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INTRODUÇÃO <ul><li>“ O amor verdadeiro é aquele conquistado todos os dias, quem ama verdadeiramente podem se passar anos, ...
INTRODUÇÃO <ul><li>Orkut reúne várias comunidades sobre amor </li></ul>
INTRODUÇÃO <ul><li>O que é o amor? </li></ul><ul><li>“ renúncia” </li></ul><ul><li>“ doação” </li></ul><ul><li>“ prazer” <...
INTRODUÇÃO <ul><li>É possível esquecer um grande amor? </li></ul><ul><li>“ Não tem como evitar. Chega a doer, a ferida abr...
INTRODUÇÃO <ul><li>Por que discutem o amor na Internet e no Orkut? </li></ul><ul><li>“ Tirando fome, tirando miséria, o am...
INTRODUÇÃO <ul><li>Fórum amoroso e livro “O banquete” de Platão </li></ul><ul><li>Mito de Eros e Psique </li></ul><ul><li>...
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OBJETIVOS <ul><li>Específicos: </li></ul><ul><li>analisar quantitativamente por qual informação amorosa o usuário do Orkut...
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TEORIZAÇÃO <ul><li>Eixos teóricos: </li></ul><ul><li>Redes Sociais Virtuais  (MARTELETO; TOMAÉL, 2005/ RECUERO, 2009b) </l...
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METODOLOGIA <ul><li>Plano de escritura da dissertação: </li></ul><ul><li>Cap. 1:  CI; Redes Sociais virtuais; estudos de u...
REFERÊNCIAS <ul><li>BAPTISTA, Sofia; BASTOS DA CUNHA, Murilo. Estudo de usuários: visão global dos métodos de coleta de da...
REFERÊNCIAS <ul><li>MARTELETO, Regina Maria. Informação: elemento regulador dos sistemas, fator de mudança social ou fenôm...
<ul><li>“ Onde não há amor a multidão não oferece companhia” </li></ul><ul><li>(Francis Bacon) </li></ul>
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A INFORMAÇÃO AMOROSA NO ORKUT: ANÁLISE DO COMPORTAMENTO E DA CULTURA INFORMACIONAL DOS USUÁRIOS DE COMUNIDADES VIRTUAIS DO SITE DESTINADAS À DISCUSSÃO DO AMOR

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Projeto de qualificação do mestrado de Ruleandson do Carmo Cruz no PPGCI-UFMG, qualificado em 02 dez. 2009 sob orientação da profa. dra. Júlia Gonçalves da Silveira e avaliação das profa. dra. Cida Moura e Adiana Bogliolo.

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A INFORMAÇÃO AMOROSA NO ORKUT: ANÁLISE DO COMPORTAMENTO E DA CULTURA INFORMACIONAL DOS USUÁRIOS DE COMUNIDADES VIRTUAIS DO SITE DESTINADAS À DISCUSSÃO DO AMOR

  1. 1. A INFORMAÇÃO AMOROSA NO ORKUT: Análise do comportamento e da cultura informacional dos usuários de comunidades virtuais do site destinadas à discussão do amor Rulendson do Carmo Cruz – PPGCI-UFMG, 2 dez. 2009 Projeto de qualificação (mestrado) sob orientação da Profa. Dra. Júlia Silveira
  2. 2. INTRODUÇÃO <ul><li>“ O amor verdadeiro é aquele conquistado todos os dias, quem ama verdadeiramente podem se passar anos, décadas mais (sic) aquele amor vai permanecer ali intacto as (sic) mais diferentes épocas” </li></ul><ul><li>(Comunidade: “Eu quero um amor pra vida toda”) </li></ul>
  3. 3. INTRODUÇÃO <ul><li>Orkut reúne várias comunidades sobre amor </li></ul>
  4. 4. INTRODUÇÃO <ul><li>O que é o amor? </li></ul><ul><li>“ renúncia” </li></ul><ul><li>“ doação” </li></ul><ul><li>“ prazer” </li></ul><ul><li>“ entrega” </li></ul><ul><li>(Comunidade “Eu acredito no amor”) </li></ul>
