1<br />Transplantes<br />no Brasil<br />Porto Alegre, 12 de julho de 2011<br />vdurogarcia@terra.com.br<br />
2<br />O que diferencia o transplante<br />das outras terapêuticas <br />?<br />Porquê o transplante é tão<br />“especial”...
 organizações nacional e estaduais
 tanto apelo na mídia e na sociedade</li></ul>TheEconomist–<br />11 de outubro de 2008<br />Época<br />14 de agosto de 200...
 decreto nº 2.170 de 04/03/97
 Lei nº 10.211 de 23/03/01
 Decreto nº 2.268 de 30/06/97
 Resolução CFM nº  1.489 de 08/08/97
 Portaria nº 901 de 16/08/00
 Portaria n º 91 de 23/01/01
 Portaria n º 2.600 de 21/10/09
 CPI do tráfico de órgãos
  Avaliação do TCU</li></li></ul><li>3<br />definição de transplante<br /> remoção de órgãos /<br /> tecidos do doador<br ...
4<br />Fernando delRincon-Museu do Prado<br />São Cosme e<br />São Damião<br />Fra Angélico  -   Florença<br />Dia 27 de s...
 Personagens e cenário</li></li></ul><li>Receptor<br />1. indicação de <br /> transplante<br /><ul><li> doença terminal </...
6<br />2. tipos de transplante<br />órgãos<br />tecidos<br /><ul><li> rim
 coração
fígado
 pulmão
pâncreas
 intestino
 córneas
 válvulas
 ossos
 pele</li></ul>células<br />alo-compostos<br /><ul><li> células hematopoiéticas
 ilhotas de pâncreas
hepatócitos
células neuronais
membros superiores
 face
 traquéia
 laringe
 rotina
 investigação</li></li></ul><li>3. objetivos dos transplantes<br />a.  salvar vidas<br /><ul><li> fígado
 coração
 pulmão
 medula óssea
 intestino
 pele</li></li></ul><li>3. objetivos dos transplantes<br />b.  Melhorar a qualidade de vida<br /><ul><li> rim
 pâncreas
 córneas
 válvula cardíaca
 ossos</li></li></ul><li>9<br />4. resultados dos transplantes<br />Sobrevida 1 ano<br /><ul><li>Rim:	       96%
 Pâncreas: 96%
 Fígado:     89%
 Coração:  89%
 Pulmão:    82%
 Intestino:   78%</li></ul>Registro UNOS 2009 <br />perda anual<br />de 4%<br />
doador<br /> número de doadores  órgãos  é<br /> suficiente para atender demanda ?<br />10<br />10<br />
11<br />Necessidade estimada e transplantes - 2010<br />Necessidade pmp<br />Córneas:     90 <br />Rim:             70<br ...
Listas de espera para transplante<br />Mortalidade vs. tempo<br />
Transplante renal e lista de espera<br />USA<br /><ul><li> Pacientes em lista de espera para Tx rim
 Doadores falecidos</li></li></ul><li>14<br />Obstáculos aos transplantes<br /><ul><li>     risco cirúrgico
perda do enxerto por rejeição aguda
 risco de perda do enxerto a longo prazo
Morbidade relacionada à imunossupressão
Falta de doadores</li></ul>Transplante<br />tornou-se<br />vítima de seu<br />sucesso<br /><ul><li> melhores resultados
 mais indicações
 falta de doadores</li></li></ul><li>doador<br /> número de doadores  órgãos NÃO  é<br /> suficiente para atender demanda...
doador<br />tipos<br /><ul><li> rim
 medulaóssea
  fígado
   pulmão</li></ul>vivo<br />familiar<br />falecido<br /><ul><li>tecidos
 rim
 pulmão
fígado</li></ul>coração parado<br /><ul><li> órgãos
 tecidos</li></ul>Morte encefálica<br />
Porque faltam doadores de órgãos?<br />Número de potenciais doadores de órgãos <br />é pequeno <br />Bruegel, sec. XV<br /...
18<br />2. O processo doação – transplante é complexo <br />Sociedade<br />detecção potencial doador<br />avaliação<br />a...
doador falecido no Brasil<br />2010<br />óbitos:<br />1,3  milhões por ano<br />possíveis <br />doadores:<br /><ul><li>  ó...
  córneas:5% das mortes ?     (70.000)      </li></ul>potenciais <br />doadores:<br /><ul><li> órgãos:36,4 pmp/ano   -   6...
