NUTRIÇÃO NO IDOSO

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NUTRIÇAO EM IDOSO. AS ALTERAÇÕES RELACIONADAS AO ENVELHECER DA SAUDE NUTRICIONAL
SINDROMES NUTRICIONAIS FREQUENTES EM IDOSOS
NUTRICIONAIS RELACIONADAS AO ENVELHECIMENTO
TRIAGEM E AVALIAÇÃO NUTRICIONAL
SINDROMES NUTRICIONAIS
INTERVENÇÕES NUTRICIONAIS

Publicada em: Saúde e medicina
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  • See GRS7 Table 26.6 got examples of lactose-free oral products
  • NUTRIÇÃO NO IDOSO

    1. 1. Alimentação desta nova geração de Idosos
    2. 2. Slide 3 OBJETIVOS DISCUTIRMOS • AS ALTERAÇÕES RELACIONADAS AO ENVELHECER DA SAUDE NUTRICIONAL • SINDROMES NUTRICIONAIS FREQUENTES EM IDOSOS
    3. 3. Slide 4 TÓPICOS A SEREM ABORDADOS • NECESSIDADES E MUDANÇAS NUTRICIONAIS RELACIONADAS AO ENVELHECIMENTO • TRIAGEM E AVALIAÇÃO NUTRICIONAL • SINDROMES NUTRICIONAIS • INTERVENÇÕES NUTRICIONAIS
    4. 4. Slide 5 MUDANÇAS NUTRICIONAIS IDADE RELACIONADAS • Composição corporal • Necessidades energéticas • Necessidades de macronutrientes • Necessidades de micronutrientes • Necessidades de liquidos
    5. 5. NUTRIÇÃO NO IDOSO Estado Nutricional do Idoso Grau de dependência e incapacidade Tempo de convalescença em doenças agudas Risco de morbidade Capacidade imunológica Estado funcional Condição social e psicológica Risco de mortalidade
    6. 6. Xerostomia (dificultando a mastigação e a deglutição)   no consumo de alimentos  Anorexia e Desnutrição MUDANÇAS COM O ENVELHECIMENTO
    7. 7. Desidratação Diminuição da sensibilidade á sede Disfunção cerebral e diminuição da sensibilidade dos osmorreceptores MUDANÇAS COM O ENVELHECIMENTO
    8. 8. Slide 9 MUDANÇAS DA COMPOSIÇÃO CORPORAL COM O ENVELHECIMENTO •  Massa óssea, massa magra e agua •  Gordura total do corpo com das reservas de gordura intra-abdominais • Não se pode generalizar as exigências nutricionais bem padronizados de adultos jovens ou de meia-idade para idosos
    9. 9. Slide 10 NECESSIDADES ENERGÉTICAS PARA IDOSOS • A redução da taxa metabólica basal reflete perda da massa magra em idosos • Taxa metabolica basal é o determinante principal do gasto energético total • A estimativa das necessidades energéticas é baseada no peso corporal: 25 to 30 kcal/kg/dia
    10. 10. Slide 11 Necessidades de macronutrientes
    11. 11. Slide 12 Necessidades de macronutrientes • Proteina: 0.8 g/kg/dia (1.5 g/kg/dia sob estresse) 10%-30% da energia total diaria • Gordura: 20%–35% da energia total diaria • Carbohidrato: 45%–65% da energia total diaria • Fibra: 30 g/dia (Homem), 21 g/dia (Mulher)
    12. 12. Slide 13 Percentual de macronutrientes na ingesta energetica total diaria 0 10 20 30 40 50 60 70 10%–35% 20%–35% 45%–65% Proteinas Gorduras Carboidratos
    13. 13. Slide 14 Necessidades de micronutrientes no idoso Fonte: Institute of Medicine, Dietary Reference Intakes 1200 320 800 75 400 2.4 1.1 Calcio (mg)* Magnesio (mg) Vitamina D (IU)* Vitamina C (mg) Folato (µg) B12 (µg) Tiamina (mg) Homem MulherNutriente 1200 420 800 90 400 2.4 1.2
    14. 14. Slide 15 Necessidade de liquidos no idoso • A redução da percepçao da sede esta associada ao processo normal de envelhecimento • E tambem:  Resposta diminuída da osmolaridade sérica  Redução da capacidade de concentrar a urina depois da privação de líquidos  Necessidade de 30 ml/kg/dia
    15. 15. Slide 16 TRIAGEM E AVALIAÇÃO NUTRICIONAL • Antropométrica • Ingesta nutricional • Testes bioquimicos • Interações Droga-Nutriente
    16. 16. Slide 17 ANTROPOMETRIA • Aferição do peso e estatura  Indice de massa corporal (IMC) = Peso em estatura em m2  Limiar de risco para baixo IMC = 18.5 kg/m2 • Perda de peso de 5% em 1 mes ou 10% em 6 meses é um indicador útil de risco nutricional e morbidade e preditivo de:  Limitações funcionais  Custo de cuidados com saude  Necessidade de hospitalização
    17. 17. Aferido PESO O idoso deve se posicionar em pé e no centro da base de uma balança calibrada; descalço; e com roupas leves ANTROPOMETRIA
