João e o pé
de feijão
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Era uma vez um rapaz
chamado João que vivia
com a sua mãe numa casa
muito modesta. A mãe era
desempregada e só tinha
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João e a vaca percor-
reram muitos caminhos e
aldeias mas não apareciam
compradores. A vaca
estava cansada e parou.
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A mulher disse-lhe que os
feijões tinham poderes
mágicos.
João pensou que cinco
feijões mágicos eram
melhores do que nada....
Trepou, trepou, trepou,
até passar acima das
nuvens. Quase tocava no
céu.
Na manhã seguinte, ao
acordar, o rapaz não
podia...
Quando alcançou o topo
do feijoeiro, ouviu um
som medonho, uma voz
cavernosa e passos as-
sustadores.
Caminhou até à porta...
Agora ele podia ver de
onde vinha tanto barulho:
um gigante enorme
andava à volta de um
salão, marchando e
gritando:
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O gigante estava esfo-
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feijoeiro e gritou, muito
excitado:
“Mãe! Mãe! Encontrei um
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Nessa noite, João não
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Conseguia ouvir as
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Rapidamente, desceu pelo
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Depois de se
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Tão rápido quanto o
gigante adormeceu, João
agarrou na harpa e
zarpou dali para fora.
Mas a harpa ficou
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João desceu pelo
feijoeiro com a perícia
já adquirida, foi buscar
um machado e cortou,
cortou, cortou tanto o
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João correu para os
braços da mãe.
As suas aventuras com o
feijoeiro tinham termi-
nado e ambos puderam
levar uma vida fel...
FIM
Story retold by Bev Evans
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Images © Ruth Rivers available
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Conto joao.pe.feijao bevans

  1. 1. João e o pé de feijão ESCOLOVAR
  2. 2. Era uma vez um rapaz chamado João que vivia com a sua mãe numa casa muito modesta. A mãe era desempregada e só tinha uma pequena horta onde cultivava todo o tipo de legumes. Muitas vezes, eles passavam fome mas escondiam essa situação dos vizinhos e dos familiares. Ninguém sabia. Um dia, a mãe pediu ao João para ir vender uma vaca que ainda possuíam. O rapaz ficou com muita pena, pois gostava muito dela e tratava-a muito bem: dava-lhe de comer e beber e mimava-a.
  3. 3. João e a vaca percor- reram muitos caminhos e aldeias mas não apareciam compradores. A vaca estava cansada e parou. João acariciou-a. “Vou levá-la para casa novamente.” Quando estava de regresso, cruzou-se com uma mulher que lhe disse: “- Compro- -te a vaca por cinco feijões.” E, abrindo a mão, mostrou-lhe as sementes. Vou ter saudades tuas, Mimosa.
  4. 4. A mulher disse-lhe que os feijões tinham poderes mágicos. João pensou que cinco feijões mágicos eram melhores do que nada. Por isso, concordou em vender a vaca. A mãe, no entanto, não ficou satisfeita. Mostrou- -se mesmo, muito irritada. Com que dinheiro iria comprar comida? Mal-humorada, mandou o João direitinho para a cama e atirou os feijões pela janela.
  5. 5. Trepou, trepou, trepou, até passar acima das nuvens. Quase tocava no céu. Na manhã seguinte, ao acordar, o rapaz não podia acreditar no que estava a ver: um feijoeiro gigante tinha crescido imenso durante a noite. Ia da terra ao céu. João ficou muito curioso e decidiu ir até ao cimo da planta gigante.
  6. 6. Quando alcançou o topo do feijoeiro, ouviu um som medonho, uma voz cavernosa e passos as- sustadores. Caminhou até à porta de um castelo, onde estava a maior mulher que ele já vira. O som vinha do interior. Corajosamente, entrou. Que barulho!
  7. 7. Agora ele podia ver de onde vinha tanto barulho: um gigante enorme andava à volta de um salão, marchando e gritando: “Fi, Fi, Fó, Fum! Mau como eu não há nenhum!”
  8. 8. O gigante estava esfo- meado e exigiu que a mulher lhe servisse comida. João observava tudo, escondido e teve pena dela. Aquela mulher não era mais do que uma escrava do gigante. Quando acabou de comer, o homenzarrão começou a contar todo o seu ouro. O rapaz nunca tinha visto tanto dinheiro. Entretanto, gigante sentiu-se cansado e adormeceu.
  9. 9. feijoeiro e gritou, muito excitado: “Mãe! Mãe! Encontrei um tesouro!” Nessa noite, João não pregou olho. Cuidadosamente, João deslizou pela mesa e recolheu todas as moedas. Depois, retirou-se do castelo, desceu pelo
  10. 10. Conseguia ouvir as passadas do gigante e aquelas palavras assusta- doras: João desconfiava que o gigante tinha muitos mais tesouros. Assim, no dia seguinte, decidiu trepar novamente pelo feijoeiro e descobrir. Entrou sorrateiramente e escondeu-se, sem dar sinal da sua presença.
  11. 11. O gigante estava sentado à mesa, a devorar comida. “Fi, Fi, Fó, Fum! Mau como eu não há nenhum!” Quando acabou, virou-se para a pobre mulher e ordenou: “Traz a galinha.”
  12. 12. Rapidamente, desceu pelo feijoeiro, segurando firmemente a galinha. A mãe iria ficar muito orgulhosa dele. A mulher pousou a galinha em cima da mesa. “Dá-me um ovo.”, gritou o gigante. João nem podia acreditar: nesse instante, a galinha pôs um ovo dourado e pôs-se a cacarejar. “Ah! Já me posso ir deitar.” E adormeceu. De imediato, o rapaz agarrou na galinha e correu dali para fora.
  13. 13. Resoluto, trepou uma vez mais pelo feijoeiro mágico. E ouviu: Desde aquele dia, o rapaz e a mãe tiveram dinheiro para comprar os bens essenciais para poderem ter uma vida sem sobressaltos. Decorreram alguns dias. O castelo e o gigante não saíam do pensamento do João. Que segredos esconderia mais o gigante? “Fi, Fi, Fó, Fum! Mau como eu não há nenhum!”
  14. 14. Depois de se empanturrar com comida, berrou para a mulher: “Traz a harpa!” O gigante parecia mais esfomeado e assustador do que nunca. Do seu esconderijo, João viu-o devorar duas sopas, um frango, quatro bolos e vinte pães. Prontamente, foi-lhe trazido o instrumento. João estava a pensar como poderia libertar a pobre mulher, quando começou a ouvir uma mais bela melodia, cantada pela harpa. O rapaz ficou maravilhado. “Quem me dera dar aquela harpa à minha mãe!”
  15. 15. Tão rápido quanto o gigante adormeceu, João agarrou na harpa e zarpou dali para fora. Mas a harpa ficou assustada e começou a cantar novamente. O gigante acordou sobres- saltado, ainda a tempo de ver o João a fugir d1o castelo. “Vou-te apanhar!” “Fi, Fi, Fó, Fum! Mau como eu não há nenhum!”
  16. 16. João desceu pelo feijoeiro com a perícia já adquirida, foi buscar um machado e cortou, cortou, cortou tanto o feijoeiro que ele tombou com um estrondo enorme. O mesmo destino teve o horrível homenzarrão. O corpo do gigante jazia em silêncio no chão. Para sempre.
  17. 17. João correu para os braços da mãe. As suas aventuras com o feijoeiro tinham termi- nado e ambos puderam levar uma vida feliz, sem pobreza. FIM
  18. 18. FIM Story retold by Bev Evans http://web.rcts.pt/escolovar/ingles_leitura002.htm Images © Ruth Rivers available from Getty Images

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