 órgãos:1.842   (9,6pmp)  14% dos possíveis doadores -  		                  26% dos potenciais doadores
 córneas:+12.000 (62 pmp) 17% dos possíveis doadores)</li></ul>doadores <br />efetivos:<br />19<br />
20<br />processo doação - transplante<br />Personagens  <br />cenário<br /><ul><li>Intensivistas
  Neurologistas
  Coordenadores hospitalares Tx
  Equipes de remoção
  Equipes de transplantes
  Central Estadual de Tx
  taxa de morte encefálica
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  • Mudei para numeros para pedir que voce comente aqui cada numero. Por exemplo:Voce gostaria que fosse reformulado o SNT para ele ser mais forte e descentraliza lo?Hoje, tem uma estrutura de recursos humanos menor que qualquer central (há o coordenaodr nacional e algumas funcionárias não médicas para gerenciar todo o processo e deve ser fortalecido no sentido de um grupo de profissionais competentes em diversas áreas atuando (banco de olhos, TMO, banco de ossos, captação, diversos Tx) e descentralizado no sentido que as centrais devem ter maior autonomia (hoje apenas a de SP tem autonomia).2. Entendo que aqui tambem voce quer que a Central seja mais agil? A Central Nacional que é responsável pela alocação entre estados funciona muito mal, os funcionários são burocraticos e não tem conhecimento básico para essa função (oferecem coração de Belém para PoA, alguns rins disponibilizados pela BA foram perdidos devido a extrema morosidade na alocação: mais de 30 horas e ainda não haviam encontrado doador)3. Isto já constava no slide anterior como conquistas.Por que continua um desafio?É que a autorização judicial para Tx com DVNP é necessária, mas insuficiente para previnir um possível comércio (os juizes am alguns locais não investigam) então antes da autorização judicial deve passar pelas autorizações da comissão de ética do hospital e da Central Estadual.Também há o risco do turismo para transplante, como já ocorre na Colombia e deve ser prevenido no Brasil (proibição de Tx para estrangeiros com DF ou DVNP).4. Qual seria a proposta de modificacao dos criterios de alocacao dos rins? Deve ser aprovado em um forum de nefrologistas e imunologistas, mas basicammento diminuir a pontuação do HLA (talvez como nos EUA , exceto nos 0MM , pontuar apenas o DR e pontuar mais o tempo em diálise. Rins pediátriccos devem ser direcionados para crianças (menor que 18 anos). Iniciar regionalmente um programa para hipersensibilizados.5.Explique.Estado preferencial: preferencia na LE para quem doou o órgão previamente; alocação de um órgão ou tecido de um doador falecido para um familiar de primeiro ou segundo grau que se encontre em LE. 6. Como isto hoje prejudica o tx?Pode prejudicar e muito, hoje os estados que realizam os transplantes com doador limítrofenão cumprem a lei (o direcionamente de órgãos de doadores com sorologia (+) para receptores com a mesma sorologia ou vacinados não está prevista; assim como o direcionamento dos rins de um doador acima de 60 anos para receptor não está normatizado. Então , a LE não é seguida.?Creio que está claro que hoje em dia não há seguimento e não há pagamento. Justa reinvidicacao.Isto não é pago? Achei que sim...Qual a vantagem?OKOK, mas o sus não faz nada similar em outras areas...Uma necessidade, mas o problema é quem financiariaCreio que aqui se refere a tendencia de que todo hospital quer ter seu centro...nao é isto?OK....justo
  • Mudei para numeros para pedir que voce comente aqui cada numero. Por exemplo:Voce gostaria que fosse reformulado o SNT para ele ser mais forte e descentraliza lo?Hoje, tem uma estrutura de recursos humanos menor que qualquer central (há o coordenaodr nacional e algumas funcionárias não médicas para gerenciar todo o processo e deve ser fortalecido no sentido de um grupo de profissionais competentes em diversas áreas atuando (banco de olhos, TMO, banco de ossos, captação, diversos Tx) e descentralizado no sentido que as centrais devem ter maior autonomia (hoje apenas a de SP tem autonomia).2. Entendo que aqui tambem voce quer que a Central seja mais agil? A Central Nacional que é responsável pela alocação entre estados funciona muito mal, os funcionários são burocraticos e não tem conhecimento básico para essa função (oferecem coração de Belém para PoA, alguns rins disponibilizados pela BA foram perdidos devido a extrema morosidade na alocação: mais de 30 horas e ainda não haviam encontrado doador)3. Isto já constava no slide anterior como conquistas.Por que continua um desafio?