  5. 5. INTRODUÇÃO <ul><li>É possível esquecer um grande amor? </li></ul><ul><li>“ Não tem como evitar. Chega a doer, a ferida abre, sangra. É triste né?” </li></ul><ul><li>(Usuário da Comunidade “Eu acredito no amor”) </li></ul>
  6. 6. INTRODUÇÃO <ul><li>Por que discutem o amor na Internet e no Orkut? </li></ul><ul><li>“ Tirando fome, tirando miséria, o amor está entre as principais causas de um grande sofrimento humano. As pessoas gastam grande parte de suas vidas sofrendo por amor” </li></ul><ul><li>(LINS, 2009, online ) </li></ul>
  7. 7. INTRODUÇÃO <ul><li>Fórum amoroso e livro “O banquete” de Platão </li></ul><ul><li>Mito de Eros e Psique </li></ul><ul><li>Amor nas produções culturais contemporâneas </li></ul>
  8. 8. INTRODUÇÃO <ul><li>Internet: ferramenta de largo alcance para a busca e troca de informações </li></ul><ul><li>Informação invidivualizada; autonomia sobre a informação (NEGROPONTE, 1996) </li></ul>
  9. 9. INTRODUÇÃO <ul><li>“ informação é, mais precisamente, a articulação de uma compreensão pragmática de um mundo comum compartilhado. Esta compreensão a priori permanece em grande medida tácita ainda quando a articulamos em forma falada ou escrita, dado que, por nossa finitude, nunca podemos explicitá-la totalmente” (CAPURRO, 1992 citado por GONZÁLEZ DE GOMEZ, 2002, p. 32) </li></ul><ul><li>Informação amorosa: informação cuja temática predominante é o amor </li></ul>
  10. 10. INTRODUÇÃO <ul><li>comportamento informacional – relacionado aos usuários da informação, individualmente – é o “modo como os indivíduos lidam com a informação. Inclui a busca, o uso, a alteração, a troca, o acúmulo e até mesmo o ato de ignorar os informes” (DAVENPORT, 2000, p. 110) </li></ul><ul><li>cultura informacional – referente aos grupos de usuários – é “o padrão de comportamentos e atitudes que expressam a orientação informacional” (DAVENPORT, 2000, p. 110). </li></ul>
  11. 11. INTRODUÇÃO <ul><li>Problema de pesquisa : </li></ul><ul><li>Quais são os elementos indicativos do comportamento e da cultura informacional dos usuários de comunidades virtuais destinadas à discussão do sentimento amoroso presentes no Orkut, a partir da análise prioritariamente qualitativa das comunidades “Eu quero um amor pra vida toda”, “Amor e sexo em debate”, “Eu ACREDITO no AMOR”, “Amor, respeito e confiança”, e “Eu não acredito no amor”? </li></ul>
  12. 12. JUSTIFICATIVA <ul><li>Amor é a obsessão cultural prevalecente e o tema central da felicidade para o homem contemporâneo (MORIN, 1997, p. 131) </li></ul><ul><li>Sites de redes sociais virtuais são a ferramenta online mais acessada pelos internautas de todo o mundo (KEBEDE, 2009) </li></ul>
  13. 13. JUSTIFICATIVA <ul><li>90% dos usuários brasileiros da internet estão em sites de redes sociais virtuais e gastam 23% do tempo online neles (SCHNORR, 2008) </li></ul><ul><li>Orkut é o site mais acessado no país com cerca de 57% ou 35 milhões de usuários brasileiros (MARTINS, 2008; NUNES, 2009) </li></ul>
  14. 14. JUSTIFICATIVA <ul><li>Orkut permite a troca de informações com qualidade e é de grande relevância para refletir os sentimentos, permitir a participação ativa, e a expressividade do cidadão contemporâneo (PITHAN, 2006) </li></ul>
