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Os princípios do Estado Novo <ul><li>Nacionalismo </li></ul><ul><li>Certas épocas e figuras da história pátria foram exalt...
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Os princípios do Estado Novo Autarcia <ul><li>A política económica do Estado Novo assentou, como nos outros regimes autori...
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Suportes do Estado Novo Censura <ul><li>A censura foi instituída em 1926, sendo então apenas aplicada à imprensa. Gradualm...
Suportes do Estado Novo Secretariado da Propaganda Nacional <ul><li>O Secretariado de Propaganda Nacional tinha por função...
Suportes do Estado Novo Controlo político e ideológico <ul><li>Legião Portuguesa </li></ul><ul><li>Milícia paramilitar for...
Suportes do Estado Novo Controlo político e ideológico <ul><li>A  Igreja  e o  Estado  caminhavam lado a lado. </li></ul><...
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Salazar e o Estado Novo

  1. 1. Salazar e o Estado Novo <ul><li>António de Oliveira Salazar nasceu em 1889, em Santa Comba Dão. </li></ul><ul><li>Inicialmente estuda num Seminário em Viseu para padre, mas acaba por se licenciar em Economia Política em Coimbra. </li></ul><ul><li>É afastado do governo em 1968 por motivo de doença, sendo substituído por Marcelo Caetano. </li></ul><ul><li>Acabaria por falecer em Lisboa, a 27 de Julho de 1970 </li></ul>
  2. 3. Salazar “Salvador da Pátria” <ul><li>Através de uma política de austeridade, Salazar conseguiu reorganizar as finanças do país. A resolução da crise financeira conferiu-lhe um grande prestígio, passando a ser considerado como o “Salvador da Pátria” </li></ul>
  3. 4. A Constituição de 1933 A Constituição de 1933 põe fim à Ditadura Militar e inaugura o período a que Salazar vai chamar de “Estado Novo”. <ul><li>Inspirada em algumas Constituições democráticas ela também terá princípios democráticos: </li></ul><ul><li>Eleições por sufrágio directo e universal; </li></ul><ul><li>Reconhece os direitos e liberdades individuais. </li></ul><ul><li>O seu carácter antidemocrático revela-se quando: </li></ul><ul><li>Os direitos democráticos existem mas ficam sujeitos aos “interesses da Nação” </li></ul><ul><li>Salazar concentra em si todos os poderes não respeitando a Constituição: </li></ul><ul><li>O Presidente do Conselho é mais importante que o Presidente da República; </li></ul><ul><li>A Assembleia Nacional se limitava a aprovar as leis do Governo e; </li></ul><ul><li>Não havia liberdades individuais </li></ul>
  4. 5. Os princípios do Estado Novo <ul><li>Partido Único </li></ul><ul><li>União Nacional </li></ul><ul><li>Criada em 1930, a União Nacional comportou-se como um partido único, já que nunca admitiu qualquer forma de entendimento com a oposição. </li></ul><ul><li>A sua criação teve o intuito de fazer a transição entre a Ditadura Militar e o que viria a ser o Estado Novo. Com uma forte e estreita ligação ao governo, a sua acção sempre foi controlada pelo Presidente do Conselho. </li></ul>Cartaz de propaganda eleitoral durante o Estado Novo
  5. 6. Os princípios do Estado Novo <ul><li>Nacionalismo </li></ul><ul><li>Certas épocas e figuras da história pátria foram exaltadas, com vista a encher de orgulho os portugueses. </li></ul><ul><li>Corporativismo </li></ul><ul><li>Toda a vida económica e social do país foi organizada em corporações. </li></ul><ul><li>O corporativismo estabelecia um maior controlo do Estado sobre as actividades económicas e dificultava a existência dos Sindicatos. </li></ul>
  6. 7. Os princípios do Estado Novo <ul><li>Culto do Chefe </li></ul><ul><li>O culto a Salazar nunca assumiu as proporções existentes na Itália ou na Alemanha embora se tivesse inspirado neles </li></ul><ul><li>No entanto, Salazar controlava a vida política do país; o Presidente da República era a penas uma figura simbólica e a Assembleia Nacional era constituída por deputados submissos aio regime. Fomentou-se o culto a Salazar, considerado o “Salvador da Pátria” </li></ul>
  7. 8. Os princípios do Estado Novo <ul><li>Colonialismo </li></ul><ul><li>“ Entre as características dominantes do nosso nacionalismo, e que bem o distingue de todos os outros adoptados pelos regimes autoritários da Europa, está a potencialidade colonial dos Portugueses, não improvisada em tempos recentes, mas radicada pelos séculos na alma da Nação” </li></ul><ul><li>Oliveira Salazar </li></ul><ul><li>Uma política nacionalista a vários níveis ,marcada pela máxima &quot;Estamos orgulhosamente sós&quot;. </li></ul>O Acto Colonial de 1930 reafirmou as ideias imperialistas que faziam da defesa do Império a defesa da Nação.