É que a autorização judicial para Tx com DVNP é necessária, mas insuficiente para previnir um possível comércio (os juizes am alguns locais não investigam) então antes da autorização judicial deve passar pelas autorizações da comissão de ética do hospital e da Central Estadual.Também há o risco do turismo para transplante, como já ocorre na Colombia e deve ser prevenido no Brasil (proibição de Tx para estrangeiros com DF ou DVNP).4. Qual seria a proposta de modificacao dos criterios de alocacao dos rins? Deve ser aprovado em um forum de nefrologistas e imunologistas, mas basicammento diminuir a pontuação do HLA (talvez como nos EUA , exceto nos 0MM , pontuar apenas o DR e pontuar mais o tempo em diálise. Rins pediátriccos devem ser direcionados para crianças (menor que 18 anos). Iniciar regionalmente um programa para hipersensibilizados.5.Explique.Estado preferencial: preferencia na LE para quem doou o órgão previamente; alocação de um órgão ou tecido de um doador falecido para um familiar de primeiro ou segundo grau que se encontre em LE. 6. Como isto hoje prejudica o tx?Pode prejudicar e muito, hoje os estados que realizam os transplantes com doador limítrofenão cumprem a lei (o direcionamente de órgãos de doadores com sorologia (+) para receptores com a mesma sorologia ou vacinados não está prevista; assim como o direcionamento dos rins de um doador acima de 60 anos para receptor não está normatizado. Então , a LE não é seguida.?Creio que está claro que hoje em dia não há seguimento e não há pagamento. Justa reinvidicacao.Isto não é pago? Achei que sim...Qual a vantagem?OKOK, mas o sus não faz nada similar em outras areas...Uma necessidade, mas o problema é quem financiariaCreio que aqui se refere a tendencia de que todo hospital quer ter seu centro...nao é isto?OK....justo
  • doação de órgãos

    1. 1. 1<br />Transplantes<br />no Brasil<br />Porto Alegre, 12 de julho de 2011<br />vdurogarcia@terra.com.br<br />
    2. 2. 2<br />O que diferencia o transplante<br />das outras terapêuticas <br />?<br />Porquê o transplante é tão<br />“especial” a ponto de ter:<br /><ul><li> legislação própria
    3. 3. organizações nacional e estaduais
    4. 4. tanto apelo na mídia e na sociedade</li></ul>TheEconomist–<br />11 de outubro de 2008<br />Época<br />14 de agosto de 2008<br /><ul><li> Lei nº 9.434 de 04/02/97
    5. 5. decreto nº 2.170 de 04/03/97
    6. 6. Lei nº 10.211 de 23/03/01
    7. 7. Decreto nº 2.268 de 30/06/97
    8. 8. Resolução CFM nº 1.489 de 08/08/97
    9. 9. Portaria nº 901 de 16/08/00
    10. 10. Portaria n º 91 de 23/01/01
    11. 11. Portaria n º 2.600 de 21/10/09
    12. 12. CPI do tráfico de órgãos
    13. 13. Avaliação do TCU</li></li></ul><li>3<br />definição de transplante<br /> remoção de órgãos /<br /> tecidos do doador<br />implante no receptor<br />magia <br />dificuldade<br />Binômio <br />doação - transplante<br />indivisível<br />
    14. 14. 4<br />Fernando delRincon-Museu do Prado<br />São Cosme e<br />São Damião<br />Fra Angélico - Florença<br />Dia 27 de setembro - Dia Nacional do Doador<br /><ul><li> Protagonistas: receptor e doador
    15. 15. Personagens e cenário</li></li></ul><li>Receptor<br />1. indicação de <br /> transplante<br /><ul><li> doença terminal </li></ul> do órgão<br /><ul><li> vontade de </li></ul> realizar<br /><ul><li> ausência de </li></ul> contra-indicação<br />Picasso<br />
    16. 16. 6<br />2. tipos de transplante<br />órgãos<br />tecidos<br /><ul><li> rim
    17. 17. coração
    18. 18. fígado
    19. 19. pulmão
    20. 20. pâncreas
    21. 21. intestino
    22. 22. córneas
    23. 23. válvulas
    24. 24. ossos
    25. 25. pele</li></ul>células<br />alo-compostos<br /><ul><li> células hematopoiéticas
    26. 26. ilhotas de pâncreas
    27. 27. hepatócitos
    28. 28. células neuronais
    29. 29. membros superiores
    30. 30. face
    31. 31. traquéia
    32. 32. laringe
    33. 33. rotina
    34. 34. investigação</li></li></ul><li>3. objetivos dos transplantes<br />a. salvar vidas<br /><ul><li> fígado
    35. 35. coração
    36. 36. pulmão
    37. 37. medula óssea
    38. 38. intestino
    39. 39. pele</li></li></ul><li>3. objetivos dos transplantes<br />b. Melhorar a qualidade de vida<br /><ul><li> rim
    40. 40. pâncreas
    41. 41. córneas
    42. 42. válvula cardíaca
    43. 43. ossos</li></li></ul><li>9<br />4. resultados dos transplantes<br />Sobrevida 1 ano<br /><ul><li>Rim: 96%
    44. 44. Pâncreas: 96%
    45. 45. Fígado: 89%
    46. 46. Coração: 89%
    47. 47. Pulmão: 82%
    48. 48. Intestino: 78%</li></ul>Registro UNOS 2009 <br />perda anual<br />de 4%<br />
    49. 49. doador<br /> número de doadores  órgãos é<br /> suficiente para atender demanda ?<br />10<br />10<br />
    50. 50. 11<br />Necessidade estimada e transplantes - 2010<br />Necessidade pmp<br />Córneas: 90 <br />Rim: 70<br />Fígado: 30<br />Pulmão: 8<br />Coração: 8<br />Pâncreas: 3<br />75%<br />35%<br />25%<br />11%<br />4%<br />23%<br />
    51. 51. Listas de espera para transplante<br />Mortalidade vs. tempo<br />
    52. 52. Transplante renal e lista de espera<br />USA<br /><ul><li> Pacientes em lista de espera para Tx rim
    53. 53. Doadores falecidos</li></li></ul><li>14<br />Obstáculos aos transplantes<br /><ul><li> risco cirúrgico
    54. 54. perda do enxerto por rejeição aguda
    55. 55. risco de perda do enxerto a longo prazo
    56. 56. Morbidade relacionada à imunossupressão