    18. 18. ESTATURA Estatura diminui com a idade:  Declínio inicia-se aos 40 anos e acentua-se com a idade  Perissinotto e al: decréscimo de 2-3 cm / década  Euronut Seneca Study: decréscimo de 1-2cm em 4 anos. ANTROPOMETRIA Causas: Achatamento das vértebras, Redução dos discos intervertebrais, Cifose dorsal
    19. 19. Slide 20 Ingesta nutricional • Ingestão alimentar inadequada definida como uma ingestão média dos grupos de alimentos, nutrientes, ou de energia de 25% a 50% inferior a um limiar da recomendação do consumo alimentar de cada nutriente ou RDA • ingestão de <75% dos alimentos fornecidos indica avaliação nutricional em idosos vivendo em asilos • 5% to 18% de residentes em casas de repouso nao apresentam ingesta nutricional adequada
    20. 20. Slide 21 Testes Bioquimicos:Albumina • Um indicador de risco para morbidade e mortalidade; Todavia, tenha falta de sensibilidade e de especificidade, como um indicador nutricional • O valor prognóstico de baixa albumina(<3.5 g/dL) é marcador de injuria, doença ou inflamação • Prealbumina reflete mudanças de curto prazo no estado das proteinas (apresenta meia vida curta)
    21. 21. Slide 22 Testes bioquimicos: Colesterol Sérico • Hipocolesterolemia adquirida(<160 mg/dL) reflete um estado de saude pobre indepentente da ingesta calorica ou de nutrientes • Pode refletir uma condição próinflamatoria • Idosos residentes na comunidade com baixa albumina e colesterol apresentam altas taxas de morbidade e mortalidade
    22. 22. Slide 23 INTERAÇÕES DROGA NUTRIENTES Alcool Zinco, vitaminas A, B1, B2, B6, folato, vitamina B12 Antiacidos Vitamina B12, folato ,Ferro, Antibioticos, amplo espectro Vitamina K Colchicina Vitamina B12 Digoxina Zinco Diureticos Zinco, magnesio, vitamina B6, potassio, cobre Isoniazida Vitamina B6, niacina Levodopa Vitamina B6 Laxantes Calcio, vitaminas A, B2, B12, D, E, K Disponibilidade reduzidaDroga
    23. 23. Slide 24 INTERAÇÕES DROGA NUTRIENTES Droga Disponibilidade reduzida Colestiramina Metformina Oleo Mineral Fenitoina Salicilatos ISRS Teofilina Trimetropina Vitaminas A, D, E, K Vitaminas B12, total kcal Vitaminas A, D, E, K Vitamina D, folato Vitamina C, folato Kcal Total (via anorexia) kcal Total (via anorexia) Folato
    24. 24. Slide 25 Fatores de risco para estado nutricional ruim • Abuso de alcool ou outras substancias • Disfunção cognitiva • Pouca atividade fisisca • Depressão • Limitações funcionais , sindrome de imobilidade • Falta de dinheiro • Baixo nivel educacional • Doenças crônicas • Polifarmacia • Falta de dentes • Habitos alimentares ruins • Isolamento social
    25. 25. Slide 26 Sindromes Nutricionais • A nomenclatura de desnutrição é um pouco confusa A inflamação permeia as sindromes de desnutrição, desnutrição calórico- proteica, sarcopenia, failure to thrive ou deficit de desenvolvimento
    26. 26. Depleção grave de reservas energéticas na região bicipital Sindromes Nutricionais
    27. 27. Depleção grave de reservas energéticas triciptal Sindromes Nutricionais
    28. 28. Depleção leve de tecido muscular na região dos ombros (processo acromial) Sindromes Nutricionais
    29. 29. Depleção moderada de tecido muscular na região supraclavicular e infraclavicular Sindromes Nutricionais
    30. 30. Depleção moderada de tecido muscular na região de quadríceps Sindromes Nutricionais
    31. 31. Depleção grave de tecido muscular no dorso da mão, na região entre o polegar e o indicador Sindromes Nutricionais
    32. 32. Slide 33 Prevenindo a Desnutrição • Abuse das preferencias do paciente • Evite dietas terapeuticas “restritivas” • Reforce que o proprio paciente prepare suas refeiçoes. Forneça auxilio se necessario • Reforce o sabor e aparencia dos alimentos • Melhore aspectos de socialização. Aumente o tempo das refeições • Tratar as queixas dentárias , orais de mastigação de desconforto e disfunção
    33. 33. Suplementos dietéticos • Contem macronutrientes e micronutrientes • Disponiveis em formas liquidas e de pó • Maioria das fórmulas apresenta 1 to 1.5 calorias/mL e muitas não contem lactose ou glutem. Slide 34
    34. 34. MUITO OBRIGADO PELA SUA ATENÇÃO!!!
    35. 35. RUBENS DE FRAGA JÚNIOR GERIPAR@HOTMAIL.COM

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