  15. 15. OBJETIVOS <ul><li>Geral: analisar e caracterizar o comportamento e a cultura informacional dos usuários </li></ul><ul><li>Específicos: </li></ul><ul><li>identificar no perfil dos membros a quais outras comunidades se associam e quais os elementos utilizados para a identificação na rede; </li></ul><ul><li>identificar título, foto e descrição das comunidades a serem pesquisadas para verificar como tais comunidades sintetizam a informação amorosa e definem-se na rede; </li></ul>
  16. 16. OBJETIVOS <ul><li>Específicos: </li></ul><ul><li>analisar quantitativamente por qual informação amorosa o usuário do Orkut mais se interessa; </li></ul><ul><li>descrever os fluxos informacionais das informações amorosas; </li></ul><ul><li>analisar quais os tipos de amor representados pelos usuários; </li></ul><ul><li>analisar quais lacunas amorosas informacionais as comunidades em estudo podem preencher. </li></ul>
  17. 17. TEORIZAÇÃO <ul><li>Análise de redes sociais e estudos de usuários </li></ul><ul><li>Para se entender os usuários da informação é preciso que a CI busque aporte teórico em outras disciplinas (RABELLO, 1980) </li></ul><ul><li>A ARS não possui arcabouço teórico próprio, sendo necessário ao pesquisador combinar teorias apropriadas ao ambiente e às questões em estudo (MARTELETO; TOMAÉL, 2005) </li></ul>
  18. 18. TEORIZAÇÃO <ul><li>Eixos teóricos: </li></ul><ul><li>Redes Sociais Virtuais (MARTELETO; TOMAÉL, 2005/ RECUERO, 2009b) </li></ul><ul><li>Orkut (RECUERO/ PITHAN, 2006, 2007) </li></ul><ul><li>Amor (PLATÃO/ ARISTÓTELES/ GRIMAL, 1993/ COSTA, 1999, MORIN, 1997) </li></ul>
  19. 19. METODOLOGIA <ul><li>Pesquisa bibliográfica (GIL, 1999) </li></ul><ul><li>Pesquisa documental (GIL, 1999) </li></ul><ul><li>Levantamento do material empírico: (MINAYO, 1994) </li></ul><ul><li>Cinco comunidades: a maior comunidade em número de membros, uma das menores comunidades em número de membros e três comunidades com o número de membros intermediário, com o objetivo de avaliar comunidades virtuais com ordens de grandeza do número de participantes diferenciadas </li></ul>
  20. 20. METODOLOGIA <ul><li>Procedimentos metodológicos de estudos de usuários: (CUNHA, 1982; BAPTISTA; CUNHA, 2007) </li></ul><ul><li>questionário: 100 questionários aplicados nos 20 usuários mais ativos (os que mais postam mensagens nos fóruns) de cada comunidade </li></ul><ul><li>entrevista: 50 entrevistas com os usuários mais ativos (10 de cada comunidade) e 10 com donos e/ou moderadores (2 de cada comunidade) </li></ul>
  21. 21. METODOLOGIA <ul><li>c) análise documental: fóruns e enquetes de cada comunidade; investigar dois tópicos do fórum; estudar 25 perfis de usuários (5 de cada comunidade) </li></ul><ul><li>Softwares de visualização de redes </li></ul><ul><li>Ucinet e Netdraw </li></ul>
  22. 22. METODOLOGIA <ul><li>Análise do material empírico </li></ul><ul><li>Categorias de análise </li></ul><ul><li>Conceituação do amor </li></ul><ul><li>Temáticas amorosas </li></ul><ul><li>Paixões </li></ul><ul><li>Perfil informacional amoroso </li></ul><ul><li>Comportamento informacional </li></ul><ul><li>Cultura informacional </li></ul>