    57. 57. Falta de doadores</li></ul>Transplante<br />tornou-se<br />vítima de seu<br />sucesso<br /><ul><li> melhores resultados
    58. 58. mais indicações
    59. 59. falta de doadores</li></li></ul><li>doador<br /> número de doadores  órgãos NÃO é<br /> suficiente para atender demanda <br />Porquê?<br />15<br />15<br />
    60. 60. doador<br />tipos<br /><ul><li> rim
    61. 61. medulaóssea
    62. 62. fígado
    63. 63. pulmão</li></ul>vivo<br />familiar<br />falecido<br /><ul><li>tecidos
    64. 64. rim
    65. 65. pulmão
    66. 66. fígado</li></ul>coração parado<br /><ul><li> órgãos
    67. 67. tecidos</li></ul>Morte encefálica<br />
    68. 68. Porque faltam doadores de órgãos?<br />Número de potenciais doadores de órgãos <br />é pequeno <br />Bruegel, sec. XV<br />Mortes por ano<br />1,3 milhão<br />60 – 80 pmp<br /> 1% das mortes<br />Morte encefálica por ano<br />13 mil<br />
    69. 69. 18<br />2. O processo doação – transplante é complexo <br />Sociedade<br />detecção potencial doador<br />avaliação<br />acompanhamento de<br />resultados<br />manutenção<br />Objetivo:<br /> efetivar > 50% dos<br /> potenciais doadores<br />diagnóstico de<br /> morte encefálica<br />transplante<br />distribuição<br />Documentar a<br />morte encefálica<br />remoção de<br />órgãos e tecidos<br />consentimento <br />familiar<br />aspectos<br />logísticos<br />
    70. 70. doador falecido no Brasil<br />2010<br />óbitos:<br />1,3 milhões por ano<br />possíveis <br />doadores:<br /><ul><li> órgãos:60 – 100 pmp/ano (70) - (13.300)
    71. 71. córneas:5% das mortes ? (70.000) </li></ul>potenciais <br />doadores:<br /><ul><li> órgãos:36,4 pmp/ano - 6.979 (52%)
    72. 72. órgãos:1.842 (9,6pmp) 14% dos possíveis doadores - 26% dos potenciais doadores
    73. 73. córneas:+12.000 (62 pmp) 17% dos possíveis doadores)</li></ul>doadores <br />efetivos:<br />19<br />
    74. 74. 20<br />processo doação - transplante<br />Personagens <br />cenário<br /><ul><li>Intensivistas
    75. 75. Neurologistas
    76. 76. Coordenadores hospitalares Tx
    77. 77. Equipes de remoção
    78. 78. Equipes de transplantes
    79. 79. Central Estadual de Tx
    80. 80. taxa de morte encefálica
    81. 81. leitos de UTI
    82. 82. equipamentos para documentar ME
    83. 83. intenção de doar da população</li></li></ul><li>Epidemiologia da ME no mundo<br /><ul><li>50 - 60 por milhão de população
    84. 84. 0,5 – 0,75% das mortes
    85. 85. 1 – 4% das mortes em hospital
    86. 86. 10 – 15% das mortes em UTI</li></li></ul><li>22<br />Epidemiologia da ME no Brasil<br />Alves Júnior. J Bras Transplante 2003, 6:208-210<br />Abreu Santos ALG. J BrasNefrol 2006, 28:25-30<br />Boni R. J Bras Transplante 2002, 5:59-64<br />encontrado: <br />76 - 105 pmp<br /> Pestana JOM. Lancet 1993, 341:118<br />Registro Brasileiro de Transplante 2008 , 13 (2):28-30<br />Maior incidência de morte encefálica que a observada nos países desenvolvidos: <br />50-60 pmp<br />associada a violência e acidentes de trânsito ?<br />22<br />
    87. 87. Início do processo: <br />Local:<br /><ul><li> UTI
    88. 88. Emergência
    89. 89. Sala de recuperação</li></ul>Detecção:<br /><ul><li>determinar a causa inicial do coma
    90. 90. graduar o coma
    91. 91. diagnosticar a Morte Encefálica
    92. 92. comunicar o diagnóstico</li></li></ul><li>Se<br />Causa:<br /><ul><li> Acidente vascular cerebral 50%
    93. 93. Trauma crâneo - encefálico 40%
    94. 94. Encefalopatia anóxica 5%
    95. 95. Tumores primários do SNC 2%
    96. 96. Outras 3%
    97. 97. coma de causa conhecida
    98. 98. em Glasgow 3
    99. 99. no respirador</li></ul>Grau: Escala de Glasgow: 3 a 15<br /><ul><li> resposta verbal: 1 a 5
    100. 100. resposta motora: 1 a 6
    101. 101. resposta ocular: 1 a 4</li></ul>abrir protocolo de morte encefálica<br />(comunicar a família o início do protocolo)<br />
    102. 102. Protocolo de morte encefálica<br />1 º teste clínico<br />intervalo 6 - 48 horas de acordo com a idade<br />2 º teste clínico<br />documentação diagnóstica<br />CFM<br />Resolução CFM<br />nº 1.489 de 08/08/97<br />2 médicos não envolvidos com <br />equipes de remoção ou transplante.<br />Decreto<br />Pelo menos um neurologista<br />Decreto nº 2.170 de 04/03/97<br />
    103. 103. 26<br />Equipamentos para diagnóstico ME<br />Doppler Transcraniano<br />Com fluxo sanguíneo<br />Sem fluxo sanguíneo<br />Equipamento mais promissor<br /><ul><li>portátil
    104. 104. baixo custo
    105. 105. poucos profissionais</li></ul> capacitados<br />
    106. 106. 27<br />Diagnóstico de morte encefálica<br /><ul><li> O diagnóstico de morte encefálica é de responsabilidade do CFM</li></ul> Lei nº 9434: 4 de fevereiro de 1997<br /><ul><li> Dois médicos não envolvidos com equipes de remoção ou transplante</li></ul>Resolução CFM 1480: 08 de agosto de 1997<br /><ul><li> Um dos médicos com título de especialização em neurologia</li></ul>Decreto nº 2268: 30 de junho de 1997<br />Qual vale:<br /><ul><li>Resolução CFM ?
    107. 107. interpretação SP
    108. 108. Decreto Lei ?
