetória que o : levaria : io patamar de grande estrela internacional do jazz. '24 New Grimm¡ em 1909 . rilHHli , iullíllll _ w 11111¡ “MUiIlUl : 11111¡ -__i' 'j ““*:11*: .r-. .., r~ii$= .-. -. « ' 1 i . rw , uuu l _ _wenftáíê- Similar-ru ' É z Associado desde sua emer ncia a artistas ne tos, o 'zzz E J quebrari finalmente a barreira de sua difusão com um registro marcado pela controvérsia racial. O primeiro disco gravado ñeou a cargo de uma banda dc músicos brancos, mas de acordo cum seus derratorcs, ncm em bem jazz o que tocavam. O descendente de sieilianos Nick La Rocca havia começa- do a tocar em bandas de rua, mas jamais ganhou destaque entre os músicos dc New Orleans. Em 1916. tentava a sorte em Chicago quando formou com alguns conheci- dos a Original Dixieland "Jass" Band, que passou a tocar cm um clube frequentado pela bandidagem de Chicago. Fortuito foi também quase tudo o quc vcio cm seguida. Numa das apresentações da ODJB. estava presente Al Johnson, artista dc uzrudeuill: depois famoso como pm- tagonista do primeiro ñlmc sonoro. Johnson tornou-se responsavel pela mudança da banda para Nova York. no ' inicio de 1917, onde a animação produzida por seus m- mos dançantes chamou a atenção da imprensa e da Co- lumbia Records, quc os convidou para uma sessão. '15
  15. 15. JELLY ROLL MORTON, O HOMEM QUE ACENDEU A FOGUEIRA DE RITMOS 111111111111.1.1-111-1111.1111.11 ^11111111111-11111.1,1" 1«.111.11.111 1111111111111 1~1111_1111111~~1-1 11111 111111111111111111-1›.11.111111111.111111.1 l1.1111111111111 c111ui.1111.1. 1 111 vu ilv 1i.11 1111111i111 1'¡ l11'11v111.1. 1111111.1111c| |1111 im' 11111 .1 1'111111111.11~ 11111-1 11111, 11111-11.1111-11111111-.11 1.11111 11› 1 111111111. 1111. 111 1.1.1111 111111 11111 11111111111 111111111 11 111111111 111-.111 1111111-111 11.1 111111111¡ 111111 11 111111111 111 111111111111-1 1-11~11›.1111111.11 :1 11.111 111 11111111111111111-1. . .111/111111111111111111111 111 1111111111.111111111~.11111.1~.1111 1-11111111111 1111.11111111111111111111 1-111 1sx1111111111 1-111 111111111›11111111.11.11111 11.1 111111111 111 111114111. 111 11, 11.111.11.111 1~11.11111111.11, 11111111111 .1 1111 “11-111 111111' 11111111111 111111111111-.111 . .111.111¡1111-1111111111111111 111.1 11111111.11111.1111-,111111111111111111111111.11111111.111›111111›1.111.1111111111111111 1111111111111.. 1X11›V111.1.111111111~111l1'1111111111[ 1111111111111111111111 111111111- 111111' 11.1 11111.11, .11111111111 11111 111 11111111111 111111111111111111111111. N111.111111111I11111111111. 111111111111111111111-1.1.111.11~1.1111111.1111111-1111111. 1111.111.11111.1 11 11.11111111111111111111111111111111 11111~.111~1.111.11111111111 1.111111.11111-.111.111-111111-111111111111111111111111111.11111111111111111111111 11111 1111.1111 1111111 11111111111 11111.1 1 111111111111 111-1111111111 111111111111111 1i1w.1li111 1|1 I1.1|11l11|.11!1› .111 11111111. 1 111111111111111,111.11.11.111-111.11111.111111111111111-11111111111. 111111111- 11111111111111111111 111111, 111111.111111111111111 1111111111111 1- 11 1.111. s11.11 11111111›11.111;1.11.11111›111.11.11111I 1*›:1,1~111w.111111111¡111¡1.11-.1111111111111 .1 111111 11111111111111111111111.111.111.111111-11 11111 111111111_ 11111-111 11111111.111111111111111111..1111111111111111111111111-11-1.11111.111111111111.11M 1011111111 1111111 1111.1» .111111 1I1~10511111111111111-111111-1111111111111111-111-1111111- 11111111m 111111111111-111›1.111_11~1-111-1.1111111.111111111111111111111 11.1.111__11.111111 11.111 ,1