  8. 9. Os princípios do Estado Novo Autarcia <ul><li>A política económica do Estado Novo assentou, como nos outros regimes autoritários europeus, numa forte intervenção do estado e numa atitude proteccionista. </li></ul><ul><li>Na agricultura – campanhas de trigo </li></ul><ul><li>Na Indústria – são implementadas. barreiras alfandegárias que encarecem os produtos estrangeiros. </li></ul><ul><li>Para diminuir o desemprego – lança-se uma política de obras públicas – Vias de comunicação e edifícios públicos. </li></ul>
  9. 10. Suportes do Estado Novo Polícia Política <ul><li>A polícia política começou por se chamar Polícia de Vigilância do Estado (PVDE), mais tarde em 1945, tomou a designação de Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE). Já no tempo de Marcelo Caetano mudará o nome para PIDE/DGS (Direcção-Geral de Segurança) </li></ul>Os métodos utilizados pela polícia política passavam pela perseguição, tortura física e psicológica, em muitos caos até à morte, e prisão dos opositores ao regime.
  10. 11. Suportes do Estado Novo Censura <ul><li>A censura foi instituída em 1926, sendo então apenas aplicada à imprensa. Gradualmente foi-se estendendo aos outros meios de comunicação e a todas as formas de cultura, como o teatro, o cinema e a literatura. </li></ul>
  11. 12. Suportes do Estado Novo Secretariado da Propaganda Nacional <ul><li>O Secretariado de Propaganda Nacional tinha por função divulgar e promover as ideias do regime. Este organismo publicava cartazes que eram divulgados por todo o país, organizava concursos e exposições. Fazia por todo o lado propaganda dos empreendimentos levados a cabo pelo regime, como pontes, barragens, bairros populares, escolas e até fontanários. </li></ul>
  12. 13. Suportes do Estado Novo Controlo político e ideológico <ul><li>Legião Portuguesa </li></ul><ul><li>Milícia paramilitar formada por voluntários adultos e criada para participar na cruzada “antibolchevista”. O apoio às forças fascistas na Guerra Civil espanhola foi também um dos seus objectivos. </li></ul><ul><li>Mocidade Portuguesa </li></ul><ul><li>Destinava-se a enquadrar a juventude, escolarizada ou não. Era também uma organização paramilitar e pretendia ser um complemento na formação dos jovens, dando-lhes doutrinação religiosa e política ao mesmo tempo que promovia actividades próximas ao escutismo. </li></ul><ul><li>Seguia um modelo claramente fascista. </li></ul>
  13. 14. Suportes do Estado Novo Controlo político e ideológico <ul><li>A Igreja e o Estado caminhavam lado a lado. </li></ul><ul><li>Com uma ideologia marcadamente conservadora, o Estado Novo orientava-se segundo os princípios consagrados pela tradição: </li></ul><ul><li>Deus, </li></ul><ul><li>Pátria, </li></ul><ul><li>Família, </li></ul><ul><li>Autoridade, </li></ul><ul><li>Hierarquia, </li></ul><ul><li>Moralidade, </li></ul><ul><li>Paz Social e; </li></ul><ul><li>Austeridade. </li></ul><ul><li>A Educação </li></ul><ul><li>O ensino em Portugal era completamente controlado pelo Estado, através de um livro único para todo o país, os alunos iam assimilando a ideologia do Estado Novo. </li></ul>

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