    109. 109. interpretação Brasil </li></li></ul><li>28<br />Leitos de UTI<br />Regra geral<br />Maior número leitos UTI -> maior número de ME ->↑ doadores <br />RS<br />↑UTIs-> não ↑ diagnóstico de ME<br /><ul><li> Vacaria
    110. 110. Gravataí
    111. 111. Cachoeirinha
    112. 112. Alvorada
    113. 113. intensivistas não motivados
    114. 114. sem neurologista (permanente)
    115. 115. sem equipamentos
    116. 116. sem coordenadores hospitalares</li></li></ul><li>29<br />A doação de órgãos ainda é vista como um tabu por grande parte da população<br />
    117. 117. 30<br />Pergunta que faltou:<br />Se necessitasse de um transplante,<br />gostaria que lhe doassem o órgão?<br />
    118. 118. 31<br />4. Formas de consentimento<br /><ul><li>Consentimento informado (1968)
    119. 119. Consentimento presumido forte + Escolha mandatória</li></ul>(1998)<br /><ul><li>Consentimento informado + Escolha mandatória (1999)
    120. 120. Consentimento informado (2001)</li></ul>Lei no 5.479 - 10 /08/68<br /> Lei no 9.434 - 04/02/97 <br />Decreto no2.170 - 04/03/97<br /> Medida Provisória nº 1.718 - 04/10/98<br />Jan 1998 – Dez 1999<br />Lei nº 10.211 - 23/03/01<br />31<br />
    121. 121. Entrevista familiar<br />estratégia<br />Oferecer a oportunidade de transformar a tragédia<br />da perda de um familiar em um ato nobre de doação,<br />este gesto pode atenuar a dor e servir como consolo. <br />
    122. 122. 33<br />Médico intensivista<br />inicia e dá andamento ao processo<br />papel decisivo <br /><ul><li> detecção do potencial doador
    123. 123. avaliação do potencial doador
    124. 124. diagnóstico de morte encefálica
    125. 125. manutenção do potencial doador</li></li></ul><li>34<br />coordenador hospitalar de transplante<br /><ul><li> elabora a logística do processo de doação
    126. 126. organiza progamas educacionais
    127. 127. para profissionais e
    128. 128. para a comunidade.</li></ul>função:<br />quem é ?<br /><ul><li>profissional da instituição
    129. 129. curso superior
    130. 130. acessível
    131. 131. Estimulado
    132. 132. Com conhecimento
    133. 133. comprometido com o cargo:
    134. 134. espirito de equipe e liderança
    135. 135. formação:
    136. 136. cursos
    137. 137. regulamentação:
    138. 138. portaria normatizando
    139. 139. educação continuada:
    140. 140. encontros anuais
    141. 141. ressarcimento
    142. 142. salário
    143. 143. honorários
    144. 144. diminuição carga horária</li></ul>Portaria 905 de 16-08 -2000<br />Portaria 1.752 de 23-09 -2005<br />Portaria 1.262 de 16-06 -2006<br />Portaria 2.600 de 21-10 -2009<br />
    145. 145. Central estadual de transplante<br /><ul><li> política de transplante no estado
    146. 146. logística do processo doação – transplante
    147. 147. diagnóstico de morte encefálica
    148. 148. análise dos documentos
    149. 149. resolução de problemas
    150. 150. sorologia
    151. 151. entrevista familiar
    152. 152. remoção dos órgãos / tecidos
    153. 153. alocação dos órgãos e tecidos </li></li></ul><li>Risco 1.000 xs > vôos comerciais<br /><ul><li> Remoção de rins, sem remoção de fígado: </li></ul> equipes Tx renal recusam remover fora da cidade.<br /><ul><li> Equipes de remoção de fígado removem rins </li></ul> sem grande interesse (70% NTA).<br />Equipes de remoção de órgãos abdominais<br /><ul><li> aeronaves e veículos confiáveis
    154. 154. obrigatoriedade de seguro de vida para equipe </li></ul> que desloca-se para remover ou buscar <br /> órgãos ou tecidos por via aérea ou terrestre. <br />
    155. 155. 37<br />O que se busca do cenário e dos personagens ?<br />em cada estado<br /><ul><li> UTIs / emergências
    156. 156. número suficiente de leitos e equipadas
    157. 157. CHTx / OPOs
    158. 158. treinados  remuneradosecom metas
    159. 159. Equipes de remoção / transplante
    160. 160. disponíveis
    161. 161. Central de transplante eficiente
    162. 162. logística adequada
    163. 163. transporte aéreo e terrestre
    164. 164. treinamento e motivação </li></ul> intensivistas / neurologistas<br /><ul><li> diagnóstico de ME
    165. 165. critérios de exclusão
    166. 166. manutenção do potencial doador
    167. 167. métodos documentais de ME
    168. 168. transferir potencial doador
    169. 169. tercerizar o diagnóstico ou a documentação
    170. 170. médicos e equipamentos do hospital</li></ul>Presuposições:<br /><ul><li> vontade política
    171. 171. financiamento</li></li></ul><li>38<br />taxa de doadores efetivos<br />140% em <br />6 anos<br />Política de<br /> Transplantes <br />pmp<br />medidas<br /><ul><li>legais
    172. 172. financeiras
    173. 173. organizacionais
    174. 174. educacionais</li></li></ul><li>39<br /><ul><li>organização:
    175. 175. emprego de modelo semelhante ao Espanhol
    176. 176. criação da Organização Nacional (SNT)
    177. 177. criação de organizações estaduais (CNCDO).
