Apresentação Final de Banco de Dados

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Apresentação final do seminário de Introdução ao Processamento de Dados, do grupo 8 (Bando de Dados)

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Apresentação Final de Banco de Dados

  1. 1. BANCO DE DADOS<br />
  2. 2. ACADÊMICOS:<br />Andréia Vieira<br />Jack Pinto<br />Marta da Rocha<br />Samantha Lobo<br />Waldemarina Gama<br />
  3. 3. DEFINIÇÕES GERAIS<br />Dados : fatos que podem ser armazenados. <br />Ex: nomes, número de telefones, endereços...<br />
  4. 4. Banco de Dados: coleção de dados inter-relacionados, representando informações sobre um domínio específico. <br />Ex:Lista Telefônica, fichas do acervo de uma biblioteca...<br />
  5. 5. Sistema de Banco de Dados:Consiste em uma coleção de dados inter-relacionados e uma coleção de programas para prover o acesso a esses dados.<br />
  6. 6. HISTÓRICO<br />
  7. 7. Histórico dos Banco de Dados<br />O banco de dados foi fundamentado na empresa IBM com o objetivo de automatizar as funçôes de escritório e diminuir os custos com mão de obra humana no armazenamento e organização de arquivos já que era necessário um grande número de pessoas para realizar essa função.<br />Tecnologia mais barata e mecanicamente mais eficiente.<br />
  8. 8. Década de 60<br />Os computadores se tornam parte efetiva do cotidiano das empresas juntamente com o crescimento da capacidade de armazenamento.<br />Foram desenvolvidos dois principais modelos de dados:<br />**modelo em rede<br />**modelo hierárquico <br />
  9. 9. Década de 60<br />O acesso ao BD era feito através de operações de ponteiros que unem (links) os registros. <br />Para alterar qualquer informação já armazenada era necessária reescrever os fundamentos de acesso assim todo sistema era modificado<br />Os usuários precisavam conhecer a estrutura física do BD para poder realizar uma consulta.<br />
  10. 10. Década de 60<br />Modelo de dados em rede é representado por um diagrama constituído por caixas e linhas; <br />
  11. 11. Década de 60<br />Modelo de dados hierárquico é organizado na forma de uma arvore com raiz;<br />
  12. 12. Década de 70<br />Edgar Frank Codd propõe o modelo de dados relacional, entre 1970 e 1972, que se tornou um marco em como pensar em banco de dados e se tornou padrão dentrodas empresas.<br />Ele desconectou a estrutura lógica do banco de dados do método de armazenamento físico.<br />
  13. 13. Década de 70<br />Dois principais protótipos de sistema relacional foram desenvolvidos entre 1974 e 1977:<br />Ingres: Desenvolvido pela UCB. Que serviu como base para IngresCorp., Sybase, MS SQL Server, Britton-Lee, Wang PACE entre outros.<br />System R: Desenvolvido pela IBM que serviu de base para o IBM SQL/DS, IBM DB2, Oracle e todos os BD da HP.<br />
  14. 14. Década de 70<br />
  15. 15. Década de 80<br />No início dos anos 80, a comercializãção de sistemas relacionais começa a virar uma febre entre as organizações. Na metade dos anos 80, a Linguagem Estruturada de Consulta – SQL, se torna um padrão mundial. <br />Os modelos em rede e hierárquico passam a ficar em segundo plano praticamente sem desenvolvimentos. <br />
  16. 16. Década de 90<br />O modelo cliente-servidor (client-server) passa a ser uma regra para futuras decisões de negócios e vemos o desenvolvimento de ferramentas de produtividade como Excel/Access (Microsoft).<br />Na metade dos anos 90, é quando vemos a explosão da Internet e um crescimento exponencial na tecnologia Web/BD. <br />
  17. 17. Década de 90<br />Aumentam o uso de Processos de transação em tempo real (OLTP - On-Line TransactionProcess) e processos analíticos em tempo real (OLAP > On-Line AnaliticalProcess).<br /> Esses processossão feitos através de PDVs (Ponto de Venda).<br />
