Memorial de formação individual 12-05-2011

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Memorial de formação individual 12-05-2011

  1. 1. CAMPUS DE JI-PARANÁ Departamento de Ciências Humanas e Sociais (DCHS) EIXO TEMÁTICO Memorial de Formação Individual ÁREA DO CONHECIMENTO Político-Pedagógica CARGA HORÁRIA: 20h (TE: 10h - TC: 10h) DOCENTE RESPONSÁVEL Juracy Machado Pacífico
  2. 2. MEMORIAL DE FORMAÇÃO INDIVIDUAL
  3. 3. <ul><li>A produção de textos escritos pelos professores e professoras torna-se uma ferramenta valiosa na formação de todos. </li></ul><ul><li>Aquilo que o/a docente faz oralmente - as conversas cotidianas – sobre o que pensam e sentem em relação ao que vivem, aprendem e fazem – poderá ser convertido em conteúdo de um tipo de texto privilegiado para essa finalidade: o Memorial de Formação. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Como seres humanos somos contadores de histórias. Vivemos vidas relatadas e aprendemos com as histórias que ouvimos. (LARROSA, 1995). </li></ul><ul><li>O registro reflexivo e a escrita de narrativas autobiográficas por profissionais da educação – diários, cartas, memórias, portfólio, novela de formação, memorial de formação... – vem sendo defendido por vários autores. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>NARRATIVA </li></ul><ul><li>funciona como um registro e partilha de histórias; </li></ul><ul><li>supõe uma seqüência de acontecimentos; </li></ul><ul><li>tipo de discurso que nos possibilita dar vida ao nosso desejo de revelar acontecimentos; </li></ul><ul><li>comporta dois aspectos essenciais: </li></ul><ul><li>- uma seqüência de acontecimentos; </li></ul><ul><li>- uma valorização implícita dos acontecimentos relatados. </li></ul><ul><li>o todo narrado é algo que se constrói a partir das partes escolhidas. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Memorial de Formação Individual: </li></ul><ul><li>A narrativa da própria história; </li></ul><ul><li>O memorial (do latim memoriale) é a escrita de memórias e significa memento ou escrito que relata acontecimentos memoráveis; </li></ul><ul><li>O memento – que quer dizer ‘lembra-te’ – marca que serve para lembrar qualquer coisa (laço no dedo), uma caderneta ou um livro; </li></ul><ul><li>São esses dois últimos sentidos que interessam ao memorial. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>O memorial é um texto em que o autor ou autora faz um relato de sua própria vida, procurando apresentar acontecimentos a que confere o status de mais importantes, ou interessantes, no âmbito de sua existência. </li></ul><ul><li>É um texto que relata fatos memoráveis, importantes para aquele que o produz, tendo em conta suas memórias. </li></ul><ul><li>Registro do que o autor considera essencial para si mesmo e que supõe ser essencial também para os seus ouvintes/leitores. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Um memorial de formação é acima de tudo uma forma de narrar nossa história por escrito para preservá-la do esquecimento. </li></ul><ul><li>É o lugar de contar uma história nunca contada até então – a da experiência vivida por nós. </li></ul><ul><li>O texto encadeia acontecimentos relacionados à experiência de formação, à prática profissional e também à vida. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>O tempo a que se reporta pode estar ou não circunscrito: formação do período de um curso ou programa, formação do tempo de profissão ou formação humana geral. </li></ul><ul><li>A questão principal é tratar articuladamente da formação e da prática profissional , porque, nesse caso, quem está escrevendo o texto é um sujeito que ao mesmo tempo trabalha e está em processo de formação . </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Como começar a escrever e como encaminhar o texto? Ter um tema central, pré-determinado, às vezes pode facilitar – cada um terá de encontrar a melhor forma de dizer o que considera que vale a pena ser dito. </li></ul><ul><li>A referência principal é sempre o lugar profissional que ocupamos (de docente, de coordenadora, de diretora, de formadora...) e então, quando necessário, lançamos mão de memórias relacionadas a outras experiências – de filho, neto, amigo etc – que foram relevantes para nosso processo formativo . </li></ul>
  11. 11. <ul><li>É importante relatar aspectos positivos e aspectos negativos, dificuldades, problemas, preocupações, inquietações e tudo o que se considerar pertinente. </li></ul><ul><li>Para um trabalho científico, é necessário refletir sobre o vivido, discutindo à luz da literatura sobre: </li></ul><ul><li>Que fatos marcaram a minha vida intelectual e profissional? </li></ul><ul><li>O que esses fatos fizeram comigo? </li></ul><ul><li>O que faço agora com o que esses fatos fizeram comigo? </li></ul>
  12. 12. <ul><li>O Eixo temático Memorial de Formação Individual visa possibilitar, por meio da orientação sistematizada: </li></ul><ul><li>A Construção de conhecimentos teóricos e práticos sobre Memorial de Formação e sua utilização em processos didático-pedagógicos; </li></ul><ul><li>O conhecimento sobre o uso dos Memoriais, pessoal e em processos de formação, aspectos estruturais na elaboração de memoriais de formação; </li></ul>
  13. 13. <ul><li>O domínio da leitura e da escrita enquanto práticas sociais que possibilitam a produção e acesso a outros conhecimentos; </li></ul><ul><li>A elaboração de seu próprio Memorial de Formação como experiência pedagógica e formativa. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>O Eixo Temático Memorial de Formação Individual será trabalhado em dois momentos indissociáveis que envolverão a Orientação, Elaboração e Apresentação do Memorial: </li></ul><ul><li>Tempo-Escola - (10h) </li></ul><ul><li>Tempo-Comunidade - (10h) </li></ul><ul><li>Os alunos e a as alunas farão estudos sobre o significado e sentido do Memorial de Formação Individual e produzirão o Memorial de Formação Individual </li></ul>

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