    178. 178. emprego de coordenadores hospitalares de transplante
    179. 179. financiamento
    180. 180. fundo específico para financiamento dos transplantes
    181. 181. pagamento da procura de doadores: módulos
    182. 182. pagamento do acopanhamento pós-transplante
    183. 183. legislação
    184. 184. listas de esperas estaduais – controladas pelo governo
    185. 185. consentimento informado para a doação
    186. 186. proibição de qualquer forma de comércio
    187. 187. autorização judicial para transplante com DVNP
    188. 188. penalidades para infrações
    189. 189. educação
    190. 190. cursos de formação de CHTx
    191. 191. criação de ONGs na área de doação e transplante</li></ul>Avanços 1998 -2004<br /><ul><li>. </li></ul>Resultado:<br /><ul><li> > 100% nas</li></ul>taxas de doação<br /> e transplante <br />entre1998 e 2004 <br />e estagnação a <br />partir de então.<br />
    192. 192. 40<br />Cursos de formação de<br />Coordenadores Hospitalares de Transplante<br />1997 - 2003<br /><ul><li> SNT / OPAS
    193. 193. SNT / UNB
    194. 194. ABTO</li></ul>horas n alunos<br />Avançado 40 20 920<br />Básico 8-16 18 > 1000<br />Não realizados<br /><ul><li> Maranhão
    195. 195. Roraíma
    196. 196. Amapá
    197. 197. Rondonia
    198. 198. Tocantins
    199. 199. Acre</li></li></ul><li>41<br />taxa de doadores efetivos<br />pmp<br />Apagão <br />Transplantes <br />35% em <br />2,5 anos<br />
    200. 200. 42<br /> Apagão dos transplantes no Brasil<br /> Taxa de doação<br />Relatório TCU<br /> falhas<br />SNT<br /><ul><li> organograma ?
    201. 201. planejamento ?
    202. 202. financiamento (PPA) ?
    203. 203. GTA
    204. 204. Câmaras Técnicas
    205. 205. reuniões ?
    206. 206. decisões ?
    207. 207. desigualdades entre estados
    208. 208. programa informatizado com falhas
    209. 209. cadastramento e recadastramento de centros (critérios ? )
    210. 210. problemas na alocação
    211. 211. de córneas
    212. 212. elevada recusa dos centros
    213. 213. de rim
    214. 214. qual pontuação é usada? não transparência
    215. 215. prejuízo para crianças e para minorias étnicas
    216. 216. intercâmbio por todo o país
    217. 217. maior gasto com investigações repetidas
    218. 218. distorções nos critérios de aceitação de órgãos </li></ul> sorologias idade <br />medicações<br /><ul><li> imunossupressores
    219. 219. preço
    220. 220. falta
    221. 221. outras medicações
    222. 222. resultados dos transplantes (?)
    223. 223. banco de válvulas: não cadastramento
    224. 224. banco de pele: sem portaria sobre valores
    225. 225. CNNCDO ineficiente
    226. 226. não normatização do doador limítrofe
    227. 227. pequena proteção ao doador vivo
    228. 228. acompanhamento anual
    229. 229. registro / seguro de vida</li></ul> Ausência de uma política efetiva de transplantes no país<br />
    230. 230. 43<br />Medidas tomadas no 2o semestre 2007<br /><ul><li>novo coordenador do SNT
    231. 231. interessado no desenvolvimento dos transplantes
    232. 232. maior autonomia para as centrais estaduais
    233. 233. ações de algumas centrais com apoio do estado
    234. 234. Santa Catarina
    235. 235. São Paulo
    236. 236. Ceará
    237. 237. campanhas / notícias positivas
    238. 238. JN da Rede Globo: notícias positivas sobre transplante em várias edições
    239. 239. atuação da ABTO
    240. 240. vários cursos de formação de coordenadores hospitalares em alguns estados
    241. 241. assessoria informal a algumas centrais</li></ul>Medidas adotadas a partir de 2008<br /><ul><li> educacionais
    242. 242. organizacionais
    243. 243. financiamento</li></li></ul><li>44<br />plano 2007 – 2017:<br /> aumentar 3x a taxa de doadores<br /> 1 - 1,5 doadores pmp/ano<br />Em 10 anos: 20 doadores efetivos pmp/a <br />44<br />
    244. 244. 45<br />Transplante com doador falecido<br />nos próximos 10 anos:<br /> 1 - 1,5 doadores pmp/ano<br />estratégia da ABTO<br />elaborada no 2o semestre 2007<br />Taxa estimada de potenciais doadores: 70 pmp/a<br />Detecção de potenciais doadores: (70%): 50 pmp/a<br />Não efetivação da doação: (60%): 30 pmp/a<br /><ul><li> recusa da família (25%): 12 pmp/a
    245. 245. contra-indicação / manutenção (25%): 12 pmp/a
    246. 246. outras causas (10%): 6 pmp/a</li></ul>doadores efetivos 20 pmp/a<br />taxa de efetivação de 40%<br />
    247. 247. Aumento no número de transplantes<br />estratégia da ABTO<br />Dividir os estados em cinco grupos, de acordo com a taxa<br /> atual de doadores e estabelecer metas para cada grupo, <br /> em prazo determinado (2010), com avaliação trimestral:<br />I<br />II<br />III<br />IIII<br />V<br />Atual: 0 – 2<br />Meta: > 3<br />Atual: 4– 6<br />Meta: > 7,5<br />Atual: 2 – 4<br />Meta: > 5<br />Atual: 9 – 15<br />Meta: > 15<br />Atual: 6 – 9<br />Meta: > 10<br />MG<br />RJ<br />PE<br />MS<br />SE<br />RN<br />BA<br />MT<br />GO<br />AC<br />MAAM<br />PB AL<br />PI PA<br />AP TO<br />RR RO<br />CE<br />DF<br />PR<br />ES<br />SC<br />RS<br />SP<br />