  16. 16. EPWSÓDKÉT Sem cunlueceh' as músicas escolhidas, :: um pouco tampo para cn r c com ns lÍmÍlJÇÕeS ¡écni . da aparelhagem ainda primixiva de gravação. o resultado produzido pah 0mm Foi um fracasso. Os músicns forum pagos, um h gruvadum arquivou o n: alho. Três scmnnm depuis ñmram oun. : (cnmtíva, dcsu vcL bem-sucedida. “Os csuidxos da Vicmr nuhang Machine Company. Lá eles gravaram duas Íàkxas já muixo bem rreinadas de seu rcpcrtórin. Lançado cm 7 dc ¡nnrço a usa 0,75. o disco vendeu feito água. c Ingo a 001a vol- mu aos estúdios pan. .nm gravações que pavimentaram o caminho para a (uma. Com n succsm, a wbcrba parece m . subido a Cabeça de 1,11 Rocca, quc pa snu a se ínrirular "criador d. . , mz Os Inlegvanles da DDJE em 1919 (havge de divulgaçand¡ banda em 191o JAZZ BAND ! N ACTDON JAZZ, DE KEN BURNS Ao ñm da Primeira Guerra, esses dxscos chegaram à l-lu› vopn c, no nha seguinte, a ODJB cxcursionou pelo Velho Continuum, chegando a fazer uma aprrscntação particu- lar para a família mal britânica e a roçar na F m dc cele- bração duTratadn de Vrrsmlhcs. :m 1919, m¡ França. Sem m original : m . .um rccriaçñcs ncm (c) n dilcim dc reivindicar um ; msm na Origem do jazz. a own com SCH senso a: opurtunismo cnnqulisrxxu, no cnhlntl), o pJpcl dc propulwra 4-. . pupulmicludc que o gênero . nnphnnv. cada vcz mais nm amu wguinrux. Com h difusão em diacos. chegava n hm dc anunciar n advento dc um nuvu tunpn, .1 "cm dn jaum. Vl/ I' / I/l
  17. 17. 111111 1 *Fm “ Dualib 1111111111x111111v11 1111,111111.1.11111111111 . .111 111111111111111111111111.1111111111111 . 11111.1. _111111111 11,. . 1.1 Ktnñmiw Fm- ukwuutm Mrhvmeis NWOIIu-I- 111171111111111 11111111111.111.11.. .,1.11,1.1.1 1111111111111 115111111 11111110111. G111111,11111.1 111111111111-11111111111111111111111.111111-1.1._.1__ ' A11111111111 11111111 1193.1915 A1 111111 1111 1111111 A1 26 1111111 111111 : :i1 1: j: : : j: ', ',* 123,21*_'“_'_'_j; ;j; ;;'; M_ Acaixa campus: : Estzcnklânc¡ zpusentadzxem rtunidax são : LI: --1L1-; l-À11::1-¡1›1 1111 uv m 11111111111 u11111r 11111 111sc1311111 111113551111111 1111111111111111111. 111111111111111 . .1I*. ',1..1.1:, ,1.1._ 1J1,,1.. .1";31111.11..111,111 94 1111111111 11111 111 113111111111111¡ 15111 1111111111111 111111111111111 111 111111111111111. 111111111111111. 111.1 111111111111111111111 11111¡1111111s1111 1111111111111 11111111511141111111 1~¡1-~~~1~¡~~ 1m 11-1 1 111,1 «I . . . . 1 1.1111, 1 111 111, 111111111111111111 111111111111111 11111111111 111111 111110111111111.. . _W m _HMHM_M__ 21111111111 111111111111111 1111111111111111111111111 111111111111111 11 1. 11111111111 11111111111, 111 1111111111111 111 1111111111111 11111 1111111111 11111111111 t' , ggf çjjç_ _ *'13 _ 1111917. 11111111111. M11)11w111. 1911111111. ú . K1. x 1 11 , 411I11I| I1H 1 . ¡ _1 . 1_ 1 _, 1 11,, 1 . _ . .. 11. _ 1 1.11111, 1 1 x, 1. _111 11,11,. 1› 1. .1111 ”' ' " 1 ' ' 1 1111 11.1 1 11 11 111111111111111141111 1111111111 '11111111111111111 'a X111¡ 011111 a 1111 1411111111,- 51111111 (31111111111011311111 0111111111 1111111 11111111 1111111111111 1111 1923 0111111111111 11111111 11111111 1 1111111 1111111111 .11 11111111 T1111 1 1111111111111 o 111111 111 1111111111 111111111111111 11111 1111111111111 1111 111111111111111 0011111111111 111111111111111 1111111111111111111 1115111111111111111111 111111111111111. 111111111111111111 111111111111111 111111111111111 Cbduplmqnuraz 11111111111 gravação 111 zz 11111111 1111111 1111111111 1111111 11 5111111111 111 3111111 111 111111 11311111111 11111 11111111111 1 1111111111 111 11111111 1111 111111 Ammmng 1111111111 1111111932 111111111 111111 11111111111 11111 1111111 1111111111111 1 1941. 114111111111111 193a. 1917 1 19311.

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