  18. 18. Década de 90<br />No final dos anos 90 houve um grande aumento nas vendas de ferramentas para conexão Web/Internet/BD.<br />Front Page, Java, JDBC, Enterprise Java Beans, Dream Weaver, Oracle Developer 2000, são um exemplo dessas ferramentas.<br />
  19. 19. Dias atuais<br />Vimos sólidos crescimentos em aplicações para BD. Aparecem mais aplicações que interagem com PDAs (Personal Digital Assistant) e transações em PDVs, o que gera uma consolidação nas vendas.<br />Três companhias predominam no amplo mercado de BD: IBM, Microsoft e Oracle.<br />
  20. 20. MODELOS<br />
  21. 21. Modelos de Banco de Dados<br />Hierárquico<br />Rede<br />Relacional<br />Direcionado a objeto<br />
  22. 22. Modelos de Banco de Dados<br />
  23. 23. Modelo de redeSão usados apenas relacionamentos muitos-para-muitos.<br />
  24. 24. Relacional<br />
  25. 25. Chave primaria <br />Permite a classificação única de cada registro<br />de uma tabela<br /> Ex:<br />Rg.<br />CPF<br />Matricula<br />
  26. 26. Ataques<br /> Hackers<br /> Vírus<br /> Ataques internos e externos<br /> Soluções<br /><ul><li>Criptografia
  27. 27. Backup
  28. 28. Password
  29. 29. Firewall </li></ul> . Antivirus constantemente atualizados<br />
  30. 30.
  31. 31. LINGUAGEM SQL<br />
  32. 32. Linguagem SQL - StruturedQueryLanguage<br /> É tão somente uma linguagem utilizada para facilitar o acesso de informações (por meio de consultas, atualizações e manipulações de dados) armazenadas em bancos de dados do tipo relacional.<br /> <br />
  33. 33. Características da Linguagem SQL<br />Com a linguagem SQL é possível:<br /><ul><li>Criar, Alterar e Remover todos os componentes de uma Base de Dados (ex: tabelas)
  34. 34. Inserir, Aterar e Apagar dados:
  35. 35. Interrogar a Base de dados;
  36. 36. Controlar o acesso dos utilizadores à Base de Dados ad operações a que cada um deles pode ter acesso;
  37. 37. Obter a garantia da consistência e integridade dos dados.</li></li></ul><li>A linguagem SQL tem duas vertentes:<br /><ul><li> DDL Data DefinitonLanguage
  38. 38. DML Data ManipulationLanguage</li></ul>Aplicabilidade<br />É tanto uma linguagem de definição como de manipulação de dados, isto é, com a SQL podemos tanto definir e construir relações (tabelas), como manipular diversas relações de forma a obter resultados desejados.<br />
  39. 39. O QUE É UM SGBD?<br />
  40. 40. SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS<br /><ul><li>Conjunto de programas que permitem armazenar, modificar e extrair informação de um banco de dados.
  41. 41. Implica a criação e manutenção de bases de dados, elimina a necessidade de especificação de definição de dados, age como interface entre os programas de aplicação e os ficheiros de dados físicos e separa as visões lógica e de concepção dos dados.</li></li></ul><li>COMO FUNCIONA UM SGBD?<br />
  42. 42. EXEMPLOS DE BANCO DE DADOS<br /><ul><li>Postgre SQL;
  43. 43. Firebird;
  44. 44. MySQL;
  45. 45. SQL Server;
  46. 46. Oracle;
  47. 47. Microsoft Access (a maioria o considera um SGBD).</li></li></ul><li>
  48. 48. GERENCIADORES<br />
  49. 49. MySQL<br />
  50. 50.
  51. 51. Postgre SQL<br />
  52. 52.
  53. 53. Firebird<br />
  54. 54.
  55. 55. Oracle<br />
  56. 56.
  57. 57.
  58. 58. Microsoft Access<br />O Access 2007: é o programa de banco de dados que faz parte do pacote de escritório Office 2007, da Microsoft.<br />É um dos mais populares e Fácil Programa usado para Banco de Dados.<br />Usa o tipo relacional, ou seja, através de tabelas.<br />Estoque, lista de livros, cadastro de clientes, registros de aulas, entre outros.<br />tabelas, relatórios, formulários e consultas. <br />
  59. 59.