    248. 248. 47<br />resultado: taxa de doadores efetivos<br />55% em <br />3 anos<br />Retomada dos <br />transplantes <br />47<br />
    249. 249. o processo doação - transplante<br />2010<br />possíveis:<br />70 pmp/ano (13.000)<br />36,4 pmp/ano (52%)<br />potenciais:<br /> efetivos:<br />9,9pmp(27,2%)<br /> com órgãos Tx:<br />9,6pmp(26,4%)<br /><ul><li>recusa de doação: 26%
    250. 250. parada cardíaca: 18%
    251. 251. contra-indicação médica: 14%
    252. 252. ME não confirmada: 5%
    253. 253. outras causas: 9%</li></ul>48<br />
    254. 254. processo doação - transplante<br />problemas<br />não identificação: 48%<br />dos identificados:<br /><ul><li>não autorização familiar 26%
    255. 255. parada cardíaca: 18%
    256. 256. contra-indicação médica : 14%</li></li></ul><li>50<br />Notificação de potenciais doadores<br /> Possíveis doadores: 70 – 100 pmp<br />pmp<br />2010<br /><ul><li>AM
    257. 257. AP
    258. 258. RO
    259. 259. RR
    260. 260. TO</li></ul>3 trimestres 2009<br />Objetivo: > 50 pmp<br /><ul><li>potenciais doadores
    261. 261. doadores efetivos</li></ul>50<br />
    262. 262. 51<br />Taxa de efetivação de potenciais doadores<br />pmp<br />2010<br />Objetivo: > 40%<br />
    263. 263. 52<br /> doadores com órgãos removidos<br />pmp<br />2010<br /><ul><li> AM
    264. 264. AP
    265. 265. RO
    266. 266. RR
    267. 267. TO</li></ul>Objetivo 2017: 20 pmp<br />
    268. 268. 53<br />Doadores efetivos : 1999 - 2010<br />RS<br />BR<br />
    269. 269. Pacientes transplantados em seguimento<br /><ul><li> perda anual tardios: 4%
    270. 270. perda no 1o ano: 15%</li></li></ul><li>Avanços 2008 - 2009<br />Prevenção de comércio<br />DVNP: autorizações comissão ética + CNCDO + judicial<br />Estrangeiro não residente no país: proíbe ingresso em LE ou Tx<br /> modificação critérios de alocação de rim - aprimoramento<br /> normatização do emprego e alocação de órgãos de doadores limítrofes<br /> hospital-dia para receptores de transplante de órgãos (2008)<br />Ressarcimento investigação par D/R no transplante com doador vivo (2008)<br /> pagamento do seguimento de doadores vivos (consulta anual)<br /> pagamento da investigação de receptores, para ingresso em lista de espera<br />programa informatizado moderno para as centrais de transplante (modelo SP)<br /> reajuste valores de procura de doadores (100%)<br />Inclusão do banco de pele no financiamento<br />Portaria 2.600 – 21/10/2009 <br />Portaria 2.620 - 21/10/2009 <br />
    271. 271. 56<br />Dificuldades 2009 - 2010<br /><ul><li> Programa informatizado: “sendo” aprimorado
    272. 272. “mistura” de modelos de procura: CHTx vs. OPOs
    273. 273. normatização de alguns aspectos no diagnóstico de ME
    274. 274. não remoção de órgãos de doadores limítrofes
    275. 275. Proibição de membros de equipes de transplante: coordenador</li></ul> nacional, estadual ou de OPO<br />Portaria 2.600 – 21/10/2009 (Regulamento Técnico)<br />Portaria 2.620 - 21/10/2009 <br />
    276. 276. Novos desafios - 2011<br /> reformulação SNT – fortalecido e descentralizado<br /> capacitação da central nacional – agilização na alocação entre estados<br /> GAE e Câmaras técnicas com reuniões periódicas e decisões<br /> credenciamento de equipes de remoção independentes de equipes de Tx<br />registro de doadores vivos (ABTO: fígado ok, rim: em estudo)<br /> programa informatizado para todos centros de transplante<br /> análise resultados dos transplantes: parâmetros mínimos<br /> educação continuada para coordenadores e intensivistas<br /> criação de centros de transplante nas regiões menos assistidas: norte e nordeste<br />Portaria 2.600 – 21/10/2009 (Regulamento Técnico)<br />Portaria 2.620 - 21/10/2009 <br />
    277. 277. Doadores efetivos em alguns países<br />potenciais doadores: 50 - 60 pmp<br />possibilidade <br />de<br />crescimento<br />
    278. 278. 59<br />objetivos da sociedade<br />com o transplante<br />Aumentar o número de transplantes no País<br />Conhecer e melhorar os resultados dos transplantes do País<br />Justiça na alocação de órgãos e tecidos e nos resultados<br />Prevenir qualquer forma de transplante ilegal ou antiético<br />Proteção aos doadores vivos<br />Diminuir as desigualdades entre regiões e estados<br />