  23. 24. METODOLOGIA <ul><li>Plano de escritura da dissertação: </li></ul><ul><li>Cap. 1: CI; Redes Sociais virtuais; estudos de usuários </li></ul><ul><li>Cap. 2: Orkut </li></ul><ul><li>Cap. 3: Amor </li></ul><ul><li>Cap. 4: Apresentação e discussão dos resultados </li></ul>
  24. 25. REFERÊNCIAS <ul><li>BAPTISTA, Sofia; BASTOS DA CUNHA, Murilo. Estudo de usuários: visão global dos métodos de coleta de dados. In: Perspectivas em ciência da Informação , v.12, n. 2, p.168-184, maio/ago. 2007. Disponível: <http://www.eci.ufmg.br/bogliolo/downloads/BAPTISTA%20CUNHA%20usuarios.pdf>. Acesso em: 01 abr. 2009. </li></ul><ul><li>CUNHA, Murilo Bastos da. Metodologias para estudo dos usuários de informação científica e tecnológica. In: Revista de Biblioteconomia de Brasília , Brasília, v.10, n.2, p. 5-20, jul./dez. 1982. Disponível em: <http://www.eci.ufmg.br/bogliolo/downloads/CUNHA_1982.pdf>. Acesso em: 01 abr. 2009. </li></ul><ul><li>CAPURRO R.,HJØRLAND B. The concept of Information. In: Annual Review of Information Science and Technology (ARIST) Ed. Blaise Cronin, Vol. 37 (2003) Chapter 8, 343-411. Disponível em: <http://www.capurro.de/infoconcept.html> Acesso: 30 Ago. 2008. </li></ul><ul><li>CAPURRO, Rafael. Epistemologia e Ciência da Informação. V Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação, Belo Horizonte (Brasil). 10 de Novembro de 2003. </li></ul><ul><li>COSTA, Jurandir Freire. Sem fraude nem favor : estudos sobre o amor romântico. 5. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. </li></ul><ul><li>DAVENPORT, Thomaz H . Ecologia da informação : porque só a tecnologia não basta para o sucesso da era da informação. São Paulo: Futura, 2000. </li></ul><ul><li>DÁVILA, Sérgio. Orkut não entende seu sucesso no Brasil. Folha de S. Paulo, Caderno Dinheiro, 3 de Jul. de 2005. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u97858.shtml>. Acesso em: 3 de mar. de 2009. </li></ul><ul><li>GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social . São Paulo: Editora Atlas, 1999. </li></ul><ul><li>GOMEZ, Maria Nélida González de. O objeto de estudo da Ciência da Informação: paradoxos e desafios. CI. Inf., Brasília, 19(2): 117-22, jul./dez. 1990. </li></ul><ul><li>KEBEDE, Rebekah. Redes Sociais superam o e-mail. Reuters . 13 de mar. de 2009. Disponível em: <http://br.hsmglobal.com/notas/43543-redes-sociais-superam-o-e-mail>. Acesso em 11 de abr. de 2009. </li></ul><ul><li>LINS, Regina Navarro. Entrevista - O fim do amor romântico e a era do relacionamento aberto. Entrevistador: Ruleandson do Carmo Cruz. Blog &quot;Eu só queria um café...&quot;, seção Entrevistas, 30 de ago. de 2009. Disponível em: <http://www.eusoqueriaumcafe.com/2009/08/entrevista-poliamor-o-fim-do-amor.html>. Acesso em: 6 de out. de 2009. </li></ul>
  25. 26. REFERÊNCIAS <ul><li>MARTELETO, Regina Maria. Informação: elemento regulador dos sistemas, fator de mudança social ou fenômeno pós-moderno?. In: Ci. Inf. ,Brasília, 16(2): 169-80, jul./dez. 1987. </li></ul><ul><li>MARTELETO, Regina; TOMAÉL, Maria Inês. A metodologia de análise de redes sociais (ARS) . In: VALENTIM, M.L.P. (Org.). Métodos qualitativos de pesquisa em Ciência da Informação. São Paulo: Polis, 2005. Cap. 4, p. 81-100. </li></ul><ul><li>MARTINS, Rodrigo. &quot;Queremos crescer no resto do mundo&quot;, diz chefe do Orkut. Ùltimo