  60. 60.
  61. 61. ESTUDO DE CASO<br />
  62. 62. TRABALHOS RELACIONADOS<br />
  63. 63. TRABALHOS RELACIONADOS<br />BANCOS DE DADOS DISTRIBUÍDOS <br />INTERNET E INTRANETS ORGANIZACIONAIS <br />
  64. 64. SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS (GIS) <br />BANCO DE DADOS MULTIMÍDIA <br />
  65. 65. DATA WAREHOUSES <br />
  66. 66.
  67. 67. UTILIDADE PÚBLICA<br />
  68. 68. Bando de Dados contra a Pedofilia<br />
  69. 69. Vegetação da Amazônia Legal e Banco de Dados<br /> “O IBGE está disponibilizando uma ferramenta poderosa para que se conheça um pouco mais dessa região do País tão carente de informações a seu respeito. Esse produto pode dar subsídio às ações de políticas públicas ou mesmo da iniciativa privada", afirma o gerente de Recursos Naturais do IBGE.<br />
  70. 70. O FUTURO<br />
  71. 71. Abreviação de Extensible Markup Language (Linguagem extensível de formatação).<br />Desenvolvida pela W3C (World Wide Web Consortium - entidade responsável pela definição da área gráfica da internet). <br />Feita para superar as limitações do HTML, que é o padrão das páginas da Web.<br />
  72. 72. Definida como o formato universal para dados estruturados na Web, que consistem em tabelas, desenhos, parâmetros de configuração, etc.<br />A linguagem então trata de definir regras que permitem escrever esses documentos de forma que sejam adequadamente visíveis ao computador.<br />
  73. 73. Diferença entre HTML e XML:<br />Em ambas as linguagens, cada tag consiste em duas partes, uma que inicia e outra que fecha o comando. No entanto, em muitos casos, se uma tag é aberta no HTML e não é fechada, a página é exibida mesmo assim. Já no XML, se houver qualquer erro desse tipo, a aplicação simplesmente pára.<br />
  74. 74. O HTML é uma linguagem mais tolerante, enquanto o XML é altamente rígido.<br />XML é uma linguagem estável.<br />ex: Para um melhor entendimento, veja o seguinte fato: no HTML, a tag <p> </p> indica o início e o fim de um parágrafo. No XML, as tags são usadas para definir blocos de dados. O que isso quer dizer? Quer dizer que, <p> </p> podem significar qualquer coisa que o programador desejar. Por exemplo, <p> </p> podem significar peso, pessoa, nome, endereço, classe, carro, enfim, o que o usuário quiser que represente.<br />
  75. 75. o XML é até considerado por muitos uma linguagem capaz de gerar outras linguagens, visto que quem define os comandos e suas funções é o programador.<br />A extensibilidade do XML é tanta, que muitas corporações vêm adicionando funções XML em seus produtos, como a Microsoft, Oracle, IBM, Google e Sun. É uma linguagem que tende a alcançar um sucesso cada vez maior, não só no segmento de comércio eletrônico, como vem acontecendo, mas em praticamente todas as áreas da Web.<br />
  76. 76.
  77. 77. Navegação em Nuvem<br />
  78. 78. Cloud computing<br />Cloud Computing ou Computação em nuvem é um modelo de computação onde a infraestrutura pode estar em qualquer lugar e o usuário passa a acessá-la de forma remota.<br />
  79. 79. Algumas características<br /><ul><li> o usuário pode acessar determinadas aplicações independente do seu sistema operacional ou de hardware;
  80. 80. o usuário não precisa se preocupar com a estrutura para executar a aplicação;</li></ul> compartilhamento de dados e trabalho colaborativo se tornam mais fáceis;<br /><ul><li> o usuário pode contar com melhor controle de gastos.</li></li></ul><li>Exemplos de aplicações<br /><ul><li>Google Apps;
  81. 81. Amazon;
  82. 82. LiveMesh;
  83. 83. Aprex;
  84. 84. Panda CloudAntivirus.</li></li></ul><li>
  85. 85. Quais as tendências?<br />

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