    279. 279. 60<br />doador vivo <br /> pessoa juridicamente capaz <br />pode dispor gratuitamente <br />de T/O/PCH para fins <br />terapêuticos:<br /> em cônjuges ou parentes <br /> consangüíneos até o 4º <br /> grau, inclusive, <br /> ou <br /> em qualquer outra pessoa <br />mediante autorização <br />judicial.<br />
    280. 280. 61<br />Doador vivo<br />Parente: permissão<br /><ul><li> maior
    281. 281. capaz
    282. 282. consentimento informado</li></ul>Não parente: controle<br />Autorização prévia em três níveis<br />Comércio: proibição<br />Penalidades<br />
    283. 283. 62<br />Tipo de doador falecido<br />OPTN<br />
    284. 284. 63<br />Doadores em assistolia<br /><ul><li>ainda não utilizados no Brasil
    285. 285. não previstos em lei
    286. 286. dificuldades técnicas
    287. 287. alto custo</li></ul>Discussão:<br />Deve ser iniciado imediatamente<br />ou<br />após melhora das taxas de doação em ME <br />Doadores em ME<br /><ul><li> baixa taxa de detecção (potenciais doadores): 50%
    288. 288. baixa taxa de efetivação: 25 – 30%</li></li></ul><li>Prevenção de comércio e do<br />“turismo para transplante”<br /><ul><li> transplante com doador vivo que exija autorização judicial,</li></ul> deve ser previamente avaliado e autorizado pela Comissão<br /> de Ética do Hospital e pela CNCDO.<br /><ul><li> prevenção do “turismo para transplante” : proibido </li></ul>realizar transplantes em estrangeiros não residentes no <br /> país.<br />Portaria 2.600 de 21/10/2009<br />Atendendo solicitação da ABTO e de<br />acordo com a Declaração de Istambul<br />
    289. 289. Proteção aos doadores vivos<br /><ul><li> creatinina
    290. 290. exame de urina
    291. 291. glicemia
    292. 292. colesterol
    293. 293. triglicerídios
    294. 294. microalbuminúria
    295. 295. proteinúria
    296. 296. acompanhamento por toda a vida
    297. 297. consultas (“pacote anual”)
    298. 298. investigação básica
    299. 299. registro de doadores
    300. 300. prioridade em lista de espera aos doadores que venham</li></ul> a necessitar de transplante<br /><ul><li> seguro de vida por um ano ou 6 meses
    301. 301. valor do prêmio no “pacote do Tx” e hospital contrata</li></ul>Portaria publicada em 2008<br />ABTO iniciando<br />Portaria 2.600 de 21/10/2009<br />Aguardando<br />
    302. 302. 66<br />Projetos educacionais ABTO<br /><ul><li> Curso de Formação de Coordenadores Hospitalares de Transplante
    303. 303. módulo I
    304. 304. módulo II
    305. 305. Curso de Formação de Coordenadores Educacionais de Transplante
    306. 306. Encontro Regional da ABTO com intensivistas
    307. 307. Curso de remoção de órgãos abdominais para transplante</li></li></ul><li>67<br />Disciplina eletiva sobre doação e transplante UFCMPA<br />Carga horária: 24 horas<br />Conteúdo:<br /><ul><li> palestras
    308. 308. acompanhamento / visita
    309. 309. cirurgia transplante
    310. 310. ambulatório de transplante
    311. 311. Central de Transplante do RS
    312. 312. Laboratório de Imunologia
    313. 313. Avaliação:
    314. 314. presença
    315. 315. trabalho de conclusão</li></ul>Escolhida pelos<br />alunos como a<br />melhor disciplina<br />eletiva da faculdade<br />em 2008<br />
    316. 316. 68<br />www.eusalvovidas.org.br<br />
    317. 317.
    318. 318. 70<br />
    319. 319. 71<br />1993 - 1a edição do Jogo pela Vida<br />partida de futebol na praia no verão<br />Transplantados x Médicos<br />Santa Casa e Rádio Gaúcha<br />
    320. 320. 72<br />
    321. 321. 73<br />Credibilidade<br />Influência<br />Propagação<br />Aproximação<br />Seriedade<br />Engajamento<br />Porém precisamos de mais<br />parceiros que possam gerar:<br />
    322. 322. 74<br />vocês<br />
    323. 323. 75<br />de que forma? <br /><ul><li> conhecendo e atuando no processo doação - transplante.
    324. 324. difundindo este conhecimento em nosso meio.
    325. 325. atuando para que este processo permaneça ético e transparente,</li></ul> beneficiando a toda sociedade.<br />Rene<br />Magritte<br />pintor <br />surrealista <br />belga<br />
    326. 326. 76<br />Isto não é comigo - não é minha tarefa remover o galho.<br />
    327. 327. 77<br />Todo este trabalho tem um único objetivo:<br />dar uma chance de vida para estes moços<br />
    328. 328. 78<br />
    329. 329. 79<br /><ul><li> é legal e ética a suspensão dos procedimentos de suportes</li></ul> terapêuticos quando determinada a ME em não doador<br /><ul><li> o cumprimento dessa deve ser precedido de comunicação </li></ul> e esclarecimento sobre a ME aos familiares ou representantes<br /> legais, fundamentada e registrada no prontuário <br /><ul><li> a data e hora registradas na Declaração de Óbito serão as </li></ul> mesmas da declaração de ME<br />
    330. 330. 80<br />

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