Segundo , caderno Mundo Virtual, 24 de jan. de 2007. Disponível em: <http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo_virtual/2007/01/24/queremos_crescer_no_resto_do_mundo_diz_chefe_do_orkut_502143.html>. Acesso em: 30 de ago. de 2008. </li></ul><ul><li>MARTINS, Rodrigo. Site é o mais acessado do Brasil sem sinais de queda. Yahoo! Brasil , caderno Tecnologia, 30 de jan. de 2008. Disponível em: <http://br.tecnologia.yahoo.com/article/30012008/25/tecnologia-noticias-site-acessado-brasil-sinais-queda.html>. Acesso em: 30 de ago. de 2008. </li></ul><ul><li>MINAYO, Maria Cecília de Sousa. Pesquisa social : teoria, método e criatividade. Petrópolis/ RJ: Vozes, 1994. </li></ul><ul><li>MORIN, Edgar. Cultura de massas no século XX Volume 1 : Neurose. 9.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1997. </li></ul><ul><li>NEGROPONTE, Nicholas. A vida digital . 2. ed. São Paulo : Companhia das Letras 1996. </li></ul><ul><li>NUNES, Vanessa. Raio-X do Orkut. Blog da Vanessa Nunes , 2009a. Disponível em: < http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=1&local=1&template=3948.dwt&section=Blogs&post=209236&blog=222&coldir=1&topo=3951.dwt>. Acesso em: 30 jul. 2009. </li></ul><ul><li>ORKUT. Sobre o Orkut, 2009a. Disponível em: <http://www.orkut.com.br/About.aspx>. Acesso em: 1º de set. de 2009. </li></ul><ul><li>PITHAN, Flávia Ataíde. Comportamentos e valores da pós-modernidade nas comunidades do Orkut. 2004. Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da PUCRS (Dissertação). Disponível em <http://www.pucrs.br/famecos/pos/download/dissertacao_pithan_2006.pdf >. Acesso em: 30 Ago. 2008. </li></ul><ul><li>PITHAN, Flávia Andrade; TIMM, Maria Isabel. Características das relações interpessoais na contemporaneidade : um estudo sobre o Orkut. Verso e Reverso, Ano XXI - 2007/3 - Número 48, 2007a. Disponível em: <http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/versoereverso/article/view/5763/5221>. Acesso em: 30 de set. de 2009. </li></ul><ul><li>PITHAN, Flávia Andrade. O tribalismo de Mafessolli no Orkut . Intexto, Porto Alegre: UFRGS, v. 2, n. 17, p. 1-20, julho/dezembro 2007. Disponível em: <http://www.seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/6873/4141>. Acesso em 30 de set. de 2009. </li></ul><ul><li>PRIMO, Alex F.T. A Emergência das Comunidades virtuais . Texto apresentado em G.t de Teoria da Comunicação no XX Congresso da Intercom – Santos/SP, 1997. <Disponível em <http://usr.psico.ufrgs.br/~aprimo/pb/comuni.htm> Acesso em: 30 Ago. 2008. </li></ul><ul><li>RECUERO, Raquel da Cunha. Redes sociais na Internet . Editora Meridional, Coleção Cibercultura. Porto Alegre: Sulina, 2009. Disponível em: <http://www.redessociais.net/cubocc_redessociais.pdf>. Acesso em: 30 ago. 2009. </li></ul><ul><li>SCHNOOR, Tatiana. 90% dos usuários de Internet no Brasil usam redes sociais diz Ibope/NetRatings. WNews. Wnews , UOL, 2008. Disponível em <http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=11008>. Acesso em 01 de abr. de 2009. </li></ul>
  26. 27. <ul><li>“ Onde não há amor a multidão não oferece companhia” </li></ul><ul><li>(Francis Bacon) </li></ul>
  27. 28. <ul><li>OBRIGADO! </li></ul>

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